"oceanos" poems
A veces las cosas no salen como queremos,
Los tropiezos se hacen rutina
Las lagrimas se convierten en ríos,
y los oceanos de alegría se secan.
Con el tiempo nos damos cuenta de que
no siempre hay un final feliz como
en las peliculas,
no todos tenemos la vida resuelta,
Personas que estaban , ya no estan
Lugares que conociamos parecen desconocidos,
pero la vida sigue hacia donde?
Nadie sabe.. Lo que si se es que aprendemos, a ser mas fuertes,
a luchar contra lo que sea, a pelear como un samurai
a mirar hacia delante y aunque a veces miremos hacia
tras, a voltear la mirada.
A buscar libertad aunque sea prohibida y la paz aunque sea escasa.
A perdonar a quien no merece y a ver lo bueno en las personas
que de verdad se preocupan por ti.
A no ser exigente y aceptar el momento y ser feliz con el pedazo de pan diario.
A buscar conocimiento en un lugar vacio,a hacer preguntas ,
a no ocultar las dudas, A questionar nuestro alrededor,
a estar firmes en lo queremos y a no saciarnos con la mediocridad.
Y lo mas importante a ser quien eres..
Arriesgarte y pararte al frente de tus miedos y seguir caminado hacia el cielo.
Feb 22, 2013
Feb 22, 2013 at 5:21 PM UTC
Um medíocre seixo formado por um aglomerado espalhafato de pulgas flutua e veleja por oceanos saturados de desaproveitas lágrimas amarelo-chumbo nas mais desoladas camadas de sua privativa órbita, em uma intersecção de múltiplos limbos supra-reais, bem entre dois muros de um corredor estreito, escuro e corroborado pelo lodo - sobre o qual, cabe-se dizer, resta imóvel uma pequena patrola laranja de brinquedo, esquecida.
Inevitável e também incoerente,
Continuar a ser (peleja)
"Um equívoco desmistificado; uma perturbação"
Os ideais se contrapõem aos já extintos/
Sedimentos navegam eternamente sem rumo/
Inexprimível Sensível/
O oculto que assim permanece/
Pedregulho pulguento perpetuamente a protuberar-se na imensidão dos mares de um ópio por si próprio proferido, ofendendo e perseguindo leis individuais de universo, causando o óbito comum a todos os parciais ínfimos pares de não-instantes, parados.
Estarrece-se o lógico pela busca do externo consenso, indiferente a todo gotejar de pia:
fundir-se pela semelhança!
tornar-se pela simples analogia!
Homo-Sutra; Homo-Isso.
Homo-Tundra; Homo-Aquilo.
**** Sapiens
**** Gênio
Entrementes,
através de seus poros abertos pela alta temperatura,
sente por seu corpo, de muitos corpos,
a circulação efervescente do mais intenso calor,
o sopro de vida hebraico de um cosmos também filisteu,
(de tudo aquilo que pode até não estar de todo vivo - ou de todo morto);
contradição de um todo-devir também carrasco, mas, em essência, todo-devir de um sorrateiro espaço de tempo do bater de asas de um besouro não mais vivo e nunca catalogado, capturado somente por um pequenino ponteiro vermelho de segundos de um relógio velho, possuído, em circunstâncias afortunas, por uma avó - ainda hoje vivente - de um tempo atormentado pela tirania e propositalmente esquecido, a proferir não só eternidades-nascedouros e cede ansiada, como, de igual infinita intensidade, a inferir a sublimidade em poderios majestáticos estruturados na mais esplendorosa magia humana, a sua despropria linguagem;
...se apercebe o amontoado, tudo, menos genérico, mesmo não sendo, agora, inseto, nem humano, apenas animal,
Que
Mantêm-se
em correnteza,
Metamorfose lavareda.
Nov 7, 2014
Nov 7, 2014 at 7:55 AM UTC
Este insólito e inaudito conjunto de explosões atemporais,
inobservável a longas distâncias,
é, factualmente, o tecelão da portentosa dimensão da mente.
Abundantes vozes desnorteadas,
obscuras e perturbadoras, nela se fazem existir.
São vozes que são sentidas,
vozes sombrias que escrevem.
Vozes pelas quais fui, eu próprio, desenhado.
E criado para navegar,
parti para o mar em busca das partes que me faltavam em terra firme.
Fragmentado,
nas mais diversas ilhas - paradisíacas e apocalípticas -,
nas profundezas e no horizonte azul,
busco, ainda hoje, estilhaços e peças escassas perdidas;
Cotidianamente,
ao acercar da noite,
os sons de batalha tendenciosamente indicam direções para não seguir,
e ainda que mantenha sem medo o controle das velas,
os ventos insistem em dizer aonde ir...
Pois que seja! "Navegarei com todos eles!"
'Placebo ou morte?'
O que minha tripulação anseia não importa,
ela tampouco existe.
Nesta irremediável transposição constante de caminhos,
sem o reconhecimento de qualquer lógica postulável,
oscilante, transgrido e navego ainda por mares intergaláticos.
