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"palavra" poems
Que grande a geração, a de Camões, Saia de Belém, num pranto oral... Dizia adeus a grandes multidões! Olhava o horizonte pequeno Portugal Traçado o rumo do futuro, Passado o mar forte e indeciso, Pegava no leme, firme e duro, Sem dor, frio ou bramido. As ninfas, rodeavam o leme, O Sol, queimava a proa do navio, O capitão nada teme Naquele mar, escuro e bravio... Victor Marques e Atavio Nelson Chegamos a outros pontos, Do globo esférico, sem saber! Que hoje são contos, Que ainda temos de ler. Desde Ourique, Calado e Cala trava Com turbantes brancos reluzentes Os portugueses lutaram com palavra Com alegria mostravam seus dentes. Correram os desertos, tão estéreis Na defesa de um Santo Universal Pela cruz combateram infiéis Dentro e fora de Portugal. Oh.Isabel que suaves eram tuas flores! Que rosas encarnadas pueris Que as músicas sejam cantadas para seus amores Prendes-te por milagre o teu Diniz. OH Coimbra.que tiranas do fadário Oh Sé velha, cheia de segredos Que encantos lá havia do Hilário Ainda hoje escritos nos penedos... Santa Clara, no alto...que te vê clarissa Jovem, esbelta coimbrã! Foste, cedo freira e noviça. Salva-me deste fado, minha irmã! Olá Marquez, és do Pombal Traidor, usurpador, ladrão. NO ódio foste genial. E TUDO, tudo metia no gibão. Malandro, enganas-te o teu Rei Iludiste-o, meu falso...e mandas-te O Távora, inocente para o cadafalso Maldito sejas! Isso não foi Portugal...mas foi No norte, que uma mulher Forte, com seios apertados E espada no dentes bem cerrados Em serpente e com sua gente Em zip filas genial Firme.destinada Deu a vida mas Acabou com o Cabral Sim ali, no monte Naquele lugar Maria da Fonte Só com gente destemida, como eu ! Tal como o Lusitano no Gerez Esta pátria com um plebeu Concebeu o Tavares com um grande PORTUGUÊS Victor Marques
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Dec 10, 2009
Dec 10, 2009 at 10:27 PM UTC
Portugal....
Que grande a geração, a de Camões, Saia de Belém, num pranto oral... Dizia adeus a grandes multidões! Olhava o horizonte pequeno Portugal Traçado o rumo do futuro, Passado o mar forte e indeciso, Pegava no leme, firme e duro, Sem dor, frio ou bramido. As ninfas, rodeavam o leme, O Sol, queimava a proa do navio, O capitão nada teme Naquele mar, escuro e bravio... Victor Marques e Atavio Nelson Chegamos a outros pontos, Do globo esférico, sem saber! Que hoje são contos, Que ainda temos de ler. Desde Ourique, Calado e Cala trava Com turbantes brancos reluzentes Os portugueses lutaram com palavra Com alegria mostravam seus dentes. Correram os desertos, tão estéreis Na defesa de um Santo Universal Pela cruz combateram infiéis Dentro e fora de Portugal. Oh.Isabel que suaves eram tuas flores! Que rosas encarnadas pueris Que as músicas sejam cantadas para seus amores Prendes-te por milagre o teu Diniz. OH Coimbra.que tiranas do fadário Oh Sé velha, cheia de segredos Que encantos lá havia do Hilário Ainda hoje escritos nos penedos... Santa Clara, no alto...que te vê clarissa Jovem, esbelta coimbrã! Foste, cedo freira e noviça. Salva-me deste fado, minha irmã! Olá Marquez, és do Pombal Traidor, usurpador, ladrão. NO ódio foste genial. E TUDO, tudo metia no gibão. Malandro, enganas-te o teu Rei Iludiste-o, meu falso...e mandas-te O Távora, inocente para o cadafalso Maldito sejas! Isso não foi Portugal...mas foi No norte, que uma mulher Forte, com seios apertados E espada no dentes bem cerrados Em serpente e com sua gente Em zip filas genial Firme.destinada Deu a vida mas Acabou com o Cabral Sim ali, no monte Naquele lugar Maria da Fonte Só com gente destemida, como eu ! Tal como o Lusitano no Gerez Esta pátria com um plebeu Concebeu o Tavares com um grande PORTUGUÊS Victor Marques
