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"quis" poems
did you, even now, hope to shut your eyes to so huge a crime, my treacherous one, to think you could stilly withdraw from my kingdom? did our love not once hold you? our ardent vows? or even I, Dido, preparing to succumb barbaric death? how could you, callous you!, take wing to prepare your fleet in winter —i’m sure to run aground— when Boreas thrashes against the heavens? but, if you weren’t pursuing unfamiliar soil or incited to father a distant nation, if ancient Ilium sturdily grimed through the war, would you keep piercing the wave-washed oceans in your armada? why do you elude me; is it because i have acceded irreality? am i worthless, now?—i implore you! by these tears, and your troth, by our wedding vows, and this oath before ***** we began: if i deserve anything good from you, or if you think, i was good enough for you; pity this household decaying before us! it was once yours, too. and if my prayers are still yours, gut them from my mind! for now the Libyans and Numidians hate me! dear Tyre is virulent! as my honour and once-righteous stature has vanished, just as i was about to touch my constellated infamy. for what destiny, my foreign one, do you set me aside; ever-knowing my imminent death? seeing that only your name endures from this union, why do i bother to keep living? am i waiting for my brother, Pygmalion, to destroy my Carthage’s walls, or a Gætulian Iarbus to make me his concubine? if only you gave me a son, a little Æneas to play in my courts, a boy to remind me of you; only then, perhaps, would i not be so utterly violated, and consumed.
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Nov 7, 2014
Nov 7, 2014 at 1:06 PM UTC
quis fallere possit amantem?
did you, even now, hope to shut your eyes to so huge a crime, my treacherous one, to think you could stilly withdraw from my kingdom? did our love not once hold you? our ardent vows? or even I, Dido, preparing to succumb barbaric death? how could you, callous you!, take wing to prepare your fleet in winter —i’m sure to run aground— when Boreas thrashes against the heavens? but, if you weren’t pursuing unfamiliar soil or incited to father a distant nation, if ancient Ilium sturdily grimed through the war, would you keep piercing the wave-washed oceans in your armada? why do you elude me; is it because i have acceded irreality? am i worthless, now?—i implore you! by these tears, and your troth, by our wedding vows, and this oath before ***** we began: if i deserve anything good from you, or if you think, i was good enough for you; pity this household decaying before us! it was once yours, too. and if my prayers are still yours, gut them from my mind! for now the Libyans and Numidians hate me! dear Tyre is virulent! as my honour and once-righteous stature has vanished, just as i was about to touch my constellated infamy. for what destiny, my foreign one, do you set me aside; ever-knowing my imminent death? seeing that only your name endures from this union, why do i bother to keep living? am i waiting for my brother, Pygmalion, to destroy my Carthage’s walls, or a Gætulian Iarbus to make me his concubine? if only you gave me a son, a little Æneas to play in my courts, a boy to remind me of you; only then, perhaps, would i not be so utterly violated, and consumed.
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Quis multa gracilis te puer in Rosa Rendred almost word for word without Rhyme according to the Latin Measure, as near as the Language permit. What slender Youth bedew’d with liquid odours Courts thee on Roses in some pleasant Cave, Pyrrha for whom bind’st thou In wreaths thy golden Hair, Plain in thy neatness; O how oft shall he On Faith and changed Gods complain: and Seas Rough with black winds and storms Unwonted shall admire: Who now enjoyes thee credulous, all Gold, Who alwayes vacant, alwayes amiable Hopes thee; of flattering gales Unmindfull. Hapless they To whom thou untry’d seem’st fair. Me in my vow’d Picture the sacred wall declares t’ have hung My dank and dropping weeds To the stern God of Sea.
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The Fifth Ode Of Horace. Lib. I
drinking the red wine bottle that you had forgot and left behind. my olfactory bulb at an aglow you’re the Edison of my sense, a Tesla to my mind’s currents. a solemn sacrament and communion of us. remembrance and remission of our deeds, with the transfusion of you into me
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Oct 16, 2014
Oct 16, 2014 at 4:03 PM UTC
si deus nobiscum, quis contra nos?
