"horizonte" poems
Y que yo me la llevé al río
creyendo que era mozuela,
pero tenía marido.Fue la noche de Santiago
y casi por compromiso.
Se apagaron los faroles
y se encendieron los grillos.
En las últimas esquinas
toqué sus pechos dormidos,
y se me abrieron de pronto
como ramos de jacintos.
El almidón de su enagua
me sonaba en el oído,
como una pieza de seda
rasgada por diez cuchillos.
Sin luz de plata en sus copas
los árboles han crecido,
y un horizonte de perros
ladra muy lejos del río.Pasadas las zarzamoras,
los juncos y los espinos,
bajo su mata de pelo
hice un hoyo sobre el limo.
Yo me quité la corbata.
Ella se quitó el vestido.
Yo el cinturón con revólver.
Ella sus cuatro corpiños.
Ni nardos ni caracolas
tienen el cutis tan fino,
ni los cristales con luna
relumbran con ese brillo.
Sus muslos se me escapaban
como peces sorprendidos,
la mitad llenos de lumbre,
la mitad llenos de frío.
Aquella noche corrí
el mejor de los caminos,
montado en potra de nácar
sin bridas y sin estribos.
No quiero decir, por hombre,
las cosas que ella me dijo.
La luz del entendimiento
me hace ser muy comedido.
Sucia de besos y arena
yo me la llevé del río.
Con el aire se batían
las espadas de los lirios.Me porté como quien soy.
Como un gitano legítimo.
Le regalé un costurero
grande de raso pajizo,
y no quise enamorarme
porque teniendo marido
me dijo que era mozuela
cuando la llevaba al río.
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Que grande a geração, a de Camões,
Saia de Belém, num pranto oral...
Dizia adeus a grandes multidões!
Olhava o horizonte pequeno Portugal
Traçado o rumo do futuro,
Passado o mar forte e indeciso,
Pegava no leme, firme e duro,
Sem dor, frio ou bramido.
As ninfas, rodeavam o leme,
O Sol, queimava a proa do navio,
O capitão nada teme
Naquele mar, escuro e bravio...
Victor Marques e Atavio Nelson
Chegamos a outros pontos,
Do globo esférico, sem saber!
Que hoje são contos,
Que ainda temos de ler.
Desde Ourique, Calado e Cala trava
Com turbantes brancos reluzentes
Os portugueses lutaram com palavra
Com alegria mostravam seus dentes.
Correram os desertos, tão estéreis
Na defesa de um Santo Universal
Pela cruz combateram infiéis
Dentro e fora de Portugal.
Oh.Isabel que suaves eram tuas flores!
Que rosas encarnadas pueris
Que as músicas sejam cantadas para seus amores
Prendes-te por milagre o teu Diniz.
OH Coimbra.que tiranas do fadário
Oh Sé velha, cheia de segredos
Que encantos lá havia do Hilário
Ainda hoje escritos nos penedos...
Santa Clara, no alto...que te vê clarissa
Jovem, esbelta coimbrã!
Foste, cedo freira e noviça.
Salva-me deste fado, minha irmã!
Olá Marquez, és do Pombal
Traidor, usurpador, ladrão.
NO ódio foste genial.
E TUDO, tudo metia no gibão.
Malandro, enganas-te o teu Rei
Iludiste-o, meu falso...e mandas-te
O Távora, inocente para o cadafalso
Maldito sejas!
Isso não foi Portugal...mas foi
No norte, que uma mulher
Forte, com seios apertados
E espada no dentes bem cerrados
Em serpente e com sua gente
Em zip filas genial
Firme.destinada
Deu a vida mas
Acabou com o Cabral
Sim ali, no monte
Naquele lugar Maria da Fonte
Só com gente destemida, como eu !
Tal como o Lusitano no Gerez
Esta pátria com um plebeu
Concebeu o Tavares com um grande
PORTUGUÊS
Victor Marques
Dec 10, 2009
Dec 10, 2009 at 10:27 PM UTC
Procurar sempre na imensidão palavras que se perdem no horizonte,
Me contentar com o recanto e água fresca de uma fonte.
Rios que correis , flor que sempre brota...!
Navios que deixaram de ser frota.
