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"fonte" poems
Que grande a geração, a de Camões, Saia de Belém, num pranto oral... Dizia adeus a grandes multidões! Olhava o horizonte pequeno Portugal Traçado o rumo do futuro, Passado o mar forte e indeciso, Pegava no leme, firme e duro, Sem dor, frio ou bramido. As ninfas, rodeavam o leme, O Sol, queimava a proa do navio, O capitão nada teme Naquele mar, escuro e bravio... Victor Marques e Atavio Nelson Chegamos a outros pontos, Do globo esférico, sem saber! Que hoje são contos, Que ainda temos de ler. Desde Ourique, Calado e Cala trava Com turbantes brancos reluzentes Os portugueses lutaram com palavra Com alegria mostravam seus dentes. Correram os desertos, tão estéreis Na defesa de um Santo Universal Pela cruz combateram infiéis Dentro e fora de Portugal. Oh.Isabel que suaves eram tuas flores! Que rosas encarnadas pueris Que as músicas sejam cantadas para seus amores Prendes-te por milagre o teu Diniz. OH Coimbra.que tiranas do fadário Oh Sé velha, cheia de segredos Que encantos lá havia do Hilário Ainda hoje escritos nos penedos... Santa Clara, no alto...que te vê clarissa Jovem, esbelta coimbrã! Foste, cedo freira e noviça. Salva-me deste fado, minha irmã! Olá Marquez, és do Pombal Traidor, usurpador, ladrão. NO ódio foste genial. E TUDO, tudo metia no gibão. Malandro, enganas-te o teu Rei Iludiste-o, meu falso...e mandas-te O Távora, inocente para o cadafalso Maldito sejas! Isso não foi Portugal...mas foi No norte, que uma mulher Forte, com seios apertados E espada no dentes bem cerrados Em serpente e com sua gente Em zip filas genial Firme.destinada Deu a vida mas Acabou com o Cabral Sim ali, no monte Naquele lugar Maria da Fonte Só com gente destemida, como eu ! Tal como o Lusitano no Gerez Esta pátria com um plebeu Concebeu o Tavares com um grande PORTUGUÊS Victor Marques
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Dec 10, 2009
Dec 10, 2009 at 10:27 PM UTC
Portugal....
Que grande a geração, a de Camões, Saia de Belém, num pranto oral... Dizia adeus a grandes multidões! Olhava o horizonte pequeno Portugal Traçado o rumo do futuro, Passado o mar forte e indeciso, Pegava no leme, firme e duro, Sem dor, frio ou bramido. As ninfas, rodeavam o leme, O Sol, queimava a proa do navio, O capitão nada teme Naquele mar, escuro e bravio... Victor Marques e Atavio Nelson Chegamos a outros pontos, Do globo esférico, sem saber! Que hoje são contos, Que ainda temos de ler. Desde Ourique, Calado e Cala trava Com turbantes brancos reluzentes Os portugueses lutaram com palavra Com alegria mostravam seus dentes. Correram os desertos, tão estéreis Na defesa de um Santo Universal Pela cruz combateram infiéis Dentro e fora de Portugal. Oh.Isabel que suaves eram tuas flores! Que rosas encarnadas pueris Que as músicas sejam cantadas para seus amores Prendes-te por milagre o teu Diniz. OH Coimbra.que tiranas do fadário Oh Sé velha, cheia de segredos Que encantos lá havia do Hilário Ainda hoje escritos nos penedos... Santa Clara, no alto...que te vê clarissa Jovem, esbelta coimbrã! Foste, cedo freira e noviça. Salva-me deste fado, minha irmã! Olá Marquez, és do Pombal Traidor, usurpador, ladrão. NO ódio foste genial. E TUDO, tudo metia no gibão. Malandro, enganas-te o teu Rei Iludiste-o, meu falso...e mandas-te O Távora, inocente para o cadafalso Maldito sejas! Isso não foi Portugal...mas foi No norte, que uma mulher Forte, com seios apertados E espada no dentes bem cerrados Em serpente e com sua gente Em zip filas genial Firme.destinada Deu a vida mas Acabou com o Cabral Sim ali, no monte Naquele lugar Maria da Fonte Só com gente destemida, como eu ! Tal como o Lusitano no Gerez Esta pátria com um plebeu Concebeu o Tavares com um grande PORTUGUÊS Victor Marques
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Procurar sempre na imensidão palavras que se perdem no horizonte, Me contentar com o recanto e água fresca de uma fonte. Rios que correis , flor que sempre brota...! Navios que deixaram de ser frota. Altares que se veneram sem ter lindas rosas, Mulheres bonitas que não são formosas. Homens que se deitam com amores adulterados, Penitência de sepulcros abertos, fechados. Sentinelas dum castelo, cristão, mourisco. Conquistador dum império nunca visto. Sebentas maltratadas com riscos e tinteiros partidos, Panteão Helénico de poetas desconhecidos. Victor Marques
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Dec 14, 2009
Dec 14, 2009 at 8:00 AM UTC
Aos Poetas Desconhecidos
Pedi à lua e ela respondeu Descubro Agora Em mim mesma A fonte Sou filha de Lua Mercurial E rejo aqui na Terra em nome de Marte Pelos dois pólos: -  + E marte, meu fiel guia, é bom professor Conserva seu preciosismo dotado talvez de pragmatismo maior àvesso às morozidades da água que agora secam na terra. Conservo o meu poema Meu espírito O construto O que tu me destes em tua visão Conservo meu falo, Pois em mim Marte grita: À Glória!