O Douro na sua plenitude Quando me levantei, senti aquele sentido odor de uma linda manhã de primavera.  Os pintassilgos entoavam uma melodia que me ajudou a encarar o dia com mais serenidade e  encanto.  Olhei para este meu horizonte que se estende num infinito lonquinquo que parece estar ali para ser sempre contemplado e amado.        Que Douro sublime excelso de ser pintado por expressionistas e cantado em versos pelos nossos poetas que não deixam de o servir e o idolatrar.  Desde menino que eu ganhei uma consciência duriense que nem com a morte ninguém ma irá roubar.  Não me canso de tentar perceber o xisto em harmonia,  complexo e eternizado com estes lindos muros que parecem até nem serem feitos por pedreiros terrenos mas sim por anjos do bom Deus que por aqui quis passar. Casebres abandonados e fornos de secar os figos continuam na paisagem duriense vivos e ao mesmo tempo parecem sepultados para sempre no cemitério dum rio  Douro que se embala num Rabelo de outrora.         As videiras imponentes parecem ressuscitar todos os anos pela altura da Páscoa.  Que beleza sentir e amar um Deus vivo que  bebeu o vinho para nos mostrar seu amor e assim dignificar todos aqueles que se dedicam a tão nobre tarefa. Toda a vegetação duriense exala perfume,  permitindo ao homem encontrar aqui um paraíso terreno e ao mesmo tempo um purgatório disperso nos patamares onde vinhas, oliveiras, amendoeiras, figueiras, laranjeiras,  sobreiros, torgas e giestas coabitam.   Quem fala do Douro sublime não pode deixar de olhar para os rostos de suas gentes. Parece até que  não sabem amar mais nada, nem mais nada fazer. ... Um saber acumulado de gerações é um legado de arte de bem-fazer vinho aliado a novas técnicas utilizadas por enólogos sedentos de fazerem dos vinhos do Douro os melhores do mundo.         O Douro corre sem correrias. É meigo com seu leito. As vinhas bebem suavemente de suas águas doces.  Nós que aprendemos com o brilho do pôr-do-sol, que parece um verniz de esmalte que conforta crentes e não crentes. O Douro que é de oiro está de deleite, de quarentena para nos ajudar a viver e a estar sempre perto da margem para embarcar na barca dum destino já traçado. Victor Marques
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Apr 10, 2014
Apr 10, 2014 at 8:31 AM UTC
Douro Sublime
O Douro na sua plenitude Quando me levantei, senti aquele sentido odor de uma linda manhã de primavera.  Os pintassilgos entoavam uma melodia que me ajudou a encarar o dia com mais serenidade e  encanto.  Olhei para este meu horizonte que se estende num infinito lonquinquo que parece estar ali para ser sempre contemplado e amado.        Que Douro sublime excelso de ser pintado por expressionistas e cantado em versos pelos nossos poetas que não deixam de o servir e o idolatrar.  Desde menino que eu ganhei uma consciência duriense que nem com a morte ninguém ma irá roubar.  Não me canso de tentar perceber o xisto em harmonia,  complexo e eternizado com estes lindos muros que parecem até nem serem feitos por pedreiros terrenos mas sim por anjos do bom Deus que por aqui quis passar. Casebres abandonados e fornos de secar os figos continuam na paisagem duriense vivos e ao mesmo tempo parecem sepultados para sempre no cemitério dum rio  Douro que se embala num Rabelo de outrora.         As videiras imponentes parecem ressuscitar todos os anos pela altura da Páscoa.  Que beleza sentir e amar um Deus vivo que  bebeu o vinho para nos mostrar seu amor e assim dignificar todos aqueles que se dedicam a tão nobre tarefa. Toda a vegetação duriense exala perfume,  permitindo ao homem encontrar aqui um paraíso terreno e ao mesmo tempo um purgatório disperso nos patamares onde vinhas, oliveiras, amendoeiras, figueiras, laranjeiras,  sobreiros, torgas e giestas coabitam.   Quem fala do Douro sublime não pode deixar de olhar para os rostos de suas gentes. Parece até que  não sabem amar mais nada, nem mais nada fazer. ... Um saber acumulado de gerações é um legado de arte de bem-fazer vinho aliado a novas técnicas utilizadas por enólogos sedentos de fazerem dos vinhos do Douro os melhores do mundo.         O Douro corre sem correrias. É meigo com seu leito. As vinhas bebem suavemente de suas águas doces.  Nós que aprendemos com o brilho do pôr-do-sol, que parece um verniz de esmalte que conforta crentes e não crentes. O Douro que é de oiro está de deleite, de quarentena para nos ajudar a viver e a estar sempre perto da margem para embarcar na barca dum destino já traçado. Victor Marques
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who watches the watchmen or something to that effect its an important thought they keep an eye on us but who watches them are they their own check a very ab-usable system if they can't watch themselves we get more watchers to watch the watchmen but that same problem pops up their overseers get corrupt so we must watch them but you know you can't trust us.
