"lutas" poems
Aking minamahal,
Alam kong 'di mo kayang mahalin
Kahit anong dasal
Hindi kita kayang angkinin
Ikwekwento ko
Ang malubha kong storiya
Pusong nagdugo
Sa maling tao umaasa
Malayo ka man
Ika'y palaging hinihintay
Ika'y inaabangan
Sa tagal, ako na ay sinasaway
Nang magkatinginan tayo
Sa isang programang mahaba
Sige, kinilig ako, oo
Ayon ba ay masama?
Tahimik na tao
Ito ang aking nagustuhan
Kahit 'di romantiko
Hindi ko na yan inaasahan
Ang problemang maliit
Ang lutas ay paglayuin tayo
Sa edad ipinilit
Dahil lang mas bata ako sayo
Pero tinanggap ko
Na mas matanda ka sa akin
Kolehiyo naman siguro, no?
Konting hakbang lang mula sa'min
Ginaganahan pumasok
Lalo na kapag institusyonal
Pinipiggil ko ang antok
Para lang makita ka, mahal
At habang umaasa
Nanonood lang sa malayo
"Sana tumingin siya
Sa direksyon kong malabo"
Palaging tumititig
Dahil ikaw ng inspirasyon ko
Ngunit puso ko'y namitig
Nang malaman ika'y ****
Jan 21, 2018
Jan 21, 2018 at 1:04 PM UTC
na primeira noite eram estranhas.
disformes, distantes, extremamente presentes na sua tão triste ausência.
doeram-me todas as entranhas do corpo. pela memória e pelo presente.
agora, volvidos 3 dias volto a olhá-las.
já consigo olhá-las, auxiliá-las e já não me estão distantes.
agora são companheiras de luta.
algumas lutas mais leais que outras bem se sabe, mas ainda assim resistentes no seu silêncio.
o cheiro já me acolhe e todos os muitos sons que me circundam,
conseguem agora embalar-me e levar-me num sono tranquilo.
estou perto dos 28.
já não sou miúda, agora sei-o e mais sério, sinto-o.
ainda não sei que mulher sou, e como vou crescer a partir daqui.
há vários ajustes, estou muito irrequieta com o que vou fazer.
penso demasiado na pessoa que quero construir a partir daqui. é como se tivesse acabado de nascer mas já a saber falar, andar e pensar
- oh, penso tanto…
tenho de me permitir aprender e cair, chorar aos primeiros dentes.
mas a miúda deixa-me orgulhosa. gostei de ti andreia pequena, feliz, divertida e curiosa.
gostei da tua coragem e da tua força. até do teu nariz empertigado.
choro ao teu enterro, comovida pelo orgulho que te sinto e pelas saudades que me vais trazer.
a tua inocência guarda-la-ei como o meu mais precioso tesouro, e a ela recorrerei quando me vacilar a certeza.
crescer é de uma dureza atroz. o passado vejo-o enevoado, lamacento de muito difícil definição.
no entanto o futuro é um abismo.
dá-me vertigens querer espreitá-lo. mesmo quando coloco apenas os olhos, como se me escondesse dele mesmo. de mim mesma, dessa andreia que serei. como se não quisesse que ela me apanhasse a espiá-la a ver-lhe os movimentos, para que os usasse ou os julgasse de ante mão.
aqui estou, numa cama de hospital. viva e livre de qualquer mal. (mal maior pelo menos). e esta andreia do presente, esta nova-mulher, tem muito medo.
muito medo de falhar, muito medo de não ser tão feliz quanto a miúda foi.
Feb 7, 2013
Feb 7, 2013 at 5:15 AM UTC
leveza de um sorriso
cravado em seus olhos
leveza do nosso amor
da nossa dor
esperança
de tempos distantes
promessas
de amores inacabados
encontro
lutas, duelos
futuro
te encontrar
num futuro inexistente
tristeza
dessa paixão rápida
momentos
únicos e indispensáveis
felicidade
de prever essa loucura
que nos levará
para longe e perto
existir
viver a dor do amor
encontrar
a leveza de seus olhos
perdidos nos meus
sem tempo pra voltar.
Jun 4, 2014
Jun 4, 2014 at 11:53 AM UTC