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"loucura" poems
No rosto leproso da noite, ventos giram cartas como quem não quer nada/ Ou talvez vultos guardam melancolia no quarto branco/ Oh! tão bom beber hálito gelado da lua junto aos antepassados, lá se vão fugidios das estrelas; sete são. Os mais jovens, no rio, colhem cristais & dançam ( ritual veludo puro, sombra azul circula)/ Rápido, múltiplas festas ecoam do infinito, este cínico pastor poda asas feridas; mãos sagradas dos mortos & dos mitos/ Bebemos & cantamos, no colo floresta desnuda/ Neste banquete vermelho, virgens dão o toque úmido & todos os santos saboreiam o útero/ Sob o aconchego do delírio a loucura desfila, santa de todos os dias!
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Feb 28, 2012
Feb 28, 2012 at 4:28 PM UTC
noite
Soterrados locais de nascimento, Por entre as brumas do chorar ficaram Perdidos neste Tempo que não tem espaço Achados no centro do Lodo que encontraram. Espécie de dor ridicularizado ao Poente Loucura mórbida de um Amor quase doente Pisados por uma crença animal Enganados por uma vida que não é real. E aqueles que com uma corda fazem o seu caminho E na árvore penduram a sua alma devagarinho Morte lenta para quem a tem Muito Rápida para quem a vê. E não sabemos nos que também morremos aos poucos A cada dia perdemos um pedaço de carne do Ser Por cada noite gasta um turbilhão de vidas por nascer. E se somos a carne do pobre pensante Achemo-nos dignos de crer na inexistência do senhor Que pensa que nos tem mais que amor Que nos da e tira o fôlego só por crer. E na missa ajoelhados os pobres coitados Rezando cada um para a a sua amargura Filhos de um pai que não os segura Descendentes dos filhos da Terra, mortais. E aos *** elevam os braços por Ele E matam e esfolam os seus irmãos em seu nome E dizem que ele é Amor, e paz, e compaixão E por pecarem e errarem pedem perdão. E esta vida a que condenados somos Sem pedirmos o nascer nem o morrer Vamos todos em fila para a câmara ardente Não vendo nunca o nosso expoente. Procuramos o eterno sentir e o poder Não sabendo realmente o que é viver E a cada fôlego perdemos as forças E a esperança num futuro sossega-nos a morte. E para aqueles que iluminado esta o caminho A morte é mais rápida que o dia A luz mostra a direcção a tomar E o sentido da rua é ficar sem Ar. Definhar.
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Jul 7, 2012
Jul 7, 2012 at 9:07 PM UTC
Definhar
Soterrados locais de nascimento, Por entre as brumas do chorar ficaram Perdidos neste Tempo que não tem espaço Achados no centro do Lodo que encontraram. Espécie de dor ridicularizado ao Poente Loucura mórbida de um Amor quase doente Pisados por uma crença animal Enganados por uma vida que não é real. E aqueles que com uma corda fazem o seu caminho E na árvore penduram a sua alma devagarinho Morte lenta para quem a tem Muito Rápida para quem a vê. E não sabemos nos que também morremos aos poucos A cada dia perdemos um pedaço de carne do Ser Por cada noite gasta um turbilhão de vidas por nascer. E se somos a carne do pobre pensante Achemo-nos dignos de crer na inexistência do senhor Que pensa que nos tem mais que amor Que nos da e tira o fôlego só por crer. E na missa ajoelhados os pobres coitados Rezando cada um para a a sua amargura Filhos de um pai que não os segura Descendentes dos filhos da Terra, mortais. E aos *** elevam os braços por Ele E matam e esfolam os seus irmãos em seu nome E dizem que ele é Amor, e paz, e compaixão E por pecarem e errarem pedem perdão. E esta vida a que condenados somos Sem pedirmos o nascer nem o morrer Vamos todos em fila para a câmara ardente Não vendo nunca o nosso expoente. Procuramos o eterno sentir e o poder Não sabendo realmente o que é viver E a cada fôlego perdemos as forças E a esperança num futuro sossega-nos a morte. E para aqueles que iluminado esta o caminho A morte é mais rápida que o dia A luz mostra a direcção a tomar E o sentido da rua é ficar sem Ar. Definhar.