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A palavra amor é mágica e exala perfume em todas as suas vertentes. O amor não pode servir de veículo para conseguir aquilo que se pode fazer ou através dele obter. ? O amor que vivemos neste mundo é sermos felizes e fazer os outros também. Existem amores que se complementam, que unem raças, religiões, pessoas, e que acima de tudo prevalecem mesmo depois da morte.     Um amor sem contrapartidas, sem limites, sem contratos que parecem ofuscar a leveza do amor. Existem amores nobres, solidários, palpáveis, celestiais,  universais que nos faz pensar, sempre sentir o verdadeiro significado do amor.  Existem tantos acontecimentos na nossa sociedade em que o ser humano procura desmesuradamente um trabalho fácil, um abraço, um obrigado, um amor amigo. O ser humano se abandona por vezes ao capricho de ser amado, bajulado sem no entanto,  se aperceber que o amor é algo muito bem mais importante, grandioso aos olhos de todos aqueles que se dedicam com pureza aos outros seres.     Por vezes nada podemos fazer para conseguir amar quem queremos amar... Demos voltas e voltas e procuramos amigos, amor em tantos deleites que o mundo nos oferece materialmente. Deixámos o amor espiritual num patamar nunca lembrado. As crianças têm uma grande predisposição para dar um beijo,  um salto, um abraço,  um sorriso, para dar amor de uma forma livre,  linda e gratuita. Elas são puras, sinceras, choram , riem, prostestam e amam descaradamente tudo o que as rodeia.  Vêem nos animais ternura, carinho, e porque não amor....     Existem algumas pessoas que não deixam entrar nelas o verdadeiro significado da palavra amor. Existem tantos acontecimentos na nossa vida em que o amor se manifesta de uma forma muito simples e familiar: casamento, baptizado, comunhão, morte ...     Amor parece existir desde sempre. Quantas noites na vida do ser humano parece que tudo se perdeu! Até o próprio amor se consome, se esvazia como um balão de ar que rebenta com uma alfinetada. O amor é uma arte de se comprometer com tudo o que existe, com o universo preciso, e respeitar as leis sublimes de um Deus Criador?      Tantos seres humanos que parecendo insignificantes tem tanto amor para dar, para partilhar.  Nascemos e nem sequer sabemos se foi por amor ou por um desejo egoísta da busca de simples prazer.... O amor deveria ser um elevar da alma,  uma força poderosa de tudo conciliar e amar. Com amor Victor Marques
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May 27, 2014
May 27, 2014 at 1:05 PM UTC
Escrever sobre o amor
A palavra amor é mágica e exala perfume em todas as suas vertentes. O amor não pode servir de veículo para conseguir aquilo que se pode fazer ou através dele obter. ? O amor que vivemos neste mundo é sermos felizes e fazer os outros também. Existem amores que se complementam, que unem raças, religiões, pessoas, e que acima de tudo prevalecem mesmo depois da morte.     Um amor sem contrapartidas, sem limites, sem contratos que parecem ofuscar a leveza do amor. Existem amores nobres, solidários, palpáveis, celestiais,  universais que nos faz pensar, sempre sentir o verdadeiro significado do amor.  Existem tantos acontecimentos na nossa sociedade em que o ser humano procura desmesuradamente um trabalho fácil, um abraço, um obrigado, um amor amigo. O ser humano se abandona por vezes ao capricho de ser amado, bajulado sem no entanto,  se aperceber que o amor é algo muito bem mais importante, grandioso aos olhos de todos aqueles que se dedicam com pureza aos outros seres.     Por vezes nada podemos fazer para conseguir amar quem queremos amar... Demos voltas e voltas e procuramos amigos, amor em tantos deleites que o mundo nos oferece materialmente. Deixámos o amor espiritual num patamar nunca lembrado. As crianças têm uma grande predisposição para dar um beijo,  um salto, um abraço,  um sorriso, para dar amor de uma forma livre,  linda e gratuita. Elas são puras, sinceras, choram , riem, prostestam e amam descaradamente tudo o que as rodeia.  Vêem nos animais ternura, carinho, e porque não amor....     Existem algumas pessoas que não deixam entrar nelas o verdadeiro significado da palavra amor. Existem tantos acontecimentos na nossa vida em que o amor se manifesta de uma forma muito simples e familiar: casamento, baptizado, comunhão, morte ...     Amor parece existir desde sempre. Quantas noites na vida do ser humano parece que tudo se perdeu! Até o próprio amor se consome, se esvazia como um balão de ar que rebenta com uma alfinetada. O amor é uma arte de se comprometer com tudo o que existe, com o universo preciso, e respeitar as leis sublimes de um Deus Criador?      Tantos seres humanos que parecendo insignificantes tem tanto amor para dar, para partilhar.  Nascemos e nem sequer sabemos se foi por amor ou por um desejo egoísta da busca de simples prazer.... O amor deveria ser um elevar da alma,  uma força poderosa de tudo conciliar e amar. Com amor Victor Marques