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Jun 17, 2015
Jun 17, 2015 at 10:37 PM UTC
Quis custodiet ipsos custodes
Penso um pouco Problemas surgem a qualquer momento, Alguns rápidos como o vento, Ninguém diga que é rico ou feliz, Somos  aquilo que Deus quis. O homem como ser consciente, Esquece passado, forja presente, Falsas regras de corruptas instituições, Homem simples sem condecorações. Mundo que se deixa para trás, Falta amor e também paz, Lençóis soltos ao vento, Sou eu e o meu pensamento. Não ser ninguém, ter memória, Alma branca como a aurora, Sonhador dum mundo mais perfeito, Acordado sinto meu peito. Victor  Marques
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Jun 29, 2010
Jun 29, 2010 at 3:07 AM UTC
Penso um pouco
A noite chega com gemidos e lamentos, Eu com a vida em torno de ternos momentos, Se nasce em qualquer lugar, vivemos com sonhos para realizar, E eu aqui sentado com o pranto e o luar... A lua hoje é plena e observa todos os seres que vivem para sempre morrer, Uns acreditam outros não numa vida sem tristeza em eterna comunhão, Pedaços de saudade de quem partiu sem por vezes querer... Jesus Cristo foi vinho, foi pão, foi a única esperança para a vida,morte e ressurreição. A vida foi aquilo que quis ser, pois pensamos que tudo podemos fazer, Nunca temos a verdadeira preocupação que nascemos e vivemos para terra tornar a ser... Com o canto dos grilos e com a terna saudade de quem foi vivo e nos deixou, Me abandono ao mundo, ao céu e a Deus que tudo criou. Victor Marques
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Aug 25, 2018
Aug 25, 2018 at 5:55 PM UTC
A Saudade de quem nos deixa
S. Francisco de Assis Amor a todas as criaturas tu tinhas, Santo de visão positiva e natural, Da natureza e mundo animal. Agora tu também e Santiago, Que continua a pintar o bago. S. Martinho faz meu vinho, E tu olhas por minhas vinhas. Tu criaste a devoção aos passarinhos, Eu olho para a beleza dos seus ninhos. Cantaram cânticos das harpas de Jacób, Santo bendito de piedade e dó. Pobrezinhos a Deus pedem pão, E tu viste Deus em cada irmã e irmão. S.Francisco de todo o mundo, de Asssis, Juventude irrequieta que Deus quis, És patrono da natureza e dos animais, Deixa-me ouvir o cantar dos pardais…
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Oct 7, 2014
Oct 7, 2014 at 3:22 PM UTC
S.Francisco de Assis
Quis hic locus? quae regio? quae mundi plaga? what world is this? what kingdom? what shores of what worlds? - girl, interrupted 1999
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Feb 27, 2019
Feb 27, 2019 at 1:06 AM UTC
a beautifully earnest quote
Hoje sinto que aquela bola de sabão existe! É uma bola de verdade, leve e livre, pelo vento, Sente-se os sons das palavras, que expeliste, Sentiu-se aqui o timbre, presente do alento! O longo curso, no horizonte dessa montanha, Que um dia essa bola quis seguir, sente-se aqui! Brilham olhares atentos à noite, agora estranha, O olhar de bolas voando vê-se agora até daqui! Desperta solto e livre o sol de medo dos ventos, Dispersa cores cinza, que o habitaram por tempos, Ouvem-se desejos de liberdade, nestes momentos, Quem sabe agora, o tom dos seus passatempos? Não vejo os Invernos, nem se sente o tom do inferno, Plana sobre a linda natureza um cheiro aflito e difuso, Que sonho teve o vento, que te levou e trouxe, recluso! Voa-as pelos *** e nem sabes mais a forma do parafuso! Os círculos controversos do prender da abertura das portas, Sustentam como metal idêntico as formas do pensamento, Não importa ser bola de sabão e voar ao saber do vento, Foi disposição para soltar amarras e viver o que hoje adoras! O homem fez-se fora e a mulher vê-se agora, ambos cintilantes, Todos os medos e costumes, já doentios, na hora do descanso, Quando à noite no silêncio, os medos dos sons são abundantes, Fogem sorridentes porque mesmo carentes têm seu descanso! Autor: António Benigno Código de autor: 2013.09.18.02.23
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Sep 18, 2013
Sep 18, 2013 at 8:36 AM UTC
Vê-se a bola de sabão