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Fecha-se assim hoje mesmo, uma etapa longa e dura, E agora sim, estou absolutamente são e convicto nos dizeres, Compreendo toda esta longa etapa, até esta arquitectura Não parei nem desisti, estou aqui para comigo viveres! Preocupei-me cedo em ser puro, não com o não ser duro, Meus gestos e minhas acções, são neutras e consequentes, Penetrar no intimo das questões, levou-me ao cremadouro, Não julgo gentes, nem compro amizades, das conscientes! De que agora tenho ou não tenho saudades e recordações, São dos carinhos destas gentes que são o que eu sentia, Nas longas viagens me perdia de saudade e desvanecia, Mas sempre as forças, na tortura, me levaram as ilusões! Como tantos e outros jovens, jogando nesta vida de loucura, Tantas vezes por eles e outras quantas por mim, eu aprendi, Vi, suei e chorei, por tudo que passei e eu nunca me prendi, Segurei sempre firme, o touro nos seus cornos, na aventura! Propus-me porém a arriscar valores de gentes menos crentes, Quando o mestre e sábio pai, me dizia olhando eu minha mãe, Sempre esperaram para ver o que eu via, e preocupações além, E ao encontro de tudo que diziam, eu fazia as asneiras constantes! Eis que um dia, chorei de dor e o calor do lar, que nunca me abandonou, Me trouxe de novo nas origens e aqui encontrei os valores, que bisquei, Aposto-os agora a cada dia, quando a ti, também te encontrei, o amor começou, Tudo que diziam meus pais e eu afirmava como inexistente, agora, mel, petisquei! Autor: António Benigno Código de autor: 2013.08.30.02.18
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Aug 30, 2013
Aug 30, 2013 at 5:56 AM UTC
Transparente, puro e cristalino
Fecha-se assim hoje mesmo, uma etapa longa e dura, E agora sim, estou absolutamente são e convicto nos dizeres, Compreendo toda esta longa etapa, até esta arquitectura Não parei nem desisti, estou aqui para comigo viveres! Preocupei-me cedo em ser puro, não com o não ser duro, Meus gestos e minhas acções, são neutras e consequentes, Penetrar no intimo das questões, levou-me ao cremadouro, Não julgo gentes, nem compro amizades, das conscientes! De que agora tenho ou não tenho saudades e recordações, São dos carinhos destas gentes que são o que eu sentia, Nas longas viagens me perdia de saudade e desvanecia, Mas sempre as forças, na tortura, me levaram as ilusões! Como tantos e outros jovens, jogando nesta vida de loucura, Tantas vezes por eles e outras quantas por mim, eu aprendi, Vi, suei e chorei, por tudo que passei e eu nunca me prendi, Segurei sempre firme, o touro nos seus cornos, na aventura! Propus-me porém a arriscar valores de gentes menos crentes, Quando o mestre e sábio pai, me dizia olhando eu minha mãe, Sempre esperaram para ver o que eu via, e preocupações além, E ao encontro de tudo que diziam, eu fazia as asneiras constantes! Eis que um dia, chorei de dor e o calor do lar, que nunca me abandonou, Me trouxe de novo nas origens e aqui encontrei os valores, que bisquei, Aposto-os agora a cada dia, quando a ti, também te encontrei, o amor começou, Tudo que diziam meus pais e eu afirmava como inexistente, agora, mel, petisquei! Autor: António Benigno Código de autor: 2013.08.30.02.18
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Um terceiro terço livrado de fúria e de autoridade, Um homem duro bêbado e por demais vadio, Procurando na noite prazeres de um defunto, Sem vida, nem espaço para entrar em outra vida! Se eu fosse assim escuro perdido pelos vícios, E se eu me esquecesse mesmo, que eras mulher, Procurasse nesses rabos oferecidos de saia, Prazer, loucura, hábitos de gente vadia! Se me pintasse de vida, e me vestisse de Gay, Mostrando fantasias de pouco valor, Coisas que mesmo feitas, eram coisas de contentor, Seria eu assim Homem de mais esplendor? Porque não posso ser eu assim, roto por fora, E dentro ter o meu maior tesouro, partilhando-to, Cheiro de verdades, carinhos e cimentados valores! Porque não podes ouvir a experiencia, que nunca te enganou! Querer fluir pensamentos alcoolizados, de uma vida sem fé, Sem alimento quarente algum, que permanece duradouramente? Nem tu sabes, nem eu entendo o porquê de não teres esperança, Porque duvidas-te de mim se só te contei verdades confirmadas! Autor: António Benigno Dedico este poema à vida de merda da gente que está perdida.