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Chamo-vos Palavras Tu que tens voz e dizes palavras, Alegres e inacabadas. Elas têm coragem, São a tua imagem. São misturas de cores, Gritam perdas de amores, São como as flores, Outras de fingidores…. Inocente e incompreendida, Experiência vivida. Liberdade e esperança, Sorriso de criança. Diz palavras por amor, Ama Jesus Nosso senhor, Palavra santa que Te delicia, Amanhece outro dia. Victor Marques
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Jul 3, 2012
Jul 3, 2012 at 1:44 PM UTC
Chamo-vos Palavras
Palavra inerte chamada amor Na esperança, no sentimento multicolor, A palavra inerte chamada amor, Os santos são todos fiéis, Os casados até nem usam anéis, As montanhas esverdeadas que por amor meditam, Pensadores sem nada dizer parece que gritam, O deslumbrante e inerte amor tudo compromete, O sapo canta amor no lago que o fortalece. A noite cobre o céu sem pudor, Do peito jorra e sai amor, As nuvens de um branco censurado, Pecado nunca confessado. O amor inerte parece que tem asas, Os salgueiros estão lá com folhas salpicadas, O inerte amor tem penumbra e também tem luz, Eu sinto o balançar que oscilando que seduz. Victor Marques
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Apr 8, 2013
Apr 8, 2013 at 5:17 AM UTC
Palavra inerte chamada amor
palavra à noite cantada co'a manhã se desfaz em palavra granulada: matinal achocolatado. Já não sente a poesia tal qual ressoara clara na madrugada alta - Et pourtant, fala! Será a escrita fogo fátuo? marca gravada em gado, ou cardo na sua pata? (O poeta-boi rumina mas não é vaca sagrada). Estrela cadente, cabala: meros fogos de artifício ruidosos melros da fala: na calma manhã se calam.
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Sep 27, 2015
Sep 27, 2015 at 5:08 AM UTC
POESIA FALADA
Rascunhos eu faço e nem sei a razão, Cintilar e canto de doce paixão, Junto frases no horizonte da ilusão, Pedaço de terra e solidão. As palavras são as amas do amor, Caminhadas com muito suor. Pedras alheias, esbranquiçadas, Palavras meigas, enfeitiçadas. Nós temos um papel na mente, Cansaço que não se sente. Rascunhos da prosa , do mundo conhecido, Parceiro de uma rota sem sentido. Escrever com amor ao mundo, Bater de leve no fundo. A palavra é leve e tem pena, Terra amiga, palavra amena. Vic Alex
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Apr 27, 2010
Apr 27, 2010 at 4:45 PM UTC
Escrevo com amor
Quando me levantei agradeci ao Criador, o bom Deus imparcial e infinitamente misericordioso por ter a oportunidade de poder ver a beleza da aurora, e através dele santificar a palavra amor... Agradecer da forma mais pura e imaculada a vida e o privilégio de podermos sentir este ar puro .Nossa Senhora da Penha um dia quis aqui estar e permanecer no meio de rochas que parecem feitas para Ela ao mundo a natureza consagrar. Quando a nossa sensibilidade de alma nos faz sonhar e viver com a esperanca de um dia ressuscitar a nossa passgem nesta vida e mais serena e harmoniosa. Tive um desejo enorme de Pedir amor hoje nao so para a Victoria e para o Simao, mas para todos nos! Porque Deus e amor, vida comunhão . Quando penso em Deus, vivo mais feliz e a grandeza de suas obras se manifesta encacaradamente nas entranhas, sempre entranhas de meu humilde ser. Quando penso em Deus penso mais em vos, nos nossos entes queridos que partiram e que la no paraiso pintam as mais telas para agradecer ao seu Rei e Senhor. Quando penso em Deus penso nesta sagrada uniao. Que a Igreja seja testemunha e que Nossa Senhora os Cubra com o verniz prateado do seu manto , das suas rosas brancas e da nobreza do seu coração. Muito obrigado. Victor Marques
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Jul 18, 2016
Jul 18, 2016 at 5:49 AM UTC
Uma Uniao muito especial.....
ouço Bach da janela do CD que é capa e ouço a caixa ou cortina e porta aberto: meus ouvidos enxergam uma nota que palavra não rouba ou decalca. e tem meta. e alcanço o avesso, retalhos. retalhos. ouço orações nelas, 1.000 datas se repetem em espera. e ouço Bach.
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Sep 6, 2009
Sep 6, 2009 at 6:24 AM UTC
e.
Cordas soltas de uma língua, sedenta de sabor de saliva, Cordas das amarraras verdes, do barco que eu navego, Os serões de cordas amordaçando, uma vida decisiva, Perderam-se entre os ramos do futuro, que eu pego! Vejo-te pegar nas cordas da minha vida, que me orientam, Não és fútil ao pensar que elas não funcionem como marioneta, Dás-me alento, e o teu toque equilibrado, meus ideais afinam, O teu jeito de combinar os gestos, não são de uma paixoneta! O calor do carinho que me dás, é transpiração de amor na cama, O amor dos teus dias, são raios de vida, que regeneram meus desafios, Uma palavra tua, um carinho teu, é como água que sacia minha fama, O teu olhar atento, sob meus anseios, são como metais halogéneos! És a corrosão para os ferrugentos jumentos, instalados em galhardia, Cuidas-me do meu ser como do teu, e de minha vida, dando-lhe liberdade! Contigo a transpiração do meu caminho, não me assusta nem me é fantasia, É real, tu és bela e tornaste-me magnificamente de bem, com a verdade! Sentir-te respirar confortavelmente, é o meu maior objectivo, Verificar cuidadosamente cada poro teu e senti-lhe o cheiro a vida, Conduzir os meus sonhos no teu carro da felicidade, é agressivo, Metas são fins, nosso destino é conduzido por longa vida dividida! E assim, revelo ao mundo, o teu nome, maravilhoso ser de mulher fatal, O teu constante conforto, com que deliro, é agora muito e meu afinal! Patrícia os meus sonhos e os teus, são agora o meu diário mundial! Autor: António Benigno Código de autor: 2013.08.03.02.14
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Aug 31, 2013
Aug 31, 2013 at 5:04 AM UTC
As cordas estão em sintonia
Cordas soltas de uma língua, sedenta de sabor de saliva, Cordas das amarraras verdes, do barco que eu navego, Os serões de cordas amordaçando, uma vida decisiva, Perderam-se entre os ramos do futuro, que eu pego! Vejo-te pegar nas cordas da minha vida, que me orientam, Não és fútil ao pensar que elas não funcionem como marioneta, Dás-me alento, e o teu toque equilibrado, meus ideais afinam, O teu jeito de combinar os gestos, não são de uma paixoneta! O calor do carinho que me dás, é transpiração de amor na cama, O amor dos teus dias, são raios de vida, que regeneram meus desafios, Uma palavra tua, um carinho teu, é como água que sacia minha fama, O teu olhar atento, sob meus anseios, são como metais halogéneos! És a corrosão para os ferrugentos jumentos, instalados em galhardia, Cuidas-me do meu ser como do teu, e de minha vida, dando-lhe liberdade! Contigo a transpiração do meu caminho, não me assusta nem me é fantasia, É real, tu és bela e tornaste-me magnificamente de bem, com a verdade! Sentir-te respirar confortavelmente, é o meu maior objectivo, Verificar cuidadosamente cada poro teu e senti-lhe o cheiro a vida, Conduzir os meus sonhos no teu carro da felicidade, é agressivo, Metas são fins, nosso destino é conduzido por longa vida dividida! E assim, revelo ao mundo, o teu nome, maravilhoso ser de mulher fatal, O teu constante conforto, com que deliro, é agora muito e meu afinal! Patrícia os meus sonhos e os teus, são agora o meu diário mundial! Autor: António Benigno Código de autor: 2013.08.03.02.14