Penso eu, que a plenitude de uma vida, Não é ir ao mercado e comprar felicidade, É sim, sem muito contar, adquirir uma dívida, Não cobrável, muito menos reembolsável! Os meus planos eram meramente vagos, Seguia um caminho longo, sem ambição, Pouco mais do que sobreviver meu coração, Não havia muito sentido para estes lados! Contudo, e porque eu agora acredito no destino, Estes anos todos me preparei como homem, Para que agora, sem contar, visse o céu divino, Que Deus me quis dar! Deixei de ser lobisomem! Decidi mesmo despir todas as vestimentas faciais, Sem dúvidas e calmamente feliz, me dou todo a ti, Porque nessa mulher fantástica, cheia de sonhos, eu vi, O amor de verdade, nosso, de segredos confidenciais! Decidi logo ao fim de poucas horas da minha presença, Frente aos teus olhos directos e sorriso espontâneo, Entregar a ti, em tuas mãos, o meu sonho, contemporâneo, Nunca senti necessidade de te pedir a ti qualquer licença! E a chave do meu mundo, dos meus sonhos, te dou agora na mão, Sinto o teu corpo vibrar e felicitar-se, na confiança desta aliança, Melhor que um anel, um qualquer contrato ou confissão, É hoje sentir que sou feliz e não tenho qualquer fiança! O preço dos meus sonhos, da minha felicidade, Eu te devo a ti mulher, de estimada liberdade, És ágil, subtil e eu sortudo com imensa vaidade, Te prometo agora amar, pela nossa eternidade. Autor: António Benigno Para ti, Liliana. És o melhor na minha vida…
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Aug 31, 2013
Aug 31, 2013 at 9:58 AM UTC
A minha pública carta de amor
ey yo if you think that 9/11 **** is crazy, take a closer look at jfk pushing those daisies, you could mistake this for the facts of life theme song, sticking its head up the rabbit hole and now you just seem gone, but if you grab on tight and then you pull it, up comes boundless theories of grassy knolls and magic bullets, wheres the love when a 10 year old can a spot a liar with his vision, swiftly points a fat finger at the entire warren commission, what happened we all forgot how to ask questions? lips tremble from a holstered police smith and wesson, never stopped to think if its just water their testing, scapegoats getting arrested, and then promptly murdered, just to take this trip a little further, leaving a **** taste in your mouth like ******* down an entire bag of werthers, people laugh at 9/11 **** and downplay all the evidence, but would you put it past a country that murdered their president, for political gain, theyll put 4 shots through mine and your brain, keep us detained, for days, chuck us in guantamo bay, and then one day we're on a plane flying towards some towers, or wait no we're picking out flowers, bang flash, for my wife, shroedinger's life on the end of this knife, so stop you ***** just listen, this **** may seem sick and twisted, but please wait there is absolutely no reason we live in a police state, thats just what you've been told needs to be done, had consumerism forced down you, and you're told to have fun, and you say thank you and walk way, i'll take my stand another day. and yeah that farmer was an ******* i loved when he got overthrown by the pigs, but we'll wake up one morning and want bacon for breakfast ya dig? quis custodiet ipsos custodes
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Nov 30, 2011
Nov 30, 2011 at 12:56 PM UTC
Tory conspires with the rest of them.
ey yo if you think that 9/11 **** is crazy, take a closer look at jfk pushing those daisies, you could mistake this for the facts of life theme song, sticking its head up the rabbit hole and now you just seem gone, but if you grab on tight and then you pull it, up comes boundless theories of grassy knolls and magic bullets, wheres the love when a 10 year old can a spot a liar with his vision, swiftly points a fat finger at the entire warren commission, what happened we all forgot how to ask questions? lips tremble from a holstered police smith and wesson, never stopped to think if its just water their testing, scapegoats getting arrested, and then promptly murdered, just to take this trip a little further, leaving a **** taste in your mouth like ******* down an entire bag of werthers, people laugh at 9/11 **** and downplay all the evidence, but would you put it past a country that murdered their president, for political gain, theyll put 4 shots through mine and your brain, keep