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"procura" poems
Nascimento, vida e existência…      Nascemos de uma forma sublime que parecendo uma banalidade natural é segundo o meu ponto de vista um milagre em todos os sentidos. Parece que o ventre da mulher foi feito e eleito o local divino para mostrar ao mundo a beleza do nascimento, vida e existência, comprometida com todos aqueles que tiveram o privilégio de um dia nascerem. Nascemos, vivemos e existimos num planeta que procura respostas que não acha para uma imortalidade pedida a preceito em orações, congressos, ou aglomerações de seres que procuram nesta vida um culto a Deus que parece estar para caprichos e devaneios de tantos seres humanos que existem por existir. Nascimento é vida e ao mesmo tempo uma existência comprometida com o universo que é gratuito para todos aqueles que conseguem perceber a magnitude da abundância que nos é dada com o nascimento, vida e existência.      Nascemos nus sem nada para oferecer naquele preciso momento alegria a todos aqueles que parecem esperar um Messias salvador e apaziguador de corações por vezes divididos e adulterados com vivências da  sua própria vida.   - Que recompensa teremos nós depois de deixarmos de existir sob esta forma material que parece ser digna e ao mesmo tempo real? -Será o nascimento o elo principal na vida, na existência e na morte? - Será que Deus através da beleza e complexidade do nascimento quer mostrar ao homem através da sua existência a possibilidade de aspirar com a morte à ressurreição ou melhor a outra forma espiritual de continuar a existir? - Será que não será mais fácil e rápida a morte do que o próprio nascimento?      Nascemos, vivemos e existimos num planeta terra maravilhoso regido com mestria por um sábio infinito e Criador que sempre com precisão consegue dar ao ser humano deleites que irão perdurar na nossa vida até ao dia que depois de nascer, viver e existir morremos para ressuscitar no Amor Sublime de Deus nosso Pai. Victor Marques
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Nov 18, 2014
Nov 18, 2014 at 1:24 PM UTC
Nascimento, vida e existência
Nascimento, vida e existência…      Nascemos de uma forma sublime que parecendo uma banalidade natural é segundo o meu ponto de vista um milagre em todos os sentidos. Parece que o ventre da mulher foi feito e eleito o local divino para mostrar ao mundo a beleza do nascimento, vida e existência, comprometida com todos aqueles que tiveram o privilégio de um dia nascerem. Nascemos, vivemos e existimos num planeta que procura respostas que não acha para uma imortalidade pedida a preceito em orações, congressos, ou aglomerações de seres que procuram nesta vida um culto a Deus que parece estar para caprichos e devaneios de tantos seres humanos que existem por existir. Nascimento é vida e ao mesmo tempo uma existência comprometida com o universo que é gratuito para todos aqueles que conseguem perceber a magnitude da abundância que nos é dada com o nascimento, vida e existência.      Nascemos nus sem nada para oferecer naquele preciso momento alegria a todos aqueles que parecem esperar um Messias salvador e apaziguador de corações por vezes divididos e adulterados com vivências da  sua própria vida.   - Que recompensa teremos nós depois de deixarmos de existir sob esta forma material que parece ser digna e ao mesmo tempo real? -Será o nascimento o elo principal na vida, na existência e na morte? - Será que Deus através da beleza e complexidade do nascimento quer mostrar ao homem através da sua existência a possibilidade de aspirar com a morte à ressurreição ou melhor a outra forma espiritual de continuar a existir? - Será que não será mais fácil e rápida a morte do que o próprio nascimento?      Nascemos, vivemos e existimos num planeta terra maravilhoso regido com mestria por um sábio infinito e Criador que sempre com precisão consegue dar ao ser humano deleites que irão perdurar na nossa vida até ao dia que depois de nascer, viver e existir morremos para ressuscitar no Amor Sublime de Deus nosso Pai. Victor Marques