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Pequeno sonho, pequeno voo, todo aquele que morre, Pouco depois de nascer, vazio de esperança e vontade, Sentido e crescido, perdido de forte abraço com a vida, Palavra bonita se esvanece ou fortalece por ser forte! Nesse pequeno engenho de transporte ao lado diferente, Cheio de razões quarentes para poder apertar de imediato, Aconchegando a mim e partir junto com ele nesse momento! Novo ou velho está vivo e não é hora de para já desistir! A lata ferrugenta desse transporte de viagem ardente, Não é o problema da morte do profundo sonho, É falta de animo e falta de querer que ele viva, É esperança perdida e tempo de te moldar verdadeiramente! Estudando manuais bizarros de situações de vida vivida, Facilmente encontro o molde de concerto desse engenho, Esquecido e embevecido em memórias aventureiras, Que em tempo servira para viagens contadas lisonjeiras. Chegou a hora de pintar o espaço envolvente onde durmo, Criar uma família, constituída por mim um peixe e um pássaro, Porque hoje não há tempo a perder para coisas de verdade, De verdade mesmo sou, eu, esse peixe e esse pássaro! Autor: António Benigno Dedicado ao tempo, à viagem e ao rumo da verdade!
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Aug 31, 2013
Aug 31, 2013 at 4:59 AM UTC
Sai agora
As palavras expressam sentimentos As palavras são a expressão fiel do pensamento, Adornadas, esburacadas pelo vento… Elas lideram sinfonias nobres e exaltadas, Elas são imunes, bem-amadas. As soluções para um bocejo, Livro aberto sem um beijo. Um sentimento que consome, São elas e com nome. Romance e uma grande desilusão, Amor saudoso, e muita solidão…! Estafeta, correria milagrosa, Poesia, palavra e prosa. Victor Marques
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Nov 6, 2012
Nov 6, 2012 at 2:38 PM UTC
AS PALAVRAS EXPRESSAM SENTIMENTOS
Hoje apetece-me penetrar no fundo da vossa escuridão, E desde já, uma palavra ao leitor passageiro de viagem, Estas palavras, são minhas e de quem as consegue ler, Não são para ninguém, a menos que as consiga querer! A todas as almas negras da minha vida, peço calma, Não podereis ter sabor de vitória, nem de mim glória, Sendo pobre que nem riacho sem peixes, ou rico de gral, Como pobre, sou feliz porque respiro o cheiro do amor, Do amor que me consola e que como eu se sente rico! Se fossem de riqueza os meus bolsos, eram as coisas mais simples, Que teriam lugar em minha vida, pois só assim me deitaria feliz! Por isso nem que o corpo me tirem, nunca nem assim me venderei, Nunca a vós darei almas negras, o desdém de perder a minha honra! Por mais pobre que sejam minhas vestimentas, há coisas que manterei, Minha integridade e valores de amor verdadeiro, por amigos e meu amor! Eles conhecem-me a mim e eu conheço-os a eles, e de vós a ideia não mudarei! Por isso, dediquem-se a ter uma vida de utilidade, deitem-se à noite ignorantes! Acordem de manha, pensando em vossas vidas, porque eu estou vivendo, Apesar de pensarem que quero gritar e me despedir, é mentira agora e será. Será assim, sempre, porque o destino de minhas mãos, depende de eu querer, Daquilo que me dedico, eu sei fazer, e por isso faço para as merecer! O céu agora é escuro, distinto do meu coração verde de esperança, Não desejo a meus inimigos, pior do que aquilo que quero para mim, Porém, eu sei que o homem, não faz justiça tão atempo, como a de Deus! E agora vou dormir, continuar sonhando com os sonhos que de dia já vivi, Sei que vou acordar na lembrança de alguém, de quem eu amo e me ama também! Autor: António Benigno Código de autor: 2013.07.15.02.05
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Aug 31, 2013
Aug 31, 2013 at 5:11 AM UTC
Que é feito desse vosso vazio