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Oct 27, 2015
Oct 27, 2015 at 2:43 AM UTC
Feliz Aniversário, Escorpiana
Grão de trigo Quando me levanto sem sono, Acordo com Deus ao abandono. O seu amor se projecta no horizonte, Fresca é a água de sua fonte. O bom Deus nos ama feliz, Senhora Mãe sua imperatriz. Sem fé o mundo e a consternação, O homem sem coração. Caminhante com sede e fome, Deus feito homem. A Luz é eterna e gratuita, Deus te ama e purifica. Nós acreditámos em Nosso Senhor, Foi divino, é amor. O grão de trigo que produz, Amor a Deus, a Jesus. Victor Marques
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Nov 16, 2011
Nov 16, 2011 at 11:29 AM UTC
O grão de trigo
O Douro fica longe, fica mais além. Alegria do rio Tua que o Douro tem, Socalcos do amor sem desdém, Abraço do carinho feito de bem. A generosidade dos seus trabalhadores, O vinho feito com aromas das flores. Colinas que se deitam no horizonte, Arco-íris que bebe na fresca fonte. Ai flor de giesta que o Douro adornais, Encosta de Bizarra que amaste até demais, Transcendeste a natureza dos meus pais, Com hinos celestes me embebedais. Terra linda que se enaltece, Frescura de seus rios nos envaidece, S. Lourenço tens lindo berço e doce fonte, Recanto soalheiro, Hotel flor do monte. Em terra suculenta Erguendo o cálice divino Do tinto e generoso vinho Victor Marques
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Dec 10, 2009
Dec 10, 2009 at 10:15 PM UTC
O Douro Fica Longe...
As minhas raízes Tenho necessidade e plena razão, De puxar pelo meu botão, De amar com o coração, De gritar e dizer não! Vivo no cume do monte, A meu lado fresca fonte, Perdido nestes infindáveis horizontes, Sou do Douro, de Trás-os – Montes. Vinhedos e dispersos olivais, Sobreiros e outros matagais. Singela e sempre nobre simpatia, Luz bendita do meio-dia. Victor Marques
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May 1, 2012
May 1, 2012 at 6:53 AM UTC
As minhas raízes
De quem é a imagem que vejo no espelho? Não é a mesma que me observo sem vê-la Não possui a fonte existencial que lança os arredores para o interior A única diferença entre mim e o que me permeia É o corpo que carrego a todo instante, e dele os diálogos mentais que me definem como uma existência, pois as vozes que me surgem só eu posso ouvi-las e interpretá-las Mas, talvez, a consciência seja simplesmente um canalizador e não uma fonte, pois as informações vêm de todos os lugares e ao mesmo tempo de um lugar só (ego). De quem é a imagem que vejo quando olho para outra pessoa? Não é a mesma imagem que essa outra existência se vê Essa imagem que vejo faz parte de mim, sou eu, ou talvez o outro que vive em mim, que independe de uma consciência própria que não a minha. Mas como eu me vejo? Me vejo como acredito que os outros me vêem? Eu sou o fruto das experiências passadas Eu sou inconstante. Totalmente renascido e irreconhecível a cada experiência Mas isso é meu ego, o vidro mais frágil O medo da solidão, O medo da rejeição, O ódio que é o medo de amar O medo de amar que é o ódio por si mesmo O **** é a carta coringa do desespero O prazer de calar a dor Mas o **** também dói, pois é a entrega de seu íntimo para outrem (você se diferencia) nós somos incapazes de amar o que é diferente, o **** fere o ego, pois o auge do prazer se dá com algo que nossa consciência insiste em odiar, odiamos os outros, odiamos a nós mesmos Mas é tudo ilusão Ódio e medo, novamente, caminhando lado a lado Mas é tudo ilusão "O que está em cima está em baixo, não há diferença" O que me define como singular? Minhas roupas, meu cabelo, meu rosto, minha casa meu carro, minha família, minha história Fora isso quem sou? Onde encontra-se a singularidade da voz que só minha mente escuta? (Minhas ideias surgem de outras ideias