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"pedra" poems
Os Homens e a natureza! Quando me levanto sem o toque do galo, com o despertador de forma assustadora. Vejo um novo dia de eterna graça e bênção para todos aqueles que por um motivo se entrelaçaram em minha vida. Os comboios, aviões, carros seus ruídos e rapidez nos fazem cavalgar por imensos lugares que outrora eram esquecidos no tempo. A natureza diferente de nós homens acorda com sinfonias de pássaros, grilos e rãs! A ganância consome corações rotineiros e injustiçados de homens sem valor que são falsos profetas de um tempo sem ser tempo, de um mundo maltratado por esses mesmos homens, Que se vestem de fato e gravata e exploram seus semelhantes. Enquanto o homem se esquecer de que todo o seu irmão nasce, vive e morre por uma vontade sublime da criação de um Deus infinito. Por de lado o amor pelo luxo, dinheiro, poder e plena satisfação pessoal. A natureza sim é plena, gratuita, nobre, singela. A harmonia de vales e montes sonolentos motivos de meditação, sustento e um amor infindável com seu criador me bafeja hinos cantados com belas harpas do tempo de David. Um mundo de homens que deixam de ser homens, que o tempo deixa de ser tempo e que a natureza é mal-amada geram uma desconfiança e um sofrimento em todos os seres humanos que labutam por dias melhores na rotina do nosso tempo. Ensinamentos de cada pedra que se pisa, de cada ave livre que esvoaça no céu, dos golfinhos que comunicam sem o homem os entenderem… Victor Marques
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Jul 17, 2012
Jul 17, 2012 at 9:58 AM UTC
Os Homens e a natureza!
Os Homens e a natureza! Quando me levanto sem o toque do galo, com o despertador de forma assustadora. Vejo um novo dia de eterna graça e bênção para todos aqueles que por um motivo se entrelaçaram em minha vida. Os comboios, aviões, carros seus ruídos e rapidez nos fazem cavalgar por imensos lugares que outrora eram esquecidos no tempo. A natureza diferente de nós homens acorda com sinfonias de pássaros, grilos e rãs! A ganância consome corações rotineiros e injustiçados de homens sem valor que são falsos profetas de um tempo sem ser tempo, de um mundo maltratado por esses mesmos homens, Que se vestem de fato e gravata e exploram seus semelhantes. Enquanto o homem se esquecer de que todo o seu irmão nasce, vive e morre por uma vontade sublime da criação de um Deus infinito. Por de lado o amor pelo luxo, dinheiro, poder e plena satisfação pessoal. A natureza sim é plena, gratuita, nobre, singela. A harmonia de vales e montes sonolentos motivos de meditação, sustento e um amor infindável com seu criador me bafeja hinos cantados com belas harpas do tempo de David. Um mundo de homens que deixam de ser homens, que o tempo deixa de ser tempo e que a natureza é mal-amada geram uma desconfiança e um sofrimento em todos os seres humanos que labutam por dias melhores na rotina do nosso tempo. Ensinamentos de cada pedra que se pisa, de cada ave livre que esvoaça no céu, dos golfinhos que comunicam sem o homem os entenderem… Victor Marques
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Lugar cativo Onde me deito cativante E abro a gargante e choro. Nao darei mais o Tempo Nem reconciliarei menos o perdao. Somos os dias contados pelos dedos E quanto menos tenho menos quero ter. Frio com febre estou Doente dos ossos, raspando-os Ate ao po se extinguirem e absorvo-os pela narina mais próxima Directo ao cérebro que me permiti vender Indirecto ao coração que morto 'e aos poucos. Faca de dois gumes afiada na pedra E enrolada no peito cada dia mais, Milimetro a Milimetro Para que a dor seja minuciosamente Mental. Fatal. E da paisagem verdejante Onde passeio as pernas pesadas Do chumbo das balas perdidas, Com que te matei, Absorvo o bicho por entre o jardim E a natureza para mim nao 'e mais Que o conteúdo do bolo que cozinhei Para esquecê-lo. Cativo ligar Que permaneço cativa Húmido que me constipa os dentes Como a agua gelada com que tomo banho E nem assim acordo. Não sei se esta Dor caberá nas milhares de palavras que defecarei Ate este dia tardar E a minha vida por fim, acabar. Não 'e de minha dor que escrevo, 'e a tua que me percorre este sangue anémico. Consideras-te feliz que nem um porco Que na lama chafurda a couraça. E eu com esta dor de costas do peso De trazer o Mundo nos bolsos E por cada morte que deus padece Um sopro no coração me oferece. Dor, dor, dor, dor, dor, dor Qual Jesus Cristo, o redentor.
