"iria" poems
My family is dead,
I am the first Dunmer to return.
My Crimson eyes tell stories,
Of my emotions,
My dreams.
I am Iria,
Daughter to the House of Telvani.
My home is now Ash,
And deserted.
The Red mountains destruction,
Left only coals to burn.
As I journey,
To the Frozen lands.
I wonder what's in store,
When I arrive in Skyrim...
Jul 10, 2014
Jul 10, 2014 at 9:40 PM UTC
A caída do tempo esmera-se no cuidado
Sonho que em câmara lenta a minha alma não se magoa
e a mágoa não se torna superior à vontade de viver
Por fim, desisto
Não acredito mais nas palavras que digo
Não tenho já certeza se vivo a sonhar
Ou se simplesmente gosto de me arrastar por entre a multidão
A sorrir, a mentir
Disseram-me um dia que partiria, sim
Mas que sozinha não iria a nenhures
Verdade
Tenho uma constante obsessão amarrada à perna
E cada passo que dou sinto a tonelada desse vazio
E os dois metro que ando entre o chão e o chão
São quilómetros na vida real
Que irreal 'e
Sinto a pedras na descida, mas não me magoam
São menos duras que a armadura que me venderam
E pregada esta já ao corpo está
Nada sinto
Nada quero sentir
Apenas jazo no poder do iniquo
Que diz-se Mundo
Que digo Inferno
O amor que tenho por vos faz-me ir devagar
Mas a raiva que sinto do estrume que sois
Apressa-me na descida
Sinto que equivocada estou com o Mundo que não me quer
E sei que ao rápido descer, rápido vou saber
Onde o futuro me leva
Me carrega
O medo que tenho de me trazer ao inicio do Tempo 'e muito
Mas o pavor de so nascer uma vez corroí-me os tímpanos.
Partem todos os que amo e vejo-os ao longe
Imagino se perto estivessem
Não conseguiria respirar o pouco ar que tenho
E se choro e agonizo
'e por este amor que me queria grande e forte
Mas que fraca me pôs no chão
Não julgarei ninguém ao querer cair
A paisagem 'e bonita e ao longe desfocada fica
Sentimos a analgesia de não se ser ninguém
Vem devagar, não me apresses o timbre
Afinal acredito em mim, acho que sempre acreditei
Apenas estava apagada na tua sombra
Que em cativeiro me deixava a alma
Amei-te como o Amor sente
Amo-te como a dor ama
E embora me empurres para baixo da ribanceira
Sorrio e minto
Para te ver feliz em cima da minha cabeça
Como sempre estiveste
Como sempre te deixei estar.
Jul 7, 2012
Jul 7, 2012 at 9:03 PM UTC
Eu pintei-me de preto e vesti-me de *****
E colori em forma de arco-íris, o meu coração!
Descansei os sapatos e assim com ar integro,
Analisei todos os meus males, aqui atrás do Marão!
Olhei o sol que estava lindo, assim como a luz do dia,
E eu ali senti-me um milhafre perdido no raiar do céu,
Despi-me de preconceitos e agarrei a luz que me alumia,
Comecei a correr até ficar cansado, até perder o chapéu!
Comecei a despir o ***** que trazia vestido e foi nu,
Que comecei a procurar ao redor uma nova capa,
Com cores coloridas com sorrisos tirados do baú!
Não servia sorrir de novo, sorrisos fingidos á socapa!
Jurei que iria sair do escuro, que trazia vestido,
Comprometi-me com a alma, e entregar-me ao destino,
Porque afinal, eu não tinha perdido, então porquê, o alarido!
Seria por me despir, reflectir e sentir culpado e latino?
Hoje não é dia de pensar assim, não é dia de fingir,
Não é dia de mentir, nem é dia de ficar para ali a latir.
Porque quem me pudesse ouvir, estaria ali não para me ouvir,
Mas sim para fingir, que eu era o corvo, e tinha de partir!
Quanto tempo durou o fingimento que te cativou?
Porquê que eu nunca percebi que teria de sair!
Não sei, nem posso deitar-me a adivinhar. Sei, acabou.
Não tenho mais comigo razões para me prostituir!
Como poderia eu ter sido ingrato, se tivesse visto,
Que afinal tudo que vivi, até ali, nunca foi real e meu.