que não são minhas Eu sou o vazio) Encontra-se no vazio, onde todos são iguais Onde uma coisa não se diferencia da outra Onde só nos resta amar, sem dor A realidade é simplesmente aquilo em que acredito Nada mais, nada menos Pois o que os olhos não vêem o coração não sente Melhor dizendo: O que a mente não sente os olhos não vêem! Depois de todo o devaneio Me lembro... Uma mulher, cujo a forma de sorrir, a forma de morder os lábios, o jeito com que ela me olha com o canto do olho é totalmente singular, única Mas não depende do ego, e nem de experiência é algo inato, belo, não consigo odiar mesmo sendo diferente Amor? sim Mas algo diferente também a vejo e amo como irmã, como mãe, como amante, como amiga Amo sua existência como um todo e não sei explicar Ela escolheu não ficar comigo, mas sempre vem a mim Eu ainda continuo a ama-la, sem dor, nem sofrimento Outra vez saio de uma discussão comigo mesmo sem respostas!
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Aug 25, 2014
Aug 25, 2014 at 12:35 PM UTC
Existência
De quem é a imagem que vejo no espelho? Não é a mesma que me observo sem vê-la Não possui a fonte existencial que lança os arredores para o interior A única diferença entre mim e o que me permeia É o corpo que carrego a todo instante, e dele os diálogos mentais que me definem como uma existência, pois as vozes que me surgem só eu posso ouvi-las e interpretá-las Mas, talvez, a consciência seja simplesmente um canalizador e não uma fonte, pois as informações vêm de todos os lugares e ao mesmo tempo de um lugar só (ego). De quem é a imagem que vejo quando olho para outra pessoa? Não é a mesma imagem que essa outra existência se vê Essa imagem que vejo faz parte de mim, sou eu, ou talvez o outro que vive em mim, que independe de uma consciência própria que não a minha. Mas como eu me vejo? Me vejo como acredito que os outros me vêem? Eu sou o fruto das experiências passadas Eu sou inconstante. Totalmente renascido e irreconhecível a cada experiência Mas isso é meu ego, o vidro mais frágil O medo da solidão, O medo da rejeição, O ódio que é o medo de amar O medo de amar que é o ódio por si mesmo O **** é a carta coringa do desespero O prazer de calar a dor Mas o **** também dói, pois é a entrega de seu íntimo para outrem (você se diferencia) nós somos incapazes de amar o que é diferente, o **** fere o ego, pois o auge do prazer se dá com algo que nossa consciência insiste em odiar, odiamos os outros, odiamos a nós mesmos Mas é tudo ilusão Ódio e medo, novamente, caminhando lado a lado Mas é tudo ilusão "O que está em cima está em baixo, não há diferença" O que me define como singular? Minhas roupas, meu cabelo, meu rosto, minha casa meu carro, minha família, minha história Fora isso quem sou? Onde encontra-se a singularidade da voz que só minha mente escuta? (Minhas ideias surgem de outras ideias que não são minhas Eu sou o vazio) Encontra-se no vazio, onde todos são iguais Onde uma coisa não se diferencia da outra Onde só nos resta amar, sem dor A realidade é simplesmente aquilo em que acredito Nada mais, nada menos Pois o que os olhos não vêem o coração não sente Melhor dizendo: O que a mente não sente os olhos não vêem! Depois de todo o devaneio Me lembro... Uma mulher, cujo a forma de sorrir, a forma de morder os lábios, o jeito com que ela me olha com o canto do olho é totalmente singular, única Mas não depende do ego, e nem de experiência é algo inato, belo, não consigo odiar mesmo sendo diferente Amor? sim Mas algo diferente também a vejo e amo como irmã, como mãe, como amante, como amiga Amo sua existência como um todo e não sei explicar Ela escolheu não ficar comigo, mas sempre vem a mim Eu ainda continuo a ama-la, sem dor, nem sofrimento Outra vez saio de uma discussão comigo mesmo sem respostas!