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Jul 7, 2012
Jul 7, 2012 at 9:01 PM UTC
Lugar Cativo
Tempo perdido no tempo Quando me lembro do tempo, Fico preso no esquecimento, O tempo deixa no entanto, Alegria ou tempo de lamento. O tempo indeterminado, Tempo presente, futuro, passado. Tempo que ousadamente esqueci, Tempo do que sou e vivi. Tempo que penar é coisa mística, Pedreiro sem pedra não é artista. O tempo intemporal de um ser, Acordar com o amanhecer. Fogueiras de um tempo que parecem apagadas, Tempo de janelas abertas e fechadas. Tempo que parece um ficheiro encerrado, Incondicional amor bem-amado. Victor Marques
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Oct 30, 2013
Oct 30, 2013 at 3:07 AM UTC
Tempo perdido no tempo
Do vazio é que tens medo. E da pedra que cai e ecoa num mundo cheio de nadas, salas vazias onde uma vez já habitou uma alma quase bem amada. É isso que te aperreia que aperta, te sufoca, tanto espaço pra tanta falta. Sabes da aflição de não ter pra onde correr quando estiver assustada com medo, ansiosa, Então tentes buscar um sentido e entender que isso só se deu porque tentastes apalpar e sentir, e apreciar aquilo que não é real, que não aquece, não preenche E a alma sente E você Vazia.
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Dec 19, 2015
Dec 19, 2015 at 4:04 PM UTC
Meu eco surdo.
E abriu um buraco na alma, deram alguns tiros na alma e agora ela ta toda furada. Até pouco tempo atrás esses buracos eram um problema, mas o homem percebeu que os furos eram pequenos e não atrapalhavam em nada, eles até melhoravam a alma, pois ela acabou se tornando uma peneira, que filtra tudo o que passa por ela e só permanece com o necessário. A alma fura e remenda, até o dia que ela se solta e vai viver em outras vidas. "Alma mole, vida dura, tanto insiste em sua fuga."
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Mar 31, 2015
Mar 31, 2015 at 1:29 AM UTC
"Água mole, pedra dura, tanto bate até que fura"
"Uma corte recheada de incertezas. Diz o mestre: - A todos vocês condeno essas correntes ventrais. Condeno essa pressão cardíaca, essa confusão mental. Não desejeis vós que o sentimento profundo lhes fosse concedido? E quem há de me jurar que com ele não viria tremenda descordenação, tremendo derrocamento? Ouçam o bardo correndo louco entre as paredes de pedra. Ouçam o gondoleiro, barcarolando as canções de amor. Ouçam o basbaque som dos encantados, os afeiçoados e doados de coração. Eis a verdade, corte, corte de sentimentos. Jaz aqui o vento que me tragou a esta ilusão. Gritam altissonantes os mares, arriscai-vos corações, antes que o mar os leve a vossos esquifes, antes que seja muito tarde para arriscar. Porém que seja espúrioso o vosso amor. Pois é sentimento que se perde em lamentações, e para vive-lo, arriscar é necessário, não aja com esquivança, uma vez entrelaçado, o amor é mais que a promessa, é a eternidade, é um fado, é um facho, é imensurável, é imane, é ilibado, insinuante sinal de maravilhas, ofusca os olhos de quem sente, faz plenitude e traz saudade a quem não tem, mas ainda sim muito além, é uma reta paralela, e dele deve ser padrinho em solenidade, é um pardieiro implorando piedade, e nós somos a reconstrução. Então amem corte, mas paguem o preço, na labuta e na luta, pois o amor é um mestiço, meio amargo, meio doce, mas é nato em perfeição."
