"oceano" poems
O mar dos poetas
Sereias do mar em que eu acredito,
Ilhas do oceano pacifico,
Noites que dormem em mim,
Cavalgadas no horizonte sem fim.
Escravizados pela monotonia que nos engana,
Faróis que alertam os desprevenidos,
O azul do mar que nos chama,
Poema dos poetas esquecidos.
A liberdade dos versos meus,
Ondas brancas com espuma,
Linhas azuis de coisa alguma,
O mar e Deus.
Cemitérios dos poetas sem nome,
Barcos sem velas içadas,
Imensidão que abraça e consome,
O mar, os poetas e suas cavalgadas.
Victor Marques
Jan 17, 2012
Jan 17, 2012 at 11:39 AM UTC
Como uma gota de água se juntando formando um oceano,
É a cor da esperança azulada desse mar perto dos teus seios,
Nada diferente da saudade das noites loucas perto da água,
Em que vivi momentos eternos para o meu coração,
Não poderia nunca esquecer que aqueci meus anseios junto de ti,
Acreditei na realização dos melhores sonhos perante o teu sorriso,
O teu silêncio confortou-me sempre que precisava de paz e harmonia.
A cor dos teus olhos igual à do meu coração nunca eu vou esquecer,
Como não me esqueço das tuas mãos quentes agarrando o meu corpo,
O teu suspiro suave mantendo-me quente e aconchegado nos teus braços.
Se eu voltar a viver esses momentos para sempre recordar,
Será ironia de um destino permanente e cada vez mais distante,
Mas é essa a verdade que ficou, é difícil ocuparem o teu lugar,
Também porque continua ocupado com as tuas coisas,
O teu cheiro mantem-se impregnado em mim como se fosse hoje,
O som das tuas palavras doces ficou nos meus ouvidos,
E ainda hoje te ouço por vezes nos meus sonhos!
Tudo acabou mal mas não muda a pessoa que tu és!
És exactamente aquilo que te dizia tantas vezes ao ouvido!
Coisas que só eu e tu sabemos e vamos recordando!
Um desejo que estejas bem e guardes de mim boa lembrança!
Se assim for nada que pudesse existir me deixaria mais feliz.
Autor: António Benigno
Aug 31, 2013
Aug 31, 2013 at 5:01 AM UTC
Ha muchos años que busco el yermo,
ha muchos años que vivo triste,
ha muchos años que estoy enfermo,
¡y es por el libro que tú escribiste!
¡Oh Kempis, antes de leerte amaba
la luz, las vegas, el mar Oceano;
mas tú dijiste que todo acaba,
que todo muere, que todo es vano!
Antes, llevado de mis antojos,
besé los labios que al beso invitan,
las rubias trenzas, los grande ojos,
¡sin acordarme que se marchitan!
Mas como afirman doctores graves,
que tú, maestro, citas y nombras,
que el hombre pasa como las naves,
como las nubes, como las sombras...
huyo de todo terreno lazo,
ningún cariño mi mente alegra,
y con tu libro bajo del brazo
voy recorriendo la noche negra...
¡Oh Kempis, Kempis, asceta yermo,
pálido asceta, qué mal me hiciste!
¡Ha muchos años que estoy enfermo,
y es por el libro que tú escribiste!
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carcomeindo mi corazon
llagrimas de llama
del fuego que incendias por adentro
algunos dias eres la abeja que da la nutricion a una flor
que es mi alma
algunos dias eres la mano que empuja el viento fuerte
que son mis emociones
algunos dias eres la luna que controlla la marea del oceano
que soy toda yo
un dia terminaras desmonarando mi corazon
pero te dejo el priveligo
mi lindo amor
Oct 16, 2015
Oct 16, 2015 at 10:55 PM UTC
Eres el aire que respiro
Asi como el aliento que suspiro
Y como las figuras en la arena
Que forman tus pies al pisar
Y dan una sensacion de seguridad
Dejando una huella dificil de borrar
Siendo solo el inmenso oceano
El unico capaz de desvanecerlas
Golpeando con azules olas
Tu amor, que son mis costas.
Dec 18, 2012
Dec 18, 2012 at 12:38 AM UTC
Nel cuor dove ogni visïon s'immilla,
e spazio al cielo ed alla terra avanza,
talor si spenge un desiderio, e brilla
una speranza:
come nel cielo, oceano profondo,
dove ascendendo il pensier nostro annega,
tramonta un'Alfa, e pullula dal fondo
cupo un'Omega.