us detained, for days, chuck us in guantamo bay, and then one day we're on a plane flying towards some towers, or wait no we're picking out flowers, bang flash, for my wife, shroedinger's life on the end of this knife, so stop you ***** just listen, this **** may seem sick and twisted, but please wait there is absolutely no reason we live in a police state, thats just what you've been told needs to be done, had consumerism forced down you, and you're told to have fun, and you say thank you and walk way, i'll take my stand another day. and yeah that farmer was an ******* i loved when he got overthrown by the pigs, but we'll wake up one morning and want bacon for breakfast ya dig? quis custodiet ipsos custodes
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Sentado e descalço, sobe um banco de madeira preta, Pintei o quarto de verde vivo, igual ao vaso do quintal, Contrastando com a cor amarela da flor que parara de crescer! Queria ver aquela flor mais verde que o vaso que acabara de pintar. Apressado como de costume e porque admito é feitio meu, Pegava desajeitado e pouco reflectido com vontade de florir, O amarelo perdido daquela planta que me havia já esquecido, Não era tinta vazia, que ela queria, mas carinho de minhas mãos, Peguei nela caída, encostei-a a mim e disse-lhe que gostava dela, Suspirou-me ao ouvido e perguntou-me porque não a levava comigo, Encostei-a a mim trouce-a cuidadosamente ao colo para dentro de casa, Dei-lhe um copo de água e aconcheguei-lhe a terra do caule, O adubo que ela recebia de mim, em carinhos fizeram-na adormecer! Sentei-me no banco quase seco de tinta verde e pintei as calças, Adormecendo como que um pai olhando seu filho dormir! Sonhei pela noite fora e quando acordei, aquela flor amarela, Que eu havia trazido comigo, sorriu-me nos olhos estremunhados, Acordei feliz e cheio de alegria porque em seu olhar a flor vivia. Por vezes a vida descabida de pressa por coisas vazias, É tão bonita quando na calma do tempo um carinho te dá alento. E eu voltei a pintar todo dia e em cada dia que passava a flor crescia, O amarelo que lhe percorria o ser mudava de cor para a cor de esperança. A cada dia, eu dormia mais feliz, porque sentia seu cheiro chegar a mim. Essa flor um dia pegou-me nos olhos e pediu-me de novo carinho, E eu olhei-a, da maneira que sempre quis cheirá-la e encostei-a a mim, Enquanto dormia! Autor: António Benigno Dedico à minha vida que nem para nem anda!
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Aug 31, 2013
Aug 31, 2013 at 4:58 AM UTC
As cores
Sentado e descalço, sobe um banco de madeira preta, Pintei o quarto de verde vivo, igual ao vaso do quintal, Contrastando com a cor amarela da flor que parara de crescer! Queria ver aquela flor mais verde que o vaso que acabara de pintar. Apressado como de costume e porque admito é feitio meu, Pegava desajeitado e pouco reflectido com vontade de florir, O amarelo perdido daquela planta que me havia já esquecido, Não era tinta vazia, que ela queria, mas carinho de minhas mãos, Peguei nela caída, encostei-a a mim e disse-lhe que gostava dela, Suspirou-me ao ouvido e perguntou-me porque não a levava comigo, Encostei-a a mim trouce-a cuidadosamente ao colo para dentro de casa, Dei-lhe um copo de água e aconcheguei-lhe a terra do caule, O adubo que ela recebia de mim, em carinhos fizeram-na adormecer! Sentei-me no banco quase seco de tinta verde e pintei as calças, Adormecendo como que um pai olhando seu filho dormir! Sonhei pela noite fora e quando acordei, aquela flor amarela, Que eu havia trazido comigo, sorriu-me nos olhos estremunhados, Acordei feliz e cheio de alegria porque em seu olhar a flor vivia. Por vezes a vida descabida de pressa por coisas vazias, É tão bonita quando na calma do tempo um carinho te dá alento. E eu voltei a pintar todo dia e em cada dia que passava a flor crescia, O amarelo que lhe percorria o ser mudava de cor para a cor de esperança. A cada dia, eu dormia mais feliz, porque sentia seu cheiro chegar a mim. Essa flor um dia pegou-me nos olhos e pediu-me de novo carinho, E eu olhei-a, da maneira que sempre quis cheirá-la e encostei-a a mim, Enquanto dormia! Autor: António Benigno Dedico à minha vida que nem para nem anda!