Nunca fui afinal muito mais, que um pequeno imprevisto.
Ingrato, não estou. Hoje eu sei, que afinal, estou ao léu!
Sem qualquer compromisso no coração, e pode ser teu.
Autor: António Benigno
Dedicado do Romeiro para a Rameira.
Sep 11, 2013
Sep 11, 2013 at 9:17 AM UTC
Within the shadows,
A son of Cichol stands.
Looking down over Iria.
He sees his lady fair,
With the blood of the Elves..
With his eyes upon his prize.
He is Shocker,
Son of Cichol.
His heart is set,
Now he makes his move...
Aug 4, 2014
Aug 4, 2014 at 2:22 PM UTC
Sabe, quando te avistei naquela ensolarada tarde de junho, fiquei totalmente perplexo, a maneira que seus longos cabelos caiam nos seus ombros, como as sardas no seu rosto formavam a mais bela constelação, ou a maneira que você falava sobre a poluição e como o aquecimento global iria acabar com o mundo.
Eu nunca fui uma pessoa muito idealizadora, ou que tinha sonhos grandes, sempre me contentei com pouco ou quase nada, sempre fiquei feliz em ficar no banco de reservas. Mas no momento em que suas palavras tão entusiasmadas e caóticas entraram no meu cérebro e o atingiram como o mais brutal acidente automobilístico da historia, eu pensei: Eu quero salvar a todos, eu quero ser um astronauta e colonizar o espaço, descobrir novas coisas além do espaço entre a minha cama e o interruptor do quarto.
Aquela sensação maravilhosa durou apenas alguns segundos, e logo, a maldita insegurança voltou, me sentia humano novamente, e dessa vez tinha muito mais medo, tinha medo que não salvaria a ninguém, que não conseguiria fazer nada.
Fechei os olhos, e em um misto de angustia e medo pensei: Mesmo que eu não salve a todos, eu ficaria feliz em apenas te salvar, porque acho que te amo, sabe?
Jul 4, 2016
Jul 4, 2016 at 2:12 AM UTC
Alice, Alice
Sempre reclamava alice:
-Como não me amar?
-Porque ter de ir embora?
-Posso eu ser pequena por fora e grande por dentro?
Pare de perguntas alice, me disseram que você andava feliz..
- Sim, eu andava, mas ele me fez encolher de novo
Ah minha querida, isso é passageiro, já já vem outro e você crescerá e
sua alma se elevará.
- Como tens certeza disso?
Ja te disse Alice, não perguntes, apenas acredite.
- Acredite, acredite.... Que frieza minha, achar que seria só meu.
- Como pude querer possessão?
Fácil, foi o ego, ele não iria suportar o fato concreto da perda,
então, se colocou a frente, fazendo-a acreditar que se a possessão não
existisse você iria por água a baixo ou melhor dizendo, por buraco abaixo, mas entenda minha querida alice, que....
A alma flutua, e se estivermos na direção errada
ela irá se afundar,como se estivesse caindo num fundo buraco,
só que enquanto você cai vai percebendo que quanto mais ela naufraga,
mais ela emerge,e continua flutuando, como num equilíbrio poético,
sem ter direção,sem ser julgada como errada ou certa, pois a vida é igual a chuva, ela cai e continua caindo, mas como num ciclo ela evapora e se transforma , se renovando, se equilibrando.
Oct 1, 2014
Oct 1, 2014 at 10:51 PM UTC
Me empolgar pra quê?
Se você vai me deixar,
Quando a primeira porta ver.
Eu bem que quis você.
Mas hoje, ao te ver,
Eu fui embora,
Corri pra porta,
E não olhei pra trás.
Pra não te ver chorar,
E me fazer voltar.
Mesmo sem querer,
Você saberia me cativar.
E a luz do meu olhar,
Iria se perder,
Dentro do escurecer,
Da tua alma,
Que de nada me acalma,
Só me faz sofrer.
E não quero mais você.
Nem saberei querer,
Qualquer outra pessoa.
Sep 24, 2013
Sep 24, 2013 at 8:46 PM UTC
ja
ze sfobodą holokaustu
rogiem bodziec...
atak!