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Oct 5, 2012
Oct 5, 2012 at 10:38 PM UTC
Corte de Nautas I
(Geraldine, Maya, and Pedra were in the kitchen to drink some Jasmine Yin Zhen tea.) Between Bosphorus and Dardanelles, the waters are calm. Geraldine Said, ''I love the life at sea on this tall ship.'' Maya said, '' Let me see the meaning of the lines in your palm! '' ''I worked a lot; I can't feel my hands when something I grip.'' Maya insisted, '' Let me rub your hands with Gilead' balm! '' ''I can't stand the hustle and bustle of big cities. Can you predict my future after reading my palm? ''You'll be surrounded by death coming from the waves' ditties.'' ''What is this balm? '' '' It's an extract from the bakha shrubs.'' ''Where did you find this shrub? '' ''This extract is brought from Chios, Where this tree grows near the sea, to make this balm and drugs. It's good for the stomach and prevents the skin infections. I used it to make bread tsoureki.'' ''It's sweet, '' Pedra said, ''This tree excited the cupidity of invaders- The groves of Jericho.'' Maya touched her, ''Are you afraid? '' ''Went there to fight Titus, Joshua and the crusaders.'' Pedra took a long look at her, ''Do you have children? '' ''I have two boys who live in southern Ottoman Empire. My husband died.'' ''Why did you come here? '' ''I'm a poor woman. Now, it’s war; I want to work here, not to walk through the fire.’’ (Maya left the kitchen. On the deck, Marco, Rosa, and Cruz stopped for a few minutes their walk to admire the Marmara Sea in approach to Çanakkale.) ''Anybody who wants to pass through the Dardanelles Must pay a tax. So, we must sit at anchor in waiting For an opening at this small Port of Çanakkale, '' Said Cruz. '' About buying fuel, the ****** are still debating, '' Said Marco.'' This city is placed on two continents.'' '' The shape of the strait is akin to that of a river.'' '' Its history started with Troy. The tidal currents Make this time of wait at anchorage a deceiver.'' ''The Dardanelles is the most dangerous waterway, '' Said Rosa, '' Maya and Naimah are talking fiercely.'' Cruz said, ''They've seemed not to know each other until today.'' ''What happened, Maya? '' ''He can't stop speaking viciously.'' (To be continued...) Poem by Marieta Maglas
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Jun 21, 2015
Jun 21, 2015 at 2:52 PM UTC
Frederick and Geraldine (Part 8)
(Geraldine, Maya, and Pedra were in the kitchen to drink some Jasmine Yin Zhen tea.) Between Bosphorus and Dardanelles, the waters are calm. Geraldine Said, ''I love the life at sea on this tall ship.'' Maya said, '' Let me see the meaning of the lines in your palm! '' ''I worked a lot; I can't feel my hands when something I grip.'' Maya insisted, '' Let me rub your hands with Gilead' balm! '' ''I can't stand the hustle and bustle of big cities. Can you predict my future after reading my palm? ''You'll be surrounded by death coming from the waves' ditties.'' ''What is this balm? '' '' It's an extract from the bakha shrubs.'' ''Where did you find this shrub? '' ''This extract is brought from Chios, Where this tree grows near the sea, to make this balm and drugs. It's good for the stomach and prevents the skin infections. I used it to make bread tsoureki.'' ''It's sweet, '' Pedra said, ''This tree excited the cupidity of invaders- The groves of Jericho.'' Maya touched her, ''Are you afraid? '' ''Went there to fight Titus, Joshua and the crusaders.'' Pedra took a long look at her, ''Do you have children? '' ''I have two boys who live in southern Ottoman Empire. My husband died.'' ''Why did you come here? '' ''I'm a poor woman. Now, it’s war; I want to work here, not to walk through the fire.’’ (Maya left the kitchen. On the deck, Marco, Rosa, and Cruz stopped for a few minutes their walk to admire the Marmara Sea in approach to Çanakkale.) ''Anybody who wants to pass through the Dardanelles Must pay a tax. So, we must sit at anchor in waiting For an opening at this small Port of Çanakkale, '' Said Cruz. '' About buying fuel, the ****** are still debating, '' Said Marco.'' This city is placed on two continents.'' '' The shape of the strait is akin to that of a river.'' '' Its history started with Troy. The tidal currents Make this time of wait at anchorage a deceiver.'' ''The Dardanelles is the most dangerous waterway, '' Said Rosa, '' Maya and Naimah are talking fiercely.'' Cruz said, ''They've seemed not to know each other until today.'' ''What happened, Maya? '' ''He can't stop speaking viciously.'' (To be continued...) Poem by Marieta Maglas
