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"levas" poems
O espectro é virtual por trás do vidro vive-se uma vida notícias seguem soltas e o rio desce A correnteza leva levas de burros que berram bobagens bradando incongruências aos seus estilos de vida e o rio desce A turba canta canções de esquecimento que em dias se esgotarão pelo cansaço, pela delonga e o rio desce Solitárias fotografias sorrisos que não riem os olhos e frases bonitas e ideologias baratas e batalhas inúteis e pratos ornados e opiniões passageiras reiteradas, reiteradas, reiteradas e o rio desce Como corpos despidos e livros abertos lê-se por ler fala-se por falar mostra-se pra ser e se é por mostrar e o rio desce
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Aug 27, 2015
Aug 27, 2015 at 12:53 AM UTC
Espectro de uma vida
O Vento que passa por mim leva todo o ar que existe nos meus pulmões. Faz o meu coração parar de tanta tristeza e amargura que carrega, faz com que o meu emocional seja triste e seco. Sem razão nenhuma para me torturar, o Vento continua a fazê-lo, isto fá-lo feliz. Não lhe dói, mas como me dói a mim, é uma alegria. Acho que já estou habituada a esta dor. Fui destinada a tê-la, e agora, mereço-a. Oh meu amor, porque me fazes sofrer tanto, meu querido Vento? Que dor infernal sinto eu por culpa tua, seu bicho horrendo que tanto amo. Por favor, faz com que eu pare de te amar, por favor, por favor. O ar que levas contigo não te chega? Tens que tirar de mim o pouco que falta para me sentir viva e sem remorsos? Oh meu amor, oh meu querido Vento, meu feio e horrendo bicho que mais odeio por te amar. Faz com que pare, por favor, por favor.
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Jul 30, 2013
Jul 30, 2013 at 7:21 PM UTC
Oh, Vento
O Vento que passa por mim leva todo o ar que existe nos meus pulmões. Faz o meu coração parar de tanta tristeza e amargura que carrega, faz com que o meu emocional seja triste e seco. Sem razão nenhuma para me torturar, o Vento continua a fazê-lo, isto fá-lo feliz. Não lhe dói, mas como me dói a mim, é uma alegria. Acho que já estou habituada a esta dor. Fui destinada a tê-la, e agora, mereço-a. Oh meu amor, porque me fazes sofrer tanto, meu querido Vento? Que dor infernal sinto eu por culpa tua, seu bicho horrendo que tanto amo. Por favor, faz com que eu pare de te amar, por favor, por favor. O ar que levas contigo não te chega? Tens que tirar de mim o pouco que falta para me sentir viva e sem remorsos? Oh meu amor, oh meu querido Vento, meu feio e horrendo bicho que mais odeio por te amar. Faz com que pare, por favor, por favor.
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Jul 1, 2014
Jul 1, 2014 at 10:50 PM UTC
Oh, Vento