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Tomame, de verdad
Dame tu mala semilla, dame toda tu malicia
Rasguños en la espalda, manos entrelazadas
Un solo aliento
Te he dicho que tu interior
tiene las paredes podridas?
aberrantes manchas
en los muros de tu utero
templo del sadismo
hostal del *******
cadenas que cuelgan
entra y
sale
como el empalamiento
y una cascada de sangre, yace de tu boca
una abrazadora euforia, grito de placer.
arbol envenenado.
oceano de personas sufriendo
estoy exhausto
ya solo me queda
exhalar este olvido
y fumar otro cigarro.
May 17, 2014
May 17, 2014 at 12:58 AM UTC
Sou Eu…
Procuro um produto acabado ou inacabado,
Sinto um dado já passado.
Sem perícia, engenho ou norte,
Sou fruto do amor e sorte.
Em mim sinto furacões adormecidos,
Fascinado pelo paraíso dos sentidos,
Navego no oceano de um novo mundo,
Conchas num mar sem fundo.
Histórias bonitas e trocas de olhares,
Sentir odores alegres, peculiares.
Me apaixonam as flores primaveris,
Sou aquilo que Deus criou e Quis.
Victor Marques
Dec 4, 2012
Dec 4, 2012 at 7:23 AM UTC
Queria confessar, não resisto àqueles olhos
os seus, verdes, me encarando, fixos.
Corava-me a face, confundia-me o peito.
Uma lua refulgente num céu opaco
É como tentar descrever os olhos de Capitu.
Quando nossas mãos se encostavam
assim, de relance, sem querer
um segundo no tempo.
Arrepios.
Preencheria esse vazio dentro de ti e te faria só meu.
E nos meus poemas te descreveria com tanto fascínio
quanto o guerreiro branco descreve a virgem Iracema.
Seu sorriso doce, seu peito – meu leito
Canta suas canções no ouvido meu
Como fazem os pássaros na manhã,
cortando o silêncio que paira nos montes.
Deságuo no oceano da tua alma
Me afogo no teu afago
Procuro suas mãos de encontro com as minhas
Sozinhas.
Jul 1, 2013
Jul 1, 2013 at 3:14 PM UTC
Dolce e chiara è la notte e senza vento,
E queta sovra i tetti e in mezzo agli orti
Posa la luna, e di lontan rivela
Serena ogni montagna. O donna mia,
Già tace ogni sentiero, e pei balconi
Rara traluce la notturna lampa:
Tu dormi, che t'accolse agevol sonno
Nelle tue chete stanze; e non ti morde
Cura nessuna; e già non sai né pensi
Quanta piaga m'apristi in mezzo al petto.
Tu dormi: io questo ciel, che sì benigno
Appare in vista, a salutar m'affaccio,
E l'antica natura onnipossente,
Che mi fece all'affanno. A te la speme
Nego, mi disse, anche la speme; e d'altro
Non brillin gli occhi tuoi se non di pianto.
Questo dì fu solenne: or dà trastulli
Prendi riposo; e forse ti rimembra
In sogno a quanti oggi piacesti, e quanti
Piacquero a te: non io, non già ch'io speri,
Al pensier ti ricorro. Intanto io chieggo
Quanto a viver mi resti, e qui per terra
Mi getto, e grido, e fremo. Oh giorni orrendi
In così verde etate! Ahi, per la via
Odo non lunge il solitario canto
Dell'artigian, che riede a tarda notte,
Dopo i sollazzi, al suo povero ostello;
E fieramente mi si stringe il core,
A pensar come tutto al mondo passa,
E quasi orma non lascia. Ecco è fuggito
Il dì festivo, ed al festivo il giorno
Volgar succede, e se ne porta il tempo
Ogni umano accidente. Or dov'è il suono
Di què popoli antichi? Or dov'è il grido
Dè nostri avi famosi, e il grande impero
Di quella Roma, e l'armi, e il fragorio
Che n'andò per la terra e l'oceano?
Tutto è pace e silenzio, e tutto posa
Il mondo, e più di lor non si ragiona.
Nella mia prima età, quando s'aspetta
Bramosamente il dì festivo, or poscia
Ch'egli era spento, io doloroso, in veglia,
Premea le piume; ed alla tarda notte
Un canto che s'udia per li sentieri
Lontanando morire a poco a poco,
Già similmente mi stringeva il core.
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O oceano almeja pelo brilho do luar,
o qual a estrela mais linda e brilhante a presenteia,
as plantas necessitam da incandescente luz do sol,
e os humanos se aquecem, com o fogo que os incendeia.