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(Chiara, Francesca, Rosa and Pedra remained on the beach.) Chiara and Pedra decided to take a look along The coast to search some food; Francesca and Rosa carried The boat across the beach to hide it; 'How can you be so strong? '' Asked Rosa; ''I listened to Chiara when I got married. We depleted a fortune and Lucca was very rich.'' ''So, this strength of yours comes from your tristesse, '' replied Rosa. ''My inner emptiness became affection.'' 'She's a witch.'' 'She's a good soul, but inside her, she keeps thorns of mimosa.'' They had to undergo that difficult time and to Organize their lunch; Rosa stopped to sip some drops of water From the canteen she carried, '' it's entirely up to you To leave him now.' ''My father is ill; I'm his only daughter.'' They were tired after the grim events of the previous Hours; meanwhile, Chiara and Pedra were sifting through the salty Air of the beach. Chiara said, '' I don't trust Fargo, he's devious.'' ''We have no other chance, '' replied Pedra. ''His logic is faulty, '' Continued Chiara, ''they should remain here with us.'' Pedra stayed for a few minutes being caught by the sparkle Of the broken waves; she said, ''we have something to discuss. Don't you think that your ideas are too matriarchal? '' They enjoyed the salty stink of the seaweeds and the clicking Of the living shells that they had tossed together for the meal. While eating, they cut off the mollusks from their sticking Shells; dozens of gulls were wheeling over the waves. ''Pleasant peal, '' Said Francesca, '' the chance of meeting another one while Staying here is very slim.'' '' I really grasp the scale of our Surroundings, '' said Chiara while giving her seaweeds with a smile. Rosa said, '' eat some kumquats, figs, and pears; you need power.'' (Rosa brought some fruits to complete the meal.) (To be continued…) Poem by Marieta Maglas
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Jul 16, 2015
Jul 16, 2015 at 6:10 PM UTC
Frederick and Geraldine (Part 19)
(Chiara, Francesca, Rosa and Pedra remained on the beach.) Chiara and Pedra decided to take a look along The coast to search some food; Francesca and Rosa carried The boat across the beach to hide it; 'How can you be so strong? '' Asked Rosa; ''I listened to Chiara when I got married. We depleted a fortune and Lucca was very rich.'' ''So, this strength of yours comes from your tristesse, '' replied Rosa. ''My inner emptiness became affection.'' 'She's a witch.'' 'She's a good soul, but inside her, she keeps thorns of mimosa.'' They had to undergo that difficult time and to Organize their lunch; Rosa stopped to sip some drops of water From the canteen she carried, '' it's entirely up to you To leave him now.' ''My father is ill; I'm his only daughter.'' They were tired after the grim events of the previous Hours; meanwhile, Chiara and Pedra were sifting through the salty Air of the beach. Chiara said, '' I don't trust Fargo, he's devious.'' ''We have no other chance, '' replied Pedra. ''His logic is faulty, '' Continued Chiara, ''they should remain here with us.'' Pedra stayed for a few minutes being caught by the sparkle Of the broken waves; she said, ''we have something to discuss. Don't you think that your ideas are too matriarchal? '' They enjoyed the salty stink of the seaweeds and the clicking Of the living shells that they had tossed together for the meal. While eating, they cut off the mollusks from their sticking Shells; dozens of gulls were wheeling over the waves. ''Pleasant peal, '' Said Francesca, '' the chance of meeting another one while Staying here is very slim.'' '' I really grasp the scale of our Surroundings, '' said Chiara while giving her seaweeds with a smile. Rosa said, '' eat some kumquats, figs, and pears; you need power.'' (Rosa brought some fruits to complete the meal.) (To be continued…) Poem by Marieta Maglas
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Senhor da Guerra, há quem diga que teu convite é momento de lírica destruição, outros não. No entanto, tua embriaguez sativa, num boteco lado norte, evoca atmosferas oníricas bem como o gosto maravilhoso do éter no ar. Sorte lançada, põe sob a mesa teu mistério particular, arranca teu olho direito e migra para o luto mineral, potência comum & iniciática. Bem ao estilo Venusiano, crepúsculo forja flor entre cinzas & plasmas siderais, sem dúvida uma nova era. Essência de difícil captação, tua oração evoca Papoula criativa, bronze no banho-maria, o pó projeta pedra líquida no sublime espírito do vinho.
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Feb 26, 2014
Feb 26, 2014 at 10:06 PM UTC
Mercúrio
No balanço brinca a criança morta vós matastes a criança morta que outrora vivia em em minha alma arredia Em um túmulo de pedra jaz, ali, decrépita a pureza sufocada que fora de minhas entranhas arrancada Com toda a violência violando a essência Tapando os ouvidos Ignorando os gritos O silêncio permaneceu por anos e seus crimes continuaram tantos as lágrimas secar-se-ão de meus olhos quando minha vingança circundar a todos os povos Com uma espada arrancarei vossos cabedais e vossos sonhos e vossas cabeças antes que peçais a clemência que jamais darei pois vossos crimes fizeram-me o que sou, e o que serei Então isento de qualquer arrependimento fecharei os olhos no seguinte momento num sentimento misto de  paz, angústia e ódio pois não saberei qual será o próximo episódio.
