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"morfina" poems
Seu rosto já não é mais o mapa que me guia Seu sorriso já não representam as estrelas que me fascinam E as morfina de suas palavras estão longe de ser efetivas Mas o que fazer? Sempre soube que meu sim foi carregado de insensatez E mais uma vez tenho que pensar Em qual moeda essas fantasias devo pagar Angustia que pode virar combustível Ou talvez, raiva que será nosso castigo Talvez apenas devo esquecer isso Mas o pensamento de puxar o gatilho É muito mais forte do que o de sofrer sozinho E você não sabe como é difícil Saber que essa noite estarei sozinho E a falta que sinto dos seus carinhos Mas agora tudo isso é passado E apenas agora consigo enxergar O que onde existia um começo Coexistia um erro E o que achávamos que seria amor Apenas era a euforia de um perdedor que ocupa o segundo lugar no pódio do amor
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Oct 27, 2015
Oct 27, 2015 at 2:08 PM UTC
Reflexões sobre os sentimentos de 7 meses e duas semanas
no brilho dos teus olhos transparece a minha vida. és a morfina dos dias da dor que me consome. no brilho do teu olhar vejo o refúgio à dor, à angústia que transpira das noites dormidas acordado. no teu olhar vejo a cura, a porta de saída. no teu olhar, vejo a minha vida.
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Jun 8, 2015
Jun 8, 2015 at 6:21 AM UTC
A minha vida
poros transpiração as veias latem as artérias latem o senhor dos sonhos comanda nulidade sinto a sua presença rejeição realidade cruel que habita nos meus olhos a toxicidade é viciante o vicio é... sufocante
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Oct 22, 2014
Oct 22, 2014 at 5:16 AM UTC
MORFINA
Que era lo que querían dos sometidos a la sodamizacion, volcados en el cemento, echos mármol, y sin grgklujaapan. Entre los enrededores y la pasta de ayer enfrente del televisor, se encontraba una puerca ramera, soñando sus sueños en heroínas, y mas mota barata. Ramona de mis entrañas, que seria de tu vida en el estiércol y las faldas de piernas cortas, utilizando el maquillaje de compostura anual. Los ilos que se mantenían en el vidrio de sus vidas era demasiado para la ramera, así utilizaba heroína como jabón de manos, era ahogante. Su primera ves, era apropiado decir que pertenencia tenía la cuchara propia, para ella solo necesitaba estar en su cama vacía, sola y feliz, la calentaba y pensaba en su ideología perdida, en sus penas. Que tubo de grande la maquina de instrumentos en drogados. Era una ilusión algo como la psychosis y plena morfina solo eso servía. lo calenta entre postada y alienta a pura sangre borgia, "im in heaven"
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Oct 6, 2021
Oct 6, 2021 at 2:37 AM UTC
Queremo tanto a Ramona: