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"formosa" poems
She was nigh as bosh a lar gibbon and the edge of water made hotter season now while sun bakes her bread on Formosa Strait and shapes Sino-Taiwan with her by south.
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Jul 21, 2018
Jul 21, 2018 at 8:56 AM UTC
Sino-Taiwan
I Queira a ter-te tal sacrifício impune à beleza Desventurar no ofício da morte formosa No rito estrangulado, no campo da destreza, Pensamentos que julgo uma ilusão honrosa Sob a lembrança dos antigos, arcaica proeza Se medos sentimos dessa prática tão dolorosa, Aquieta-se! A relva abaixo espera em sua frieza, Para o pútrido sepulcro de uma luz ardorosa Onde graça, cuja índole se esquiva, Singram os raciocínios obscuros De uma consciência a julgar-se viva É o fim a tocar alma fugitiva, A único respeito, tomar com acuro Um fadário apagado de perspectivas II Ao meu semblante prefere-se o nada, diante das vãs venturas Pois se é hábito e desconcerto sempre padecer, Coerente é, por esses horrores, nunca me ater Para que não lastime o infinito desta amargura Esta angústia vazia que na miséria perdura Sufocando meu espírito em sofrer, Vede a todos dura sentença! É preferível já não ser, Que fugir do fim que, em descrença, meu corpo procura Se Dido no desalento, por Eneias, deixa vida, Estou cá, em silêncio de alma desvarrida A cessar aos vermes o que vivo eternamente Em álgido lamento, pude cantar nesta partida, Algumas rimas de mi'a face enlanguescida, Em que pude prezar da morte seu beijo unicamente
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May 30, 2017
May 30, 2017 at 10:29 PM UTC
Anseios
Love is both a vice and a curse, A blessing in which you find yourself immersed; A progressive, regressive, digressive pursuit, In which you lose yourself many times in search of a route, To lasting happiness, which still blinks from afar; Like the distant light of a parked car, As if someone forgot to switch off the high beams, Or is there a reason that this pitch blackness now gleams? Love causes you to return broken patterns, In which insecurity orbits like the 62 moons of Saturn. Escape it, escape it! Find solace in pain! Find solace in the left or right side of your brain! Like the frontal assault during Op Barbarossa, You seem to confuse old Taiwan with Formosa. In doubles, you see, when your love stares you down, You want nothing more but to be her great crown, So you let down your walls and pull-back your defenses; Your protective soldiers fall back to the fences. You talk with 'I,' And realize that you're oft wrong, Yet prior to this, you sung yourself an old swan song, To convince yourself that your views were God-given; Despite the true fact that you define Atheism. Prior to this, no one countered your 'great' words; Or, if they did, often you considered them of herds, Which had no capacity to understand life; They would much quicker fall towards the shaft of the knife. You rework the office inside of your head, And forget all the things about love you once said, When ex-girlfriends had dumped you like a sack of potatoes; And would verbally stain you with far-flung tomatoes. Yet tossed in the mix are the words of the stars, Telling you whose compatible, is it Venus or Mars? Forget the external, this love is but yours and but hers. Never let the rest determine, As you're the connoisseur.