R jak niby to pierogiem
Hosanna tyczy glut i smarkań!
bo to Rus i ryj anty Franc
a niby Syb kiwaniem -iria!
i głaz w zaziąb raptem szachy!
goszka ta sympatia narodu
w kwicie krucjat, kwitnienia jego Igor jego
Urrrrrrrrrr' 'ban! inicjał Urkaina!
lelum polelum... oh naj na Lacha...
Urban drugi a krucjata pierw...
bogiem tyczy nas co raptem...
co raptem to nie tyczy 'kogo... rzecz
raptem daje duszy sfobode!
i tak ten umysł zbyt jak rumcajs w cyrku...
między ciałem a duszą to ten umysł...
ta abstrakcja muzgu hartem w nic
by znaleść się i nie!
Apr 30, 2016
Apr 30, 2016 at 9:26 PM UTC
Elven eyes gaze...
Down the path of Righteousness.
Born in Filia,
Speaking for her people.
She stands ready,
To face the Great Dragon.
"Deceitful Bhafel,
Your games are tiring."
The Elf awakens her Falcon.
Beside her stands her family.
Ready to fight alongside her.
To bring Peace to Iria.
Bhafel will be destroyed,
There will be retribution.
When this Saga ends.
Oct 22, 2014
Oct 22, 2014 at 8:56 AM UTC
Eu não sei, mas eu sinto que meus pés encontraram um rumo,
E esse é meu sinal de partida,
Mesmo eu não indo tão longe,
Eu vou acabar te deixando pra trás,
Mas eu não sei, se mesmo assim,
Tudo vai continuar,
E eu fiz tanta loucura, pra estar com você,
Sem saber, que iria te deixar sem mágoa,
Eu fiz tudo que podia ter feito,
E acordei preparando minha mala,
E acordei deixando me levar,
Pelo vento, e pela água do mar.
Sep 18, 2013
Sep 18, 2013 at 4:41 AM UTC
Talvez essa foi a nossa ultima chance de tornar as coisas melhores
Mas também foi a unica vez que eu fecheis os olhos e olhei para longe de você
Algumas coisas são feitas para acabarem
Eu nunca me expressei verdadeiramente para você
Também nunca imaginei que você iria me fazer tão mal
Eu tempo para ajustes talvez seja o que eu preciso
Então faça o seu nunca
Ele é para sempre, sabendo o que você negou
Então como nós embelezamos essa discussão
E não, eu não estou disfarçando todas essas brigas e sonhos se despedaçando
Nunca se esquecendo da lua que foi nosso
Oct 29, 2015
Oct 29, 2015 at 5:59 PM UTC
Vamos matar o presidente;
Vamos enterrar o João Goulart;
Porque o mundo está confuso;
E está sem estrada pra caminhar.
Estou aqui desde às 19:00 de ontem;
Só escrevendo como você me machucou;
E de como não consigo me submergir;
Dos seus olhos castanhos.
Preferia, continuar escrevendo sobre a Kampf;
Pelo menos, era uma paixão;
Que apenas iria acontecer no Dia de São Nunca.
Já você;
É uma paixão confusa e promíscua;
Que irá voltar;
Com os dois filhos no colo;
Reclamando: Falta de amor.
E quando eu disser ''sim'';
Você será um poema que não vou saber mais escrever.
Sep 13, 2017
Sep 13, 2017 at 12:05 PM UTC
Noites de amor e canto suave de aves em manhas cristalinas,
Nasci com o encanto de areias do mar sempre finas.
A meus pais eu vou sempre agradecer,
Com seu amor sempre viver...
Quando eu nasci olhando o rio com olhos meios fechados,
Senti o cheiro das flores dos meus antepassados,
Grato a todos os seres que estavam ali para me ver nascer,
Amando salgueiros do ribeiro que corre por correr...
Quando eu nasci protegido por Deus e sua Igreja,
Lirios campestres que a natureza sempre proteja.
Alma divina que em minha vida logo entrou,
Sorrir com inocência e carinho sim senhor,
Tudo pelo desejo de DEUS criador.
As estrelas do céu comigo estavam em harmonia,
Ansiava viver, ver a luz do dia,
Nasci para ser amor, vida, alegria...
Nasci perdido nesses horizontes durienses avermelhados,
Sem ideia do mundo, nem de todos os seres criados,
Nem que havia uma eternidade onde iria regressar,
Nasci para tudo amar e contemplar...