Altares que se veneram sem ter lindas rosas,
Mulheres bonitas que não são formosas.
Homens que se deitam com amores adulterados,
Penitência de sepulcros abertos, fechados.
Sentinelas dum castelo, cristão, mourisco.
Conquistador dum império nunca visto.
Sebentas maltratadas com riscos e tinteiros partidos,
Panteão Helénico de poetas desconhecidos.
Victor Marques
Dec 14, 2009
Dec 14, 2009 at 8:00 AM UTC
En la grana de un prado sanguíneo
o en un bosque de cabezas cercenadas,
la viuda reclama la carne
de un párvulo ********
Allí donde entonan sus voces
un coro de lamentos disonantes.
Reniega de su apetito
la matriarca del barrio francés
Pues los gritos de Joliet
no inquietan su consciencia,
cosechan en cambio,
un jardín de culposos deleites
Placeres como solo admite,
la maquiavelia de una gioconda
que envuelta en lujosos atavíos
extiende sus garras al inocente
.
Ni hablar del perjurio voraz,
que oculta a la fantasía
la marea virgen del infortunio
y el propio siniestro.
La desesperación de una madre
que devora a sus hijos con el don de Saturno.
Para la que no hay erotismo
sino aquel que evoca
el rigor cadavérico.
Vapores que ascienden
desde el lecho en descomposición,
y alimentan su magia.
Celebran el cruento dolor del infante,
con la mirada de espanto
apenas visible en el carmesí
de sus finas pestañas
Porque es claro como la luna
y tan cierto como la muerte
que en la viuda no hay gozo,
sin el grito que desgarra la noche.
Sin la brea que desciende
sobre el horizonte,
y la angustia que acompaña
la pasión de la masacre.
Aug 23, 2015
Aug 23, 2015 at 11:38 AM UTC
te adoro en luz sandia, y luz zapote
en el amanecer y a caer el sol
te amare con viento caliente en los días largos del verano.
en esas mismas noches cortas y calladas, te dire como un suspiro lo tanto que te quiero.
te pensare en los días grises de invierno. cuando el pavimento y el cielo se comen el horizonte.
te estrañare con el olor de lluvia en el prado
y yo te sigo adorando cuando las hojas color candela caen de los brazos de arboles canzados
*I love you in watermelon and blood orange light,
at sun rise and sunset. i will love you on those long summer days, on these same nights short and quiet
i will tell you like a exhaling breath how much i really love you.
I will think of you on winter days so grey the pavement and the sky eat the horizon.
I will miss you with the smell of fresh rain on blades of grass, and i will keep loving you when the flame coloured leaves fall from tired arms of trees.*
Jun 13, 2016
Jun 13, 2016 at 2:32 AM UTC
Alto Douro e Trás-os-Montes
Alto Douro e Trás – os-montes,
Terra minha bem portuguesa,
Vinhedos e frescas fontes,
Traduzem sua pureza.
Friorenta no Inverno,
Terra intolerante.
Na Primavera morna,
No verão escaldante.
Horizonte tão belo e tão teu,
Ninguém to rouba, Deus to DEU.
Pôr-do-sol que se deita com vales sonolentos,
Douro, Tua teus encantos.
Vindimadores que colhem cachos maduros,
Azeitonas que dais azeites puros.
Pescadores dos rios Douro e Tua,
Uma saudade que é nossa e sua.
Victor Marques
Oct 27, 2010
Oct 27, 2010 at 10:11 AM UTC
António teu nome,
Agricultor, vitivicultor.
Apaixonado pela terra,
Pelo Douro, pelos Montes.
Aquele amor que não se encerra,
Dorme na colina, na serra.
Colheu tristeza na Guerra Colonial,
Amou o Douro e Portugal.
Semeou a terra que alegrias lhe traria,
Amou seus filhos e sua esposa Maria.
Plantou videiras que olhavam o céu estrelado,
Fez vinho com amor imaculado.
As uvas são um amor para toda a vida,
Deus nos ama até na despedida.
Olhou para o Rio Douro eTua ,
E na memória de um povo com glória,
Com aquela lágrima que eu sinto agora.
Me conforto no horizonte duriense,
Hoje, amanhã e sempre.
