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"permita" poems
Que no me deje ni pensar ni gritar, ni sentir, ni desear. Una droga que no me permita recordar, algo me haga olvidar. Ocupo una droga que quite las impurezas, una droga que me limpie. La droga que sea la única en poder cegarme (La distracción mas grande). Ocupo una droga en la que deje de ser. Una droga para dejar de vivir. Tú eres mi droga, y no pido tu amor. No quiero tu perdón, ni tus caricias, ni tu deseo. Tu eres la droga, tu eres mi droga. *No pido nada, no quiero nada, solo quédate a mi lado, y en tus brazos poder sentir tu efecto en mi ser.*
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Jun 24, 2012
Jun 24, 2012 at 5:57 AM UTC
Ocupo una droga
A Nossa Existência como seres humanos       Nascemos em qualquer lugar e somos filhos de quem quer por amor ou desejo simplesmente de procriar ou prazer puro. Não engrandece ou diminui a nossa natureza de seres humanos que nascendo por amor ou não! A partir deste início comprometedor existimos para gáudio de uns ou tristeza de outros. Milhões de células se uniram para fazer nascer seres nossos semelhantes com qualidades e defeitos que de uma maneira ou outra vão tentar sobreviver numa sociedade desproporcional e incapaz de controlar: os devaneios, crises, empreendimentos, crimes, loucuras de uma sociedade débil e moribunda. Mas humanos resistem com paixão, inteligência e idealismo puro para tentar combater: a fome, guerra e construir muros de paz. Sim com consciência temos homens que labutam por um mundo melhor e uma sociedade que fomente uma existência menos penosa e permita uma recompensa para a outra vida mais conveniente e digna.       Todos nós temos direito à abundância de coisas boas nesta vida. O universo é totalmente gratuito para todos com uma harmoniosa junção de todos os fenómenos temporais que durante as estações de ano se manifestam na perfeição em sinfonias elaboradas por Deus eterno, infinito e Senhor. Deus nós ama feliz com uma amor intemporal e manifesto no amor de Jesus por todos nós. Com sua morte na cruz e sua Ressurreição exaltou os homens bons a viver com amor e por amor ao seu semelhante.      Vivemos num sociedade global e intransigente em que os seres humanos coabitam nos mais diversos lugares. A nossa existência como seres será leal e justa se dermos todos as mãos uns aos outros e fazer algo nesta terra que nós faça orgulhar muito mais tarde no Céu. A nossa existência como seres humanos deixava de ser importante se não houvesse uma recompensa por tudo que divinamente o homem bom faz nesta vida terrena. Deus com sua infinita bondade disse ao homem para se multiplicar e difundir seu imaculado amor e ditou suas leis universais baseadas numa fé irracional e num amor de coração.                  Cabe a todo o ser humano justificar a sua existência com um amor inadiável a todos os seus semelhantes. Através da escrita e com tudo que Deus criador me deu não passa um dia nesta minha vida de passagem sem lhe agradecer por minha existência e por este planeta terra maravilhoso em todos os continentes e latitudes. Abraço amigo Victor Marques
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Jan 7, 2014
Jan 7, 2014 at 10:25 AM UTC
A nossa existência como seres humanos
A Nossa Existência como seres humanos       Nascemos em qualquer lugar e somos filhos de quem quer por amor ou desejo simplesmente de procriar ou prazer puro. Não engrandece ou diminui a nossa natureza de seres humanos que nascendo por amor ou não! A partir deste início comprometedor existimos para gáudio de uns ou tristeza de outros. Milhões de células se uniram para fazer nascer seres nossos semelhantes com qualidades e defeitos que de uma maneira ou outra vão tentar sobreviver numa sociedade desproporcional e incapaz de controlar: os devaneios, crises, empreendimentos, crimes, loucuras de uma sociedade débil e moribunda. Mas humanos resistem com paixão, inteligência e idealismo puro para tentar combater: a fome, guerra e construir muros de paz. Sim com consciência temos homens que labutam por um mundo melhor e uma sociedade que fomente uma existência menos penosa e permita uma recompensa para a outra vida mais conveniente e digna.       Todos nós temos direito à abundância de coisas boas nesta vida. O universo é totalmente gratuito para todos com uma harmoniosa junção de todos os fenómenos temporais que durante as estações de ano se manifestam na perfeição em sinfonias elaboradas por Deus eterno, infinito e Senhor. Deus nós ama feliz com uma amor intemporal e manifesto no amor de Jesus por todos nós. Com sua morte na cruz e sua Ressurreição exaltou os homens bons a viver com amor e por amor ao seu semelhante.      Vivemos num sociedade global e intransigente em que os seres humanos coabitam nos mais diversos lugares. A nossa existência como seres será leal e justa se dermos todos as mãos uns aos outros e fazer algo nesta terra que nós faça orgulhar muito mais tarde no Céu. A nossa existência como seres humanos deixava de ser importante se não houvesse uma recompensa por tudo que divinamente o homem bom faz nesta vida terrena. Deus com sua infinita bondade disse ao homem para se multiplicar e difundir seu imaculado amor e ditou suas leis universais baseadas numa fé irracional e num amor de coração.                  Cabe a todo o ser humano justificar a sua existência com um amor inadiável a todos os seus semelhantes. Através da escrita e com tudo que Deus criador me deu não passa um dia nesta minha vida de passagem sem lhe agradecer por minha existência e por este planeta terra maravilhoso em todos os continentes e latitudes. Abraço amigo Victor Marques