A bela menina do vestido preto,
corre por entre as ruas atrás de seu príncipe perfeito,
e o gentil homem de coração aberto,
derrama lágrimas por seu amor verdadeiro não estar perto.
Não quero que o mundo tenha pena de mim,
pois sei que eles não me entendem,
e quando tudo for feito para ter um fim,
daremos um jeito de mudar tudo.
E da mesma maneira que todos almejam algo,
eu preciso de você,
do seu beijo, do seu abraço,
de encanto e principalmente de seu coração.
Vinícius Rozante
Aug 12, 2013
Aug 12, 2013 at 8:31 PM UTC
Sterne sonder Zahl aus der Nacht aller Zeiten
in einem klaren Ozean bewegt ihr euch
wenn ich euch mit menschlichem Zeitempfinden betrachte
seid ihr im Rhythmus der Jahreszeiten ewig
doch wenn ich in längeren zeitlichen Dimensionen an euch
denke so weiss ich euch sterblich.
Die entfernte Stadt löscht ihre Lichter
in der dichten Nacht erscheint ihr mal zögernd,
mal überzeugt über den Bergen wohlgesinnt.
In eurer Herrlichkeit findet mein Herz seine Ruh.
STELLE
Stelle, innumeri dalla notte dei tempi
in un liquido oceano vi muovete
se con il mio tempo umano vi guardo
al ritmo delle stagioni eterne siete
ma se con altri e più lunghi tempi a voi
penso come cose mortali vi so.
Spegne la città lontana le sue luci
nella densa notte incerte qui e là sicure
sopra i monti benevole apparite.
Nella vostra gloria riposa l’animo mio.
Sep 6, 2020
Sep 6, 2020 at 5:17 AM UTC
Nem sei o que hoje te vou dizer,
Ouço a natureza ao anoitecer...
Meu Deus, meu Deus, Meu Deus
Sigo ensinamentos teus....
Que melodia medonha na noite perdida,
Até parece pintada sem cor nem medida,
Meu Deus, meu Deus ai filhos do mundo,
Escrevo para ti num oceano sem fundo.
Continuo a tentar perceber zumbidos da noite com amor e prazer,
Meu Deus infinito e amado por tudo que é ser e não ser...
Eu escuto com a ousadia universal de algo descobrir,
Fico com teu amor e as borboletas da noite para te sentir.
A noite se deita num céu estrelado de quarto minguante,
Tu meu Deus és passado, futuro e presente.
Mesmo na noite tudo é feito com brilho e muita luz...
Eu me encanto no teu amor e na ressurreição divina de teu filho Jesus.
Victor Marques
Sep 14, 2018
Sep 14, 2018 at 6:43 PM UTC
Só, navego num oceano vazio. Com ela, mergulho no meu mais íntimo e sigo em frente. Descubro o meu eu, e recordo dias passados, onde a alegria brotava em mim, como a seiva brota do pinheiro.
Numa noite de trovoada em que tinha por companheiro o vento, perdi-me. Se me voltar a encontrar serei de novo feliz.
Jan 22, 2014
Jan 22, 2014 at 4:32 PM UTC
Foste minha na cidade negra.
No miradouro mais alto beijei a tua nuca
Num lago de sereias perdi-me nas tuas coxas
Entrelacei os meus dedos nos teus cabelos
Oh, perdição! Cabelos suaves que derreteram os meus dedos.
Ansiei por ti a casa segundo
E cada gota vinda do céu lembrava que não era um sonho.
Senti os teus lábios, carnudos, joviais
Embriagados de loucura e êxtase
Amaste-me
Amei-te.
Entregaste-te a mim como a lua ao céu nocturno,
Quando Apolo correu, desapareceste
Fugaz, instantânea, um floco de neve no meio do oceano
Arrancaste do meu peito errante juras de amor eterno
Num fogo de saudade ardentes que irrompem no meu ser.
Não és minha na cidade dourada.
Daria o sol, para te ter só de noite.
Apr 28, 2016
Apr 28, 2016 at 3:24 PM UTC
história
amargas mentiras retorcidas
melancolia
luas e sóis
esperanças
lágrimas
porque me rio?
podes atirar-me palavras
podes subjugar-me com os olhos
podes matar-me de ódio
é a minha sensualidade que te incomoda?
cabanas de vergonha
sobre um oceano *****
deslizam na maré
deixo para trás a noite
o terror
levanto-me
neste maravilhoso amanhecer
no declínio dos meus ancestrais
elevam-se as esperanças do escravo
e sonho
e parto
Apr 24, 2015
Apr 24, 2015 at 2:55 PM UTC
Lá fora
o vento,
Uma vida
Uma alma
E um dia
eu serei livre
Para lá do oceano
eu vou
no mar
eu navego
E eu vou brincar
contigo esta noite
E tu serás livre.