Deus deu me o corpo para minha alma aperfeiçoar,
Deus deu me tudo, a terra , o céu , o mar....
Nov 26, 2020
Nov 26, 2020 at 3:48 AM UTC
Sinto-me fraco e impotente
Quando ouço o que dizes
Só para me ver contente.
Nessa vã tentativa, eu sorrio
Para sentires que cumpriste o objetivo.
Dizes-me que estou cada vez mais frio
E eu calo-me para não ser repetitivo.
Recuso-me a explicar-te novamente
Que nada nem ninguém poderá mudar
O que vai na minha mente
E que ninguém me pode ajudar
Mesmo que tente incansavelmente.
É algo com que aprendi a lidar
Embora contra a minha vontade
E mesmo que tentasse explicar
Iria ficar pela metade.
Vou tentar:
Talvez assim me sinta menos cobarde!
É um sentimento que vem acompanhado...
Por estar neste estado
Acabo me sentindo culpado.
Culpado por ser insuficiente.
Insuficiente para o que quer que seja.
Só quero seguir de forma prudente,
Não é isso que todo o mundo deseja?
Sinto-me um fardo,
Não me leves a mal,
Mas estou farto.
São os sentimentos que se atropelam,
Vozes na minha cabeça que não se calam,
Dúvidas que se interpelam
E outras coisas que me abalam
E me deixam ansioso.
A ansiedade gera medo
E o medo gera ansiedade.
É neste ciclo vicioso,
Entre medos e outros enredos
Que eu me encontro com a realidade.
May 1, 2018
May 1, 2018 at 4:11 PM UTC
Apareceste aos pastorinhos na cova da Iria,
Dia 13 de Maio ao meio dia.
Pediste penitência e oração ,
Pela Rússia sua conversão.
As apirações confirmadas no lugar de Valinhos,
Lúcia, Francisco e Jacinta , os três pastorinhos.
Depois de rezar o terço não muito distante,
Parecendo relâmpago, era uma luz brilhante,
As ovelhas pastavam num prado verdejante.
Senhora tão iluminada que tudo clareia,
Te mostras te em cima de uma azinheira.
O mlagre do sol foi um fenómeno extraordinário,
Pediste que todos te chamassem Senhora do Rosário.
Os que tinham fé, tudo conseguiram contemplar,
Não foi preciso Jesus vir à terra novamente suas feridas mostrar.
Pediste a consagração da Rússia ao seu coração Imaculado,
Rezando o terço para nos livrar do pecado.
Os anjos da paz vieram dar luz à escuridão,
Adorando e amando Deus na Sagrada Comunhão.
Devemos viver em fé, amor e esperança,
Ser criança cândida e com inocência.
Nossa Senhora és bendita e os Peregrinos te oferecem as mais belas flores,
Em agradecimento pela vida, todos nós pobres e humildes pecadores.
Victor Marques
May 2, 2023
May 2, 2023 at 10:39 AM UTC
E tu, ansiosa por te afogar,
Foste apanhada na corrente
Deste teu precioso mar.
À superfície da água salgada,
Onde te deixavas flutuar,
Saíram das mais ínfimas profundezas
Mil duzentos e sete braços
Ansiosos por te abraçar.
Envoltos num corpo inanimado,
Não o deixaram recuar.
Nunca mais deu à costa,
Nem soube o que era respirar.
Pois peso morto sempre naufraga
E não há volta a dar.
Mas há coisas que não têm peso
E são mais difíceis de afundar...
Descem, e logo voltam à tona
Como se estivessem a ressuscitar.
Dizem que a mulher que lá entrou,
Naquele tenebroso mar,
Entrou criança
E foi feita sereia.
Não sei o que lhes deu essa ideia,
Talvez estejam obcecados com a mudança.
Talvez pela forma como o seu corpo balança
Por entre as ondas da maré cheia.
Quem espera sempre alcança...
Numa noite escura,
num silêncio de levar à loucura,
Num céu envolto em trevas
onde nem espreitava o luar...
Avistaram uma sereia em pleno alto mar.
Dizem que o seu canto,
Simultaneamente belo e perigoso,
Fazia qualquer homem desesperar.
Como sou mulher, cética e descrente,
Com olhar atento mas duvidoso,
Nunca cheguei a acreditar.
