"molhados" poems
Como num golpe de espada,
Meu amor por ti nasceu.
Coube-me como uma coroa,
Minha alma agradeceu.
E nos dias mais secos,
Os beijos mais molhados quero teus.
Tu foste feito perfeito pra mim,
E desde ontem, meu bem, meu amor por ti cresceu.
Aug 25, 2012
Aug 25, 2012 at 9:25 PM UTC
Cai-me o silêncio na
mente, uma
mescla de nostalgia e solidão
invade-me a alma, vozes silenciosas
em vão suplicam o perdão. Corpos acorrentados
à r e a l i d a d e , olhos molhados de lágrimas
perdidas, tormento e ódio, amor, perdão.
Na vigília da noite uma luz ténue surge
lá no fundo, gestos provocantes pairam na silhueta
do mundo, ventos tempestuosos derrotam
quimeras distantes, hoje pintadas de c i n z e n t o .
Sociedade imunda, profanada por cultos ignorantes
que hoje se abrigam sob um manto de fantasias
enubladas. Águas mansas de um lago, onde cisnes se
banham, águas de lágrimas vertidas
pelos tempos. Ouço tua voz na brisa
dos pinhais, onde minha alma vagueia... porquê?
Mar 17, 2014
Mar 17, 2014 at 7:33 PM UTC