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A palavra amor é mágica e exala perfume em todas as suas vertentes. O amor não pode servir de veículo para conseguir aquilo que se pode fazer ou através dele obter. ? O amor que vivemos neste mundo é sermos felizes e fazer os outros também. Existem amores que se complementam, que unem raças, religiões, pessoas, e que acima de tudo prevalecem mesmo depois da morte.     Um amor sem contrapartidas, sem limites, sem contratos que parecem ofuscar a leveza do amor. Existem amores nobres, solidários, palpáveis, celestiais,  universais que nos faz pensar, sempre sentir o verdadeiro significado do amor.  Existem tantos acontecimentos na nossa sociedade em que o ser humano procura desmesuradamente um trabalho fácil, um abraço, um obrigado, um amor amigo. O ser humano se abandona por vezes ao capricho de ser amado, bajulado sem no entanto,  se aperceber que o amor é algo muito bem mais importante, grandioso aos olhos de todos aqueles que se dedicam com pureza aos outros seres.     Por vezes nada podemos fazer para conseguir amar quem queremos amar... Demos voltas e voltas e procuramos amigos, amor em tantos deleites que o mundo nos oferece materialmente. Deixámos o amor espiritual num patamar nunca lembrado. As crianças têm uma grande predisposição para dar um beijo,  um salto, um abraço,  um sorriso, para dar amor de uma forma livre,  linda e gratuita. Elas são puras, sinceras, choram , riem, prostestam e amam descaradamente tudo o que as rodeia.  Vêem nos animais ternura, carinho, e porque não amor....     Existem algumas pessoas que não deixam entrar nelas o verdadeiro significado da palavra amor. Existem tantos acontecimentos na nossa vida em que o amor se manifesta de uma forma muito simples e familiar: casamento, baptizado, comunhão, morte ...     Amor parece existir desde sempre. Quantas noites na vida do ser humano parece que tudo se perdeu! Até o próprio amor se consome, se esvazia como um balão de ar que rebenta com uma alfinetada. O amor é uma arte de se comprometer com tudo o que existe, com o universo preciso, e respeitar as leis sublimes de um Deus Criador?      Tantos seres humanos que parecendo insignificantes tem tanto amor para dar, para partilhar.  Nascemos e nem sequer sabemos se foi por amor ou por um desejo egoísta da busca de simples prazer.... O amor deveria ser um elevar da alma,  uma força poderosa de tudo conciliar e amar. Com amor Victor Marques
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May 27, 2014
May 27, 2014 at 1:05 PM UTC
Escrever sobre o amor
A palavra amor é mágica e exala perfume em todas as suas vertentes. O amor não pode servir de veículo para conseguir aquilo que se pode fazer ou através dele obter. ? O amor que vivemos neste mundo é sermos felizes e fazer os outros também. Existem amores que se complementam, que unem raças, religiões, pessoas, e que acima de tudo prevalecem mesmo depois da morte.     Um amor sem contrapartidas, sem limites, sem contratos que parecem ofuscar a leveza do amor. Existem amores nobres, solidários, palpáveis, celestiais,  universais que nos faz pensar, sempre sentir o verdadeiro significado do amor.  Existem tantos acontecimentos na nossa sociedade em que o ser humano procura desmesuradamente um trabalho fácil, um abraço, um obrigado, um amor amigo. O ser humano se abandona por vezes ao capricho de ser amado, bajulado sem no entanto,  se aperceber que o amor é algo muito bem mais importante, grandioso aos olhos de todos aqueles que se dedicam com pureza aos outros seres.     Por vezes nada podemos fazer para conseguir amar quem queremos amar... Demos voltas e voltas e procuramos amigos, amor em tantos deleites que o mundo nos oferece materialmente. Deixámos o amor espiritual num patamar nunca lembrado. As crianças têm uma grande predisposição para dar um beijo,  um salto, um abraço,  um sorriso, para dar amor de uma forma livre,  linda e gratuita. Elas são puras, sinceras, choram , riem, prostestam e amam descaradamente tudo o que as rodeia.  