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Aug 31, 2013
Aug 31, 2013 at 5:00 AM UTC
Se eu fosse indiscreto?
"Esboços de rostos duvidosos. Levanta o mestre: - O amor é excêntrico, faz-nos exasperar a loucura, e infiltra-se em meio a alma pura, faz gostosuras a cada menção! Não faço-me incréu frente ao amor. Ele é fronstispício judicante de nossos erros. E nem a própria sorte o pode interrogar. O amor é cego? Faceta da mentira. O amor é ver demais, é demasiada plenitude. O amor é predador praticante de cada força, e nem em quinhentas poesias bardas, em resmas, poderão o definir. O amor é um requerimento mútuo, que pode ser negado ou negar-se, renegar-se, resgatar-se. Resguarda-o, que ele é obtentor da sua obstinação. Por obséquio resguarde-o com temor, faz do veneno, pudor, encorajador, amante selador. Não o deixa obumbrar o teu bater. Aja de boa fé perante o amor, não banze-o demais, procurando até ofegar. Deixe que venha, deixe chegar. O amor é canurdo de desejo, carpir e resistir não te emancipará. Chulo! Deixa o amor florescer, sem temer, arremessar suas fraquezas. É chorado mas é valido, é gotejado de estranhezas. Um estrangeiro nobre no território do teu estofo e frágil coração. Mas o amor também é vidraça, se não o cuidas, o tempo passa, e cada trinca é o mais ínfimo da solidão."
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Oct 5, 2012
Oct 5, 2012 at 10:39 PM UTC
Corte de Nautas III
A vida das videiras As videiras com sua brandura, O azul do céu sem loucura. A monotonia sempre presente, A ousadia de um penar ausente. Vida das videiras entrelaçadas, Suas uvas, seus rebentos … Preciosos e ternos momentos, Saudade das lagaradas. O ser humano no infortúnio, na graça, O bago da vida que te abraça, O xisto, o sol, vide sucinta e bela, Pintores com sua tela. As videiras de mãos dadas, Horizontes em eterna harmonia, Poemas da vida de videiras bem-amadas, Vinho do amor, da vida, da tua alegria. Victor Marques
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Apr 8, 2013
Apr 8, 2013 at 4:33 AM UTC
A vida das videiras
O sorriso se deita comigo, Tu és meu abrigo. Sem fome, frio ou calor, Deixa falar o amor. As nuvens pairam no ar, Te beijar com o meu olhar. As imagens cheias de ternura, Amor com leveza e loucura As ondas do mar distante, Amar mesmo estando ausente. Olha a lua que parece toda cheia, Uiva o lobo para sua alcateia. Victor Marques
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Mar 24, 2015
Mar 24, 2015 at 8:26 AM UTC
Te amar hoje e sempre
De que cor sopra hoje o teu vento e que sol o faz voar, Quais os caprichos do teu tempo que desdenham ao luar, Qual a cor das tuas pétalas que ao rubro quero provar, Um sabor e uma lembrança pra sempre eu vou recordar! Foi no brilho dos teus olhos e na tristeza do teu olhar, Foi as formas da tua face que me acolheram o despertar, Tantas outras tantas de voltas eu te quero a ti reencontrar, Provar de novo os teus beijos doces e me poder deliciar! Ouro fino cor de cetim para te cobrir e levar ao pé do mar, Jogar na areia todas as lembranças e poder ali te abraçar, Dar um aperto louco, quente e mouco no silêncio a te amar, Viver de novos todas as caricias dadas e poder fervilhar! Como eu voou de novo nos meus sonhos a te ver voar, Como me entrego na loucura que se apoderou como colar, Me dá voltas nas voltas mas me segura não vai estrangular, É preciso apenas acreditar que nada foi em vão e vai voltar! As saudades frescas a vontade mais forte de te vir a poder amar, Sejam esses os caminhos de dois seres que acreditaram nesse amar, Uma febre fresca, um alívio doce, um jeito sem força, apenas te amar! Autor: António Benigno Pelos caminhos do tempo pelas vontades do vento apenas gestos e palavras certas!