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Jan 29, 2011
Jan 29, 2011 at 12:04 PM UTC
Romantic Intelligence, or, the Clouds Around the Sun
Love is both a vice and a curse, A blessing in which you find yourself immersed; A progressive, regressive, digressive pursuit, In which you lose yourself many times in search of a route, To lasting happiness, which still blinks from afar; Like the distant light of a parked car, As if someone forgot to switch off the high beams, Or is there a reason that this pitch blackness now gleams? Love causes you to return broken patterns, In which insecurity orbits like the 62 moons of Saturn. Escape it, escape it! Find solace in pain! Find solace in the left or right side of your brain! Like the frontal assault during Op Barbarossa, You seem to confuse old Taiwan with Formosa. In doubles, you see, when your love stares you down, You want nothing more but to be her great crown, So you let down your walls and pull-back your defenses; Your protective soldiers fall back to the fences. You talk with 'I,' And realize that you're oft wrong, Yet prior to this, you sung yourself an old swan song, To convince yourself that your views were God-given; Despite the true fact that you define Atheism. Prior to this, no one countered your 'great' words; Or, if they did, often you considered them of herds, Which had no capacity to understand life; They would much quicker fall towards the shaft of the knife. You rework the office inside of your head, And forget all the things about love you once said, When ex-girlfriends had dumped you like a sack of potatoes; And would verbally stain you with far-flung tomatoes. Yet tossed in the mix are the words of the stars, Telling you whose compatible, is it Venus or Mars? Forget the external, this love is but yours and but hers. Never let the rest determine, As you're the connoisseur.
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Tu e o meu espelho És mais bela que a rosa, Vejo tua imagem, Tua boca formosa, Digna miragem. O espelho desperta, Nele a tua fotografia, Acorda na hora certa, De noite e de dia. Espelho e sua fada, A imagem é sagrada, A ter calma me ensina, Logo de madrugada. Victor Marques
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Feb 28, 2012
Feb 28, 2012 at 11:37 AM UTC
Tu e o meu espelho
Meus caros, eu vi! Quem sabe num sonho, ou talvez não fosse exatamente um sonho Quem sabe as luzes estivessem baixas demais E a escuridão que promove vultos, houvesse enegrecido minha mente -Entorpecido por meus próprios pensamentos- Ali estava, a visão atemporal da existência Trafegando por aterradores espaços infinitos A escuridão assombrava o devastado pântano das almas amaldiçoadas ouvia-se os gritos daqueles que encontravam ali o fatal destino Os mortos que estavam aprisionados ansiavam por companhia Uma fumaça fétida pairava sobre as águas apodrecidas Animais se decompunham retidos pela lama pegajosa Vermes se proliferavam naquele ambiente hostil enquanto o atormentador zumbido de moscas preenchia o silêncio daquele lugar horrível As criaturas mais horrendas e bestiais ali faziam sua morada à espreita das desavisadas presas que por aquele caminho se perderam Há um homem perdido em seus próprios passos Ele caminha ao longo da estrada Entre-a-vida-e-a-morte Ele está vivo, mas nunca viveu Como também está morto, sem de fato ter morrido Anseia por luz, mas se perde na escuridão do pântano O bater de asas dos abutres lhe contam que tudo é um sonho, mas também uma profecia Abaixo da árvore da vida sete urubus mortos estão se decompondo Não há quem possa devorar seus cadáveres apodrecidos Uma formosa águia sobrevoa o pântano Sete ratos tentam se esconder Sete cobras tentam fugir Mas a águia devora os sete ratos E também devora as sete cobras O homem se torna dois, e um terceiro que não é homem Ambos deverão transitar pelo inferno Arrastar-se pela terra infértil da morte Um morrerá para si mesmo E renascerá como a fênix mitológica O outro morrerá eternamente Consumido pela legião de sombras Sua tristeza será incomensurável E como se uma ira brotasse em seu âmago E uma dor gigantesca consumisse todo o seu ser Sem derramar uma lágrima Mergulhará sua existência nas águas esquecidas do Lethe Embora o primeiro igualmente experimentasse dor tamanha Ele encontrará seu guia dentro de si mesmo Pois o guia na escuridão é a luz Na luz nenhuma escuridão prevalece O terceiro é como se jamais existisse Permanecendo no limbo do crepúsculo Sem dormir ou acordar Apodrecendo como os urubus mortos aos pés da árvore da vida Sem jamais experimentar seus frutos Os três se tornam um só novamente Mas algo havia mudado Já não poderia mais ser o mesmo E como num súbito – abri meus olhos Não poderia ter sido um sonho Por mais que estivesse sonhando… Meus caros, eu vi!