Vêem nos animais ternura, carinho, e porque não amor....     Existem algumas pessoas que não deixam entrar nelas o verdadeiro significado da palavra amor. Existem tantos acontecimentos na nossa vida em que o amor se manifesta de uma forma muito simples e familiar: casamento, baptizado, comunhão, morte ...     Amor parece existir desde sempre. Quantas noites na vida do ser humano parece que tudo se perdeu! Até o próprio amor se consome, se esvazia como um balão de ar que rebenta com uma alfinetada. O amor é uma arte de se comprometer com tudo o que existe, com o universo preciso, e respeitar as leis sublimes de um Deus Criador?      Tantos seres humanos que parecendo insignificantes tem tanto amor para dar, para partilhar.  Nascemos e nem sequer sabemos se foi por amor ou por um desejo egoísta da busca de simples prazer.... O amor deveria ser um elevar da alma,  uma força poderosa de tudo conciliar e amar. Com amor Victor Marques
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Á procura de um olhar sobre minhas vinhas Na fogueira do rosmaninho sem aroma, Nele o teu olhar se agita, Olhar ganhando forma, Sem ser explicita. Esse teu olhar sem contrapartida, Parece uma longa vida, Peculiar e sem ter motivo, Porto seguro com abrigo. Pendulo de eterna censura, Ai olhar que procura, Nobre e entrelinhas, Olhar sobre minhas vinhas. Victor Marques
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Feb 28, 2012
Feb 28, 2012 at 12:21 PM UTC
Á procura de um olhar sobre as minhas vinhas
Deus Deu-me vida, Deus me leva A beleza de uma gaivota que voa, O trovão que ressoa, A existência de Deus, Os passos meus. A alegria quando algo se procura, Deus é remédio, melhor cura. Melro que voa em liberdade, Deus eterno com bondade. Deus formou o mundo com sabedoria, Os rios, as montanhas, os mares, Tudo o que nos foi dado, Só por Deus é levado. Victor Marques
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Jun 29, 2010
Jun 29, 2010 at 1:32 AM UTC
Deus deu-me a vida...
Quem tem coragem de amar não faz chorar, Porque amar é lindo, se se souber amar! Amar é procurar sonhos e descobrir virtudes, Quem ama procura consertar defeitos! Quem ama não desiste nem põem defeitos! Porque quem ama é cego, e corrige por amor! Quem ama não nos recebe com desdém, Nem chora por dentro quando nos vê! Quem ama, procura o que une esse amor. Quem ama, não fica há espera e vai atrás! Quem nunca amou deve ter muito amor, Porque o amor faz bem ao coração! A frieza só trás tristeza, torna-te vazio, Sem força, sem sonho, sem objetivos! Autor: António Benigno Código de autor: 2012.02.12.01.03
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Aug 30, 2013
Aug 30, 2013 at 1:58 PM UTC
Amor
Pago pelo preço de respirar e apreciar coisas sem real custo, Elas são pouco, mais ou menos o que menos aqui têm valor, Ou serão a joia preciosa, que definem meu ser como incolor, É a transparência do carácter, de um ser tão menos, brusco! Os paços que ficam presos na calçada da vida, são os aprendizes, O balanço na busca embalada de sólidos conhecimentos similares, Aos que hoje encontro, sorrio e pestanejo, como olhares de petizes, Sem malícia, mas com a astúcia, a perícia de conviver nesses azares! Quem caminha porque procura, busca solidez de carácter e identifica-se, Com bruscas, mas sólidas colisões, de jogos engraçados e enfarinhados, Conheçam-se as regras e jogue-se, livre de preconceitos e tentaculados, O cérebro se torne a máquina na defesa de ataques e vultos da metáfrase! Que se compilem memórias e auxílios permanentes ao jogo delinquente, Que se tire partido desse significado figurativo, composto de maleitas, Que se compreenda facilmente maldade, como aplicativo frequente, Sem sugestões formais, ao quotidiano de todas essas vestes e seitas! E assim, aproveito o vazio criado, no espaço para mim e enfim, Ganha-se o tempo que se perdem em mentes dispersas de valor, A joia está aqui, conservada em cofre limitado, ao real detentor, O preço equilibrado, eu diferenço do do ouro e ficará aqui em mim! Autor: António Benigno Código de autor: 2013.10.02.02.27