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Jul 11, 2013
Jul 11, 2013 at 11:44 PM UTC
o próximo episódio
horizonte um raio de luar um túmulo escuro um anjo vela na noite e lágrimas caem eufónicas no lodo desta existência mundana e uma lanterna brilha sobre a laje de pedra escura
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Sep 8, 2015
Sep 8, 2015 at 6:12 AM UTC
O outro lado de lá
caio lentamente diminuído . decaído . consumido pensamentos demoníacos lágrimas escorrem do meu rosto e caem a meus pés equilíbrio visão extravagante floresta de pedra criaturas da noite movem-se pacificamente invisíveis desejo fogo incontrolável que me absorve na sua graça perplexo danço nas chamas bruxuleantes conspiro ao som do silêncio da noite e procuro o conforto no gelo frio do teu ser o meu dilema: qual o meu caminho?
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May 15, 2015
May 15, 2015 at 6:32 AM UTC
Censura
Nas ruas Na selva de pedra Uma poeira preta Entra pela janela A velha varre o chão Seu filho cospe e lá mesmo bate as cinzas do cigarro Com seus dedos de alcatrão Tosse Tosse Coff Coff - pigarro
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May 17, 2015
May 17, 2015 at 6:56 PM UTC
Ingratidão
Chiara, Arturo's wife, approached them together with Lucca and Francesca, the other Italian pair Saying, ''Was Quare's invention real? I thought it was a myth.'' '' His barometer measures the pressure of the air.'' Chiara was wearing a red gown, with lace trimming the low, A green velvet mantel, which was lined with some ermine, Square neckline and sleeves, which were gathered at the elbow. She spoke well Italian, Spanish, and German. Italians wanted to disembark at Syracuse. Bella and Miguel traveled to Barcelona home. To find a new home, Naimah and his son had an excuse. Out of their Turkey's limit, through the storms, they would roam. Tia, Athan, Megan, and Karsten would disembark At Selanik, an Ottoman province, where Ahmed The Third was reigning while his war was a fire in the dark. They were Greeks being born during the reign of Mehmed. Marco and Rosa, Cruz and Pedra, Pedro and Carla Were Portuguese pairs coming home from America. They had bought from the Pueblo Indians some ollas. They gave one to the Russian pair, Ivan, and Erica. Ivan said, ''Tell me something about these Indians.'' Carla said, ''Their belief means dualism; they eat corn. Some became Catholic due to the Spanish civilians. They think they emerged from underwater to be born.'' Carla wore a black cap, having a veil, and a green gown Patterned with acorns and flowers, and her sleeves were caught With jeweled clasps on lace at the elbow; her eyes were brown. ''The water is fresh in the ollas, I like them a lot.'' She asked Ivan’’ Now, where do you go? ’’ ‘’We left the war.’’ ''Ahmed and Peter the First! '' replied Cruz, '' tell me something, How could you reach Constantinople after coming from far? '' ''I do trade with them, but this war destroyed everything.'' ''Did you lose everything you had? '' Marco asked Ivan. ''To make business in Turkey, I sold all my Russian goods.'' Erica tried this conversation to enliven, ''In Portugal, we'll search for a job in cities and hoods.'' Marco wore a banyan with a patterned lining; his cuffs Were embroidered in gold; his justacorps and stockings Over his breeches were red like Rosa's shoes and muffs. All of them wore periwigs and talked a lot while walking. ( To be continued...) Poem by Marieta Maglas
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Jun 19, 2015
Jun 19, 2015 at 8:54 PM UTC
Frederick And Geraldine (Part 7)
