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"magoa" poems
A caída do tempo esmera-se no cuidado Sonho que em câmara lenta a minha alma não se magoa e a mágoa não se torna superior à vontade de viver Por fim, desisto Não acredito mais nas palavras que digo Não tenho já certeza se vivo a sonhar Ou se simplesmente gosto de me arrastar por entre a multidão A sorrir, a mentir Disseram-me um dia que partiria, sim Mas que sozinha não iria a nenhures Verdade Tenho uma constante obsessão amarrada à perna E cada passo que dou sinto a tonelada desse vazio E os dois metro que ando entre o chão e o chão São quilómetros na vida real Que irreal 'e Sinto a pedras na descida, mas não me magoam São menos duras que a armadura que me venderam E pregada esta já ao corpo está Nada sinto Nada quero sentir Apenas jazo no poder do iniquo Que diz-se Mundo Que digo Inferno O amor que tenho por vos faz-me ir devagar Mas a raiva que sinto do estrume que sois Apressa-me na descida Sinto que equivocada estou com o Mundo que não me quer E sei que ao rápido descer, rápido vou saber Onde o futuro me leva Me carrega O medo que tenho de me trazer ao inicio do Tempo 'e muito Mas o pavor de so nascer uma vez corroí-me os tímpanos. Partem todos os que amo e vejo-os ao longe Imagino se perto estivessem Não conseguiria respirar o pouco ar que tenho E se choro e agonizo 'e por este amor que me queria grande e forte Mas que fraca me pôs no chão Não julgarei ninguém ao querer cair A paisagem 'e bonita e ao longe desfocada fica Sentimos a analgesia de não se ser ninguém Vem devagar, não me apresses o timbre Afinal acredito em mim, acho que sempre acreditei Apenas estava apagada na tua sombra Que em cativeiro me deixava a alma Amei-te como o Amor sente Amo-te como a dor ama E embora me empurres para baixo da ribanceira Sorrio e minto Para te ver feliz em cima da minha cabeça Como sempre estiveste Como sempre te deixei estar.
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Jul 7, 2012
Jul 7, 2012 at 9:03 PM UTC
Re
A caída do tempo esmera-se no cuidado Sonho que em câmara lenta a minha alma não se magoa e a mágoa não se torna superior à vontade de viver Por fim, desisto Não acredito mais nas palavras que digo Não tenho já certeza se vivo a sonhar Ou se simplesmente gosto de me arrastar por entre a multidão A sorrir, a mentir Disseram-me um dia que partiria, sim Mas que sozinha não iria a nenhures Verdade Tenho uma constante obsessão amarrada à perna E cada passo que dou sinto a tonelada desse vazio E os dois metro que ando entre o chão e o chão São quilómetros na vida real Que irreal 'e Sinto a pedras na descida, mas não me magoam São menos duras que a armadura que me venderam E pregada esta já ao corpo está Nada sinto Nada quero sentir Apenas jazo no poder do iniquo Que diz-se Mundo Que digo Inferno O amor que tenho por vos faz-me ir devagar Mas a raiva que sinto do estrume que sois Apressa-me na descida Sinto que equivocada estou com o Mundo que não me quer E sei que ao rápido descer, rápido vou saber Onde o futuro me leva Me carrega O medo que tenho de me trazer ao inicio do Tempo 'e muito Mas o pavor de so nascer uma vez corroí-me os tímpanos. Partem todos os que amo e vejo-os ao longe Imagino se perto estivessem Não conseguiria respirar o pouco ar que tenho E se choro e agonizo 'e por este amor que me queria grande e forte Mas que fraca me pôs no chão Não julgarei ninguém ao querer cair A paisagem 'e bonita e ao longe desfocada fica Sentimos a analgesia de não se ser ninguém Vem devagar, não me apresses o timbre Afinal acredito em mim, acho que sempre acreditei Apenas estava apagada na tua sombra Que em cativeiro me deixava a alma Amei-te como o Amor sente Amo-te como a dor ama E embora me empurres para baixo da ribanceira Sorrio e minto Para te ver feliz em cima da minha cabeça Como sempre estiveste Como sempre te deixei estar.
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O Meu Eu Imperativamente condicionado pelo meu eu, Tempestade arrebatadora de meu imbróglio, Sonetos de Inverno a óleo, Inconstância que não magoa, mas adoeceu. Incansavelmente ser perene, Sustentado com a nostalgia, Navio sem proa nem leme, Rebento de tristeza e alegria. Cortejado em corte divinal, Infortúnio é sempre fatal, Pintura lastimável de um grande pintor, Estigma do meu eu multicolor. Victor Marques
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Jan 17, 2012
Jan 17, 2012 at 12:00 PM UTC
O Meu Eu
You've infested the area with unimaginable metaphors lingering on those dull one liners, and pop cultured influences. This is not the place for your magoa, for your scriptures are bold and bared. I see, the trials in your world of context, but never in the state of livsnjutare
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Aug 12, 2015
Aug 12, 2015 at 8:32 AM UTC
Poppish
Paixões calorosas e ardentes Tudo o que arde acaba por apagar Juras perdidas por estrelas cadentes Será que foi isto que te tive para dar? Um poeta amaldiçoado que outros corrói Ser involuntário da avareza Pois desejo amar aquilo que me destrói Nela não me vejo com clareza Como posso ser alguém Se sem ti nada sou? Sentimentos que novamente me perseguem Assim o lamuriador voltou Sabores desenxabidos Só o sabor salgado das lágrimas para temperar Nesta escuridão não quero esperar Pois sinto que fui sepultado num cemitério de sentimentos perdidos Magoa-me sem dó Pois eu mais nada de ti mereço Assim arranco o meu coração sem apreço E volto a pô-lo na estante novamente a ganhar pó
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Jul 21, 2017
Jul 21, 2017 at 6:26 PM UTC
Paixões
liberta-me do nosso imenso abandono rasgaste-me ao meio para que exista tristeza em todos os lugares onde não estamos onde não existe revolução quando os nossos lábios se tocam não consegues ser sóbrio e por isso não conseguimos ser tu grita o meu nome arde o teu cheiro a única coisa onde não existe dor nós em todo o lado de todas as formas e eu sem ti inteira regressas e sinto calor o mesmo calor de quando chegaste pela primeira vez e será sempre assim quando apareceres querer-te-ei calada sozinha mas a ti magoa-te saber que serei sempre eu o sol que te alumbra a noite
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Jul 3, 2019
Jul 3, 2019 at 1:43 PM UTC
o sol que te alumbra a noite
DEUS, SEUS ANJOS E TODOS OS SANTOS Me levanto com o despertar da vida, Me elevo com todos os odores. Com doçura e sem magoa , Chuva sempre abençoada. Infinito sem principio nem fim, Amor a nosso semelhante. Deus amor sempre presente, Sol que alumia e aquece, Noite do presente, do passado, Sono personalizado. A Vida tanta coisa nos da, Vejo luz e paz, A natureza sempre singular, Protegido em todos os momentos, Vivo com Deus, anjos e Santos . Victor Marques
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Dec 9, 2021
Dec 9, 2021 at 12:22 PM UTC
Deus, Seus anjos e todos os Santos