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Tire minha sobriedade com seus abraços Deixe-me alucinado com o sabor de seus lábios Permita-me respirar um pouco mais do ar que circunda o seu quarto E perdoe-me pelos equívocos que cometo Espero que entenda, que eles são causados Pelas inseguranças e medos Que são obras mal acabadas geradas pelo teu afeto Mas o que dizer? ou o que falar? Para mim sempre só me restou me desesperar E o medo de tu, não consigo superar Ahh maldita cabeça Para ser um animal Quatro patas é o que falta Pois como as bestas Parece que ele não consegue raciocinar Mas ao menos tenho que agradecer Ela me fez aproveitar todo os segundos Dos abraços e beijos Que aconteceram ou acontecerão E acima de tudo dos que não existirão E no final, tudo isso era para ser sobre algo bom? Talvez eu deva aprender que admitir que errei não seja o fim do jogo E que devia aproveitar muito mais nosso turno Porque se for para dar errado que de Mas nunca vou me distanciar de ti de novo Por isso dessa vez só quero saber de você Mas peço que me diga Me diga, me explica Por que está aqui ou se realmente é feliz E quero que saiba que toda minha dor e insegurança começa aí Gerando angustia e sofrimento que faz-me sentir tão egoísta que perco toda a motivação e coragem de ficar perto de ti
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Nov 7, 2015
Nov 7, 2015 at 12:58 AM UTC
Untitled
beber de tu fuente, ahogado entre tus ojos tu verdad es la religion de un orate en ciernes beberte lentamente, a tu piel adicto mas alla de pasiones y desdenes, la ferocidad y la ternura el deseo inherente a tus ojos, pegado a mi anquilosado al alma una voz y una vision, en mi oasis de verdades y pesares perdido y encontrado, entre tus manos de artemisa beber de tu fuente, sediento y muriente de tu escensia y como una diosa, yo soy tu ethereo devoto artemisa, que cazaste el alma de leon de un caminante perdido entre becerros, y cazado por la DIOSA a los ojos del padre, y entre sus hijos eres mi artemisa, cazadora de leones entre sueños y visiones, el padre permita y bendiga alejados de mundo, en el reino de los sueños, yacer en tus brazos, sereno en paz alejado de su maldad, perdido en tus ojos grandes, bajo los cielos y frente a la maldad, solo beber de tu fuente mi saciedad y serenidad
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Jun 26, 2017
Jun 26, 2017 at 1:48 AM UTC
la fuente
Los mozos de Monleón se fueron a arar temprano, ay, ay, para ir a la corrida, y remudar con despacio, ay, ay. Al hijo de la "Velluda", el remudo no le han dado, ay, ay. -Al toro tengo que ir aunque vaya de prestado, ay, ay. Permita Dios, si lo encuentras, que te traigan en un carro, las albarcas y el sombrero de los siniestros colgando. Se cogen los garrochones, se van las navas abajo, preguntando por el toro, y el toro ya está encerrado. A la mitad del camino, al mayoral se encontraron, -Muchachos que vais al toro: mirad que el toro es muy malo, que la leche que mamó se la di yo por mi mano. Se presentan en la plaza cuatro mozos muy gallardos, ay, ay. Manuel Sánchez llamó al toro; nunca lo hubiera llamado, ay, ay, por el pico de una albarca toda la plaza arrastrando; ay, ay. Cuando el toro lo dejó, ya lo ha dejado sangrando, ay, ay. -Amigos, que yo me muero; amigos, yo estoy muy malo; tres pañuelos tengo dentro y este que meto son cuatro. -Que llamen al confesor, pa que venga a confesarlo. Cuando el confesor llegaba Manuel Sánchez ha expirado. Al rico de Monleón le piden los bues y el carro, ay, ay, pa llevar a Manuel Sánchez, que el torito lo ha matado. ay, ay. A la puerta de la "Velluda" arrecularon el carro, ay, ay. -Aquí tenéis, vuestro hijo como lo habéis demandado. ay, ay.
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Los mozos de monleón
encerrado en las cuatro paredes de la caverna de mis ideas, me siento al borde de la cama que sirve de máquina del tiempo. me lleva a sitios que me reconfortan de momento, pero que prefiero no visitar. Pues son memorias de tiempos hermosos que no volverán y los abrazos se trasforman en puñales que atraviesan mis carnes y rompen mis huesos, y luego quedo moribundo y tirado en el piso en este bosque lleno de lobos famélicos que llaman vida. En búsqueda de sembrar nuevos árboles, esperando que florezcan la próxima primavera, y que el otoño no sea tan feroz y les permita conservar algunas flores. Pero un inconveniente tras otro, pues resulta que las semillas están en el pasado, en las viejas plazas que no me gusta visitar por miedo a los fantasmas de quienes yo mismo maté. Aún así me sumerjo, porque la promesa de un nuevo bosque fresco que me de sombra y me conforte es más grande que la amenaza de unas sombras que me temen más de lo que yo les temo a ellas.