Chiara, Arturo's wife, approached them together with Lucca and Francesca, the other Italian pair Saying, ''Was Quare's invention real? I thought it was a myth.'' '' His barometer measures the pressure of the air.'' Chiara was wearing a red gown, with lace trimming the low, A green velvet mantel, which was lined with some ermine, Square neckline and sleeves, which were gathered at the elbow. She spoke well Italian, Spanish, and German. Italians wanted to disembark at Syracuse. Bella and Miguel traveled to Barcelona home. To find a new home, Naimah and his son had an excuse. Out of their Turkey's limit, through the storms, they would roam. Tia, Athan, Megan, and Karsten would disembark At Selanik, an Ottoman province, where Ahmed The Third was reigning while his war was a fire in the dark. They were Greeks being born during the reign of Mehmed. Marco and Rosa, Cruz and Pedra, Pedro and Carla Were Portuguese pairs coming home from America. They had bought from the Pueblo Indians some ollas. They gave one to the Russian pair, Ivan, and Erica. Ivan said, ''Tell me something about these Indians.'' Carla said, ''Their belief means dualism; they eat corn. Some became Catholic due to the Spanish civilians. They think they emerged from underwater to be born.'' Carla wore a black cap, having a veil, and a green gown Patterned with acorns and flowers, and her sleeves were caught With jeweled clasps on lace at the elbow; her eyes were brown. ''The water is fresh in the ollas, I like them a lot.'' She asked Ivan’’ Now, where do you go? ’’ ‘’We left the war.’’ ''Ahmed and Peter the First! '' replied Cruz, '' tell me something, How could you reach Constantinople after coming from far? '' ''I do trade with them, but this war destroyed everything.'' ''Did you lose everything you had? '' Marco asked Ivan. ''To make business in Turkey, I sold all my Russian goods.'' Erica tried this conversation to enliven, ''In Portugal, we'll search for a job in cities and hoods.'' Marco wore a banyan with a patterned lining; his cuffs Were embroidered in gold; his justacorps and stockings Over his breeches were red like Rosa's shoes and muffs. All of them wore periwigs and talked a lot while walking. ( To be continued...) Poem by Marieta Maglas
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Sou vento, mar, terra Sou corpo, carne, ossos Sou tudo o que há. Feito de estrelas, feito de nuvens Com cheiro de chuva, fumaça e ferrugem. Sou a pedra no caminho, o perfume das flores O amor, o ódio, a saudade e a morte. O canto dos pássaros, a contagem do tempo até o fim Não sou um, sou milhares, com um mundo inteiro dentro de mim. Não imortal, mas infinito.
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Aug 13, 2016
Aug 13, 2016 at 11:50 PM UTC
My body is a cage
¡Fita aquel branco galán, olla seu transido corpo! É a lúa que baila na Quintana dos mortos. Fita seu corpo transido, ***** de somas e lobos. Nai: A lúa está bailando na Quintana dos mortos. ¿Quén fire potro de pedra na mesma porta do sono? ¡É a lúa! ¡É a lúa na Quintana dos mortos! ¿Quén fita meus grises vidros cheos de nubens seus ollos? É a lúa, é a lúa na Quintana dos mortos. Déixame morrer no leito soñando con froles d'ouro. Nai: A lúa está bailando na Quintana dos mortos. ¡Ai filla, co ár do céo vólvome branca de pronto! Non é o ar, é a triste lúa na Quintana dos mortos. ¿Quén brúa co-este xemido d'imenso boi melancónico? Nai: É a lúa, é a lúa na Quintana dos mortos. íSi, a lúa, a lúa coronada de toxos, que baila, e baila, e baila na Quintana dos mortos!
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Danza da lua en santiago
Tentei me sentar na mesma cadeira, Que alguém ao acaso sem amor deixou... Optei por me sentar na rocha granitica Que o acaso  abandonou. . Ai aquela cadeira triste feita de antiga madeira... Histórias que meu avô Marques queria contar... Terá ele algum descendente para a amar e sempre guardar... Ai cadeira triste dos ignorantes que sem vinho parecem se sempre embriagar... Eu a Deus ligado tento amar a cadeira Olho a cadeira que está a meu lado, Pois sem cadeira não existe vinho,nem fado... Mas a cadeira por William Baker parece  pintada, Eu sou naturalista da terra, da pedra, Da natureza consagrada. Mas a cadeira está comigo a meu lado, E eu sou o presente, futuro e passado.
