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"rebento" poems
O Meu Eu Imperativamente condicionado pelo meu eu, Tempestade arrebatadora de meu imbróglio, Sonetos de Inverno a óleo, Inconstância que não magoa, mas adoeceu. Incansavelmente ser perene, Sustentado com a nostalgia, Navio sem proa nem leme, Rebento de tristeza e alegria. Cortejado em corte divinal, Infortúnio é sempre fatal, Pintura lastimável de um grande pintor, Estigma do meu eu multicolor. Victor Marques
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Jan 17, 2012
Jan 17, 2012 at 12:00 PM UTC
O Meu Eu
O tempo é escasso e o espaço, amplo. O prazo é laço e engancha o pampo**. o BERRO é surdo sem algum alcance pra que o ouvido mudo do Universo dance. Galanteiam nebulosas em destino infante e trazem, ao eterno, singular instante. Cada transição traçada a que avance é passo dado em falso a fortuito lance. Aferir feridas de um pleno plano levará o homem a estado insano: a narcose de saber um objeto nulo. Na movimentação estática do engano, toda teoria traz na cura um dano entoado na garganta que, portanto, engulo. * bestia cupidissima rerum novarum  - animal ansiosíssimo por coisas novas. **Pampo - rebento tardio de cana de açucar: pampos de cana caiana (Dicionário UNESP do Português contemporâneo)
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Sep 8, 2010
Sep 8, 2010 at 5:05 AM UTC
bestia cupidissima