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Se da água limpa dos rios o poeta alcança - incólume as fontes d'água viva... Oh, claro lume: dela bebe. Sedento à sanga clara colhe a água c'o as mãos. Na vertente rara, sequioso estro não se abaixa, à flor d'água, feito cão, lambendo a lótus n'água. É de Gideão soldado entre os trezentos. O que não lambe a água O que usa as mãos. Bebe e proclama: - Eis a água! Água da chuva sempre exata. Água da fonte sempre basta. Água que a todo fogo apaga, Limpa água que a sede mata.
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Apr 21, 2016
Apr 21, 2016 at 10:44 AM UTC
ÁGUA LIMPA (ii)
Sometimes I wanna die But then I remember all the movies Series, music, visual arts, people I haven't met yet The coke bottles on the weekends The iced teas before classes The energy drinks at 2 a.m. I know I'm made of water My organs, my tissues My voice is a liquid Which evaporates in my throat That flows away through my eyes, my ears I can dissolve so easily But I can also turn rigid, hard Disguised in a solid state, icy The rapids fall In the depths of the night By myself, I turn into the purest fountain ˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜˜ (portuguese translation) Às vezes dá vontade de morrer Daí me lembro dos filmes Das séries, músicas, Artes visuais, Pessoas Que eu ainda preciso conhecer A coca-cola dos fins de semana Os chás gelados antes das aulas Os energéticos às 2 da manhã Eu sei que eu sou de água Meus órgãos, meus tecidos A minha voz é um líquido Que evapora na garganta Que sai nos olhos, nos ouvidos Me desfaço tão fácil Mas também me torno rígido, gélido Me desfarço de sólido Cachoeiras caem Nas profundezas da noite Sozinho, sou a fonte mais pura
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Jul 21, 2014
Jul 21, 2014 at 9:35 AM UTC
Self-portrait //////// Autorretrato
Triste há de ser; curto e doce e terno. Que seja breve dizendo tudo. Que seja doce confeito de manhã eterna. Que seja belo qual água de cachoeira. Que a pureza o invada: morte indolor. Da febre se dissipe como quem à tempestade vence. **** Fonte: Cadernos de Sizenando, vol. II, 2016
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Feb 10, 2016
Feb 10, 2016 at 2:27 PM UTC
O último poema, à moda de Manuel Bandeira (2)
O grão de trigo Quando me levanto sem sono, No amor á escrita me abandono… O seu amor se projeta no horizonte, Água fresca de sua fonte. O bom Deus nos ama feliz, Nossa Senhora é sua Imperatriz, Sem fé o mundo seria consternação, Grão de trigo sem dar pão. Caminhante com sede e fome, Deus também foi homem, A natureza se expõe gratuita, Deus ama e felicita. Como podemos nós não acreditar em Nosso Senhor? Foi divino, foi só amor… O grão de trigo na terra fértil tanto produz, Amor a Nosso Deus e a Jesus. Victor Marques
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Sep 23, 2013
Sep 23, 2013 at 4:24 AM UTC
Grão de trigo
• Vivendo, descobrindo e agradecendo. Parece que se nasce todos os dias, que Deus nos manifesta o seu amor através da beleza infindável que se descobre todos os dias no sol, na chuva, no vento, no mar, no ribeiro... Por o universo ser preciso, maravilhoso, e sempre constante nos seus ciclos criadores de vida. Temos de fazer alguma coisa por todos o que nascem desprovidos de amor, de sentimentos, de vontade de ser recordados neste mundo. Para sempre ficarem na memória dos outros seres humanos que parecendo insignificantes tem sempre presente quem tem coração. Respeitar uma sociedade que parece estar ali para acolher pobres, resolver os problemas dos mais desprovidos. O que faríamos nos em condições de pobreza, miséria, fome, guerra? O que faríamos nos se todos acreditassem na vida, na morte e numa ressurreição que Deus através dele seu Filho provou? O que faríamos nos se a natureza não fosse gratuita e uma fonte inesgotável de recursos? O que faríamos nos sem memória, pensamento, razão? Por sermos felizes agradecemos a beleza das estrelas do orvalho, da noite, do dia...Temos todos de viver com a esperança, com o trabalho, com as pessoas, com o amor! Se nosso lema fosse: viver, descobrir, agradecer tudo seria mais fácil para nos alegrar e dar a nossa vida um sentido mais puro e sereno. Viver de uma forma positiva e apaixonada ajuda nos a descobrir nossas potencialidades escondidas, adormecidas. Vivendo, descobrindo, agradecendo Nas vivências e descobertas todos os seres humanos conseguem perceber melhor a sua genialidade e existência. Quando penso em Deus, vivo mais... A nossa terra onde Nascemos nunca deixa de ser nossa e sempre bela aos olhos de quem nela nasce, vive e por vezes morre... Não existe quem não esteja grato a ela, seus antepassados, seus lugares preferidos que perduram nas noites, nos dias... A grandeza de ser grato ajuda a viver, impulsiona a descobrir caminhos inimagináveis e impossíveis de ser recordados. Quando se agradece: o cheiro de uma rosa branca, o canto da cigarra, o uivar do lobo, o chilrear dos Passarinhos, a luminosidade da lua cheia. Fico perplexo, emocionado, sentido por saber que vivendo e sempre agradecendo o meu ser. Victor Marques