Hoje apetece-me penetrar no fundo da vossa escuridão, E desde já, uma palavra ao leitor passageiro de viagem, Estas palavras, são minhas e de quem as consegue ler, Não são para ninguém, a menos que as consiga querer! A todas as almas negras da minha vida, peço calma, Não podereis ter sabor de vitória, nem de mim glória, Sendo pobre que nem riacho sem peixes, ou rico de gral, Como pobre, sou feliz porque respiro o cheiro do amor, Do amor que me consola e que como eu se sente rico! Se fossem de riqueza os meus bolsos, eram as coisas mais simples, Que teriam lugar em minha vida, pois só assim me deitaria feliz! Por isso nem que o corpo me tirem, nunca nem assim me venderei, Nunca a vós darei almas negras, o desdém de perder a minha honra! Por mais pobre que sejam minhas vestimentas, há coisas que manterei, Minha integridade e valores de amor verdadeiro, por amigos e meu amor! Eles conhecem-me a mim e eu conheço-os a eles, e de vós a ideia não mudarei! Por isso, dediquem-se a ter uma vida de utilidade, deitem-se à noite ignorantes! Acordem de manha, pensando em vossas vidas, porque eu estou vivendo, Apesar de pensarem que quero gritar e me despedir, é mentira agora e será. Será assim, sempre, porque o destino de minhas mãos, depende de eu querer, Daquilo que me dedico, eu sei fazer, e por isso faço para as merecer! O céu agora é escuro, distinto do meu coração verde de esperança, Não desejo a meus inimigos, pior do que aquilo que quero para mim, Porém, eu sei que o homem, não faz justiça tão atempo, como a de Deus! E agora vou dormir, continuar sonhando com os sonhos que de dia já vivi, Sei que vou acordar na lembrança de alguém, de quem eu amo e me ama também! Autor: António Benigno Código de autor: 2013.07.15.02.05
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Mais um dia cansativo Com a tarde inteira para dormir Um pouco de descanso seria o remédio Numa fusão de tudo da-se o tédio Daí algo fica estranho Você sabe que não está normal Uma movimentação, um chororô Uma energia ruim cobre o meu ciclo E então, alguns baques na minha janela Algo de ruim teria acontecido Não sabia que com ela Então levanto de um cochilo pela tarde E alguns amigos me avisam Que a pessoa mais amada corria perigo Numa aventura jovem O perigo vem Não olha para quem, mas bate com força Numa aventura jovem Um sonho se vai E sem olhar para trás Se transforma numa forca Cada erro uma consequência Mas a esperança não acaba Positivo deve-se pensar Com  um acerto forma-se a palavra Uma moto, uma estrada, um acidente E tudo vira de ponta a cabeça E agora? O que será? Só o tempo pode nos responder Se depender da minha torcida Ela irá viver.
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Nov 9, 2015
Nov 9, 2015 at 9:20 PM UTC
Sobre o que será
"Como poderá um jovem conservar puro o seu caminho? Observando a tua Palavra(a palavra de Deus)." - Salmo 119:9
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Mar 15, 2021
Mar 15, 2021 at 8:28 AM UTC
A Palavra de Deus ilumina o caminho do homem
"eu te dizia que a vida é bruta, você me falava que ainda não eu nunca acreditei que houvesse algo a mais depois que as coisas acabam uma blusa esquecida no natal passado, uma palavra presa na fechadura da porta que bateu, um outro palpitar do coração ou alma além da que nos foi decretada aqui e, então, você morreu durante uma semana, eu fingi que você tinha finalmente viajado pro seu lugar favorito e que ele tinha te dado razão em ser um lugar favorito pra demorar tanto assim durante um mês, eu desisti de esperar paciência não era meu melhor dom embora te esperar fosse um talento você, de novo, não chegou durante um semestre, eu chorei sem interrupções embora ninguém soubesse ou visse algo por dentro, muralhas da China caíam e oceanos atlânticos deslizavam entre órgãos e lembranças quando eu esqueci o som da sua voz e o tom do seu olho, você morreu outra vez e, dessa, eu pude sentir o peso da mão do mundo descendo sob mim outro ciclo se foi e a nossa conexão terminou eu te quis no meu quarto reclamando meu atraso pro almoço; eu te quis na plateia da apresentação da minha monografia, a única na história da faculdade como centro de pesquisa a comunidade lgbt; eu te quis no meu exame de direção; eu te quis quando eu saí de casa; eu te quis atendendo o telefone enquanto eu contava que consegui um emprego novo; eu te quis e esse era o único tempo verbal em que era permitido te conjugar durante um ano, que durou até hoje, eu soletrei saudade já não tenho como chamar seu nome eu toco o interfone, não há você do outro lado me tateio, falta a sua pele bem perto no fundo, eu acho que o universo deveria estar triste porque não posso te amar mais eu estou." #textoscrueisdemais
