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Victor Marques Dec 2009
Procurar sempre na imensidão palavras que se perdem no horizonte,
Me contentar com o recanto e água fresca de uma fonte.
Rios que correis , flor que sempre brota...!
Navios que deixaram de ser frota.



Altares que se veneram sem ter lindas rosas,
Mulheres bonitas que não são formosas.
Homens que se deitam com amores adulterados,
Penitência de sepulcros abertos, fechados.



Sentinelas dum castelo, cristão, mourisco.
Conquistador dum império nunca visto.
Sebentas maltratadas com riscos e tinteiros partidos,
Panteão Helénico de poetas desconhecidos.

Victor Marques
- From Network, wine and people....
Victor Marques Nov 2014
Nascimento, vida e existência…

     Nascemos de uma forma sublime que parecendo uma banalidade natural é segundo o meu ponto de vista um milagre em todos os sentidos. Parece que o ventre da mulher foi feito e eleito o local divino para mostrar ao mundo a beleza do nascimento, vida e existência, comprometida com todos aqueles que tiveram o privilégio de um dia nascerem.
Nascemos, vivemos e existimos num planeta que procura respostas que não acha para uma imortalidade pedida a preceito em orações, congressos, ou aglomerações de seres que procuram nesta vida um culto a Deus que parece estar para caprichos e devaneios de tantos seres humanos que existem por existir.
Nascimento é vida e ao mesmo tempo uma existência comprometida com o universo que é gratuito para todos aqueles que conseguem perceber a magnitude da abundância que nos é dada com o nascimento, vida e existência.
     Nascemos nus sem nada para oferecer naquele preciso momento alegria a todos aqueles que parecem esperar um Messias salvador e apaziguador de corações por vezes divididos
e adulterados com vivências da  sua própria vida.
  - Que recompensa teremos nós depois de deixarmos de existir sob esta forma material que parece ser digna e ao mesmo tempo real?
-Será o nascimento o elo principal na vida, na existência e na morte?
- Será que Deus através da beleza e complexidade do nascimento quer mostrar ao homem através da sua existência a possibilidade de aspirar com a morte à ressurreição ou melhor a outra forma espiritual de continuar a existir?
- Será que não será mais fácil e rápida a morte do que o próprio nascimento?
     Nascemos, vivemos e existimos num planeta terra maravilhoso regido com mestria por um sábio infinito e Criador que sempre com precisão consegue dar ao ser humano deleites que irão perdurar na nossa vida até ao dia que depois de nascer, viver e existir morremos para ressuscitar no Amor Sublime de Deus nosso Pai.

Victor Marques
nascimento, vida e existência
My name's Rudolph,
and I'm a reindeer
Nose of light,
rock-night/crystal clear

My name's Ru,
My name's Ru,
Name's Ru. . .

My name's Rudolph,
and I'm a reindeer
Nose of light,
rock-night/crystal clear

One night a year,
I head the sleigh
Good or bad,
play or pay

My name's Rudolph
'now-what-do-you-say?'

My name's Rudolph,
and I'm a reindeer
Nose of light,
rock-night/crystal clear

My name's Rudolph,
I brought San-ta here
Got eleven brothers,
they call 'em reindeer
Rock the whole world,
'only-once-a-year'
Discovered on a farm,
no fans,  -no cheer
Made fun o' me,
'cause my nose *****'
Nose of light,
rock-night/crystal clear

My name's Ru,
My name's Ru,
Name's Ru. . .

My name's Rudolph,
and I'm a reindeer
Nose of light,
rock-night/crystal clear

My name's Rudolph,
and I'm a reindeer
Nose of light,
rock-night/crystal clear

So Santa comes up,
has this to say;
"There's no Sun,
...how do we light the way?"
Brother reindeer's looking here nor there...
Santa an elves searching every-where
Nose lights up,
they stop and stare!

So Santa comes up,
has this to say;
"Your nose so bright,
why don't you light my way?"