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Ah, pobre Dolores Mais uma vez está cansada de suas mágoas e constipada com suas dores Há quem diga que quando olha o céu, sonha com estrelas Acalme-se Dolores, hoje tenho um presente para entretê-la Acorde de seu sonho e largue esses afazeres Olhe para A Casa Abandonada dos Prazeres Almeja tanto assim? O seu ignoto fim? Por quê toma todos esses remédios? Se o que deseja é pular do mais alto prédio Para quê todas essas doenças inventadas? E essas mulheres, para quê invejá-las? Na casa encontrará a cura Não mais carregará sua imaginária feiura Lá será bela como sempre quis Mas pergunte-se o que é ser feliz Lá, em todas as paredes, encontrará espelhos E em todas camas encontrará lençóis vermelhos Onde finalmente poderá gozar E a beleza que não é sua, contemplar Goze, goze Dolores Mistura seu prazer com suas dores Goze, goze mais uma vez Goze toda sua estupidez Saiba que nem tudo que cintila é ouro E fora da casa continuará seu agouro Quando fora estiver, da vida perderá a crença E a cada vez que entrar e sair, nascerá uma nova doença Uma daquelas de sua hipocondria E a cada dia verá a verdadeira agonia Sentirá dor, e fome Não se lembrará de seu nome Não poderá comer, pois a doença te devastará E para a casa todos os dias irá correr, a sonhar Lembre-se de novo Que nem tudo que brilha é ouro Ganhará a casa e perderá o mundo E seu eu estará perdido num poço profundo Um dia dirá: Será? Toda aquela estética... era tão assim... patética? Nossas escolhas não tem volta Para o destino não há revolta Não devo mais chorar Só me resta, agora, gozar Goze, goze Dolores Mistura seu prazer com suas dores Goze, goze mais uma vez Goze toda sua estupidez
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Aug 22, 2014
Aug 22, 2014 at 4:34 PM UTC
Dolores
Ah, pobre Dolores Mais uma vez está cansada de suas mágoas e constipada com suas dores Há quem diga que quando olha o céu, sonha com estrelas Acalme-se Dolores, hoje tenho um presente para entretê-la Acorde de seu sonho e largue esses afazeres Olhe para A Casa Abandonada dos Prazeres Almeja tanto assim? O seu ignoto fim? Por quê toma todos esses remédios? Se o que deseja é pular do mais alto prédio Para quê todas essas doenças inventadas? E essas mulheres, para quê invejá-las? Na casa encontrará a cura Não mais carregará sua imaginária feiura Lá será bela como sempre quis Mas pergunte-se o que é ser feliz Lá, em todas as paredes, encontrará espelhos E em todas camas encontrará lençóis vermelhos Onde finalmente poderá gozar E a beleza que não é sua, contemplar Goze, goze Dolores Mistura seu prazer com suas dores Goze, goze mais uma vez Goze toda sua estupidez Saiba que nem tudo que cintila é ouro E fora da casa continuará seu agouro Quando fora estiver, da vida perderá a crença E a cada vez que entrar e sair, nascerá uma nova doença Uma daquelas de sua hipocondria E a cada dia verá a verdadeira agonia Sentirá dor, e fome Não se lembrará de seu nome Não poderá comer, pois a doença te devastará E para a casa todos os dias irá correr, a sonhar Lembre-se de novo Que nem tudo que brilha é ouro Ganhará a casa e perderá o mundo E seu eu estará perdido num poço profundo Um dia dirá: Será? Toda aquela estética... era tão assim... patética? Nossas escolhas não tem volta Para o destino não há revolta Não devo mais chorar Só me resta, agora, gozar Goze, goze Dolores Mistura seu prazer com suas dores Goze, goze mais uma vez Goze toda sua estupidez
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Melancolia impregnada na alma: Tento varrer todo esse sentimento Com a imagem alegre que acalma Não adianta, pesa sobre mim o sofrimento Dos tombos dos homens do deserto. Todas aquelas imagens apagadas Para sempre se fazem perdidas Desfeitas na areia calada Se fazem eternas desconhecidas E como eu lamento! Oh, não podem ver? O meu tormento? Na areia, padece o meu ser. Um dia, eu também tombarei E quero em uma concha me enclausurar, Pelas ondas flutuarei E o mar me levará aonde eu sempre quis estar.
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Apr 30, 2014
Apr 30, 2014 at 10:12 PM UTC
Os tombos dos homens do deserto
Quando me levantei agradeci ao Criador, o bom Deus imparcial e infinitamente misericordioso por ter a oportunidade de poder ver a beleza da aurora, e através dele santificar a palavra amor... Agradecer da forma mais pura e imaculada a vida e o privilégio de podermos sentir este ar puro .Nossa Senhora da Penha um dia quis aqui estar e permanecer no meio de rochas que parecem feitas para Ela ao mundo a natureza consagrar. Quando a nossa sensibilidade de alma nos faz sonhar e viver com a esperanca de um dia ressuscitar a nossa passgem nesta vida e mais serena e harmoniosa. Tive um desejo enorme de Pedir amor hoje nao so para a Victoria e para o Simao, mas para todos nos! Porque Deus e amor, vida comunhão . Quando penso em Deus, vivo mais feliz e a grandeza de suas obras se manifesta encacaradamente nas entranhas, sempre entranhas de meu humilde ser. Quando penso em Deus penso mais em vos, nos nossos entes queridos que partiram e que la no paraiso pintam as mais telas para agradecer ao seu Rei e Senhor. Quando penso em Deus penso nesta sagrada uniao. Que a Igreja seja testemunha e que Nossa Senhora os Cubra com o verniz prateado do seu manto , das suas rosas brancas e da nobreza do seu coração. Muito obrigado. Victor Marques
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Jul 18, 2016
Jul 18, 2016 at 5:49 AM UTC
Uma Uniao muito especial.....