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Sep 9, 2018
Sep 9, 2018 at 1:35 PM UTC
A cadeira que guardei...
não pode ser justo que eu tenha nascido nesse mundo com a culpa de uma vida inteira que ainda nem vivi que antes de ter chegado meus olhos já tivessem visto tudo o mais que eu não pudesse suportar e carregado tanto peso em minhas costas pequenas costas de criança com medo sem nem saber o que tanto carregava era o peso de uma mulher pesada que não tinha medo pois tinha conhecido o abandono e ele ocupava todo o espaço era também a ironia de que aquilo que eu mais temia a mulher pesada que me tinha em seu colo era também o que eu mais viria a precisar desde o leite empedrado a mulher pesada aquilo que eu mais temia a que me tinha pendurada em seu seio era também o que eu viria a me tornar sem escapatória sem saber que eu já havia me tornado muito antes de existir e a culpa tão grande a culpa desde o leite e da pedra
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May 12, 2019
May 12, 2019 at 10:21 AM UTC
I
Ninguém sabe como é vida E como fosse uma pedra de argila Pequena e frágil.. Ninguém sabe como é a vida é como fosse um Tigre a procura de comida é solitário e dominante... Ninguém sabe como é a morte é como fosse só vazio... não há preto nem branco é como fosse só o "the end"
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Feb 8, 2019
Feb 8, 2019 at 5:32 AM UTC
Vida
Ontem começou a chover e eu logo já comecei meu ritual, agradeci e coloquei minhas pedras pra receber essa energia forte da chuva, tinha até raios e trovões pra lapidar. Porque o cheiro de chuva e terra molhada é tão bom? Vi uma matéria dizendo que deram um nome pra esse cheiro, chama-se Petrichor, do grego petros- pedra e ichor - o fluido que passa pelas veias dos deuses... Bem definido, pois era exatamente o que eu e minhas pedras precisávamos para aquele momento. O aroma de ozônio que os raios e trovoadas emitem com as descargas elétricas nos traz uma sensação de pureza, pois de certa forma essas substâncias limpam o ar. Essa pesquisa sobre o cheiro me caiu muito bem, logo em seguida eu sentei na cama e me permiti absorver os fluidos das deusas, sim as deusas fazem mais sentido para mim, devido a uma longa ligação com meu sagrado feminino e ainda uma tentativa de me entender com o sagrado masculino rs. Então quando senti que já estava ciente daquele cheiro tão bom e que a energia já havia fluído, meu olfato foi se acostumando e naturalizando toda aquela sensação intensa.
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Jan 26, 2019
Jan 26, 2019 at 12:02 PM UTC
Eu peço que caia devagar
Chove en Santiago meu doce amor. Camelia branca do ar brila entebrecida ô sol. Chove en Santiago na noite escura. Herbas de prata e de sono cobren a valeira lúa. Olla a choiva pol-a rúa, laio de pedra e cristal. Olla no vento esvaído soma e cinza do teu mar. Soma e cinza do teu mar Santiago, lonxe do sol. Ãgoa da mañán anterga trema no meu corazón.
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Madrigal a cibda de santiago
Douro com sua natureza Sentei me numa pedra de xisto junto das vinhas, Rodeadas elas estão por ervas daninhas, Tentilhões que lindas fêmeas com bicos diferenciados, Com penas, musgo e teias de aranhas dos telhados. Natureza que Deus na terra santifica, Alma pura com amor que dignifica. Horizontes alaranjados de ouro fino, Meu Douro, meu amor, meu destino. Sobreiros, giestas amarelas e brancas, Cato mariano que bendizes e encantas, Noite que chegas com a madrugada, Videira do vinho do homem por Deus abençoada. Quando a noite vem refresca os sentidos, Deixa te embalar com tantos alaridos, O Douro corre com devoção e amor, Consagrando Deus e Senhor. Victor Marques
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May 4, 2020
May 4, 2020 at 3:11 PM UTC
DOURO COM SUA NATUREZA