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Oct 2, 2013
Oct 2, 2013 at 9:47 AM UTC
Cercado de preços e dívidas
I Queira a ter-te tal sacrifício impune à beleza Desventurar no ofício da morte formosa No rito estrangulado, no campo da destreza, Pensamentos que julgo uma ilusão honrosa Sob a lembrança dos antigos, arcaica proeza Se medos sentimos dessa prática tão dolorosa, Aquieta-se! A relva abaixo espera em sua frieza, Para o pútrido sepulcro de uma luz ardorosa Onde graça, cuja índole se esquiva, Singram os raciocínios obscuros De uma consciência a julgar-se viva É o fim a tocar alma fugitiva, A único respeito, tomar com acuro Um fadário apagado de perspectivas II Ao meu semblante prefere-se o nada, diante das vãs venturas Pois se é hábito e desconcerto sempre padecer, Coerente é, por esses horrores, nunca me ater Para que não lastime o infinito desta amargura Esta angústia vazia que na miséria perdura Sufocando meu espírito em sofrer, Vede a todos dura sentença! É preferível já não ser, Que fugir do fim que, em descrença, meu corpo procura Se Dido no desalento, por Eneias, deixa vida, Estou cá, em silêncio de alma desvarrida A cessar aos vermes o que vivo eternamente Em álgido lamento, pude cantar nesta partida, Algumas rimas de mi'a face enlanguescida, Em que pude prezar da morte seu beijo unicamente
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May 30, 2017
May 30, 2017 at 10:29 PM UTC
Anseios
Caminhos sentidos de vivência, Olhar meigo de criança, Sentir só o presente, o sol que aquece, Dia novo que sempre se esquece. Rosto da vida, do amor, do momento. Planície que se estende no horizonte, Penedo se ergue no cimo do monte, Legado do ser, do pensamento. Sentir o calor com os lábios semi-abertos, Procura de carinhos e afectos, Ternura tua com eterna leveza, Arco-íris cobre-me com tua pureza. 27 De Novembro de 2008 Grande abraço. Victor Marques
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Dec 10, 2009
Dec 10, 2009 at 10:20 PM UTC
Caminhos sentidos...
Como um quadro pintado em abstrato, Assim descrevo a paisagem que hoje piso, Não tenho duvidas, nem temo as certezas, O melhor do caminho, guardo eu comigo! Secretamente, abriu-se a porta, pelas mãos suaves, De um corpo penetrante, dirigido pelo olhar amarrado, Nas pernas se sentiu o gosto, de um paço apressado, Rumando certeiramente, a favor daquilo que amava! Nunca, nunca deixou de ser teu, apenas temeu, Temeu não ser para ti e se fez homem quando te viu, Viu-te sorrir profundamente, na primeira vez que chegas-te, Percebendo logo, que chegou também o amor que procura-te! E assim que pedras tenha o mar, Que muita chuva mesmo, caia do ar, Que os raios de trovão, ecoem pelos *** E os terramotos, abalem toda a terra! Mas nunca mais eu quero ver-te distante, Chamar-te e não me ouvires, Sorrir e não poder, ser por ti! Se pude amar-te, que agora, seja sempre! Autor: António Benigno Para ti Liliana Patrícia. Código de autor: 2013.07.20.02.06
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Aug 31, 2013
Aug 31, 2013 at 5:10 AM UTC
Assim se fez luz
Parti à procura, percorri todos os bares da cidade drogas, alucinações, **** debati-me com o povo fui aprisionado pelo poderio das massas. Guardas olham-me à passagem vociferam um dialecto desconhecido. Nesta tumba estou . . . livre. Aqui, eu sou eu discípulo da verdade e dos prazeres. Depois fui para a ilha indígenas novamente - **** bebidas, drogas. E assim passaram dois anos. Percorro agora esta avenida em procura do que ainda não encontrei. Eu, por min quem sabe, tomarei outro rumo para . . . o outro lado . . . para a terra. Era cá uma tripé mas eu amava-a mesmo assim. Estava preso era um fora-da-lei sem crimes, nem pecados apanhei um táxi e segui na noite rumo ao desconhecido.
