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"menino" poems
Nossa Senhora da Aparecida Na noite te pedi inspiração, Divulgar teu nome e devoção. As correntes do escravo Zacarias, Velas apagadas Tu acendias. A corrente to rio era muito forte, O menino Tu livraste da morte. Aqui em Castanheiro do Norte, Te pedimos pão e sorte. A fé em Deus, ele é amor, Olhai para as vinhas do Senhor, Ao Jorge e á D. Anita, Agradecemos a festa bonita. Victor Marques
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Nov 16, 2011
Nov 16, 2011 at 11:18 AM UTC
Nossa Senhora da Aparecida
A treze de Maio A fé de milhares de peregrinos, Oram ao Deus menino. O aroma das rosas, flores benditas, Deus nos honra com suas visitas. Em prece suplicante, Passam nos locais sagrados, O caminho nunca é fatigante, Quando os passos são compassados. Cânticos suaves, hinos de amor, Todos em seu redor, Virgem Maria, nossa Mãe! Teu regaço é feito de bem. A treze de Maio apareceu um dia, Vistosa, brilhante nossa Mãe Maria. As giestas já estavam floridas, Francisco e Lúcia colhiam as preferidas. Victor Marques
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Oct 26, 2010
Oct 26, 2010 at 10:09 AM UTC
A treze de Maio
Sou eu …. Caminhando por entre vales sonolentos, Penedos com mil encantos, Sobreiros abençoados, amores bem-amados, Fontes de tesouros abandonados…. Sou eu… Me vejo imortal nas papelarias feito postal, Imagino ser sempre menino, Cantar na escola o mesmo Hino, O hino sublime de Portugal. Sou eu… Que pernoito ao luar sem contas para dar, Me enalteço com vitórias e derrotas, Vejo coisas vivas quase mortas, Sentimento ímpar de um olhar. Sou eu… Nascido numa terra que seu rio sempre vai amar, Nevoeiro que se envaidece sem falar, Amor de um amor que me quer sempre bajular, Sou eu e meu fado por cantar… Victor Marques
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Apr 22, 2014
Apr 22, 2014 at 8:37 AM UTC
Sou eu .... mais eu
Aprendo a ser eu Aprendi a ser menino contigo, A Contemplar teu sorriso. Emoção serena e descontrolada, Regaço de uma bela fada. Aprendi a sonhar de novo, Não via a cor do céu, Nuvens e branco véu, Flores e rosas, Papoilas vaidosas. Sentir o olhar complexo, Vasos com personagens ausentes, Ateus de mãos dadas com crentes, Prosa da vida sem nexo, Aprendi a ter afecto. Cordiais Cumprimentos. Victor Marques
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Jan 1, 2011
Jan 1, 2011 at 10:20 AM UTC
Aprendi a ser eu
O Douro na sua plenitude Quando me levantei, senti aquele sentido odor de uma linda manhã de primavera.  Os pintassilgos entoavam uma melodia que me ajudou a encarar o dia com mais serenidade e  encanto.  Olhei para este meu horizonte que se estende num infinito lonquinquo que parece estar ali para ser sempre contemplado e amado.        Que Douro sublime excelso de ser pintado por expressionistas e cantado em versos pelos nossos poetas que não deixam de o servir e o idolatrar.  Desde menino que eu ganhei uma consciência duriense que nem com a morte ninguém ma irá roubar.  Não me canso de tentar perceber o xisto em harmonia,  complexo e eternizado com estes lindos muros que parecem até nem serem feitos por pedreiros terrenos mas sim por anjos do bom Deus que por aqui quis passar. Casebres abandonados e fornos de secar os figos continuam na paisagem duriense vivos e ao mesmo tempo parecem sepultados para sempre no cemitério dum rio  Douro que se embala num Rabelo de outrora.         As videiras imponentes parecem ressuscitar todos os anos pela altura da Páscoa.  Que beleza sentir e amar um Deus vivo que  bebeu o vinho para nos mostrar seu amor e assim dignificar todos aqueles que se dedicam a tão nobre tarefa. Toda a vegetação duriense exala perfume,  permitindo ao homem encontrar aqui um paraíso terreno e ao mesmo tempo um purgatório disperso nos patamares onde vinhas, oliveiras, amendoeiras, figueiras, laranjeiras,  sobreiros, torgas e giestas coabitam.   