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Rui Serra Jan 2014
Somos seres de voluptuosas paixões,
vultos que pranteiam na escuridão,
presos nas trevas obscuras desta prisão,
pela tristeza que inunda os nossos corações.

Nossas almas repletas de ilusões,
vagueiam pelas sombras da solidão,
na procura incessante da razão,
esquecida num mundo de maldições.

São lágrimas negras, vertidas,
que em fel são convertidas,
e rolam por uma face triste.

De traje lúgubre e sombrio,
vivendo num mundo ***** e frio,
um mundo utópico que não existe.
Rui Serra Jul 2015
eu quero ir,
ir para longe
para qualquer lugar
agora

eu quero fugir,
fugir da realidade
que me aprisiona
agora

eu quero escapar,
escapar de tudo
aquilo que me envolve
agora

fecho os olhos,
a brisa afaga-me o rosto
e as lágrimas rolam
vertiginosas

tranquilidade

acordo
foi tudo um sonho
ainda aqui estou
manchado de lágrimas

e as cicatrizes permanecem
Dayanne Mendes Oct 2015
Na frente da tela,
Não sei o que escrever.
Toda hora, na minha mente,
Vem você...

As lágrimas rolam...
Junto se vai o delineador,
E as vezes, me pergunto,
Se isso foi amor.

Decepção,
Primeira palavra ao lembrar de você,
Um jogo, mentiras...

Não sei o que sobrou de mim.
Foi o fim...
De um amor?!
Ou de mim?!
unnamed Oct 2019
Ó Deusa vestida de espumas
cuja pele traz a leveza de plumas
transbordando pelos poros cas-
catas e inundas de prazer

Ó Afrodite de múltipla alma e ser
és teu parecer a explosão calma
quando teu corpo naufraga mare-
sias ao entardecer

Devotos entregam maçãs e ostras
conchas, flores tantas nos votos
eternos epítetos e formas canta-
rolam ao mar teus fogos

Ó amor que aceita a todos
seja nos ritos, mortais ou monstros
de mulheres e homens lava os cora-
ções aflitos e mudos

Ó Cípria e Safo, elevarão o amor que há em tudo


[inspirada na métrica do fragmento 2d. de Sappho]

— The End —