Better not laugh,
or mess with reindeer
My name's Rudolph,
I kick it in gear

My name's Rudolph,
and I'm a reindeer
Nose of light,
rock-night/crystal clear

My name's Ru,
My name's Ru,
Name's Ru. . .

These horns is guns,
nose a la-ser
Eyes on target,
and that is you Sir
You better be good,
or I'm taking you out
'member-my-name-son,
cause-I-got-clout'


My name's Rudolph,
and I'm a reindeer
Ruddy as ****,
so listen right cheer

My name's Rudolph,
and I'm a reindeer
Nose of light,
rock-night/crystal clear

My name's Ru,
My name's Ru,
Name's Ru. . .

My name's Rudolph,
and I'm a reindeer
Nose of light,
rock-night/crystal clear

My name's Rudolph,
and I'm a reindeer
Nose of light,
rock-night/crystal clear

My name's Rudolph,
and I'm a reindeer
My name's Rudolph,
and I'm a reindeer
My name's Rudolph,
and I'm a reindeer
Taking it back to the oldey, oldey, ode ode ode o time! Sent it off to Jimmy-Baby!
llcb Mar 2016
Jeg ser dig virkelig. Liggende i sengen og jeg bliver rædselsslagen. Jeg har ansvar for din lykke, og det gør alt mere ægte og mere ærligt når jeg virkelig ser på dig. Hvordan kan jeg sørge for en lykke til et andet menneske. Jeg forstår virkelig ikke, hvordan jeg kan give dig lykke, når jeg så ofte har svært ved at finde den selv. Det er som aftensmaden, jeg serverer dig, mens jeg selv går sulten i seng.
The Anybodies Jan 2017
hace falta papel
hace falta tinta
las letras brotan solas
hacen falta horas

          alma salvaje y nocturna
          merodeadora impaciente
          que niega entregarse
          a un Morfeo ausente

    tristeza que evoca al dolor
    que evoca al sufrimiento
    donde el osado se regodea
    al leer las palabras impresas
    no con tinta negra
    sino con lágrimas y sangre
    de un simple ser

                                                  no será la primera vez
                                                  que el osado se desvela
                                                  un dolor igual
                                                  al pago de su sacrificio
                                                  por entrever los sentimientos
                                                  del que también fue osado

          la noche nuestra musa
          misteriosa y atractiva
          como canto de sirena
          belleza de los mares

por siempre devota
mi alma a tu luna
antaña luz
a tu filosofía oscura

                                                  profeta­ milenaria
                                                  de adorno espectral
                                                  poema­ interminable
                                                  co­n descanso finito

    canción y plegaria
    llanto escrito
    llévate mi corazón
    y deja mi alma
    triste hasta el alba
Marco Raimondi May 2017
I

Queira a ter-te tal sacrifício impune à beleza
Desventurar no ofício da morte formosa
No rito estrangulado, no campo da destreza,
Pensamentos que julgo uma ilusão honrosa

Sob a lembrança dos antigos, arcaica proeza
Se medos sentimos dessa prática tão dolorosa,
Aquieta-se! A relva abaixo espera em sua frieza,
Para o pútrido sepulcro de uma luz ardorosa

Onde graça, cuja índole se esquiva,
Singram os raciocínios obscuros
De uma consciência a julgar-se viva

É o fim a tocar alma fugitiva,
A único respeito, tomar com acuro
Um fadário apagado de perspectivas

II

Ao meu semblante prefere-se o nada, diante das vãs venturas
Pois se é hábito e desconcerto sempre padecer,
Coerente é, por esses horrores, nunca me ater
Para que não lastime o infinito desta amargura

Esta angústia vazia que na miséria perdura
Sufocando meu espírito em sofrer,
Vede a todos dura sentença! É preferível já não ser,
Que fugir do fim que, em descrença, meu corpo procura

Se Dido no desalento, por Eneias, deixa vida,
Estou cá, em silêncio de alma desvarrida
A cessar aos vermes o que vivo eternamente