Quem fala do Douro sublime não pode deixar de olhar para os rostos de suas gentes. Parece até que  não sabem amar mais nada, nem mais nada fazer. ... Um saber acumulado de gerações é um legado de arte de bem-fazer vinho aliado a novas técnicas utilizadas por enólogos sedentos de fazerem dos vinhos do Douro os melhores do mundo.         O Douro corre sem correrias. É meigo com seu leito. As vinhas bebem suavemente de suas águas doces.  Nós que aprendemos com o brilho do pôr-do-sol, que parece um verniz de esmalte que conforta crentes e não crentes. O Douro que é de oiro está de deleite, de quarentena para nos ajudar a viver e a estar sempre perto da margem para embarcar na barca dum destino já traçado. Victor Marques
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Apr 10, 2014
Apr 10, 2014 at 8:31 AM UTC
Douro Sublime
O Douro na sua plenitude Quando me levantei, senti aquele sentido odor de uma linda manhã de primavera.  Os pintassilgos entoavam uma melodia que me ajudou a encarar o dia com mais serenidade e  encanto.  Olhei para este meu horizonte que se estende num infinito lonquinquo que parece estar ali para ser sempre contemplado e amado.        Que Douro sublime excelso de ser pintado por expressionistas e cantado em versos pelos nossos poetas que não deixam de o servir e o idolatrar.  Desde menino que eu ganhei uma consciência duriense que nem com a morte ninguém ma irá roubar.  Não me canso de tentar perceber o xisto em harmonia,  complexo e eternizado com estes lindos muros que parecem até nem serem feitos por pedreiros terrenos mas sim por anjos do bom Deus que por aqui quis passar. Casebres abandonados e fornos de secar os figos continuam na paisagem duriense vivos e ao mesmo tempo parecem sepultados para sempre no cemitério dum rio  Douro que se embala num Rabelo de outrora.         As videiras imponentes parecem ressuscitar todos os anos pela altura da Páscoa.  Que beleza sentir e amar um Deus vivo que  bebeu o vinho para nos mostrar seu amor e assim dignificar todos aqueles que se dedicam a tão nobre tarefa. Toda a vegetação duriense exala perfume,  permitindo ao homem encontrar aqui um paraíso terreno e ao mesmo tempo um purgatório disperso nos patamares onde vinhas, oliveiras, amendoeiras, figueiras, laranjeiras,  sobreiros, torgas e giestas coabitam.   Quem fala do Douro sublime não pode deixar de olhar para os rostos de suas gentes. Parece até que  não sabem amar mais nada, nem mais nada fazer. ... Um saber acumulado de gerações é um legado de arte de bem-fazer vinho aliado a novas técnicas utilizadas por enólogos sedentos de fazerem dos vinhos do Douro os melhores do mundo.         O Douro corre sem correrias. É meigo com seu leito. As vinhas bebem suavemente de suas águas doces.  Nós que aprendemos com o brilho do pôr-do-sol, que parece um verniz de esmalte que conforta crentes e não crentes. O Douro que é de oiro está de deleite, de quarentena para nos ajudar a viver e a estar sempre perto da margem para embarcar na barca dum destino já traçado. Victor Marques
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Amor meu que só tu sentiste, Infância rude e atribulada. Arca de Noé naufragada, Ambições dum menino triste. Viagens que se perdem num labirinto, maltratado pelas ocas canseiras. Aventuras passageiras, Coisas que eu sinto. Trago na alma uma acesa chama, Areias que o sol não queimou, Mares que sua brancura o vento lavou, Sinónimo de quem ama. Victor Marques
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Oct 19, 2010
Oct 19, 2010 at 9:47 AM UTC
Mares que a sua brancura o vento levou.
Deus meu me incitas, Louvor de quem felicitas. As plantas, o mar, a terra, o homem sempre só. Sentimentos de amor. piedade e dó. Deus terno me envolves, Problemas tu resolves. As constelações, o ressuscitar de novo, Apagas o lume sem ver o fogo. Deus nosso lunar, Verbo conjugado ...amar! As dunas com ou sem areia, Sentir o amor pela sereia. Deus homem, Deus menino! A vida é como um hino... Deus meu Deus da vida e dos amores, Mares, terra e lindas flores. Victor Marques
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Dec 12, 2009
Dec 12, 2009 at 6:46 AM UTC
Meu Deus....