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May 12, 2014
May 12, 2014 at 4:18 PM UTC
o desconhecido
O amor em Paris O sol põe-se no Horizonte, Eu bebo água em fresca fonte, Eu com amor e leve doçura, Ando á tua procura. As pessoas transformam situações, Mudam-se caras e até corações. Neste mundo que tanto se labuta, Se ama quem nos escuta. Viver a vida como um existencialista, Ser poeta, sentir amor, ser fadista. Ter uma saudade que nos gratifica, Ter amor, que coisa bonita…! Por amor estou em Paris, Sou alegre e feliz, A felicidade é sempre plena, Quando se está com quem se ama. Victor Marques
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Jul 2, 2012
Jul 2, 2012 at 4:39 PM UTC
O amor em Paris
O dona coruja, Me ensina a ser como você Tão bela e destemida Sai à procura de comida Nesta noite desprovida de amor Onde só existem ódio e dor. Olhos tão abertos Onde sempre enxergam Nessa imensa escuridão Um pobre cristão Que será sua próxima refeição. Olhos que parecem vigiar até o cego Mas de um encanto fenomenal Olho espectral Onde é essencial Para cairmos na real.
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Jun 4, 2014
Jun 4, 2014 at 11:55 AM UTC
Owl
no le des espacio a lo negativo aunque pronostiquen días de mal tiempo se escucha un polluelo que calló del nido expande hoy tus alas y remonta el vuelo tu naciste para ver las cosas desde arriba conquista las alturas piensa positivo renueva hoy tu mente, pues coro La sangre de Cristo es vida hay victoria segura en él estudiando y guardando su palabra lo esperaras y todo te saldrá bien. II Procura no mirar ese panorama que hacen que tus sueños sean como desvelos no escuches voces incierta y extrañas que solo ponen peso sobre tus espaldas Tú naciste para ver las cosas desde arriba conquista las alturas piensa positivo renueva hoy tu mente pues. coro La sangre de Cristo es vida hay victoria segura en él estudiando y guardando su palabra lo esperaras y todo te saldrá bien. La sangre de Cristo es vida hay victoria segura en él estudiando y guardando su palabra lo esperaras y todo te saldrá bien. La sangre de Cristo es vida.
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Nov 7, 2015
Nov 7, 2015 at 2:10 AM UTC
Benjamin Rivera - Días Mejores
Somos seres de voluptuosas paixões, vultos que pranteiam na escuridão, presos nas trevas obscuras desta prisão, pela tristeza que inunda os nossos corações. Nossas almas repletas de ilusões, vagueiam pelas sombras da solidão, na procura incessante da razão, esquecida num mundo de maldições. São lágrimas negras, vertidas, que em fel são convertidas, e rolam por uma face triste. De traje lúgubre e sombrio, vivendo num mundo ***** e frio, um mundo utópico que não existe.
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Jan 6, 2014
Jan 6, 2014 at 3:08 PM UTC
quem somos?
Queda fugidia pensamento ínfimo Verdades vítreas de um sangue imaculado Mensagem pagã pairando sobre o lago Metamórfico Outra vez vivendo súbita miragem Eterno retorno ao calafrio & o caminho que volta é longe Para calar um anjo Emudeço Sou caimorpheuperséfone Em performance abissal Logo remeto podres virtudes dolorosas Ao ventre frio procura esquece vozes tardias Socorro, I need walk to the moon & descobrir Seu sangue No meu sangue Nada Existe TUDO é sim
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Feb 26, 2014
Feb 26, 2014 at 10:23 PM UTC
Passagem
A vida é um mistério geral cheia de condolências, Os cínicos do costume que peneiraram na nossa vida, Das águas saloias consolidaram a nossa intimidade! Mas será que lá longe ainda o céu é distante, Ou gentes carentes procuram aliviar coisas irritantes? É, essa foi a verdade, numa historia idiota, Na procura de esquecer um amor ampliatório! Já eu não tão sóbrio, um perfeito idiota, Deixei que apreciassem de uma fraqueza minha! Lol. A solidão que eu tanto gostava, separei-me dela pela mentira! Mas são assim todos os idiotas como eu, Gostam, e aventuram-se no desconhecido de gentes bestiais, Desprovidos de tristeza e fortes em avareza! Aparentam o que não são e fazem-se vender mais caros! Mas e eu que sou um idiota puro e aventureiro, Não pensei que traria comigo no bolso as coordenadas De uma nova vida! Em segundos tudo mudou, A besta que me tornei é realmente feliz! Autor: António benigno Código de autor: 2012.02.12.01.01
