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"param" poems
Primavera que acordas vinhedos adormecidos Hoje fiz uma promessa a mim mesmo que seria escrever para ti: Primavera! Desde menino que me encantas, me envolves, me rejuvenesces…Sim, és tu Primavera que me acordas de sonos bem ou mal dormidos. Com os crescer dos dias parece que tudo cresce de uma forma descontrolada e um infindável colorido permanece aos olhos de quem te acolhe e enaltece. Sim, só poderias ser tu a bendizer todas as rosas campestres que por ti anseiam para comunicar e nos fazer sentir odores, por vezes já esquecidos. Os jardins se enfeitam com violetas, lírios, hortênsias. Os charcos ficam mais esverdeados e alegres, pois as rãs têm mais tempo para cantar. Primavera abençoada que acordas vinhedos durienses adormecidos, que aqueces rio Douro e Tua. Amendoeiras em flor brancas e puras que acolhem abelhas que procuram alimento param se saciar. Nos campos é imensa a alegria de semear sementes que servirão de alimento para tantos seres que não compreendem o poder de nascimento contínuo que existe em todas as Primaveras. Parece que tudo está com disposição de despertar… Parece que tudo ressuscita, que tudo nasce, que tudo vive com maior apego e sintonia com o Deus Criador. Por tudo isto queria também eu ser uma Primavera excelsa e porque não celestial aos olhos de quem nunca teve ou sentiu uma Primavera. Victor Marques
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Feb 24, 2015
Feb 24, 2015 at 8:44 AM UTC
Primavera que despertas
Na mesma posição, estática por dentro, pra quem olha de fora a inquietação é vívida, aquele esfregar das mãos e as pernas que não param de balançar. Gosto de observar a fundo todas as situações enquanto a mente tenta formular algo pra dizer, mas por final já está tudo pronto e a boca parece estar acostumada a repetir aquelas falas. Sabe quando você para na beira de uma cachoeira contemplando aquela natureza linda e nota como a água segue o seu fluxo natural? É apenas sobre isso... A vida adulta é sobre aceitação ela disse, mal sabia o quão habituada estou a essa palavra, já faz parte de mim a um bom tempo. O chá de camomila esfriou, o sono prometido nem deu as caras e sigo escutando as gotas de água caindo sobre o chão da vila, acompanhada das minhas escorrendo pela face. Agradeço pelo encontro, vivi mais uma vez e foi bom.
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Jun 4, 2019
Jun 4, 2019 at 9:43 PM UTC
Mais uma vez
Eu vivi vidrada em uma realidade paralela, Por muito tempo... Acreditei em pessoas, Por muito tempo... Me perdi nas minhas próprias escolhas, Por muito tempo... Vivi sendo julgada por pessoas, Que eu nem conhecia, Que mal me conheciam... Que peso tem a maldade! Derramei lágrimas e lágrimas de saudade, Que foram interpretadas como atuação dramática. As pessoas, elas nunca param! Falam e falam! Se enxergar num espelho e refletir sobre si é tão difícil?!
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Jun 9, 2017
Jun 9, 2017 at 10:01 AM UTC
Reflexão acerca das pessoas desumanas
Mother My loving arms reach across the World Mother of Gods Mother of All The World weeps as you suffer Hold tight To Love and Hope Grace is falling More bodies Than wood Save Suttee Of all Castes Pyre plumes Plead Param Om Shanti Sadgati for each Ganesha and Vishnu Weep openly From grievous Himalayan Skies Tragedy's tears Dredge timeless Life and death Forever Bharata Your suffering Is the suffering Of the great globe Moksha! Suffering shall deliver You Mother India गाड विलिंग May 2, 2021
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May 2, 2021
May 2, 2021 at 2:51 PM UTC
Moksha