Um grande amor nunca morre Um grande amor não pode morrer, Não pode fechar o livro sem ler…! O vento é por vezes altivo, Com este amor eu sempre vivo. O amor gosta do orvalho de madrugada, Com sua janela aberta, fechada? Os lugares boa lembrança sempre te mostrarão, O grande amor também vive de solidão. Não dorme sempre em teu leito, Pode até ser teu par perfeito? Estradas sinuosas por vezes num só caminho, Sorriso que se sente em menino… Um grande amor gosta de ver a lua, Ser verdade minha e sua, A tristeza nos mutila e invade, Amor que nunca acabe… Victor Marques
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Nov 5, 2012
Nov 5, 2012 at 11:49 AM UTC
Um grande amor nunca morre
Primavera que acordas vinhedos adormecidos Hoje fiz uma promessa a mim mesmo que seria escrever para ti: Primavera! Desde menino que me encantas, me envolves, me rejuvenesces…Sim, és tu Primavera que me acordas de sonos bem ou mal dormidos. Com os crescer dos dias parece que tudo cresce de uma forma descontrolada e um infindável colorido permanece aos olhos de quem te acolhe e enaltece. Sim, só poderias ser tu a bendizer todas as rosas campestres que por ti anseiam para comunicar e nos fazer sentir odores, por vezes já esquecidos. Os jardins se enfeitam com violetas, lírios, hortênsias. Os charcos ficam mais esverdeados e alegres, pois as rãs têm mais tempo para cantar. Primavera abençoada que acordas vinhedos durienses adormecidos, que aqueces rio Douro e Tua. Amendoeiras em flor brancas e puras que acolhem abelhas que procuram alimento param se saciar. Nos campos é imensa a alegria de semear sementes que servirão de alimento para tantos seres que não compreendem o poder de nascimento contínuo que existe em todas as Primaveras. Parece que tudo está com disposição de despertar… Parece que tudo ressuscita, que tudo nasce, que tudo vive com maior apego e sintonia com o Deus Criador. Por tudo isto queria também eu ser uma Primavera excelsa e porque não celestial aos olhos de quem nunca teve ou sentiu uma Primavera. Victor Marques
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Feb 24, 2015
Feb 24, 2015 at 8:44 AM UTC
Primavera que despertas
Vivemos num sono profundo Os rios correm sem parar, As estrelas enlaçadas no luar. Ser comum de viver vagabundo, Embriagado num sono profundo. As montanhas inertes, transformadas, Arvores mal tratadas. Borboletas que poisam sobre as flores, Riachos sem rouxinóis reprodutores. Joio e as belas searas aloiradas, Uvas e suas lagaradas. Alegria e tristeza neste mundo controverso, Caminhar num caminho incerto. Estalar de dedos sobre sobreirais do destino, Vaguear nos sonhos de menino… As ervas daninhas e as grandes constelações, Me adormecem com um sono de ilusões. Victor Marques
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Oct 10, 2013
Oct 10, 2013 at 9:02 AM UTC
Vivemos num sono profundo
Recorda o que de bom viveste.... Comecei por fazer um pequena viagem ao reino do meu ser...tentei neste grande trajecto descobrir as afinidades e singularidades do meu ser. Nesta viagem ímpar e impiedosamente sincera terá um relevo especial tudo o que me toca e apaixona de uma forma continua e desmesuradamente bela. Como não poderia deixar de ser, esta minha viagem completa um percurso começado há muitos anos. Num pequena aldeia de Carrazeda de Ansiães, Castanheiro do Norte nasci para gáudio de meus progenitores. Durante anos fui um menino feliz jogando pião, bola de trapos, usei socos de pau duro, livros, estudei,escrevi muita poesia e sempre olhei para aquele horizonte tão belo que desde o primeiro dia me apaixonou. Aprendi a gostar dos nossos, vinhedos, olivais,montes de sobreiros, torgas , giestas, zimbros. Fazia caminhadas com meus amigos do **** masculino e íamos todos felizes tomar banho ao rio Tua, passando pelo Gavião e descobrindo sempre e sempre uma beleza intimamente rejuvenescedora . As coisas simplesmente belas estavam ali sem querer contrapartidas, para serem simplesmente observadas por quem as queria sempre ver... Nesta viagem existe sempre a vontade de regressar, de olhar para tudo que aqui temos com mestria, carinho e porque não com amor eterno. As pessoas que se encontram nesta viagem nos ensinam a viajar com cuidado, com sabedoria, com uma leveza de seres excepcionais que procuram nesta vida uma felicidade ligada ao meio envolvente de suas terras, de seus lugares preferidos que perduram nas suas mentes. Um abraço amigo. Victor Marques