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Dec 29, 2016
Dec 29, 2016 at 4:38 PM UTC
O Hades
Meus caros, eu vi! Quem sabe num sonho, ou talvez não fosse exatamente um sonho Quem sabe as luzes estivessem baixas demais E a escuridão que promove vultos, houvesse enegrecido minha mente -Entorpecido por meus próprios pensamentos- Ali estava, a visão atemporal da existência Trafegando por aterradores espaços infinitos A escuridão assombrava o devastado pântano das almas amaldiçoadas ouvia-se os gritos daqueles que encontravam ali o fatal destino Os mortos que estavam aprisionados ansiavam por companhia Uma fumaça fétida pairava sobre as águas apodrecidas Animais se decompunham retidos pela lama pegajosa Vermes se proliferavam naquele ambiente hostil enquanto o atormentador zumbido de moscas preenchia o silêncio daquele lugar horrível As criaturas mais horrendas e bestiais ali faziam sua morada à espreita das desavisadas presas que por aquele caminho se perderam Há um homem perdido em seus próprios passos Ele caminha ao longo da estrada Entre-a-vida-e-a-morte Ele está vivo, mas nunca viveu Como também está morto, sem de fato ter morrido Anseia por luz, mas se perde na escuridão do pântano O bater de asas dos abutres lhe contam que tudo é um sonho, mas também uma profecia Abaixo da árvore da vida sete urubus mortos estão se decompondo Não há quem possa devorar seus cadáveres apodrecidos Uma formosa águia sobrevoa o pântano Sete ratos tentam se esconder Sete cobras tentam fugir Mas a águia devora os sete ratos E também devora as sete cobras O homem se torna dois, e um terceiro que não é homem Ambos deverão transitar pelo inferno Arrastar-se pela terra infértil da morte Um morrerá para si mesmo E renascerá como a fênix mitológica O outro morrerá eternamente Consumido pela legião de sombras Sua tristeza será incomensurável E como se uma ira brotasse em seu âmago E uma dor gigantesca consumisse todo o seu ser Sem derramar uma lágrima Mergulhará sua existência nas águas esquecidas do Lethe Embora o primeiro igualmente experimentasse dor tamanha Ele encontrará seu guia dentro de si mesmo Pois o guia na escuridão é a luz Na luz nenhuma escuridão prevalece O terceiro é como se jamais existisse Permanecendo no limbo do crepúsculo Sem dormir ou acordar Apodrecendo como os urubus mortos aos pés da árvore da vida Sem jamais experimentar seus frutos Os três se tornam um só novamente Mas algo havia mudado Já não poderia mais ser o mesmo E como num súbito – abri meus olhos Não poderia ter sido um sonho Por mais que estivesse sonhando… Meus caros, eu vi!
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Home to me is more than just A place I lay my head, More than just four walls about, Home to me instead.... Is my wooden swing that creaks a bit, Everytime I sway. Smelling jasmine when I walk out front, Watching the puppies play. The photo albums in my cedar chest, My favorite Formosa tree, The birdhouses on the fenceposts, All of this is Home to me. It's picking myself a tangerine, From the car as I come up the drive, Just sitting around the bonfire, And waiting for Fall to arrive. It's the kites that got tangled long ago, In the top of the pecan tree. It's everything I remember here, All of this is Home to me. Home to me is more than just A place I lay my head, More than just four walls about, Home to me instead....
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Sep 12, 2010
Sep 12, 2010 at 1:04 PM UTC
Home To Me
I read words, speed through them cutting sentences, gutting books like fish. On the odd and why not occasion I wish I was as slow as old Joe who used to bring the vegetables in a van on Saturdays back in the day when the town was so far away, he took forever it seemed to me as he phut putt phutted and waved quite merrily from his younger looking though still ancient Model T ... which wasn't made in Formosa by the way although just about everything else was back in the day. Back to reading, a bit like being sliced open on a table and bleeding pictures from my head and you know the book's been good when you wake up living and think you've been dead (excited) delighted as I am I still speed, can't help it, need to slow a bit, be like old Joe a bit. I suppose when I age a bit and the sight starts to dim a bit and at the same time I need to trim a bit of fat from my waist I might get the taste of it, I mean being slow a bit but I'm open to offers.