May 19, 2014
May 19, 2014 at 8:10 PM UTC
Ontem, também eu, sentado num penhasco perto das águas do oceano, murmurava palavras de tristeza.
E meditei...
Que talvez um dia bem inesperado, encontre o rumo da minha vida, tal como a flor que nasce nos primeiros dias de primavera...e assim adormeci à beira-mar vendo o pôr do sol, e sonhando que um dia serei feliz.
Jul 20, 2014
Jul 20, 2014 at 4:15 PM UTC
De las eternas musas el reino soberano
recorres bajo un soplo de eterna inspiración,
como un rajah soberbio que en su elefante indiano
por sus dominios pasa de rudo viento al son.Tú tienes en tu canto como ecos de Oceano;
se ve en tu poesía la selva y el ***
salvaje luz irradia la lira que en tu mano
derrama su sonora, robusta vibración.Tú del fakir conoces secretos y avatares;
a tu alma dio el Oriente misterios seculares,
visiones legendarias y espíritu oriental.Tu verso está nutrido con savia de la tierra;
fulgor de Ramayanas tu viva estrofa encierra,
y cantas en la lengua del bosque colosal.
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esta secreta unión que pasa
en un punto muy interior del alma/
que debe ser donde estás vos/y donde
tales son el deleite y la gloria y demás
criaturas que pasan/conunidas como
aguas de cielo que van a río entrando a mar/o manos
que por lados contrarios se hacen una/
o sustento que me sustenta/así me sos
como madera en el palito/aunque
mayor dolor queda después/y deseo mayor porque crece
el amar cuando más se descubre
la delicia de vos/y vienen ansias como rayos
que abrasan y retardan el morir/y luego
sin saber cómo ni cuándo/sin
mover mano ni pie/cae un golpe de fuego que hace polvo
cuanto alentamos cuanto respiramos
al interior de esta pasión/
y suelta queda la pena como un animal
que también es noticia de vos/tierra mía
de la que estoy atado y desatado/
y rara ausencia/rara compañía/
que nadie es sino vos/
y yo como alguno colgado que
ni toca tierra ni al cielo puede subir
como conciencia de un tormento/
padecer o desdicha/que es gota de agua en el grande
oceano de el calor de vos/mariposita honda/
libre en la toda luz que das
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I watch as the sun gazes over the moon
cancels the night, makes way for day
tries to scramble for an answer
but no time to find a speaker
i hate the fact that the ocean is so cold
cant bring out my raft to float
needed to build a fire
but no wood around
needed to find the moon
only the sun crosses me now
needed to blend some colors in a row
lost my brush inside a black hole
planted a seed the other day
eventually threw it away
dirt was too firm, not even the ocean could bring it up
washed away my past
made a hole in my future
crosses the ocean today
to bad i shot myself threw my prey
laid on the floor, looked like a mess
ate some green leaves, jumped up and out of my dress
dug myself a hole down near the waterfront
laid in it for a little bit
slowly started to drown
crossed all my T’s and dotted all my I’s
sat back up from my hole
no one not even the rain
could shun me like this
broke the sound barrier yesterday
screamed inside my arm to pass the time
figured i was a mental wreck
didnt care... was already dead
Feb 18, 2014
Feb 18, 2014 at 10:59 PM UTC
seu cabelo sempre cheiroso
seu jeito tão charmoso
carinhosa e corajosa
ela ama o oceano
e sonha com golfinhos
os beijos dela são suaves
e cheios de carinho
mulher forte e linda
no meu coração sempre bem-vinda
quero te ver bem de saúde
ser sua filha me enche de gratitude
cada detalhe seu tão delicado como
uma estrela do mar
hoje eu quero te agradar e prometo para sempre te amar.
- gio, 10.12.2018
Mar 22, 2020
Mar 22, 2020 at 4:01 PM UTC
Al bastón que le vistes en la mano
Con aspecto Real y floreciente,
Obedeció pacífico el Tridente
Del verde Emperador del Oceano.
Fueron oprobio al Belga y Luterano
Sus órdenes, sus Armas y su gente;
Y en su consejo y brazo, felizmente
Venció los Hados el Monarca Hispano.
Lo que en otros perdió la cobardía,
Cobró armado y prudente su denuedo,
Que sin victorias no contó algún día.
Esto fue don Fadrique de Toledo.
Hoy nos da, desatado en sombra fría,
Llanto a los ojos, y al discurso miedo.
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