Victor Marques
Oct 18, 2010
Oct 18, 2010 at 6:47 AM UTC
Estou com Deus em plenitude,
No riacho que corre, no canto do rouxinol,
Nas árvores com ou sem folhagem.
Estou com Deus na inquietude,
Com Deus na velhice e Juventude.
Nas montanhas que os olhos avistam,
No horizonte , na imensidão do ser,
Nos segredos para ler.
Estou com Deus amigo,
Com ou sem Abrigo.
Ondas do mar com espuma,
Deus da luz e da bruma.
Cordiais Cumprimentos.
Victor Marques
Dec 14, 2010
Dec 14, 2010 at 11:00 AM UTC
O Douro na sua plenitude
Quando me levantei, senti aquele sentido odor de uma linda manhã de primavera. Os pintassilgos entoavam uma melodia que me ajudou a encarar o dia com mais serenidade e encanto. Olhei para este meu horizonte que se estende num infinito lonquinquo que parece estar ali para ser sempre contemplado e amado.
Que Douro sublime excelso de ser pintado por expressionistas e cantado em versos pelos nossos poetas que não deixam de o servir e o idolatrar. Desde menino que eu ganhei uma consciência duriense que nem com a morte ninguém ma irá roubar. Não me canso de tentar perceber o xisto em harmonia, complexo e eternizado com estes lindos muros que parecem até nem serem feitos por pedreiros terrenos mas sim por anjos do bom Deus que por aqui quis passar.
Casebres abandonados e fornos de secar os figos continuam na paisagem duriense vivos e ao mesmo tempo parecem sepultados para sempre no cemitério dum rio Douro que se embala num Rabelo de outrora.
As videiras imponentes parecem ressuscitar todos os anos pela altura da Páscoa. Que beleza sentir e amar um Deus vivo que bebeu o vinho para nos mostrar seu amor e assim dignificar todos aqueles que se dedicam a tão nobre tarefa. Toda a vegetação duriense exala perfume, permitindo ao homem encontrar aqui um paraíso terreno e ao mesmo tempo um purgatório disperso nos patamares onde vinhas, oliveiras, amendoeiras, figueiras, laranjeiras, sobreiros, torgas e giestas coabitam.
Quem fala do Douro sublime não pode deixar de olhar para os rostos de suas gentes. Parece até que não sabem amar mais nada, nem mais nada fazer. ...
Um saber acumulado de gerações é um legado de arte de bem-fazer vinho aliado a novas técnicas utilizadas por enólogos sedentos de fazerem dos vinhos do Douro os melhores do mundo.
O Douro corre sem correrias. É meigo com seu leito. As vinhas bebem suavemente de suas águas doces. Nós que aprendemos com o brilho do pôr-do-sol, que parece um verniz de esmalte que conforta crentes e não crentes.
O Douro que é de oiro está de deleite, de quarentena para nos ajudar a viver e a estar sempre perto da margem para embarcar na barca dum destino já traçado.
Victor Marques
Apr 10, 2014
Apr 10, 2014 at 8:31 AM UTC
Penso em ti
Noite mal dormida sem sono nem vontade,
Calor do teu beijo dá felicidade,
Açucena flor campestre florida,
Estrela do céu esquecida.
Tu tens magia sem censura,
Pinceladas nos teus olhos,
Boca sem sede com eterna brancura,
Candeia acesa na noite escura.
Pareces uma onda sem espuma,
Uma borboleta e até coisa alguma?
Um horizonte que não se abraça,
Uma nuvem que nunca passa.
Tu tens a melodia eterna,
Pureza de água cristalina,
A serenidade de uma donzela enfeitiçada,
Fazes parte de mim e da minha caminhada.
Victor Marques
Aug 30, 2010
Aug 30, 2010 at 7:37 AM UTC
A flor colorida
Não te dou sandálias para caminhar,
Suspiros de embalar,
Horizonte sempre apaixonado,
Afecto bem guardado.
Ai a neve branca da montanha,
Carinho nobre e desmedido,
Amor descomprometido,
Desejo rejuvenescido.
Caminhar sobre o mar,
Barquinho com velas sem navegar,
Amor eterno como o paraíso,
Dar um beijo, um sorriso.
O céu está estrelado,
Carícias do passado,
Primavera sempre envaidecida,
Flor florida….