E nesta imensidão extraordinariamente escura do cosmos,
carregando a experiência daqueles oceanos pesados e profundos,
me encontro a observar, sempre ao longe, uma fagulha,
ínfimo ponto que se faz visível.
Em sua direção,
continuo a jornada do pouco infindável
dessa dimensão que permanentemente remanesce como o desconhecido.
O mais próximo e o maior ângulo possível
para apreciar esse pontual, eterno e único nascer da super nova,
eu encontrarei.
May 12, 2013
May 12, 2013 at 9:52 PM UTC
Rascunhos daquilo que sou
No cativeiro onde estou,
Nas profundezas dos oceanos,
Sonhos que alguém roubou,
Pastor e seus rebanhos.
Na secretária onde escrevo,
Linhas tortas, palavras certas?
Vejo nascer o simples trevo,
Sobre pradarias irrequietas.
Do alento que eu tenho,
Ai vida … O destino ditou,
Escrever com engenho,
Pedaços do que sou.
Victor Marques
Castanheiro do Norte 14 de Abril de1991
Sep 3, 2013
Sep 3, 2013 at 12:09 PM UTC
"eu te dizia que a vida é bruta, você me falava que ainda não
eu nunca acreditei que houvesse algo a mais depois que as coisas acabam
uma blusa esquecida no natal passado, uma palavra presa na fechadura da porta que bateu, um outro palpitar do coração ou alma além da que nos foi decretada aqui
e, então, você morreu
durante uma semana, eu fingi que você tinha finalmente viajado pro seu lugar favorito e que ele tinha te dado razão em ser um lugar favorito pra demorar tanto assim
durante um mês, eu desisti de esperar
paciência não era meu melhor dom
embora te esperar fosse um talento
você, de novo, não chegou
durante um semestre, eu chorei sem interrupções
embora ninguém soubesse ou visse algo
por dentro, muralhas da China caíam e oceanos atlânticos deslizavam entre órgãos e lembranças
quando eu esqueci o som da sua voz e o tom do seu olho, você morreu outra vez e, dessa, eu pude sentir o peso da mão do mundo descendo sob mim
outro ciclo se foi e a nossa conexão terminou
eu te quis no meu quarto reclamando meu atraso pro almoço; eu te quis na plateia da apresentação da minha monografia, a única na história da faculdade como centro de pesquisa a comunidade lgbt; eu te quis no meu exame de direção; eu te quis quando eu saí de casa; eu te quis atendendo o telefone enquanto eu contava que consegui um emprego novo; eu te quis e esse era o único tempo verbal em que era permitido te conjugar
durante um ano, que durou até hoje, eu soletrei saudade
já não tenho como chamar seu nome
eu toco o interfone, não há você do outro lado
me tateio, falta a sua pele bem perto
no fundo, eu acho que o universo deveria estar triste porque não posso te amar mais
eu estou."
#textoscrueisdemais
Feb 27, 2017
Feb 27, 2017 at 1:27 PM UTC
-Tudo isto é para mim?
-Sim, tudo.
As flores...
As árvores...
Os oceanos...
Os sorrisos...
Eu.
Sep 23, 2013
Sep 23, 2013 at 11:02 AM UTC
Tu cuarteto es cuadriga de águilas bravas
que aman las tempestades, los Oceanos;
las pesadas tizonas, las férreas clavas,
son las armas forjadas para tus manos.Tu idea tiene cráteres y vierte lavas;
del Arte, recorriendo montes y llanos,
van tus rudas estrofas, jamás esclavas,
como un tropel de búfalos americanos.Lo que suena en tu lira lejos resuena,
como cuando habla el bóreas, o cuando truena.
¡Hijo del Nuevo Mundo! la humanidadoiga, sobre la frente de las naciones,
la hímnica pompa lírica de tus canciones
que saludan triunfantes la Libertad.
399
** what noise? Ahhh 'tis but the wind disturbing
A precarious balance. Well I know
This barren waste holds naught but air and rock,
For once again has wrath and anger pricked
The mind of Zeus to vengeance, and bans He
Now all visitations. No more shall the
Daughters of Oceanos come to speed
The hours with mild discourse. No longer shall
Their beauty bless my days. The weight of isolation
Does so press upon me that the vain and
Servile babbling of Hermes would be welcome
But His voice forbids it. And these craggy
Towers wrought of Nature cruelly do
Bar the simple pleasures of rambling goat
And song full bird, for no beast may attain
These heights save one, my feathered torment. Half
My time is spent, half is yet to come, and
Darkly do my spirits waver. Is it
Not better to give to Zeus His want and
End this agony, than to grieve the trials
Of stubborn opposition? Would it not
Better serve my purpose to be free these
Fast fettering chains? Oh how dreary do
These weary thoughts color the mind, yet how
Quickly do they fade in the light of immortality.
It is far more wise to own this vile *******
Than bend to a raging will. Well I see
The coming of His pains and my release,
And the certain knowledge of those days steels me
To endure
Jun 22, 2016
Jun 22, 2016 at 12:05 PM UTC