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Aug 31, 2013
Aug 31, 2013 at 5:02 AM UTC
Se hoje o céu é cinzento
Carrego nos olhos o peso do vazio A infinidade de possibilidades não me permite mover-me Se espantas com essa condição? Queres correr e nunca mais voltar? Tens medo da dor e da culpa? Pois que vás, e não voltes Pouco me importa tua dor E sabes que tampouco se importas com a minha Dizes que tens carinho, ou será pena? Não sou miserável, não quero compaixão Dizes que beiro a loucura? Nunca estive tão lúcido! Sim, aquilo vistes em meus olhos é a alma dos homens Se me dizes que não vistes nada É por que de fato estas certa Os homens não tem alma! Quanto ao amor, é certo que ainda te amo e não creio que deixarei de fazê-lo algum dia Mas devo eu ter qualquer ambição quanto a isso? Não é necessário tê-la tal como um objeto Deveras alegraria-me tê-la, e sim, quando chegas muito perto... a ponto de encostar-me, sim, tenho impulsos quase incontroláveis... nada que a distância não resolva. Não me digas o que fazer Não me digas que preciso de ajuda um homem não precisa de ajuda Se estou me destruindo, é porque é o que devo fazer E se um dia, nesses lapsos, eu não voltar saiba que finalmente estarei livre!
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Jan 5, 2014
Jan 5, 2014 at 9:05 PM UTC
Catatonismo
Sonhos são apenas sonhos Um grito ecoa por minha ***** cefálica Bato meus braços como se fossem asas mas sei que jamais poderei voar Olho-me no espelho Olho minha casa, suja, velha e pobre Olho-me no espelho, olho minha casa Olho pela pela janela e vejo a loucura Observo a humanidade e vejo loucos e entre ruas vazias da madrugada e ruas lotadas do dia Ouço música para não ouvir o zumbido barulho E fecho o olhos para sonhar Acordo em um entediado transe pois somente ausente de mim começo a produzir
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Aug 14, 2014
Aug 14, 2014 at 6:28 PM UTC
Cotidiano
lá fora o povo indiferente, está completamente perdido, seguindo de mãos vazias, por um caminho sem sentido. sobre lençóis imaculados, as oferendas da alegria, numa noite tumultuosa, que findou já era dia. seu corpo sofre em loucura, e de coração fora do peito, doce exílio dos espíritos, que no seu corpo vêem deleite. tentando de corpo e alma, vencer a trágica existência, lá vai a megera indiferente. são dois mundos tão diferentes, que uma fina linha separa.
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Aug 24, 2015
Aug 24, 2015 at 3:03 PM UTC
Megera
sombra dissolve n'alma a loucura introjeta inteja, disseca o agridoce halogênico desce pelo caminho errado (empurra) deflora a garganta que guarda a fossa angústia de ser de ver e sentir e pensar... alucina. abandona. não mais quer. estanca a sanidade que nunca tive nem nunca terei nem teria se, e se ta cra ya arco so iris pi na cu so lo? não qual é a diferença?
