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"prantos" poems
Não levo o peito à cama pra não me trovejar o coração. No instante em que se inflama, traz de volta ao mundo                                                [solidão Tremendos rodopios planam nas voltas fervorosas do meu                                                    [vão Escuto os termos tímidos das turbas tolerantes de então. Esqueço-me do terço entoado de um crente já desacreditado por ter nos sentimentos                                               [a razão Permito aos prantos parcos verterem-se em mil cacos pra darem, enfim, à Luz                                                [Escuridão.
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Aug 4, 2010
Aug 4, 2010 at 8:30 AM UTC
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Eu não sei o que faço Parada no quarto Em prantos Eu queria entender O porquê de ser assim Tão frio e amargo Esse é o destino então? Ser infeliz Ou não? Eu queria um caminho De arco-íris e pote no final E o que eu tenho agora Doi mais E a demora Esperar por nada Há de me deixar louca Na varanda ou na porta Ou na rua, eu não sei onde chegar Meus pés saem do chão Ou é uma ilusão Sou só eu lá fora?
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Nov 17, 2014
Nov 17, 2014 at 9:13 PM UTC
Lá fora