Em álgido lamento, pude cantar nesta partida,
Algumas rimas de mi'a face enlanguescida,
Em que pude prezar da morte seu beijo unicamente
Mallory Blake Oct 2018
Varje dag jag går på buss tio
och jag ser någon som ser ut som dig


Och det passar bra.
Oriada Dajko Jan 27
Tú que has creado algo más allá del tiempo
ni sabes que traes Dios en tu vientre,
un Dios más en nuestro mundo que nadie va a creer,
uno otro Dios que nadie tiene que entender,
uno otro Dios que no será aceptado por ninguno,
uno otro Dios más que será juzgado por cada uno,
y así regresara a ti, crucificado por su buena voluntad,
y solamente tú lo vas a ver aún como el Salvador,
porque solamente tú verás su Milagro,
vivirás la vida más que una vez con el
tocando el universo con sus manos, con su piel,
buscando la verdad con sus palabras, con su voz,
matando la soledad con su ser, con sus sueños,
muriendo cada momento con el
por ser incapaz a cambiar el Destino de su ser.
Laura Amstutz Dec 2018
Der sidder du
I vinduets gennemsigtighed
Og ser på mig
Og menneskenes færden omkring mig
Din lange krop slår rødder i gulvets brædder af træ
Så sprækker ihærdigt og ufrivilligt åbner sig
For mig at anskue
Dine mangler - du kender dem ikke selv
Men kendte du til dem ville du vel blot gøre noget ved dem
Jeg løber på søens travlhed
I mit sind
Kaster mig ud fra broen - i vandets omklamrende nynnen om uanmeldt stilstand
En ro der dannes om væskens bløde arme
Hører komponisternes tanker
I vandets kulsyre
Indfanger luftboblerne med min mund
Råber teksterne ud i intetheden
I håb om at nogen griber ordene og
Bruger dem som ingredienser i tosomhedssuppen
Danser min vej ud af bølgernes slåen
Mod mine lår og mellem mine tæer
Drukner i overfladens opdelthed
Ser alles blikke stikke mig i nakken
Vender mig aldrig om
Lærer at være alene i flersomheden
Andaluciaa Oct 2018
Tu.
No entiendo porque me cuesta entender que las cosas no siempre resultan como uno quiere. Reconozco y entiendo que existe el albedrio; entiendo que no puedo forzar los sentimientos de una persona. Sin querer, tu voz, tu rostro surgen en mi mente y empiezo a recordar lo que en ese momento senti por ti, el estar “en las nubes.” En realidad juro no haber sentido esa conexión con nadie, fuiste el primero que disperto ese sentimiento de querer dar lo mejor de mí, el querer cambiar mí ser, pero ya no estás, ya no se de ti. Si pudiera retroceder el tiempo, me aseguraria en hacer que todo este mejor, pero ese deseo nadie lo puede cumplir porque ya es muy tarde. Ha llegado el tiempo de dejarte en el pasado. Quizás así  lo quiere Dios.
Paulina Falomir Nov 2018
A veces me mareo de tanto blanco,
No se malentienda, gran color ese blanco
Sólo me marea verlo y verlo en todos los edificios,
Las paredes
Y no me marea el color en sí,
Me marea la intención
Me marea usar el blanco para adormecer
La sensación de acorralamiento en jaulas
Que doblegan voluntades
A través de necesidades

El ser estático en su jaula porque no hay más a donde ir
Y las jaulas blancas
Para que sienta paz
Y las paredes blancas
Para que esté tranquilo

Me marea el blanco
Me marean las intenciones
Las intenciones “blancas”

Me marea recurrir a colores
Para disfrazar crueles realidades
Nadie quiere estar sentado todo el día

Quizá me marea el truco
Me marea
Me marea el blanco y lo que implica
Me marea el uso