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Jan 7, 2016
Jan 7, 2016 at 11:24 AM UTC
RECORDA O QUE TIVESTE DE BOM
Recorda o que de bom viveste.... Comecei por fazer um pequena viagem ao reino do meu ser...tentei neste grande trajecto descobrir as afinidades e singularidades do meu ser. Nesta viagem ímpar e impiedosamente sincera terá um relevo especial tudo o que me toca e apaixona de uma forma continua e desmesuradamente bela. Como não poderia deixar de ser, esta minha viagem completa um percurso começado há muitos anos. Num pequena aldeia de Carrazeda de Ansiães, Castanheiro do Norte nasci para gáudio de meus progenitores. Durante anos fui um menino feliz jogando pião, bola de trapos, usei socos de pau duro, livros, estudei,escrevi muita poesia e sempre olhei para aquele horizonte tão belo que desde o primeiro dia me apaixonou. Aprendi a gostar dos nossos, vinhedos, olivais,montes de sobreiros, torgas , giestas, zimbros. Fazia caminhadas com meus amigos do **** masculino e íamos todos felizes tomar banho ao rio Tua, passando pelo Gavião e descobrindo sempre e sempre uma beleza intimamente rejuvenescedora . As coisas simplesmente belas estavam ali sem querer contrapartidas, para serem simplesmente observadas por quem as queria sempre ver... Nesta viagem existe sempre a vontade de regressar, de olhar para tudo que aqui temos com mestria, carinho e porque não com amor eterno. As pessoas que se encontram nesta viagem nos ensinam a viajar com cuidado, com sabedoria, com uma leveza de seres excepcionais que procuram nesta vida uma felicidade ligada ao meio envolvente de suas terras, de seus lugares preferidos que perduram nas suas mentes. Um abraço amigo. Victor Marques
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Minha Terra Nasci em entre fontes e montes, Nasceu o filho dos vinhedos, Nasci sem saber, Nasci para viver… Meus horizontes dourados, Caminhos pisados, Saudade incontida, Nasço com vida. Lágrimas que chorei, Tristeza que abalou, Nasci nem sei, Terrinha minha Transmontana, Onde a sinceridade nada ganha. Aqui o sol se põe distante, O calor é sufocante, Nasci menino, fiz me gente, Sou feliz, estou radiante. Victor Marques
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Jun 29, 2010
Jun 29, 2010 at 1:01 AM UTC
Minha Terra
O bom ladrão da aldeia Seus pais embriagados estão, Felicidade nunca tida, Olhos de solidão incontida, Despedaçou meu coração. Partes vidros da janela, Dormirias em qualquer cela, Poderias matar e ser assassino, Carinho que não tiveste em menino. Arrombarias portas sem saber porquê? Tens a falsa e estranha sensação, De sentar num sofá e ver televisão, Carinho e amor que Deus te dê… Cordiais Cumprimentos Victor Marques Lavandeira, 28 de Junho de 1991
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Sep 3, 2013
Sep 3, 2013 at 12:17 PM UTC
O bom ladrão da aldeia
Miki Féher Olho para o céu do Deus Infinito, Sorriso do menino com amor. Povo magiar e vermelha dor, Povos sem raça e com a mesma cor. Miki Féher este foi o teu grito… Sucumbiste for força dum apito, Deixaste o mundo sofredor. Tua juventude terna e grata, Sem ouro nem prata. Nosso Deus não maltrata, Empolgaste multidões, Para sempre em nossos corações… O nosso Deus te dá sossego no paraíso, Pois para se tornar a viver, morrer é preciso! O Benfica canta teu sublime fado, Pois o destino estava traçado. Cordiais Cumprimentos Victor Marques 28 de Janeiro 2004
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Sep 3, 2013
Sep 3, 2013 at 8:06 AM UTC
Miki Féher
Meu Deus Deus meu me incitas, Com cara feia ou bonita. As plantas, o céu e o homem só, Neve em cima de um trenó. Deus do nada e de ninguém, Do amor e do além. O uivar do lobo, Ardente e com fogo. Deus sempre lunar, Da terra e do mar, Dunas e areias, Peixes e sereias. Deus real e também menino, Feito celestial e divino, Deus da vida e das flores, Deus de todos os amores. Victor Marques
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Oct 31, 2012