Victor Marques
Aug 30, 2010
Aug 30, 2010 at 7:15 AM UTC
Cómo voy a creer / dijo el fulano
que el mundo se quedó sin utopías
cómo voy a creer
que la esperanza es un olvido
o que el placer una tristeza
cómo voy a creer / dijo el fulano
que el universo es una ruina
aunque lo sea
o que la muerte es el silencio
aunque lo sea
cómo voy a creer
que el horizonte es la frontera
que el mar es nadie
que la noche es nada
cómo voy a creer / dijo el fulano
que tu cuerpo / mengana
no es algo más que lo que palpo
o que tu amor
ese remoto amor que me destinas
no es el desnudo de tus ojos
la parsimonia de tus manos
cómo voy a creer / mengana austral
que sos tan sólo lo que miro
acaricio o penetro
cómo voy a creer / dijo el fulano
que la utopía ya no existe
si vos / mengana dulce
osada / eterna
si vos / sois mi utopía.
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Te he aprendido a amar
con tus imperfecciones,
pues tú has aprendido a amarme con las mías.
Has cautivado cada parte de mi ser.
Esa curvatura insaciable
que conjuga tu estatura de almirante.
Mi iris se centra en ti,
en tu mirada penetrante,
cada vez que soy parte de tu horizonte.
Te he aprendido a amar
con tus marcas de combate
y las he apreciado como si hubiesen sido talladas por el más pretigiado escultor.
Haces que de mi rostro reluzca
un símbolo de paz,
esa risa coqueta
que solo se presenta cuando tú estás.
Tus dedos forman parte
de la más perfecta obra musical,
mis oídos se percatan
de cada nota que en el aire flota.
Te he aprendido a amar
en las peores circunstancias
y orgullosa me siento por haber sido
ese necesitado sustento que siempre has merecido.
Seré tu camino al placer
por el tiempo que desees,
al igual que seré tu mejor amiga
cuando sientas que tu pecho desahogar debes.
No me importa tu cuerpo,
ni nada que la sociedad clasifique
como algo "imperfecto",
la belleza corporal se va
y quienes se quedan
son los sentimientos.
Esa gentileza y sentido del humor
fueron los que me inclinaron hacia ti,
eres mi musa,
mi inspiración.
Sobre ti puedo contar
las más grandes aventuras.
Te he aprendido a amar,
en todos los aspectos,
duele cuando dudas
sobre lo que por ti siento.
Aunque los años pasen
y nuestros seres
ya no sean encontrados,
mis sentimientos
por ti permanecerán intactos.
Apr 17, 2015
Apr 17, 2015 at 1:25 PM UTC
Caminhar por entre vales sonolentos,Douro com amor, com encantos.Cachos verdes e sempre maduros,Azeites adocicados e sempre puros.Figueiras e olivais , rochas xistosas,Papoila, e rosas vaidosas.Douro sem vinho no seu leito,Paraíso, teu par perfeito.Pôr do sol no horizonte,Sombra em fresca fonte.Douro nobre ,sempre apaixonado,Douro do meu amor, do meu pecado.Muros que eu amo toda a vida,Cantam uma canção nunca ouvida.Douro sem pipas para transportar,Douro sorridente do teu olhar..Victor Marques
Mar 1, 2010
Mar 1, 2010 at 8:00 AM UTC
Olhares
Olho o céu azulado,
Vejo um véu desfraldado,
Escuto a água que salpica,
Que coisa bonita…!
Sol que brilha,
Que maravilha…
Horizonte sempre eloquente,
Olhar distante, olhar em frente.
Raças e diferentes culturas com boa vontade,
Olhares que zelam pela humanidade.
Olhares ternos que nosso ser invade,
Sentir o olhar com verdade.
Na mesa duma esplanada,
Um olhar nasce do nada,
Olhares, meigos, alegres, enfadonhos,
Olhares daquilo que somos.
Victor Marques
Apr 23, 2012
Apr 23, 2012 at 7:59 AM UTC
No meio da multidão e da sociedade corrompida.
Tudo que eu vejo é você.
Meus dedos se entrelaçam.
No horizonte de eventos da tristeza profunda, você me resgata apenas por existir.
