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Ashes Jan 22
Vivendo no teatro de um drama psicológico
A sanidade estava doente demais para mim
E o deus mentiroso, me declarou rei, rei dos loucos
E eu vesti a capa da indignidade
Nos gritos mudos, nas sombras da amargura
Sufocado em um sepulcro escuro, perdido
Veneno em meu sangue, ânsia de vômito
Sei toda a verdade, esta prisão de ilusões
E entretanto, o universo inteiro pode ser enganado
Meus olhos estão abertos
E no entanto, tua luz me cega
Cega, para disfarçar tuas infindas máscaras
Mas eu estou lá, na sua alma
Vendo tudo que posso ver, verdade horrenda
Sua existência é uma tragédia
E a minha existência é a tua eterna assombração...
De que adianta saber qualquer verdade, se o universo inteiro já é por si mesmo um engano. ...
Tudo é um espaço vazio repleto de coisas perpetuado pelo infinito.
Victor Marques Sep 2018
Quando a noite vinha e eu me deitava,
Me guardavas com alma purificada,
A manha chega e como a flor que brota,
Te encontravas a mim junto a porta...

Percorrias esses vales de madrugada,
Eu seguia a tua pegada,
Tudo te encantava e seduzia,
Amavas a gente que eu conhecia...

Eras fiel, seguro de ti sem pedir nada,
Tinhas doçura com ternura misturada,
Na quinta viveste com meu amor e minha poesia,
Me deixaste da noite para o dia...

Sem ti e sem me aperceber,
Que nasceste para também morrer,
Brado a Deus Rei e Senhor
Te imortalizo com meu amor.

Victor Marques
amor,Sócrates, Deus, fiel

— The End —