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Sep 24, 2014
Sep 24, 2014 at 7:26 AM UTC
pó vaginal
Eu seria sínico se dissesse que estava tudo bem! Pois é nada esta bem, eu não estou bem, E dificilmente poderia nesta altura dizer o contrário. Mas é isto, a loucura do incrivelmente desolado. Desolado mas não acabado! E o que agora é assim eu sei que posso mudar! Hora ai está! Vou respirar fundo e UPS … Acordei, afinal estou num sonho concreto, Deixei esse medonho pesadelo muito profundo, Tão fundo que já nem o vejo, já nem sou capaz, De juntar dinheiro, pegar no carro, enche-lo de gasóleo, E perder este meu tempo precioso, par ir visitá-lo! Ganhei! Ganhei uma vida nova, sem compromissos válidos! Enfim! Eu sou livre! Mas eu sou quem ganha com isso, Afinal eu posso fazer o que eu quiser! Ihihih…. Eu deixei de ter que agradar seja a quem for. Ótima ideia esta. Vida eu estou aqui! Autor: António Benigno Código de autor: 2012.02.12.01.02
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Aug 30, 2013
Aug 30, 2013 at 1:56 PM UTC
Como me encontrei
Quando, aos calados tocares, caminha silenciosa, Volvem os ventos, os ardores palpitantes; Tens a noite a contemplar teu semblante, Agora que nas sombras dissipa-te imperiosa, Não te adentras ante tal selva pavorosa; Se é o negrume pelo qual apaixona-te exitante, Cega teus claros olhares dos dias crepitantes, Verás, é certo, a revelação de tuas cerradas pálpebras nebulosas; Por que te insiste a perseverar loucura, Se sabes que nas sombras não encontrarás amplidão? Vinde aos dias, às luzes opalinas da fartura E apenas a voz ressurge: "Tenho em alvas lágrimas, dos dias, a punição Portanto estendo meu destino à errante ventura Pois a luz, tudo ruirá, em lábios amargos de maldição"
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Feb 21, 2018
Feb 21, 2018 at 1:59 AM UTC
Paisagens de Verão - I
Possuído por uma raiva febril segui para lá do abismo maldizendo todo o ser que um dia me fez sofrer. Perdi a fé no homem, perdi a fé no Deus e entreguei todos os meus sonhos nas mãos da megera e fugi para lá dos meus sonhos. Perdi a fé nas orações do homem, nas acções do homem e condenei ao fracasso cada passo desmedido e tresloucado. Odiei. Odiei cada ser que outrora conheci. Fui traído. Condenei os “amigos” que outrora possui. Desisti de procurar a razão. Desacreditei na amizade . . . Desacreditei no amor . . . E desisti! Será loucura odiar a humanidade só porque uma donzela não dançou a valsa da vida contigo?
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Jan 7, 2014
Jan 7, 2014 at 3:15 AM UTC
loucura
leveza de um sorriso cravado em seus olhos leveza do nosso amor da nossa dor esperança de tempos distantes promessas de amores inacabados encontro lutas, duelos futuro te encontrar num futuro inexistente tristeza dessa paixão rápida momentos únicos e indispensáveis felicidade de prever essa loucura que nos levará para longe e perto existir viver a dor do amor encontrar a leveza de seus olhos perdidos nos meus sem tempo pra voltar.
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Jun 4, 2014
Jun 4, 2014 at 11:53 AM UTC
Leveza
Aiiii . . . não sei se é amor ou é loucura, essa força, enfim, que desconheço, amarrou-me a vida à tua vida obscura, e a ti, a ti somente “AMOR” eu peço. O agridoce desta nossa aventura, as delicias que me dás e não mereço, todo este amor com toda a sua loucura, o amor em que vivo e desfaleço. Fazes-me lembrar as negras rosas, que me deixam assim embevecido, inalando o teu aroma delicado. Como que atingido pela seta do cupido, abraço as tuas pétalas maravilhosas, sucumbindo assim ao teu beijo envenenado.
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Jul 24, 2014
Jul 24, 2014 at 5:57 PM UTC
amor gótico
Reparei agora algo existe para além de ti para além do teu ser cadáveres moribundos danças ofegantes rituais procura choro desmaio loucura será que existes ou é pura imaginação talvez um dia reencontro com a lua vontade de amar sim não abstracção em frente uma só finalidade Felicidade.