Sinto o desespero da ansiedade sobrepor o sono dado da depressão e, como um tapa frio nas costas,
arranca minha coluna e a quebra como se fosse de vidro. Tudo que eu vejo é você.
Eu sinto meu estômago congelar e minha pele queimar como se fosse lepra.
E todo o desespero, tristeza e agonia, não fazem parte de mim quando me lembro do seu sorriso. É um rifle apontado pro meu peito.
Sep 5, 2012
Sep 5, 2012 at 10:25 PM UTC
Geografia I
Quando a Vila Jaiara era do mundo
O centro vital; se mais longe houvesse,
Lá chegara, aos saltos, de susto tomado
Em mim mesmo; silente rezava o missal.
Corria pelos campos – a savana, cerrado.
O medo do sistema heliocêntrico
Ainda não perdera: o medo de ser
Só. Eu vivia com meus irmãos e irmãs –
Éramos uma centena de bichinhos
Em torno de nossa mãe adotada,
A quem chamávamos de Senhora.
E em torno dela, tudo girava, girava...
Os grandes mandavam-nos, sorrateiros,
Andar pelo cerrado em busca de tudo:
Gabirobas, cajuzinhos, goiabas ...
Na Vila Jaiara havia tanta coisa mais.
A casa de Helena; de deuses onde doces.
Que à caminhada tornava clara para nós.
Centro luminoso em que a ceia do Senhor.
Não havia São Paulo ou Rio de Janeiro –
No máximo: Belo Horizonte, Araxá
Povoavam nossos sonhos.
E talvez Ouro Preto e Divinópolis –
Onde Dora reinava...
- Goiânia, São Petersburgo e Tegucigalpa – só no Atlas.
Anápolis era outra estória: a cidade, o comércio longe demais...
Ali na Jaiara estava o centro de tudo
e no centro de tudo o amor:
Laíde Epifânia me nomeara “Maninho”.
Naquele tempo, na nossa vila, não passava um rio.
Mas havia a fábrica de tecidos, onde Jorge –
Noivo de minha irmã – tecia a união e afeto
E me ensinava a andar de bicicleta.
Do Vietnã, só soube no ginásio.
./.
Feb 7, 2016
Feb 7, 2016 at 5:28 PM UTC
Grão de trigo
Quando me levanto sem sono,
Acordo com Deus ao abandono.
O seu amor se projecta no horizonte,
Fresca é a água de sua fonte.
O bom Deus nos ama feliz,
Senhora Mãe sua imperatriz.
Sem fé o mundo e a consternação,
O homem sem coração.
Caminhante com sede e fome,
Deus feito homem.
A Luz é eterna e gratuita,
Deus te ama e purifica.
Nós acreditámos em Nosso Senhor,
Foi divino, é amor.
O grão de trigo que produz,
Amor a Deus, a Jesus.
Victor Marques
Nov 16, 2011
Nov 16, 2011 at 11:29 AM UTC
Esse amor tão Teu sempre generoso
Recordar-te meu querido Pai,
Teu sofrimento e tuas conquistas.
As preocupações mundanas,
Ver nascer nos campos bonitas açucenas.
Ligação terna e terrena se vê na morte,
Com muita ou pouca sorte,
Honestos conselhos sempre nobres,
Simpatia para ricos e pobres.
Teu lagar com suco espirituoso,
Amor sempre generoso.
Terra duriense escaldante,
Cepas direitas e tortas,
Horizonte tão distante,
Vinhas vivas e mortas…!
Pedrinha sobre pedrinha colocais,
Vinhedos e olivais.
Altares do Deus adornais,
Rolhas de bonitos sobreirais.
Victor Marques
Sep 18, 2012
Sep 18, 2012 at 10:30 AM UTC
Con besos
Te inundare
Como el mar
Satura la tierra
Sal de mis lágrimas
Sudor de mi pasión
Por todo tu cuerpo;
Los peces serán testigos
De mi amor por ti,
Con besos
Te tatuare
Como la tinta
De todos los lapiceros
Llenan las páginas
De todos los libros
Letras de mi mente
Palabras de mi corazón;
Las tablas de contenido
Serán testigos
De mi devoción a ti,
Con besos
Te envolveré
Como las brisas
Sacuden tu pelo
Aire de mis suspiros
Dióxido de carbono
De mis pulmones;
Por todo el horizonte
Por todos los hemisferios
De la tierra al sol,
El mundo será testigo
De nuestro amor...