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May 19, 2016
May 19, 2016 at 4:22 AM UTC
Vivendo,descobrindo e agradecendo...
• Vivendo, descobrindo e agradecendo. Parece que se nasce todos os dias, que Deus nos manifesta o seu amor através da beleza infindável que se descobre todos os dias no sol, na chuva, no vento, no mar, no ribeiro... Por o universo ser preciso, maravilhoso, e sempre constante nos seus ciclos criadores de vida. Temos de fazer alguma coisa por todos o que nascem desprovidos de amor, de sentimentos, de vontade de ser recordados neste mundo. Para sempre ficarem na memória dos outros seres humanos que parecendo insignificantes tem sempre presente quem tem coração. Respeitar uma sociedade que parece estar ali para acolher pobres, resolver os problemas dos mais desprovidos. O que faríamos nos em condições de pobreza, miséria, fome, guerra? O que faríamos nos se todos acreditassem na vida, na morte e numa ressurreição que Deus através dele seu Filho provou? O que faríamos nos se a natureza não fosse gratuita e uma fonte inesgotável de recursos? O que faríamos nos sem memória, pensamento, razão? Por sermos felizes agradecemos a beleza das estrelas do orvalho, da noite, do dia...Temos todos de viver com a esperança, com o trabalho, com as pessoas, com o amor! Se nosso lema fosse: viver, descobrir, agradecer tudo seria mais fácil para nos alegrar e dar a nossa vida um sentido mais puro e sereno. Viver de uma forma positiva e apaixonada ajuda nos a descobrir nossas potencialidades escondidas, adormecidas. Vivendo, descobrindo, agradecendo Nas vivências e descobertas todos os seres humanos conseguem perceber melhor a sua genialidade e existência. Quando penso em Deus, vivo mais... A nossa terra onde Nascemos nunca deixa de ser nossa e sempre bela aos olhos de quem nela nasce, vive e por vezes morre... Não existe quem não esteja grato a ela, seus antepassados, seus lugares preferidos que perduram nas noites, nos dias... A grandeza de ser grato ajuda a viver, impulsiona a descobrir caminhos inimagináveis e impossíveis de ser recordados. Quando se agradece: o cheiro de uma rosa branca, o canto da cigarra, o uivar do lobo, o chilrear dos Passarinhos, a luminosidade da lua cheia. Fico perplexo, emocionado, sentido por saber que vivendo e sempre agradecendo o meu ser. Victor Marques
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O amor em Paris O sol põe-se no Horizonte, Eu bebo água em fresca fonte, Eu com amor e leve doçura, Ando á tua procura. As pessoas transformam situações, Mudam-se caras e até corações. Neste mundo que tanto se labuta, Se ama quem nos escuta. Viver a vida como um existencialista, Ser poeta, sentir amor, ser fadista. Ter uma saudade que nos gratifica, Ter amor, que coisa bonita…! Por amor estou em Paris, Sou alegre e feliz, A felicidade é sempre plena, Quando se está com quem se ama. Victor Marques
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Jul 2, 2012
Jul 2, 2012 at 4:39 PM UTC
O amor em Paris
Sinto a necessidade de ter calor humano, Por puro conforto, De sentir o meu corpo absorto. Necessidade tão intensa e imensa Longe do que se pensa, Longe de qualquer dano. O vento ouve-me, benevolente, O que vai na alma. Das palavras que correm na mente, Traz a minha outra metade na sua palma Para a alegria tomar conta da calma. Reparo no meu cabelo a voar, Nos meus dedos a moldar As linhas do horizonte. E tento retratar, magicar e afeiçoar A imagem que tenho de ti na fonte. Aproximo-me em passo na calada E os meus olhos aborvem cada camada Que no meu ver emerge. Tudo diverge Pois apareceste tu. O meu coração acelera Calmo noutra era. Num ápice lento Num rápido murmúrio Olho-te com um muito atento. Procuro fugir do teu olhar, Com o sangue a ferver, Com a cara a escaldar Cansada desta fuga por resolver: É aqui que vou ficar.