Y la pregunta, pero sí no el blanco entonces ¿quién?
Entonces ¿cuál?
No abundan opciones
De jaulas negras, de jaulas rojas, no vendría nada mejor
Tiene que ser el blanco
Y eso me marea

Probablemente me marea la realidad y yo
Yo lo refiero todo al blanco
Me marea tanto blanco
Had to be in spanish, it was mind *****
A Sad Alex Sep 2018
Eres mi lucero
Un sueño de amor
Que me leva a los cielos
Con un solo beso
Y un roce de tus dedos
Acelera mi corazon

Un ser divino
Con poder sobre el tiempo
Pues pasa tan rapido a tu lado
Y cuando te vas pasa tan lento

De figura tan perfecta
Que la luna refunfuña tu belleza
Los mares celosos que bajo tus cejas
Tus ojos inspiran a mil poetas

Mas vives en mis tristes versos
De mi imaginacion un fragmento
Mi corazon tan desvalido y viejo
Un inalcansable deseo
Mi pasion corre fervorosa
En la lineas de un poema
Y mi labios se abotonan
Al pensar en las rimas de una estrofa
Y si mi musa llegara a mi
E inspiracion inyectara a mis venas
Sera ese dia cuando escribiera
ya no mas poemas de Ti... Si no de ella...
Nis Jun 2018
Ojalá mi cara fuese jazz.
Ojalá mi cara fuese atardecer de cien días
y se perdiese como música en la marea.
Ojalá mis notas fuesen fuego
que corriese raudo por tus venas.
Ojalá se perfumasen en el aire
y  diesen sentido al amanecer del alba.
Ojalá fluyesen como el agua
suavemente rizando la rojez del cielo.
Ojalá fuesen contundentes como la roca
y cayesen a plomo junto a mi corazón muerto.

Ojalá mi cara fuese jazz.
Siempre cambiante, nunca la misma
subebajando en el horizonte.
Tierna y vibrante, siempre difusa
alzándose hacia el cielo con alas desplegadas.
Dulce y salada, externa e interna,
por ósmosis entrando por cada poro.
Pesada y rígida, sólida y pura
cercenando la realidad con su ser preciso.

Ojalá mi cara fuese jazz
siendo lo que no es,
no siendo lo que es.
En cada instante de su espacio manifestándose
en cada punto de su tiempo existiendo.
Única e indivisible, aunque difícilmente alcanzable.
Verdadera mentira que perdura tras los siglos.
Satírica cual elefante boca arriba
dando a luz a lo que siempre ha sido nuestro.

Ojalá mi cara fuese jazz.
Saliendo hacia la luz verdadera
y tornando hacia la oscuridad traicionera.
Volando hacia arriba y en picado,
oteándose a si misma , eterna y cierta.
Creando un nuevo mundo igual a este,
igual de distinto que este a si mismo.
Imitando la certeza de lo incierto.
Pretendiendo con falsedades llegar al verso.

Ojalá mi cara fuese jazz
y fuese objeto de su ser
y fuese sujeto de su haber
y se realizase siempre que le dieses tiempo
y se realizase siempre en lo que siempre fue
y avanzase inmóvil hacia la verdad
y esperase impasible a la mentira.
Ojalá de cada error saliese un mérito,
una esperanza, una virtud siempre precisa.

Ojalá mi cara fuese jazz
tornando el arte arcana en ente nuevo,
aunque sea falso.
En estúpidas epifanías tornando el acto
cual poeta escribiendo estos versos.
Ojalá repetir versos pasados en lenguas nuevas
y llamarse artista.
Mero comentarista y observador
de lo que precedió en tiempo y espacio.

Ojalá mi cara fuese jazz
existiendo con sólo pensarlo
negando el pensamiento mismo,
lógica implacable mintiendo mi rostro,
contradicciones inapelables mintiendo mi ser.
Con precisión matemática ser mentira,
con la etereidad del arte ser verdad.
Ojalá como estafador maestro ante tu mirar
se hiciese música que disfrutar.