APAD13 – 105 © okpoet
Apr 30, 2013
Apr 30, 2013 at 3:48 PM UTC
O Douro fica longe, fica mais além.
Alegria do rio Tua que o Douro tem,
Socalcos do amor sem desdém,
Abraço do carinho feito de bem.
A generosidade dos seus trabalhadores,
O vinho feito com aromas das flores.
Colinas que se deitam no horizonte,
Arco-íris que bebe na fresca fonte.
Ai flor de giesta que o Douro adornais,
Encosta de Bizarra que amaste até demais,
Transcendeste a natureza dos meus pais,
Com hinos celestes me embebedais.
Terra linda que se enaltece,
Frescura de seus rios nos envaidece,
S. Lourenço tens lindo berço e doce fonte,
Recanto soalheiro, Hotel flor do monte.
Em terra suculenta
Erguendo o cálice divino
Do tinto e generoso vinho
Victor Marques
Dec 10, 2009
Dec 10, 2009 at 10:15 PM UTC
O mar dos poetas
Sereias do mar em que eu acredito,
Ilhas do oceano pacifico,
Noites que dormem em mim,
Cavalgadas no horizonte sem fim.
Escravizados pela monotonia que nos engana,
Faróis que alertam os desprevenidos,
O azul do mar que nos chama,
Poema dos poetas esquecidos.
A liberdade dos versos meus,
Ondas brancas com espuma,
Linhas azuis de coisa alguma,
O mar e Deus.
Cemitérios dos poetas sem nome,
Barcos sem velas içadas,
Imensidão que abraça e consome,
O mar, os poetas e suas cavalgadas.
Victor Marques
Jan 17, 2012
Jan 17, 2012 at 11:39 AM UTC
Historia de mujeres en grupo que se matan cargándose de la risa porque saben que hay algo más especial.
Kumiko, era pelirroja ansiana de 76 años con ojos verdes, tenía elegancia al caminar en su casa de madera, y era extraordinaria al hacer te sencha traído de un horizonte. Kumiko tenía nueve hijos, una mama llamada Dera, que tenía 98 años y se relacionaban muy bien, más que amigas. Un día se enamoraron las dos de una niña caminando por el parque las hizo mal pensar que la historia no varía, se entrega y se apasiona. Que sería de la elegancia? Porque se murió la elegancia en los ciencuenta, que le paso a las actrizes cuando los ojos ya no lloran, cuando acaban de matar a los gatos en Haití y los amantes de Cortázar se mueven en su cuento. Si conocéis esa historia eres Sancho y el es más chistoso que el. El hombre de la Triste Figura es serio, como un árbol sin nombre o la Pampa sin lluvia.
Jun 8, 2014
Jun 8, 2014 at 4:01 PM UTC
A flor colorida
Não te prometo sandálias para caminhar,
Dou-te beijos de embalar.
Horizonte estonteante, apaixonado,
Afecto bem guardado.
Não te prometo a neve da montanha,
Carinho desmedido.
Um amor comprometido,
Desejo e amor rejuvenescido.
Não te prometo o céu e o mar,
Barco para navegar.
O eterno luar tem paraíso,
Um beijo, um sorriso.
Não te prometo um céu estrelado,
Carícias em qualquer lado.
Primavera envaidecida,
Flor florida.
Cordiais Cumprimentos.
Victor Marques
Dec 23, 2010
Dec 23, 2010 at 4:01 AM UTC
Jesus está aí
No amor Jesus é meu Deus,
Ama filhos que não são seus.
Nas constelações sem altar,
Na bruma e no luar,
Jesus quer nos amar.
Nos caminhos com ciladas,
Nas tristezas encontradas.
No teu amor que nos consola,
Na harpa, na viola.
No deserto com areias,
No sangue que corre nas veias,
No horizonte que imortaliza,
Temos Deus e JESUS com Vida.
Cordiais Cumprimentos.
Victor Marques
Jan 1, 2011
Jan 1, 2011 at 10:45 AM UTC