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May 16, 2014
May 16, 2014 at 7:43 AM UTC
Amor na calada
Carrazeda de Ansiães Terra linda que santos e pelourinhos tu tens, Planalto que se estende no horizonte, Castelo pomposo de Ansiães, S.Lourenço e bendita fonte. Coleja, Linhares e Codecais, Senhora da Ribeira e Pinhal Do Norte, Tua, Fiolhal com pintassilgos e pardais, Ribalonga e Nosso Senhor da boa morte. Vilarinho e Mogo de Ansiães, Beira Grande terra do além, Parambos, Luzelos e Arnal, Areias e Zedes sem igual. Samorinha e Amedo numa tela, Belver , Pombal e Paradela. lavanderia e Selores, Seixo e seus amores. Brunheda, Fontelonga e Marzagão, Todas as aldeias em união, Não direi mais por falta de inspiração, Carrazeda no coração... Um abraço a todos Victor Marques
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Sep 1, 2013
Sep 1, 2013 at 4:25 PM UTC
Carrazeda de Ansiães
Das rachaduras de meu peito, brota água que jamais vi Sem cor Sem rumo Desconheci. Assisto o eco dos fatos Sóbrio Todo igual E de tão constante; Inerte. Frequência abjeta. Farrapos. O líquido da divindidade seca ao sol e sulca-me em seu secar Obsceno Todo o meu corpo Cabeça, tórax, gônadas e bile. Bonito como o chão da caatinga Enferrujado Vil Sou eu, agraciado por ter bebido da fonte. Obrigado, Deus. Mastigue-me aos miúdos numa tarde ignóbil de chá com bolachas.
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Sep 24, 2014
Sep 24, 2014 at 11:52 AM UTC
Um homem em cacos vermelhos
En Castilla está un castillo,   que se llama Rocafrida; al castillo llaman Roca,   y a la fonte llaman Frida. El pie tenía de oro   y almenas de plata fina; entre almena y almena   está una piedra zafira; tanto relumbra de noche   como el sol a mediodía. Dentro estaba una doncella   que llaman Rosaflorida; siete condes la demandan,   tres duques de Lombardía; a todos les desdeñaba,   tanta es su lozanía. Enamoróse de Montesinos   de oídas, que no de vista. Una noche estando así,   gritos da Rosaflorida; oyérala un camarero,   que en su cámara dormía. -«¿Qu'es aquesto, mi señora?   ¿Qu'es esto, Rosaflorida? »O tenedes mal de amores,   o estáis loca sandía». -«Ni yo tengo mal de amores,   ni estoy loca sandía, »mas llevásesme estas cartas   a Francia la bien guarnida; »diéseslas a Montesinos,   la cosa que yo más quería; »dile que me venga a ver   para la Pascua Florida; »darle he siete castillos   los mejores que hay en Castilla; »y si de mí más quisiere   yo mucho más le daría: »darle he yo este mi cuerpo,   el más lindo que hay en Castilla, »si no es el de mi hermana,   que de fuego sea ardida».
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Romance de rosaflorida
Oh, dove prima al limite del giorno s'appiattava una forza ordinatrice, quale scoscendimento pauroso che mi rimonta sulla stessa ruota, sulla ruota del giorno e del tormento? E dove il digiuno di un incontro rovesciare codeste verità? Ah, fantasmi di te, mille fantasmi arsi di sete, tutti, alla mia fonte! Una forza stranissima si insinua nelle mie labbra docili e le incurva; io ruoto, sento, sul mio desiderio schiava di un magnetismo che mi ha vinta. La corsa dopo invaderà il mio corpo che la esercita in sé, nel suo tormento, per superare ciecamente il solco dove tu, assente, non puoi più fiorire. Ardo di mille musiche diverse, ma dove è tempo di un incontro nuovo, resiste il "poter essere" di te.
