"permitido" poems
Tú que me alumbras cada día,
tú que acaricias mi piel
cantando una melodiosa sinfonía.
Puedo sentirte
en cada extremidad de mi cuerpo
mi pasión por ti
se fue creando con el tiempo.
Das vida y color a mi mundo
Me inspiras y haces que me exprese
en menos de un segundo.
Maravillas y desastres
creas a la vez,
guardas historias y misterios
de aquello que nunca podremos ver.
Eres única
en todos los sentidos
y al contemplarte
aumentas mis latidos.
En ti puedo ver
cosas que jamás encontraré,
eres lo más hermoso
que en este universo puede haber.
Das fruto y esperanza
aún cuando las fuerzas
no alcanzan.
Si otros no te aprecian,
yo sí lo haré,
no voy a permitir
que contaminen ese gran ser.
Me arropas de tus encantos
en cada anochecer,
esa espectacular imagen
y ese maravillso resplandecer
Tú sola te complementas,
admirable sueles ser,
contienes diversas cualidades que solo
tú puedes poseer.
Eres reflejo
de pureza y calidad,
eres todo un sueño
hecho realidad.
Pasados oscuros,
has podido vivir,
pero en ti siempre está
esa magia que te ha permitido resistir.
Muchos han tratado de tomar tu lugar,
pisotearte e ignorarte
y tu importancia anular.
En ti están
cautivadas las generaciones,
relatas cada evento de los humanos
y sus terribles acciones.
Eres bella,
única y especial
y esa alma libre
que danza sin cesar.
A ti, Madre Tierra,
te quiero agradecer,
por ser esa inspiración
que me ayuda a crecer.
Mar 19, 2015
Mar 19, 2015 at 6:51 PM UTC
Tenho me permitido às mágoas, os sonhos perdidos,
Quando, na garganta, sinto vaga embriaguez aflita,
Cuja glória extinta de um moribundo imita
Em insurreições e alternos sentidos já lidos
Como fere-me este desespero parido!
Explicito nesta consciência insistentemente maldita
A expressão, trêmula, ébria e inaudita
De meu materializado relato interrompido
Ah! Indefinida sombra que se enfeita
Por que teu escuro movimento me espreita,
Se minha aguça voz abate-se em calabouços?
Interrogo-me à esta paixão imperfeita:
Para onde vai minha alma tão desfeita?
E primitivamente, apenas o silêncio ouço
Jun 26, 2017
Jun 26, 2017 at 7:37 PM UTC
Tenías un rebozo en que lo blanco
iba sobre lo gris con gentileza
para hacer a los ojos que te amaban
un festejo de nieve en la maleza.
Del rebozo en la seda me anegaba
con fe, como en un golfo intenso y puro,
a oler abiertas rosas del presente
y herméticos botones del futuro.
(En abono de mi sinceridad
séame permitido un alegato:
entonces era yo seminarista
sin Baudelaire, sin rima y sin olfato).
¿Guardas, flor del terruño, aquel rebozo
de maleza y de nieve,
en cuya seda me adormí, aspirando
la quintaesencia de tu espalda leve?
760
"eu te dizia que a vida é bruta, você me falava que ainda não
eu nunca acreditei que houvesse algo a mais depois que as coisas acabam
uma blusa esquecida no natal passado, uma palavra presa na fechadura da porta que bateu, um outro palpitar do coração ou alma além da que nos foi decretada aqui
e, então, você morreu
durante uma semana, eu fingi que você tinha finalmente viajado pro seu lugar favorito e que ele tinha te dado razão em ser um lugar favorito pra demorar tanto assim
durante um mês, eu desisti de esperar
paciência não era meu melhor dom
embora te esperar fosse um talento
você, de novo, não chegou
durante um semestre, eu chorei sem interrupções
embora ninguém soubesse ou visse algo
por dentro, muralhas da China caíam e oceanos atlânticos deslizavam entre órgãos e lembranças
quando eu esqueci o som da sua voz e o tom do seu olho, você morreu outra vez e, dessa, eu pude sentir o peso da mão do mundo descendo sob mim
outro ciclo se foi e a nossa conexão terminou
eu te quis no meu quarto reclamando meu atraso pro almoço; eu te quis na plateia da apresentação da minha monografia, a única na história da faculdade como centro de pesquisa a comunidade lgbt; eu te quis no meu exame de direção; eu te quis quando eu saí de casa; eu te quis atendendo o telefone enquanto eu contava que consegui um emprego novo; eu te quis e esse era o único tempo verbal em que era permitido te conjugar
durante um ano, que durou até hoje, eu soletrei saudade
já não tenho como chamar seu nome
eu toco o interfone, não há você do outro lado
me tateio, falta a sua pele bem perto
no fundo, eu acho que o universo deveria estar triste porque não posso te amar mais
eu estou."
#textoscrueisdemais
Feb 27, 2017
Feb 27, 2017 at 1:27 PM UTC
Arder sin voz de estrépito doliente
no puede el tronco duro inanimado;
el robre se lamenta, y, abrasado,
el pino gime al fuego, que no siente.
¿Y ordenas, Floris, que en tu llama ardiente
quede en muda ceniza desatado
mi corazón sensible y animado,
víctima de tus aras obediente?
Concédame tu fuego lo que al pino
y al robre les concede voraz llama:
piedad cabe en incendio que es divino.
Del volcán que en mis venas se derrama,
diga su ardor el llanto que fulmino;
mas no le sepa de mi voz la Fama.
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Esto es un poema.
Aquí está permitido
fijar carteles,
tirar escombros, hacer aguas
y escribir frases como:
Marica el que lo lea,
Amo a Irma,
Muera el…(silencio),
Arena gratis,
Asesinos,
etcétera.
Esto es un poema.
Mantén sucia la estrofa.
Escupe dentro.
Responsable la tarde que no acaba,
el tedio de este día,
la indeformable estolidez del tiempo.
400
Touching forearms can cause a rash.
At least, it did. Whatever occurred, allergy.
Tanto faz, já aconteceu lá atrás.
Mas o lembrar - ô pra lembrar
May such thoughts exist only in passing,
amanhecendo pra acabar aqui assim
Recordings and so much distance make
a vibrant view. Sinto falta da minha cidade.
Let it be an itch on my forearms.
Allow me to feel touch, to both see and experience
beauty however it so permits.
Não dá pra experimentar tanto assim.
Redemption is not supposed to come as we’d like.
Tô permitido pra fazer isso no outro idioma?
Lembro da coceira e I wish you to be the pain
in my kneecaps.
Critique is a dear friend
Sep 10, 2023
Sep 10, 2023 at 10:42 PM UTC