Sou Eu… Procuro um produto acabado ou inacabado, Sinto um dado já passado. Sem perícia, engenho ou norte, Sou fruto do amor e sorte. Em mim sinto furacões adormecidos, Fascinado pelo paraíso dos sentidos, Navego no oceano de um novo mundo, Conchas num mar sem fundo. Histórias bonitas e trocas de olhares, Sentir odores alegres, peculiares. Me apaixonam as flores primaveris, Sou aquilo que Deus criou e Quis. Victor Marques
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Dec 4, 2012
Dec 4, 2012 at 7:23 AM UTC
Sou eu
Penar por aquilo que sou Incompreendido na vida e no amor, Penando pelo que me rodeia e consome, Viver ausente e em eterna rebeldia, Feito saudade que vicia. Instalado e na doçura de terna idade feliz, Penando por uma adolescência que nem quis, Procurando uma imortalidade nesta vida sem favor, Escrevo penando por amor. Prisioneiro de meu pensamento que Deus fez excelso, Penando em prosa e também em verso. Amando cada cepa direita e por vezes torta, Louvando a flor que sempre brota. Victor Marques
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Jan 5, 2015
Jan 5, 2015 at 10:14 AM UTC
Penar por aquilo que sou
começaste. eu rendi-me. no escuro, só se ouviam os sussurros dos nossos fôlegos. os teus lábios nos meus. meus nos teus. percorri cada traço como pude, tentando decorar o calor da tua pele. perdi-me. soube-me a pouco a pesar de ter parecido uma eternidade que teve o seu fim. quero voltar. voltar a descobrir o sabor que me provocou tanto desejo. apanhaste-me desprevenida. perdida talvez. carente. mas não tive medo. quase que te quis como a quis a ela. ela que algum dia, há uns anos atrás, me teve por completo. não comparo. mas como é bom sentir… agarrei-te sem querer soltar. talvez um pouco muito. mas nem por um segundo pensei em parar. como te disse, não me arrependo. posso não te conhecer como outros de conhecem, mas te conheço melhor do que muitos alguma vez te irão conhecer. foi bom e se queres saber, não me importava de repetir. mas não sei se algum dia voltará a parecer tão certo como então.
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Feb 18, 2018
Feb 18, 2018 at 8:03 PM UTC
será que te posso pensar assim?
Veja você como o tempo passa correndo Como se fosse Ontem que nos conhecemos e hoje somos melhores amigos Veja você como as coisas são Enquanto você não podia, eu queria Hoje você pode mas nem faz tanta questão Os motivos para nosso distanciamento eu não sei Eu sei os da nossa reaproximação Não sei por que você se foi Mas sei porque voltou As cicatrizes não somem Mas podem ser disfarçadas Agora está livre... Livre e feliz fazendo o que sempre quis Como um pássaro que sobrevoa o céu azul Pena que uma decisão pode fazer o céu ficar escuro E uma tempestade estará prestes a acontecer E ninguém pode decidir Apenas você.
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Nov 6, 2015
Nov 6, 2015 at 11:46 PM UTC
OL3
"eu te dizia que a vida é bruta, você me falava que ainda não eu nunca acreditei que houvesse algo a mais depois que as coisas acabam uma blusa esquecida no natal passado, uma palavra presa na fechadura da porta que bateu, um outro palpitar do coração ou alma além da que nos foi decretada aqui e, então, você morreu durante uma semana, eu fingi que você tinha finalmente viajado pro seu lugar favorito e que ele tinha te dado razão em ser um lugar favorito pra demorar tanto assim durante um mês, eu desisti de esperar paciência não era meu melhor dom embora te esperar fosse um talento você, de novo, não chegou durante um semestre, eu chorei sem interrupções embora ninguém soubesse ou visse algo por dentro, muralhas da China caíam e oceanos atlânticos deslizavam entre órgãos e lembranças quando eu esqueci o som da sua voz e o tom do seu olho, você morreu outra vez e, dessa, eu pude sentir o peso da mão do mundo descendo sob mim outro ciclo se foi e a nossa conexão terminou eu te quis no meu quarto reclamando meu atraso pro almoço; eu te quis na plateia da apresentação da minha monografia, a única na história da faculdade como centro de pesquisa a comunidade lgbt; eu te quis no meu exame de direção; eu te quis quando eu saí de casa; eu te quis atendendo o telefone enquanto eu contava que consegui um emprego novo; eu te quis e esse era o único tempo verbal em que era permitido te conjugar durante um ano, que durou até hoje, eu soletrei saudade já não tenho como chamar seu nome eu toco o interfone, não há você do outro lado me tateio, falta a sua pele bem perto no fundo, eu acho que o universo deveria estar triste porque não posso te amar mais eu estou." #textoscrueisdemais