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Aug 30, 2013
Aug 30, 2013 at 1:54 PM UTC
Os mistérios da vida
En el rigor del vaso que la aclara, el agua toma forma -ciertamente. Trae una sed de siglos en los belfos, una sed fría, en ***** que ara cauces en el sueño moroso de la tierra, que perfora sus miembros florecidos, como una sangre cáustica, incendiándolos, ay, abriendo en ellos desapacibles úlceras de insomnio. Más amor que sed; más que amor, idolatría, dispersión de criatura estupefacta ante el fulgor que blande -germen del trueno olímpico- la forma en sus netos contornos fascinados. ¡Idolatría, sí idolatría! Mas no le basta el ser un puro salmo, un ardoroso incienso de sonido; quiere, además, oírse. Ni le basta tener sólo reflejos -briznas de espuma para el ala de luz que en ella anida; quiere, además, un tálamo de sombra, un ojo, para mirar el ojo que la mira. En el lago, en la charca, en el estanque, en la entumida cuenca de la mano, se consuma este rito de eslabones, este enlace diabólico que encadena el amor a su pecado. En el nítido rostro sin facciones el agua, poseída, siente cuajar la máscara de espejos que el dibujo del vaso le procura. Ha encontrado, por fin, en su correr sonámbulo, una bella, puntual fisonomía. Ya puede estar de pie frente a las cosas. Ya es ella también, aunque por arte de estas limpias metáforas cruzadas, un encendido vaso de figuras. El camino, la barda, los castaños, para durar el tiempo de una muerte gratuita y prematura, pero bella, ingresan por su impulso en el suplicio de la imagen propia y en medio del jardín, bajo las nubes, descarnada lección de poesía, instalan un infierno alucinante.
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Muerte sin fin
En el rigor del vaso que la aclara, el agua toma forma -ciertamente. Trae una sed de siglos en los belfos, una sed fría, en ***** que ara cauces en el sueño moroso de la tierra, que perfora sus miembros florecidos, como una sangre cáustica, incendiándolos, ay, abriendo en ellos desapacibles úlceras de insomnio. Más amor que sed; más que amor, idolatría, dispersión de criatura estupefacta ante el fulgor que blande -germen del trueno olímpico- la forma en sus netos contornos fascinados. ¡Idolatría, sí idolatría! Mas no le basta el ser un puro salmo, un ardoroso incienso de sonido; quiere, además, oírse. Ni le basta tener sólo reflejos -briznas de espuma para el ala de luz que en ella anida; quiere, además, un tálamo de sombra, un ojo, para mirar el ojo que la mira. En el lago, en la charca, en el estanque, en la entumida cuenca de la mano, se consuma este rito de eslabones, este enlace diabólico que encadena el amor a su pecado. En el nítido rostro sin facciones el agua, poseída, siente cuajar la máscara de espejos que el dibujo del vaso le procura. Ha encontrado, por fin, en su correr sonámbulo, una bella, puntual fisonomía. Ya puede estar de pie frente a las cosas. Ya es ella también, aunque por arte de estas limpias metáforas cruzadas, un encendido vaso de figuras. El camino, la barda, los castaños, para durar el tiempo de una muerte gratuita y prematura, pero bella, ingresan por su impulso en el suplicio de la imagen propia y en medio del jardín, bajo las nubes, descarnada lección de poesía, instalan un infierno alucinante.
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AGORA que partis-te a explorar o deserto e eu fiquei só AGORA que partis-te em procura do rapaz de preto Sento-me neste quarto onde só me restam paredes, e oiço o tráfego lá fora O teu fantasma imagem de um outro tempo persegue-me por todos os lados Deixa-me num sono profundo Deixa-me para poder escrever poesia e libertar as pessoas dos seus limites Já agora atravessa para o outro lado transpõe a porta o Patrão espera-te. Não te resta muito tempo que a viagem é longa.