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Aug 23, 2018
Aug 23, 2018 at 10:01 PM UTC
Jardinero
philip se sacó la camisa servil llena de tardes de oficina y sonrisas al jefe y asesinatos de su niño románticamente hablando su niño operado cortado transplantado injertado de bucólicas primaveras y Ginger Street volando alto verdadera en la tarde de agosto gris se quedó en pecho philip y cuando se quedó en pecho hizo el recuento feliz de cuando: le sacó la lengua al maestro (a espaldas del maestro) le hizo la higa a la patria potestad (a espaldas de la patria potestad) formó cuernitos con la mano contra toda invasión maternal (a espaldas de toda invasión maternal) se burló del ejército la iglesia (a espaldas del ejército la iglesia) en general de cuando ejerció su rebelde corazón (dentro de lo posible) fortificó sus entretelas acostumbradas al vuelo (siempre que el tiempo lo permita) engañó a su mujer (con permiso) philip era glorioso en esas noches de whisky y hasta vino exóticamente consumido con referencias a la costa del sol una palabra encantadora lo retenía semanas y semanas a su alrededor sol por ejemplo o sol digamos o la palabra sol como si philip buscara lejos de la sociedad industrial fuentes de luz fuentes de sombra fuentes qué coraje hablar del sol como suele ocurrir philip murió una tarde lenta amarilla buena callada en los tejados no hablaremos de cómo lo lloró su mujer (a sus espaldas) o el ejército la iglesia ( a sus espaldas o el mundo en particular y en general súbitamente de espaldas: su viuda le plantó un arbolito sobre la tumba en Cincinnati que creció bendecido por los jugos del cielo y también se curvó y si alguien piensa que lo triste es la vida de philip fíjese en el arbolito le ruego fíjese en el arbolito por favor hay varias formas de ser mejor dicho muchas formas de ser: llamarse Hughes hablar arameo mojarlo con té estallar contra la tristeza del mundo pero a ustedes les pido que se fijen en el curvado arbolito tiernamente inclinado sobre philip su pecho en pena en piel como se dice ni un pajarito nunca cantó o lloró sobre ese árbol verde todo inclinado inclinado
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Lamento por el arbolito de philip
philip se sacó la camisa servil llena de tardes de oficina y sonrisas al jefe y asesinatos de su niño románticamente hablando su niño operado cortado transplantado injertado de bucólicas primaveras y Ginger Street volando alto verdadera en la tarde de agosto gris se quedó en pecho philip y cuando se quedó en pecho hizo el recuento feliz de cuando: le sacó la lengua al maestro (a espaldas del maestro) le hizo la higa a la patria potestad (a espaldas de la patria potestad) formó cuernitos con la mano contra toda invasión maternal (a espaldas de toda invasión maternal) se burló del ejército la iglesia (a espaldas del ejército la iglesia) en general de cuando ejerció su rebelde corazón (dentro de lo posible) fortificó sus entretelas acostumbradas al vuelo (siempre que el tiempo lo permita) engañó a su mujer (con permiso) philip era glorioso en esas noches de whisky y hasta vino exóticamente consumido con referencias a la costa del sol una palabra encantadora lo retenía semanas y semanas a su alrededor sol por ejemplo o sol digamos o la palabra sol como si philip buscara lejos de la sociedad industrial fuentes de luz fuentes de sombra fuentes qué coraje hablar del sol como suele ocurrir philip murió una tarde lenta amarilla buena callada en los tejados no hablaremos de cómo lo lloró su mujer (a sus espaldas) o el ejército la iglesia ( a sus espaldas o el mundo en particular y en general súbitamente de espaldas: su viuda le plantó un arbolito sobre la tumba en Cincinnati que creció bendecido por los jugos del cielo y también se curvó y si alguien piensa que lo triste es la vida de philip fíjese en el arbolito le ruego fíjese en el arbolito por favor hay varias formas de ser mejor dicho muchas formas de ser: llamarse Hughes hablar arameo mojarlo con té estallar contra la tristeza del mundo pero a ustedes les pido que se fijen en el curvado arbolito tiernamente inclinado sobre philip su pecho en pena en piel como se dice ni un pajarito nunca cantó o lloró sobre ese árbol verde todo inclinado inclinado
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Miro al cielo y pido con tanta desperación; Que me permita echar otro vistazo; Anhelo tener otra conversación; Déjame verte respirar, sonreír y vivir como te amo.
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Jul 13, 2025
Jul 13, 2025 at 2:32 AM UTC
En el silencio