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Feb 27, 2017
Feb 27, 2017 at 1:27 PM UTC
Untitled
"eu te dizia que a vida é bruta, você me falava que ainda não eu nunca acreditei que houvesse algo a mais depois que as coisas acabam uma blusa esquecida no natal passado, uma palavra presa na fechadura da porta que bateu, um outro palpitar do coração ou alma além da que nos foi decretada aqui e, então, você morreu durante uma semana, eu fingi que você tinha finalmente viajado pro seu lugar favorito e que ele tinha te dado razão em ser um lugar favorito pra demorar tanto assim durante um mês, eu desisti de esperar paciência não era meu melhor dom embora te esperar fosse um talento você, de novo, não chegou durante um semestre, eu chorei sem interrupções embora ninguém soubesse ou visse algo por dentro, muralhas da China caíam e oceanos atlânticos deslizavam entre órgãos e lembranças quando eu esqueci o som da sua voz e o tom do seu olho, você morreu outra vez e, dessa, eu pude sentir o peso da mão do mundo descendo sob mim outro ciclo se foi e a nossa conexão terminou eu te quis no meu quarto reclamando meu atraso pro almoço; eu te quis na plateia da apresentação da minha monografia, a única na história da faculdade como centro de pesquisa a comunidade lgbt; eu te quis no meu exame de direção; eu te quis quando eu saí de casa; eu te quis atendendo o telefone enquanto eu contava que consegui um emprego novo; eu te quis e esse era o único tempo verbal em que era permitido te conjugar durante um ano, que durou até hoje, eu soletrei saudade já não tenho como chamar seu nome eu toco o interfone, não há você do outro lado me tateio, falta a sua pele bem perto no fundo, eu acho que o universo deveria estar triste porque não posso te amar mais eu estou." #textoscrueisdemais
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eu gosto tanto de você mas é difícil dizer que depois de tanto tempo eu ainda tenho saudade e eu já quis tanto te ver e ver contigo o sol nascer nos nossos meios de nada ou no centro da cidade eu queria que o fim não fosse coisa ruim que impedisse de te ver e iniciasse tempestade dói dentro de mim saber que agora é assim eu pra cá, você pra lá e no meio, às vezes, maldade me faz falta te abraçar e com carinho escutar o que cê tem a dizer sobre eu e você e a nossa cumplicidade eu queria é que o mundo a essa hora tão vagabundo criasse alguma compaixão e extinguisse essa saudade minha saudade de te ter
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Sep 21, 2016
Sep 21, 2016 at 3:52 PM UTC
tempos em falta
Olhos escuros, Noites insones, Tantos amores, E eu fiquei só. Eu escolhi tantos, Pra não ver minha amargura voltar, E agora eu só quero o teu olhar, Que mesmo ao me ver, Não quer sonhar. Vai entender o que eu quis de mim, O que eu quis de você, Vou demorar a ter. E eu não sei saber disfarçar, O amor em meus olhos, E o fogo a queimar
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Dec 6, 2013
Dec 6, 2013 at 4:15 PM UTC
A queimar
Eu pensei, refleti, E acabei de me ver. Um futuro nebuloso, A névoa me cobrindo, Sem lágrimas caindo, E eu sempre quis Ser mais indecisa, Fiz uma pesquisa, E não estou só. Não tem desespero, O amor é conselheiro, E eu ouvi dessa vez. Eu olhei no espelho, Meu olho vermelho, E vi que não tem remédio melhor, Que adeus bem dado.
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Sep 23, 2014
Sep 23, 2014 at 4:16 PM UTC
Adeus
Me empolgar pra quê? Se você vai me deixar, Quando a primeira porta ver. Eu bem que quis você. Mas hoje, ao te ver, Eu fui embora, Corri pra porta, E não olhei pra trás. Pra não te ver chorar, E me fazer voltar. Mesmo sem querer, Você saberia me cativar. E a luz do meu olhar, Iria se perder, Dentro do escurecer, Da tua alma, Que de nada me acalma, Só me faz sofrer. E não quero mais você. Nem saberei querer, Qualquer outra pessoa.
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Sep 24, 2013
Sep 24, 2013 at 8:46 PM UTC
Qualquer outra pessoa