Iludidos!
Aqui está mais uma prova,
Os homens são muito fáceis de enganar.
Nem se aperceberam que eram gritos
Aquilo que se espalhava pelo ar,
Os seus e o dela.
O som do massacre com que ela os iria brindar.
A única diferença é que os gritos da sereia
Eram de puro prazer,
E os gritos dos homens
Eram de puro sofrer.
A única diferença é que ela ia sobreviver,
Para ver outro dia nascer,
Para ter mais uma história que escrever.
Iludidos!
Não podem ver uma mulher que já não sabem pensar.
E ela, inteligente, usa esse instinto contra eles,
para os convencer a mergulhar.
Assim, num mar de tinta vermelha
Habituara-se a sereia a nadar.
A cada morte ria mais alto,
“Tanta ignorância ali jaz a boiar”,
E ria, como se os seus pulmões fossem estourar,
Com uma ingenuidade encantadora
De quem não sabe que está a pecar.
Dançava, louca e despreocupada,
Por entre centenas de corpos desfeitos
Que corriam na sua água, doce e salgada,
Livre de amarras e preconceitos.
Dizem que em noites de tempestade,
Por entre o caos da trovoada,
Ecoam os gritos de uma sereia
Juntamente com a sua doce risada.
“Não há homem neste mundo
Capaz de me tocar
Sem eu o petrificar.
Ainda bem que os braços
Que me envolveram,
No fim de tudo,
Foram os de uma deusa
Chamada Mar”.
Mar 12, 2022
Mar 12, 2022 at 8:55 AM UTC
quando pequena observava as feridas em meus joelhos
e me perguntava se a dor do peito também poderia se curar
porque eu sabia muito bem
que além do peso que eu carregava nas pequenas costas
eu era também uma ferida aberta que doía
no peito de uma mulher
e por vezes me perguntava
se um dia
como uma casquinha de joelho
a mulher pesada iria
simplesmente
desaparecer
May 12, 2019
May 12, 2019 at 10:20 AM UTC
O ano de 2020 é um restauro. Combinação exponencial do algoritmo máximo duplicado e zerado. Porém são números espero que errados. Nada alterou nestes últimos tempos a não ser a fórmula biológica que acrescentou ruína. Publicamente a verdade, voltou-se a economia bélica pra área da necessidade. Só se para quem o diz. Impossível compreender o homem!
Enfim, ou eu sou burro cego ou surdo que não entendo a serenidade na resolução do problema. A política nua e crua, pelo menos a política que até aqui conhecemos. Surgiu uma doença séria com consequências nefastas e o combate há doença? Duas tragédias juntas!
Os países caminham para uma destruição previsível.
Apocalipse de quê. Por desaparecer o que não faz falta ao mundo, tudo iria acabar e escondiam tudo numa caixinha debaixo da cama. O homem é semelhante a si mesmo, nada têm de divino. O dito Deus que se conste não vive observado por dinheiro ou coisas bélicas. As profecias também dizem que o Alfa e o Omega, fizeram este mundo e não teve início nem terá fim. Supomos que estamos a meio.
Era óptimo que o homem na sua existência virasse a sua inteligência para a sua fragilidade desde início.
Destruíram escolas, hospitais, quartéis e serviços públicos, isolaram os contribuintes de primeira dos contribuintes do fundo. Existe Portugal do Oeste e o Portugal de Leste. No meio uma papa de arroz 🍚 com água fervida. No combate há guerra soltaram abelhas biológicas sem rainha. Temos rainha? por quanto tempo? A caça à colmeia começará depois. Unidades militares a socorrer civis. Bravo. E os hospitais privados socorrerão os militares? Talvez não seja preciso. Deixem de ser betinhos e assumam a condição de Homens. Afinal como me dizia um amigo: As prisões foram feitas pros Homens assim como esta arma biológica, ou não é de interesse resolver o problema.
À democracia do momento exige-se regidez e a meu ver que nada invejo na política averdadeira democracia têm regras a esta pátria a quem devemos a vida. Pensem senhores se é que ainda vamos a tempo.
Autor: António Benigno
Código de Autor: 2020.03.25.23.08.03.01
Dec 16, 2020
Dec 16, 2020 at 3:03 AM UTC