Deixo de herança todos os pensamentos Perdidos ao luar, Escritos na página invisível da vida, Impossíveis de partilhar. Deixo de herança todas as garrafas, Que esvaziei e pousei à beira-mar, Com uma carta escondida lá dentro, Incógnita ainda por entregar. Deixo de herança todo o fumo, Que compulsivamente inalei Para tentar matar a doença Da qual nunca me curei. Deixo as pegadas na areia, Que rapidamente se apagaram. Marcas da efémera passagem dos seres Que por mim passaram. Deixo de herança o sol de inverno, Tão apreciado por toda a gente. Desejo que aqueça as almas frias, Que não deixe ninguém indiferente. Deixo de herança o incenso Que nunca acendi. Espalhado pela brisa, Como qualquer cheiro que senti. Deixo de herança toda a música E cada marca que deixou. Atenciosa companheira, Que tantas vezes me salvou. Deixo de herança o rio, No seu mesmo exato lugar. Lembrança eterna que existe um sítio seguro Para onde o desespero nos pode levar. Deixo de herança a pedra afiada, Que me esculpiram no lugar do coração. Memória da crueldade no olhar De quem a infância me roubou. Deixo ligadas as luzes da aldeia, Que me abrigaram no solitário berço. Agarro o impulso que me levou à procura De tudo o que ainda desconheço.    Deixo de herança em papel amarrotado, Algum sangue que derramei. Lágrimas, cicatrizes e o fardo, De ser tão brutalmente consciente De tudo aquilo que sei. Deixo de herança o meu amor, Sorrisos, abraços e essências, Partilhadas no pôr-do-sol. E que nesta viagem de turbulências, Repares na simplicidade do sentimento Que achaste saber de cor. Deixo de herança uma moeda, Ao pedinte que conheci E que nunca a chegou a gastar. Esqueceu-se que para a salvação da vida Não há dinheiro, nem há fornecedor Onde ele a possa ir comprar. Deixo de herança o pássaro branco, Que ainda não se atreveu a pousar. Canta mais alto a cada Primavera, Só para me relembrar, Que as raízes são uma ilusão Criadas por quem não as consegue descolar. Deixo de herança duas mãos quentes, No peito frágil de uma criança, Que nasceu órfão de mãe E cresceu sem esperança. “Nas noites escuras que te abraçam. Nos dias cinzentos a que te entregas Que sintas neste aperto a mensagem De toda a força que carregas.” Deixo de herança este poema, Escrito num sonho que se entranha E do qual nunca acordei. Vem… Traz o mapa que queimei. E encontra-me para lá da montanha Onde também eu me encontrei.
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Mar 3, 2022
Mar 3, 2022 at 4:09 PM UTC
Deixo-me de herança
Deixo de herança todos os pensamentos Perdidos ao luar, Escritos na página invisível da vida, Impossíveis de partilhar. Deixo de herança todas as garrafas, Que esvaziei e pousei à beira-mar, Com uma carta escondida lá dentro, Incógnita ainda por entregar. Deixo de herança todo o fumo, Que compulsivamente inalei Para tentar matar a doença Da qual nunca me curei. Deixo as pegadas na areia, Que rapidamente se apagaram. Marcas da efémera passagem dos seres Que por mim passaram. Deixo de herança o sol de inverno, Tão apreciado por toda a gente. Desejo que aqueça as almas frias, Que não deixe ninguém indiferente. Deixo de herança o incenso Que nunca acendi. Espalhado pela brisa, Como qualquer cheiro que senti. Deixo de herança toda a música E cada marca que deixou. Atenciosa companheira, Que tantas vezes me salvou. Deixo de herança o rio, No seu mesmo exato lugar. Lembrança eterna que existe um sítio seguro Para onde o desespero nos pode levar. Deixo de herança a pedra afiada, Que me esculpiram no lugar do coração. Memória da crueldade no olhar De quem a infância me roubou. Deixo ligadas as luzes da aldeia, Que me abrigaram no solitário berço. Agarro o impulso que me levou à procura De tudo o que ainda desconheço.    Deixo de herança em papel amarrotado, Algum sangue que derramei. Lágrimas, cicatrizes e o fardo, De ser tão brutalmente consciente De tudo aquilo que sei. Deixo de herança o meu amor, Sorrisos, abraços e essências, Partilhadas no pôr-do-sol. E que nesta viagem de turbulências, Repares na simplicidade do sentimento Que achaste saber de cor. Deixo de herança uma moeda, Ao pedinte que conheci E que nunca a chegou a gastar. Esqueceu-se que para a salvação da vida Não há dinheiro, nem há fornecedor Onde ele a possa ir comprar. Deixo de herança o pássaro branco, Que ainda não se atreveu a pousar. Canta mais alto a cada Primavera, Só para me relembrar, Que as raízes são uma ilusão Criadas por quem não as consegue descolar. Deixo de herança duas mãos quentes, No peito frágil de uma criança, Que nasceu órfão de mãe E cresceu sem esperança. “Nas noites escuras que te abraçam. Nos dias cinzentos a que te entregas Que sintas neste aperto a mensagem De toda a força que carregas.” Deixo de herança este poema, Escrito num sonho que se entranha E do qual nunca acordei. Vem… Traz o mapa que queimei. E encontra-me para lá da montanha Onde também eu me encontrei.
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