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Feb 27, 2017
Feb 27, 2017 at 1:27 PM UTC
Untitled
"eu te dizia que a vida é bruta, você me falava que ainda não eu nunca acreditei que houvesse algo a mais depois que as coisas acabam uma blusa esquecida no natal passado, uma palavra presa na fechadura da porta que bateu, um outro palpitar do coração ou alma além da que nos foi decretada aqui e, então, você morreu durante uma semana, eu fingi que você tinha finalmente viajado pro seu lugar favorito e que ele tinha te dado razão em ser um lugar favorito pra demorar tanto assim durante um mês, eu desisti de esperar paciência não era meu melhor dom embora te esperar fosse um talento você, de novo, não chegou durante um semestre, eu chorei sem interrupções embora ninguém soubesse ou visse algo por dentro, muralhas da China caíam e oceanos atlânticos deslizavam entre órgãos e lembranças quando eu esqueci o som da sua voz e o tom do seu olho, você morreu outra vez e, dessa, eu pude sentir o peso da mão do mundo descendo sob mim outro ciclo se foi e a nossa conexão terminou eu te quis no meu quarto reclamando meu atraso pro almoço; eu te quis na plateia da apresentação da minha monografia, a única na história da faculdade como centro de pesquisa a comunidade lgbt; eu te quis no meu exame de direção; eu te quis quando eu saí de casa; eu te quis atendendo o telefone enquanto eu contava que consegui um emprego novo; eu te quis e esse era o único tempo verbal em que era permitido te conjugar durante um ano, que durou até hoje, eu soletrei saudade já não tenho como chamar seu nome eu toco o interfone, não há você do outro lado me tateio, falta a sua pele bem perto no fundo, eu acho que o universo deveria estar triste porque não posso te amar mais eu estou." #textoscrueisdemais
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Uma palavra sua chegou aos meus ouvidos Perguntei quer que eu goze dentro? Aham Diz que quer sim, quero E me conquistou Dormi pouco fiquei com isso na cabeça Estava exausto, mas sem sono penso nos motivos que tornam tudo isso tão complicado Você sabe Não há nada de errado em admitir se não fosse pelo sol nas crianças brincando lá fora Acredito que ainda estaria ali Dentro de você Alguém me chamou pra beber Deixei meu corpo ir Mas fiquei contigo Apesar de você Já ter saído
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Jul 1, 2015
Jul 1, 2015 at 6:23 PM UTC
Untitled
luar luz linda leve leste acima por que eu lembro de você? toda a palavra que brinca em minha língua me faz perceber é a menina que me leva livre e ao léu bela como lírios ardendo como lava
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Nov 12, 2015
Nov 12, 2015 at 12:02 AM UTC
Untitled
A gente escreve pra afogar o que sente, E enquanto escreve, chora, ri ou bebe. Nem sempre é de amor, As vezes é dor. E as vezes, poucas vezes, É só necessidade da alma. Nem sempre é sobre a gente, As vezes é mais do outro mesmo. Tem vezes que a gente escreve, lê e chora. E as vezes nem compreende. E isso é saber ou não usar a palavra?
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Jul 16, 2016
Jul 16, 2016 at 11:28 PM UTC
O que poetas (ou não) escrevem
Sonhar um sonho impossível levar a tristeza da partida escaldar de uma possível febre partir para onde ninguém parte amar até amar, mesmo demasiado, mesmo mal, tentar, sem forças e sem armadura, aguardar o céu pouco me importa as minhas chances pouco me importa o tempo ou a minha desesperança e depois lutar todos os dias sem questionar nem responder e amaldiçoar por agora uma palavra de amor eu não sei se serei esse herói mas o meu coração será tranquilo se as vilas se encherem de azul.