Ojalá mi cara fuese jazz,.
Ojalá mi cara no fuese jazz.
Ojalá no tener cara, ni nada.
Ojalá el solo pensarlo me dejase ciega,
sorda para la música de mi rostro.
Ojalá pasar por debajo de una escalera tirada
para no recibir buena suerte.
Ojalá austera o inexistente,
cual dios mirando tu filosofía vana.

Ojalá mi cara fuese jazz
y unificase tantas corrientes
como puede abarcar con sus brazos.
Ojalá pudiese tornar cierta la realidad
por el mero hecho de pensarla, pero no puedo,
pero mi rostro se muestra impasible
ante desdicha tal y sigue avanzando;
regla dorada entre uñas de marfil,
largos palillos para comer la realidad desvirtuada.

Ojalá mi cara fuese jazz
y revolucionase el mundo con su pensar
y desmontase heregías como ciertas.
Ojalá años más tarde siguiese su lucha
contra el infiel divino hasta su muerte,
y como la de un mono con barba
se tornase contra el padre de la ciencia moderna,
y le enseñase a pensar en sueños,
a soñar en vida, a soñar en muerte.

Ojalá mi cara fuese jazz
y se repitiese eternamente para mi suerte,
nunca cambiando, siempre presente.
Ojalá asesinase al padre de todo
y se adueñase de su lugar.
Ojalá existir antes de ser.
Ojalá rodar por la vida sin mirar a los lados,
destruyendo lo que tantas veces nos ha aplastado
y creando la belleza del arte, que es eterna.

//

I wish my face were jazz.
I wish my night were sunset of one hundred days
and it lost itself like music in the tides.
I wish my notes were fire
which ran swift in your veins.
I wish they would perfume itself in the air
and gave meaning to the morning's sunrise.
I wish they flowed like water
softly curling the sky's redness.
I wish they were sturdy like rock
and they plummeted next to my dead heart.

I wish my face were jazz.
Always changing, never the same.
updowning in the horizon.
Tender and vibrating, always diffuse
rising towards the sky with open wings.
Sweet and salty, extern and intern,
by osmosis entering through each pore.
Heavy and rigid, solid and pure
cutting through reality with its precise being.

I wish my face were jazz
being what it is not,
not being what it is.
In every instant of its space manifesting itself
in every point of its time existing.
One and indivisible, although hardly reachable.
True lie which endures beyond centuries.
Satiric like elefant on its head
giving birth to what always has been ours.

I wish my face were jazz.
Going out to the true light
and turning to the treacherous darkness.
Flying upwards and in a dive,
scanning itself, eternal and true.
Creating a new world equal to this,
equally as distinct as this to itself.
Imitating the certainty of the uncertain.
Trying with falseness to reach the verse.

I wish my face were jazz.
and it were object of its being
and it were subject of its having
and it came true always you gave it time
and it came true always in what it always was
and it moved fordward unmoving towards the truth
and it waited impasible the lie.
I wish of every error a merit would come out,
a hope, a virtue ever precise.

I wish my face were jazz
turning arcane art into a new being,
even if false.
Into ****** epiphanies turning the act
as a poet writing this verses.
I wish to repit old verses in new tongues
and to call myself an artist.
Mere commentator and observer
of what preceded it in time and space.

I wish my face were jazz.
Existing with only thinking of it,
negating thought itself,
implacable logic lying my visage,
unnappealable contradictions lying my being.
With mathematical precision being a lie,
with the ethereality of art being the truth.
I wish that like master con artist before your looking
it turned itself into music to enjoy.

I wish my face were jazz.
I wish my face weren't jazz.
I wish I didn't have a face, nor anything.
I wish only thinking of it made me blind,
deaf to the music of my visage.
I wish passing under a fallen ladder
to not receive good luck.
I wish austere or non-existant,
like god looking at your vane philosophy.

