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"interruptor" poems
Tuas parcas impressões não me comovem Irrito-me a cada interrupção gentil que tu fazes e Devoro a mim mesmo em lúgubre fome, A lamentar o que de bom poderia ter feito Se e se Mas Às três da tarde Apodreço numa cadeira áspera Quase tão fétido quanto a fruta do vômito Passada do ponto de colheita Às cinco da tarde Eu já sou molho estragado Setenta por cento aglomerado literal de leucócitos degenerados Pus integral Ao cair do sol, Sou um alface hidropônico Pronto para ser vendido, lavado e comido por ti Interruptor imbecil. Voltar-me-ei ao mar Ao esgoto Num estado de paz surda A solidão é um inspirar sufocado Sufoca Oxida as ideias É tortura comodamente induzida Se hoje fervilho, é sorte Pura boa-aventurança; Pois do profundo cócito Fui e voltei E cá estou Inteiro Longe dos dentes de Deus.
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Sep 28, 2014
Sep 28, 2014 at 5:16 AM UTC
Motivos empáticos
Raiva. **** Dança. Um bipe, susto, esquecimento, raiva, dois bipes, três, soneca. Cinco minutos. - - - - ------------ - - – - – - – - – - – - – - – - – - – – ----------- - – - – - - - - - - – --___ - __ - __ - _ Bipe. Resmungo. Piscar. Interruptor, luz, ardência, explosão. Porta, cozinha. Frigideira, ovos, omelete, engasgue, tosse, água. Maçã. Quarto, vestimentas, capacete. Mochila: 15kg. Rua, bicicleta. Firmeza, foco, parábola, impulso. Curvas, carro, fechada. Porra! Esquece. Vocalise. Caminho: metade → Calor, suor. Vestimentas, despir, mochila, guardar, impulso. Partir. Subida: força, constância, relaxamento, foco. Acidente. Morte? Não. ***** olhos, claridade. Gelo. Suspiro. Rua, asfalto. Inferno? Subterrâneo, ainda... Chegada, contra-mão. Bom-dia. Raiva.
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Sep 24, 2014
Sep 24, 2014 at 11:16 AM UTC
O Ciclo do Oitenta
Sabe, quando te avistei naquela ensolarada tarde de junho, fiquei totalmente perplexo, a maneira que seus longos cabelos caiam nos seus ombros, como as sardas no seu rosto formavam a mais bela constelação, ou a maneira que você falava sobre a poluição e como o aquecimento global iria acabar com o mundo. Eu nunca fui uma pessoa muito idealizadora, ou que tinha sonhos grandes, sempre me contentei com pouco ou quase nada, sempre fiquei feliz em ficar no banco de reservas. Mas no momento em que suas palavras tão entusiasmadas e caóticas entraram no meu cérebro e o atingiram como o mais brutal acidente automobilístico da historia, eu pensei: Eu quero salvar a todos, eu quero ser um astronauta e colonizar o espaço, descobrir novas coisas além do espaço entre a minha cama e o interruptor do quarto. Aquela sensação maravilhosa durou apenas alguns segundos, e logo, a maldita insegurança voltou, me sentia humano novamente, e dessa vez tinha muito mais medo, tinha medo que não salvaria a ninguém, que não conseguiria fazer nada. Fechei os olhos, e em um misto de angustia e medo pensei: Mesmo que eu não salve a todos, eu ficaria feliz em apenas te salvar, porque acho que te amo, sabe?
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Jul 4, 2016
Jul 4, 2016 at 2:12 AM UTC
Untitled
Veo luces , luces blancas que se disipan a lo lejos son como un recuerdo de algo perdido en el pasado. Son las luciérnagas en tus ojos es un sueño en la eternidad sigo viendo destellos reflejados en el cristal. Veo luces en el horizonte son de la gran ciudad he despertado en soledad. Son lejanas, son frias son las luces del alma se las ha llevado el viento como hojas en el suelo. La luz en mi pecho es parpadeante mientras mi cuerpo tirita en ausencia de tu amor. El interruptor sigue puesto en ON pero las luces no responden a la acción. Luces, luces en mi mente se pagan y se encienden son de colores colores frios son los colores de tu ayer.
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Nov 21, 2017
Nov 21, 2017 at 12:32 AM UTC
Interruptor.
Hace año y medio que pienso en lo mismo. La mirada y los pasos los siento cansados, los hombros me pesan, y no sé si es la mochila o mi pasado. Estoy sobrepuesta, soy una pintura que colgaron para tapar un hoyo en la pared. Hay días buenos, no tan buenos y los malos, pero aunque me sienta alegre siempre en el trasfondo hay un pequeño duende apagando el interruptor, que le gusta estar a oscuras, y que el silencio lo aturde. Por eso mantiene mi voz activa desde atrás de mi cabeza. Y le gusta oír el latido de mi corazón agitado. Cómo quisiera estar de nuevo en el techo de Camilo, y mirar las luces de la ciudad en lugar de las estrellas. Vaciarme. Estoy como una casa abandonada, llena de cosas inservibles. De sueños que no son míos, de cansancio por cargar penas ajenas, y mis ojos lo único que quieren es cerrarse.
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May 26, 2018
May 26, 2018 at 3:07 PM UTC
Diario parte II
He'll scratch at starts of fretting words— tease fracture, prime the battle grounds for pride obtained. His fans file in to bleachers, cheering on his crumbling look, delayed desi·re. Miniscule diversions check the "up" he squared, and see no timeless evil: passion plagued by livings. Lev'rages her fighting stance to balance danger there, and carve out if we care. She breaches past and pores over the staid solution, masons filling out their bricks with what was worn away. Her dreams combative to his growing-light—once tossed his turn, he slashed through living wood—severed the Marchness from it. Zeroes stall, embedded in a leaf, awaiting green. Conquers repetitive, from coast to kingdom come. What emptiness is won?
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Oct 12, 2018
Oct 12, 2018 at 11:56 PM UTC
Interruptor