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Apr 15, 2014
Apr 15, 2014 at 6:02 PM UTC
sem regresso aqui
Juntos navegamos para o objectivo final. desvio monto o meu corcel cavalguei milhas paragem segui viagem retorno às origens De novo na minha cabana aí fora guerras sem sangue travam-se entre os aristocratas Usurpação dos poderes procura constante Idiotas um deserto já sem cor ao fundo uma vida Migalha de vida Um jardim flores Músicos tocam flauta Cai o pano apagam as luzes Acabou a peça acabou tudo Até a vida É O FIM.
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Feb 3, 2014
Feb 3, 2014 at 3:34 PM UTC
a peça
Percorro a cidade sem nome por entre a multidão à procura de . . . Sem rosto nem emoção Transponho o muro e caio no abismo percorro as vielas sem rumo nem destino Abalo entoando uma canção de corpo pendente Possuído pela sombra do vício presente.
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Jan 2, 2014
Jan 2, 2014 at 8:15 AM UTC
sigo em frente
Reparei agora algo existe para além de ti para além do teu ser cadáveres moribundos danças ofegantes rituais procura choro desmaio loucura será que existes ou é pura imaginação talvez um dia reencontro com a lua vontade de amar sim não abstracção em frente uma só finalidade Felicidade.
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Apr 28, 2014
Apr 28, 2014 at 3:27 AM UTC
reparei agora na felicidade
Todavía la vieja tentación de los cuerpos felices y de la juventud tiene atractivo para mí, no me deja dormir y esta noche me excita.Porque alguien contó historias de pescadores en la playa, cuando vuelven: la raya del amanecer marcando, lívida, el límite del mar, y asan sardinas frescas en espetones, sobre la arena. Lo imagino enseguida. Y me coge un deseo de vivir y ver amanecer, acostándote tarde, que no está en proporción con la edad que ya tengo.Aunque quizás alivie despertarse a otro ritmo, mañana.                                 Liberado de las exaltaciones de esta noche, de sus fantasmas en blue jeans.Como libros leídos han pasado los años que van quedando lejos, ya sin razón de ser -obras de otro momento.                                     Y el ansia de llorar y el roce de la sábana, que me tenía inquieto en las odiosas noches de verano, el lujo de impaciencia y el don de la elegía y el don de disciplina aplicada al ensueño, mi fe en la gran historia... Soldado de la guerra perdida de la vida, mataron mi caballo, casi no lo recuerdo. Hasta que me estremece un ramalazo de sensualidad.Envejecer tiene su gracias. Es igual que de joven aprender a bailar, plegarse a un ritmo más insistente que nuestra experiencia. Y procura también cierto instintivo placer curioso, una segunda naturaleza.
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Antes de ser maduro
deambulo pela rua à procura da razão desse amor que me trucida que me trespassa o coração. dou comigo perdido em estradas sem saída em caminhos cruzados nas ruas da minha vida. empedrados já gastos por uma grande ilusão pelas vidas passadas por quem se esconde da solidão. tanta amargura há em mim que agora já não tem cura e sem destino nenhum parto rumo à aventura.
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Jan 11, 2015
Jan 11, 2015 at 12:26 PM UTC
Rua da solidão
em noites de lua cheia corro dos desígnios da vida tentando esconder assim o animal que há em mim. regresso às minhas origens e à procura de virgens percorro as escuras ruelas sempre, sempre à procura delas. procuro nos locais mais sombrios e espreito nos mais insólitos para gáudio da minha alegria é assim até ao romper do dia. e é já de madrugada que com a camisa rasgada se dá o regresso a casa já com a fome saciada. e ansiando pela lua cheia me deito pela calada nesta busca tresloucada por uma virgem mal amada.
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Jul 17, 2015
Jul 17, 2015 at 5:46 AM UTC
Lobisomem
Por favor será que alguém pode explicar por que o verbo mais lindo tem que ser tão intransitivo Sem saber vou seguindo Bebendo em bares mal iluminados existindo, mas aos poucos partindo. Padecendo com isso preso em mim um olhar perdido como quem procura ser compreendido sem ser correspondido
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Jul 1, 2015
Jul 1, 2015 at 6:22 PM UTC
Amar, verbo intransitivo