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Jun 23, 2015
Jun 23, 2015 at 6:45 AM UTC
A Sundial for Soloman.
Whether it turned out good or it turned out bad casting back through the memory I have to admit He were a bonny looking lad, a reet bobby dazzler as gran used to say. But everything went wrong or went to Hong Kong and everything else came from China. These days. Huddled in corners to have a quick smoke where we spoke of Formosa which always seemed closer than Taiwan ever did. Those days. We bid at the auctions to buy friends for the weekends and then we go home on our own. Self sacrifice is a heresy, ask them down on the front line where time wages war on the poor. He were still a bonny lad, mum said, 'takes after his dad' who were a bonny lad too.
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Apr 10, 2016
Apr 10, 2016 at 4:11 AM UTC
The cotton bobbin.
Our silverware sold off to china our crockery already there Politicians that float down the Yangtse pay homage inTiananmen square. I drink my tea in a cup from Formosa but that name was sold long ago, I have asked about Bombay and Persia, and nobody seems to know. Things are changing so fast I wonder will it all last and what will we sell next and to whom? The Country of plenty is now a room almost empty, almost but not quite it is not yet midnight and the bell has yet to toll.
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Apr 11, 2015
Apr 11, 2015 at 7:09 PM UTC
Another incident
Viemos ao mundo nus,sem nada , De dia, de noite sem hora marcada. Damos os primeiros passos na escuridão, Metendo na boca o que vem à mão ! Parece que o mundo foi feito para sobreviver, Procurando conforto e paz na descoberta de novos seres. Atravessar a vida por vezes sem ninguém do nosso lado, Vivendo e morrendo sós com o coração despedaçado! Tentamos direcionar nossa vida e por vezes não sabemos lidar com ela, Vivemos e morremos sem perceber o quanto ela é formosa e bela. O homem parece querer viver isolado, Pondo a sua felicidade de lado . Solidão quem és tu sem sorrisos e compaixão, Rosário da meditação e oração. Contemplar tudo que nos aparece com medo e coração partido, Solidão do mundo, do desconhecido. Sociedade em que vivemos com guerra e sofrimento, Fruto da falta de amor que nos leva ao isolamento. Existe alegria e penosa dor de por vezes estar caminhando sozinho, Perdendo o odor de todas as rosas que florescem com carinho, Solidão de um penar sem encanto, Feita de dor e pranto. Victor Marques Solidão, isolamento, seres
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Jun 7, 2023
Jun 7, 2023 at 4:12 PM UTC
Solidão quem és tu...
NIGRA SUM SED FORMOSA *The queen of the South will rise up in the judgment with this generation and condemn it, for she came from the ends of the earth to hear the wisdom of Solomon; and indeed a greater than Solomon is here.* Matthew 12:42 She materializes from ancient Marib and the Horn of Africa to fulfill final prophecy: Upping the ante of Solomon’s triple six Erythrean Makkeda/Balkis appears, manifests, descends sweeps in amidst clouds of frankincense: immaculate golden sandstorm crossing over our threshold having passed through Arabia in her palanquin; with retinue of camels and courtiers spices and incense invading, bursting into the Baroque, King George II freaks out: how to handle her— arriving unannounced in England in 1749 . . . But Sheba is beatific under a towering white wig, enveloped in silk brocade; Lutheran angels uphold her trailing gown… Handel, inspired, knows what to do. Saba: We come to the seventh day we enter her rest— a greater than Solomon has arrived.
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Apr 28, 2025
Apr 28, 2025 at 5:40 PM UTC
Up from the South: 1749