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Apr 28, 2014
Apr 28, 2014 at 3:27 AM UTC
reparei agora na felicidade
Eu não sei, mas eu sinto que meus pés encontraram um rumo, E esse é meu sinal de partida, Mesmo eu não indo tão longe, Eu vou acabar te deixando pra trás, Mas eu não sei, se mesmo assim, Tudo vai continuar, E eu fiz tanta loucura, pra estar com você, Sem saber, que iria te deixar sem mágoa, Eu fiz tudo que podia ter feito, E acordei preparando minha mala, E acordei deixando me levar, Pelo vento, e pela água do mar.
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Sep 18, 2013
Sep 18, 2013 at 4:41 AM UTC
Untitled
Nasce todos os dias. ... Olha para o ciclo das plantas, Reabre e fecha as feridas mal curadas, Ama o sol, a lua, o encanto de belas fadas! Na ousadia, no amor eterno desligado, No amargo doce do pecado. Nasce por querer, por simpatia, Nasce para o mundo, para o dia... Mas nasce por amor e vezes sem conta, Abre o coração ao mundo que sussurra, Nasce na tristeza, na alegria ou loucura, Esconde e que te mata, o que te tortura, Nasce para o mundo, para a vida, Pois morres com saudade sentida. Mas nasce e torna a nascer, beija por amor, por querer, Nasce para o que te atormenta e consome, Gesticula, apreende , honra teu nome... Mas nasce por amor e sem esquecer, Nasce onde te aprouver e apetecer.... Victor Marques
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Jul 14, 2017
Jul 14, 2017 at 3:49 PM UTC
NASCE TODOS OS DIAS
Vivo num castelo último andar de uma torre janela homens armados com bíblias praguejam e tentam alcançar a cidadela doença fome epidemia bandeiras ensanguentadas hasteadas do portão principal têm içadas o perdão de facto é uma loucura está tudo bem até agora. No alto das colinas crianças estão apenas a uma bala de distância sem abrigo irão desaparecer. Abutres ávidos de mantimentos tentam-se saciar é o fim.
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Jul 20, 2014
Jul 20, 2014 at 4:18 PM UTC
epidemia
Foste minha na cidade negra. No miradouro mais alto beijei a tua nuca Num lago de sereias perdi-me nas tuas coxas Entrelacei os meus dedos nos teus cabelos Oh, perdição! Cabelos suaves que derreteram os meus dedos. Ansiei por ti a casa segundo E cada gota vinda do céu lembrava que não era um sonho. Senti os teus lábios, carnudos, joviais Embriagados de loucura e êxtase Amaste-me Amei-te. Entregaste-te a mim como a lua ao céu nocturno, Quando Apolo correu, desapareceste Fugaz, instantânea, um floco de neve no meio do oceano Arrancaste do meu peito errante juras de amor eterno Num fogo de saudade ardentes que irrompem no meu ser. Não és minha na cidade dourada. Daria o sol, para te ter só de noite.
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Apr 28, 2016
Apr 28, 2016 at 3:24 PM UTC
Cidade(s)
nascimento sentimento sofrimento energia magia poesia amor clamor ardor alvura ternura loucura
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Jul 22, 2015
Jul 22, 2015 at 6:40 AM UTC
Nascimento da Loucura
Na escarpa do monte O piar da loucura Deslize suave Sobre os pântanos O cavaleiro impõe regras Com a ponta da sua adaga E a batalha começa Ao longe Murmúrios de crianças Nas ameias do castelo
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Mar 24, 2014
Mar 24, 2014 at 6:18 PM UTC
desvario
nasce a luz no horizonte, o presente lança um mau olhado. vivo ofuscado, pelo véu constante do discurso libertado, pela devassa loucura que emana dessa essência fria. por meros instantes a felicidade torna-se realidade uma consequência da persistência. e o teu sonho vai ganhar, uma nova forma de estar.
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Aug 4, 2015
Aug 4, 2015 at 5:12 AM UTC
Haja luz