I wish my face were jazz,
and it unified so many streams
like it can embrace with its arms.
I wish I could turn reality true
with the mere act of thinking it, but I can't,
but my visage shows itself impassible
before such misfortune and continues onwards;
golden rule among ivory nails,
long chopsticks to eat the desvirtuated reality.

I wish my face were jazz
and it revolucionised the world with its thinking
and it disassembled heressies as true.
I wish years later its fight would continue
against the divine infidel until his death,
and like a bearded monkey's
it would turn itself against the father of modern science,
and it taught him to think in dreams,
to dream in life, to dream in death.

I wish my face were jazz
and it repited itself enternally to my fortune,
never changing, always present.
I wish it assassinated the father of everything
and took its place.
I wish existing before being.
I wish rolling through life without looking sideways,
destroying that which always has crushed us
and creating the beauty of art, which is timeless.
Ufff this was a long one, took some time to translate it and I think is as accurate as a translation of a poem can be, but any advise regarding it would be appreciated. I know it sounds pretty random, and it is, as it was made mostly through automatic writting; but there is a common point joining the whole poem and giving it order. If you really like it, give it a few reads and see if you can find it ;)).
SimpleWritings Dec 2018
Ma
Inħobbok

Mhux dejjem naraw għajn b’għajn
Imma nħobbok

Naf li dejjem pruvajt mill-aħjar li stajt
Biex tagħtini dak li int qatt ma ngħatajt

Imma sfortunatament mhux dejjem irnexxilek
Il-Mulej mhux dejjem provdilek

Jien qatt m’għidtlek meta nqasstni
Meta bin-nuqqas tiegħek warrabtni

Qatt ma ridt niksirlek qalbek
U ngħidlek li ħadd mhu qed jisma talbek

Imma iva Ma,
Weġġgħajt

Għaddejt minn ħafna u int ma taf b’ xejn
Alla ħares tkun taf kif u x’ fatta u fejn

Bħalek Ma,
Għaddejt minn dak li m’ għandu jgħaddi ħadd

Ġarrabt id-dlam
U bkejt fis-solitudni

Imma issa Ma
Sa fl-ahhar...

Inħoss li sibt il-kuntentizza
Inħoss li qbadt it-trejqa li qed nibni jien

Ma rridx nibqa naħbilek iktar
Għajjejt nigdeb u nħaref

Allura għidtlek

Ma flaħtx inżomm iktar
U għidtlek

Kienet diffiċli għax kont beżgħana
Imma ridt naqsam din l-aħbar ferħana

Stennejt li ser tifhimni
Stennejt li xorta waħda ser tibqa tħobbni

Imma

Ir-reazzjoni tiegħek ma kienetx dik li stennejt
Ma kienetx dik li f’ moħħi pinġejt

Għalfejn Ma?
Għalfejn ma tridnix?
Għalfejn mhux taċċettani?

Għidli Ma

Lil min inħobb ma għandux jaffettwa kemm inti tħobb lili
Lil min inħobb ma għandux inessik li jien xorta waħda bintek

Mara offritli dak li dejjem fittixt
Mara għallmitni nagħraf x’inhi l-imħabba

Mara urietni kif jidher id-dawl fost id-dlam
Mara qed tgħini nsir inħobb lili nnifsi

Iva Ma

Inħobb mara
U mhux raġel

Għalfejn qed tħares lejja b’ dak il-mod Ma?

