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"nefasto" poems
Ojalá todo fuera un circulo que vuelve a girar, así podría hacerme de sus oídos de nuevo y decirle querida dama que fui nefasto, de cierto modo tuve miedo, sus ojos esquivos turbaron mi cabeza y un laberinto imaginario caminé, un laberinto entre su cabello rizado a mano y sus expresiones extrañas , sus ganas de no perseguirme a pesar de haber robado su mochila y de haberla hecho esperar en aquel lugar cerrado, le aseguro que su abrigo gris de aquel día no solo guardaba su cuerpo del frío sino que también supo mágicamente envolverme de calor sin tocarme; y aquellos besos que siempre quiso y que yo también quedaron afuera del café, pero no intente recogerlos tal vez alguien ya los pisó,  o alguien que pasó por ahí se nos robó las ganas de un beso, de explotar. Admito sin lugar a dudas que hice que perdiera el tiempo fijándose en mí, pero le confieso que no era yo, o era un yo que no pudo ver ni sentir, El tiempo pasa y los pesares se vuelven más pesados, en mi caso le agradezco por que fue la paciencia que necesité para encontrarme envuelto en su laberinto, solo lamento que hoy la paciencia se ha terminado.
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Feb 10, 2016
Feb 10, 2016 at 12:02 AM UTC
Ojos esquivos
Vais na noite calma: olhar-sono como se de um aceno se tratasse. Calcando o vapor que o sol que agora se põe liberta. Herói cansado que salva o dia nefasto. Dorme a preguiça que o teu corpo exalta; queda-te em sonhos mil e em mil embaraços. Sê neles o mundo e neles - um abraço.
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Sep 1, 2014
Sep 1, 2014 at 8:31 AM UTC
O vapor e um aceno
Pelo alvo deserto vão, me atrevo Com passos vazios e rigidez emudecida Caminho à livre esperança aquecida Sem umbras derradeiras de vil enlevo Nestas escassas palavras que descrevo Aflijo, na natureza selvaticamente esvaída, O brado ofego da moribunda esquecida Cruzando-me os dentes o férrico sangue e doloroso arquejo Ante os olhos que se chegam em céu vasto, O silêncio zune, norteia-me, arrasto E completo minhas vistas com negrumes vários Deserto! Deserto! Das sombras, sóis filho nefasto, Por eternidades, quais d'aurora me afasto A vós enterneço meu desgarro solitário
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Sep 16, 2017
Sep 16, 2017 at 4:58 PM UTC
Paisagens de Inverno - Deserto
Pensar na vida sem Deus que castiga, Amor que tudo conforta e abriga. Tortura que fomenta o inferno e medo, Mundo de louvor e apego. Cruzados que infiéis morrerão, Num mundo impune a qualquer religião. Fogueiras acesas que mártires queimam Com hipocrisia, Inferno nefasto com ou sem heresia. Deus exista ssem medo, nem pecado, Viva o homem com amor redobrado, Deus seja vida e sempre verdade, Sem tristeza ou maldade... Deus do amor sempre pregado , Que ressuscite sem ser crucificado. Haja no mundo paz, e harmonia Seja Ele sempre nossa bendita companhia. Que a própria vida seja libertadora, Sempre com uma paz redentora, Todo o homem deveria ser nosso irmão Seja ele muçulmano ou cristão....
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Jan 9, 2024
Jan 9, 2024 at 6:28 AM UTC
Deus do medo ou do amor