Oct 31, 2012 at 11:44 AM UTC
Meus Deus
Meu Deus Deus meu me incitas, Com cara feia ou bonita. As plantas, o céu e o homem só, Neve em cima de um trenó. Deus do nada e de ninguém, Do amor e do além. O uivar do lobo, Ardente e com fogo. Deus sempre lunar, Da terra e do mar, Dunas e areias, Peixes e sereias. Deus real e também menino, Feito celestial e divino, Deus da vida e das flores, Deus de todos os amores. Victor Marques
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Oct 31, 2012
Oct 31, 2012 at 11:09 AM UTC
Meu Deus
De onde vens, ó andarilho? Já não me lembro... A tempos caminho por esta estrada Mas não sei de onde vim E para onde ela segue? Também isso não sei, simplesmente continuo a caminhar... Se me perguntas, acaso saberias o destino? Venho da direção oposta à tua E assim como tu, me esqueci de onde parti Havia um menino Que gostava de construir castelos de areia Cada vez que construía O vento soprava forte e desmoronava um pedaço de si Até que um dia restou apenas... Areia Havia outro menino Que gostava de destruir castelos de areia Cada vez que destruía Um pedaço de si mesmo também desmoronava Até que um dia restou apenas... Areia Vagavam então pelo deserto que eles mesmos construiram O Sol escaldante era como a sombra A mais profunda e obscura sombra Que queimava seus corações e lhes cegava os olhos Cegos e perdidos nas areias do esquecimento Ao fim eram como um só Caminhando em direções opostas Carregando o mesmo destino
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Dec 31, 2016
Dec 31, 2016 at 12:19 PM UTC
Castelos de Areia
Nasceste para alegria de todos nos, tiveste amor e foste querido por pais, amigos e avós. Que Deus sublime te envolva em Branco véu, E te leve direitinho ao céu. Como um monge franciscano , Gosto da natureza, Amo a DEUS com pureza , Desde menino. Em ti tive o exemplo de colher o que e semeado, Deus e o mundo seja louvado... A Tua lareira era tua companhia, Partiste da noite para o dia, Que tua alma seja vida, Ressurreição e amor, Entraste no paraíso, Estas com Deus Nosso Senhor... Fazias a poda com amor imaculado, Eras um ser humano sensato e com sabedoria, Ficaste na nossa memoria viva e sem passado, Amaste quem te visitava e conhecia, Foste querido e amado. Victor Marques
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Feb 2, 2021
Feb 2, 2021 at 7:11 AM UTC
DEUS ETERNO TE ACOLHA
Pareço estar destinado a um simples olhar, Com pureza singela que quis encontrar, Sem defesa para resistir a este fascínio, Que me faz ser homem e menino. A alma de outro ser me parece visitar, E comigo muito gostar de estar. A minha mente parece ser lida com verdade, Intuitivamente num tempo sem idade. Coisas boas são agora lembradas, Com propósitos, mas sem serem reveladas, Avassaladoras parecem até ser, Coisas que o mundo não pode perceber. Borboletas querem sempre aparecer, Com sol ou quando está a chover. O universo nos dá flores para contemplar, E nossa alma quer juntar. Victor Marques
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Jun 21, 2022
Jun 21, 2022 at 11:40 AM UTC
Alma de outro ser que parece me visitar
A ETERNIDADE ESTÁ SEMPRE À NOSSA ESPERA. As estrelas escrevem sempre que o sol se deita, Eu sinto a natureza que me rodeia e me deixa mais feliz... Que sinfonia com ruídos e tantos sons que na minha memória ficam... Aqui estou eu aplaudindo aquilo que muitos se esqueçam de bendizer. Velinhas acesas que Santo António veneram e a mim dão vida... Que tormento medonho se encaixa no amor que tenho por Deus amor, eterno, fraterno. Rei e sempre Senhor. Aqui estou eu sentado e deliciado com a bela orquestra que toca a mais linda balada quando morrer. Na inspiração que me rodeia e de quem sabe compreender o amor que se tem pelo pelo anoitecer e amanhecer me consagro a Deus que me nos ama sem nos dizer.... Mas a vida é assim amiga e também agridoce como plantas silvestres que continuarão a nascer. A Deus antes de dormir no travesseiro me confesso como um menino que quer água sem sede para beber.. Victor Marques P. S DEDICADO A TODOS OS MEUS AMIGOS QUE FALECERAM COM ESTA TERRÍVEL DOENÇA COVID-19. Abraço amigo.
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Feb 1, 2021
Feb 1, 2021 at 8:48 AM UTC
A ETERNIDADE