B’ ħarsa ta’ diżappunt
B’ ħarsa ta’ diżgust

Bintek għadni Ma

L-istess **** li kont tgħannaq miegħek
Meta kont tħoss li d-dinja qed tikrolla

L-istess **** li kont tiftaħar tgħid li hi tiegħek
Lil kull min taf meta tilmaħni fost il-folla

Ħobbni Ma
Nitolbok

L-istess għadni
Biss, ħrigt mill-moħba

15/10/2018
This poem is written in Maltese.
Perdido. Tomado pela multidão histérica de memórias. Mutilação. Gritos de agonia. Horror nos olhos de  "inocentes". Memorias de imagens presas numa parede de incapacidade. Incapaz de ver. Incapaz de saber. De ser. Sou o luto de minha tragédia. Ser o algoz do mundo. Já não me lembro.  Ele se diz meu sogro. Minha mulher está morta. As crianças foram brutalmente assassinadas. Seus corpos foram abandonados. Todos fugiram pelo terror do algoz. E eu apaguei. Já não me lembro. É preciso acreditar?  Lembrei que não me lembro do meu rosto. Ele me pediu para olhar ao espelho. Olho diretamente para aquela figura. Então este sou eu.  Apático. Ele sorri. Também tento. Pele azul. Olhos de vidro. Meus braços se misturam com uma membrana de carne. Me estico. É possível voar? Sim! Nós todos podemos voar, este é um planeta muito grande para simplesmente caminharmos. Às vezes ele fala como um mentiroso. Eu o detesto. Meus pés são como minhas mãos, só que maiores. Você deseja cavar os túmulos com seus pés? Esse não é o ponto! A questão é que sou diferente. Que vivo num mundo diferente. Onde eles são como eu. Deixe- me viver a fantasia!
Me levaram para a sala de recuperação de memória. Fizeram um tratamento
intensivo.
Tema: quem é você?
Resultado: Você é Khaladesh! Você é Khaladesh! Você é Khaladesh!(...)
Tome estes remédios!
Não posso!
Tome estes remédios!
Não quero!
Resultado: há uma guerra acontecendo. Um inimigo misterioso destruiu tudo o que importa. Quem é tal inimigo? Uma legião de sadismo. Tudo o que é perverso neste mundo carrega o nome  Arcantsulyan. É preciso sentir ódio por Arcantsulyan! É necessário se proteger contra Arcantsulyan. Oremos aos deuses!  Será que não orei o bastante? Já não me lembro. Livrai-nos de Arcantsulyan!
Há dois Sóis em meu mundo! Há também um deserto. Um jovem caminha em direção à Thaeran'khur. Seus passos cambaleantes e exaustos seguem por dois dias inteiros pelas areias do deserto... Não há noite em Thaeran'khur. Um calor crepitante invade sua alma. Há calor em seus olhos. Há calor em suas mãos. Há calor em seus brônquios. O calor e a poeira espreitam sua angústia. Incidem sem avisar em sua esperança. Um calor tão horrível que faz curvar seu corpo em incomensurável e desesperada agonia. Nada mais importa. Seu lar já foi esquecido. Suas lembranças já são meros devaneios. O que lhe resta é apenas entregar-se para a iminente morte ou seguir caminhando até morrer. À sua frente há uma fronteira que divide a parte inabitável do restante do deserto: um local onde a radiação  dos Sóis transformou toda a extensão de  areia em puro vidro. Um local onde não ha como permanecer vivo. O jovem desesperado e quase inconsciente vê a luz refletida pela gigantesca camada vitrificada. Ele segue em direção à luz. Irá cruzar o limiar da consciência: adentra o deserto de vidro... Incineração fatal... Seu corpo se transforma em areia.  O que aconteceu depois? Ele deixou de ser. Sabe o que isso quer dizer? Quer dizer que já não é. Ele abriu caminho à todas as possibilidades. Seu corpo se fragmentou em pedaços infinitos e se misturou com os infinitos pedaços que ali haviam. Ele se tornou tudo o que existe. Ele é o deserto agora. Mas o deserto está se unificando. A luz está juntando os pedaços. Os grãos estão se tornando vidro. Reflita...
Você é Khaladesh. Membro da rebelião contra Arcantsulyan. Vive escondido nas florestas sobre- oceânicas do Oceano Yuregjorth. Sua mulher e suas crianças foram destroçadas. Você perdeu sua memória. Percebe o quão insano isso tudo parece? Você não está bem. Precisa se lembrar. Não posso me lembrar de nada. Lembre-se de sua família. Lembre-se de seu ódio por Arcantsulyan. Você deve se vingar. Você deve tomar os remédios. Você deve se juntar à rebelião novamente. Você deve se fixar no que é real. Você será espião em território inimigo. Você precisa perceber seus delírios. Você precisa descobrir o que é Arcantsulyan. Você precisa se lembrar quem você é.
Jr Mar 2018
solsticio de invierno
las noches duran más
el frío
cuela en tus huesos
como las corrientes
bajo un río gélido