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Mar 1, 2014
Mar 1, 2014 at 3:42 PM UTC
sonho impossível
Gotas de água atravessam-nos como setas cães raivosos perseguem-nos É tempo de viver Revolução Um ideal Música Prazer Dor Excessos Um passado Um tempo já sem vida Uma imagem de uma flor Uma ideia Uma só verdade Uma só palavra ( LIBERDADE ) Um Outono cinzento Uma pétala caída Uma cilada Uma mentira Um rio vermelho Uma face ensanguentada O renascer.
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Jul 21, 2014
Jul 21, 2014 at 3:24 PM UTC
liberdade
Oscilação de um verbo, um minuto de vazio Um lápis, uma folha branca e um verso Um poeta, um mundo e um universo Criação infértil, um ousar rápido e estio Deste breve soneto não guardarei feitio Pois a estética de meu agrado é o inverso E se na subversão de minhas palavras, imerso Desmeço o ritmo desta rima rica que emergiu Adiciono mais seis versos para o fim E cá escolho a palavra para rimas seguidas Que, por conforto da língua, dou-lhe conferida Para que torne-se um soneto, enfim Com a solidez de uma música erguida, E o feiume silábico de uma pétala caída!
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Feb 10, 2019
Feb 10, 2019 at 11:25 PM UTC
Soneto Inominável
a angústia teima em ficar e tolda-me o pensamento e por cada capítulo que escrevo por cada nova página por cada nova frase por cada nova palavra em que transcrevo a verdade está a poesia a rima a ternura a demência o pudor chega de tanta mentira chega de tanto ardor chega de tanta dor chega!
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Jul 14, 2015
Jul 14, 2015 at 6:43 AM UTC
Chega
Rodeado apenas pelo vento, vagueava pelas ruas da cidade. Em ambos os meus ouvidos permanecia a tua voz bradando convictamente sem cessar a palavra " NÃO ". Uma imagem da tua sensual face, distorcida pelo tempo, iluminava o meu espírito que no seu mais íntimo ainda possuí uma débil esperança.
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Jul 8, 2014
Jul 8, 2014 at 4:38 PM UTC
esperança
Na mesma posição, estática por dentro, pra quem olha de fora a inquietação é vívida, aquele esfregar das mãos e as pernas que não param de balançar. Gosto de observar a fundo todas as situações enquanto a mente tenta formular algo pra dizer, mas por final já está tudo pronto e a boca parece estar acostumada a repetir aquelas falas. Sabe quando você para na beira de uma cachoeira contemplando aquela natureza linda e nota como a água segue o seu fluxo natural? É apenas sobre isso... A vida adulta é sobre aceitação ela disse, mal sabia o quão habituada estou a essa palavra, já faz parte de mim a um bom tempo. O chá de camomila esfriou, o sono prometido nem deu as caras e sigo escutando as gotas de água caindo sobre o chão da vila, acompanhada das minhas escorrendo pela face. Agradeço pelo encontro, vivi mais uma vez e foi bom.
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Jun 4, 2019
Jun 4, 2019 at 9:43 PM UTC
Mais uma vez
Na rua faz frio e sol de inverno. Gelam-me os pés e o coração, secam-me os lábios e os olhos. De visão turva, ano para onde o vento forte me levar, esperando que lá faça sol. De cabeça baixa, olho o céu nas poças de água na estrada. Não me atrevo a chorar, que as lágrimas congelam-me as maçãs do rosto. De mente atribulada, forço a tosse para fazer silêncio e sussurro: Partida. Largada. Fugida. E correm-me os pensamentos de uma ponta a outra. Correm para ver quem chega primeiro, quem merece a minha atenção. Mais rápidos que a própria sombra. Nem os vejo. Zangados, gritam-me. Gritam-me todos ao mesmo tempo e não percebo uma palavra. Fartos, cansam-se de gritar, mas agora também eu sinto cansaço. Cansam-me os olhos, cansam-me as pernas, cansam-me os pulmões e o coração. Espero que eles estejam felizes
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Mar 21, 2018
Mar 21, 2018 at 1:27 PM UTC
Partida. Largada. Fugida