tus pensares
como cadenas
te halan hacia abajo
incesantes

aprende a hacer aliado
de tu peor enemigo

incandescente
fuego insistente
lucha por derretir tus ideas
pero no tiene oxígeno ni combustible
que lo avive

intento yo
ser el viento que avive el incendio forestal
mis pulmones llenos ya de humo
lo hacen difícil
nunca me rendiré
Poem

Querido amigo,

Te quiero decir
Que eres patetico, que estás ahí sentado
Que sueñas cambiarlo.

Te confieso que ya hace tiempo la noche no brilla, las luciérnagas
Se han vuelto colillas.

Te lo digo de frente, al reflector que alumbra tu mente, brilla un poco, reconócete un poco.

Se que odias ser el centro de atención, te saca de comfort, se que el chisme te da asco oírlo y nauseas decirlo.

¿La quieres?
¡Vamos en serio!
solo dilo, déjalo ir
y sino ¿lo pierdes? o
es que nunca fue tuyo.

¿Te quiere? probable,
pero no le ruegues.

Querido amigo te escribo, para que no te ahogues en tu laberinto de misterio,
para que no seas duro con tus errores,
para que seas aceite y no sarro.

Atte.
El saltamontes en tu oído.

PD: léelo cuando te sientas perdido...
Victor D López Dec 2018
Que tragedia es una vida malgastada,
persiguiendo lo que el orgullo pide,
a lo largo a veces uno lo percibe,
al ver cerca el final, lejos la entrada.

Nunca pensé ser yo quien destacaba,
Shakespeare en Macbeth cuando el describe,
la vida “sombra caminante” y la mide,
como “un cuento de un idiota . . . nada.”

Cuando se cerraron todos los portales,
que apuntaban a otros horizontes?
no me di cuenta, trepando por montes,
que no eran mas que tinieblas irreales.

Que ser honesto puede encontrar paz,
cuando la misma solo queda atrás?


A Wasted Life [English translation]

What a tragedy is a wasted life,
Chasing that which pride craves,
In time sometimes we come to realize,
When our entrance is far, the exit near.

I never thought it would apply to me,
When Shakespeare's Macbeth describes,
Life as a "walking shadow" and rates it,
A "tale told by an idiot . . . nothing."

When did all open doors close,
That led to other horizons?
I never noticed it, climbing mountains,
That were but insubstantial shadows.

What honest being can ever find peace,
Knowing it lies only in the past?
(C) 2018 Victor D. Lopez
Taijitu Jun 2018
No se si te acuerdas cuando nos conocimos,
porque a sinceridad, yo no
me imagino que fue un día sin mayor relevancia
de esos que pasan desapercibidos
solo para agregarle mas tiempo al reloj
yo, quizás sintiendo mi usual dosis de ansiedad
tu, quizás gruñendo por algo sin importancia
ambas ajenas a las aleaciones de los astros
las jugadas del destino o cualquier otra estupidez
con la que disfraza uno las salvajadas de la vida
ni puta idea que ese día marcaría mi antes y después
que tu mirada jamas dejaría de ser mi buenos días
ni tus labios la única fuente para saciar mi sed
en mi opinión, diría un día demasiado normal
para desprender con tanta fuerza un alma,
así que si logras recordarlo, te pido,  no me cuentes
déjame el sabor a simpleza con la que una salvajada de la vida
me regalo el mas bello amor

- Custodio
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