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Lirica
Estrela central do sistema solar, Planetas, cometas,poeiras no ar. Todos em teu redor sem demora,, Humanos acertando a hora. Milhões de quilómetros nos distancia, Bendita luz que alumia. A noite vem com o brilho do luar, De manhã te espero para acordar. Lindas cores no horizonte alaranjado, Amarelo também, por vezes avermelhado. Divino poder de teu calor criar, tua energia. És Estrela de noite e de dia, És bendito para toda humanidade que por ti anseia, Na noite adormeces com o canto da sereia. A água na terra é fonte de vida, Pelo calor do Sol seja protegida. O Sol será cada vez mais brilhante , No futuro, no presente. Nunca desprendido de teu ciclo solar, tua essência, Fazes chover ou nevar com abundância. O destino da Terra é precário e indefinido, Tu Sol és um gigante adormecido. Victor Marques
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May 9, 2023
May 9, 2023 at 3:58 PM UTC
O Sol
Nel marzo ebro di sole il grande arbusto in mezzo al prato si coprì di gialli fioretti: le novelle accese rame salenti e ricadenti con superba veemenza di getto dànno raggi e barbagli a mirarle; e tu quasi odi scroscio di fonte uscir da loro; e tutta la Primavera da quell'aurea polla ti si versa cantando entro le vene.
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Fontana di luce
tu que vagueias na neblina ocultando a transparência do teu ser, tu que viajas por entre mundos procurando sedento a seiva da vida, perscruta no teu eu o mapa que te levará à fonte da imortalidade.
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Jul 25, 2015
Jul 25, 2015 at 1:39 PM UTC
Espectro
Olhava para as mais belas rosas, Todas pareciam formosas... Vi alguns cravos brancos e avermelhados, Em campos vadios sem ser semeados... Parece que o amor nasce no horizonte, Gazelas bebem numa pequena fonte, Ao acaso e sem pedir nada a alguém, Olhar uma água de ninguém. O amor parece o universo do bem, Vai embora sem dizer a sua mãe, Eu já tive amor sem o perceber, Olhei para o livro sem letras para ler... Ai enamorados seres que se perdem com o amor, Confissões feitas a nosso Deus e Senhor, Nas mais belas estrelas do universo, Vi lençóis brancos em verso … Victor Marques
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Sep 5, 2018
Sep 5, 2018 at 1:44 PM UTC
O amor nasce no Universo do bem
Muitas são as cabeças que se agilizam em governar Portugal. Sim cabeças de políticos, que bem, ou mal formados nos encaminham no fracasso. Aquilo que é de todos e contributo de todos deveria ser nosso. Falo do Sistema Nacional de Saúde em primeiro, para o qual todos contribuímos e onde muitos dos que lá trabalham, optam por de uma necessidade populacional fazer uma fonte de rendimento. A seguir e porque também a mim me toca, justiça. Como pode ser possível que a justiça, solene e a segunda coisa mais importante da Constituição, esteja hoje nas mãos da comunicação social que diariamente condena e absolve tanta gente, cometendo diariamente vários crimes de devassa e nada lhes acontece. Infraestruturas de Portugal, redes viárias construídas com o dinheiro de todos nós e muitas delas exploradas por particulares. TAP, EDP, PT, Correios de Portugal, águas e outras instituições privatizadas que hoje só esvaziam os nossos bolsos. Em tempos Portugal era mais que um retângulo ao largo da península ibérica, era o Brasil, Angola, Moçambique, Guiné, Timor, Macau e muito mais ainda foi derretido nas mãos de quem as teve. Cá dentro, apesar de pequenos hoje, Portugueses julgam-se os que vivem em cidades grandes e o interior cada vez mais é esquecidos e despovoado, onde os Portugueses que lá vivem apenas servem para pagar impostos, e no resto cada vez mais esquecidos, até o direito há saúde tem horário para se estar doente. Caros senhores do poder, se querem que o interior do país não seja habitado mas sim esquecido, entreguem aos espanhóis o que lhes foi tirado tal como fizeram quando entregaram Macau há China, talvez assim as pessoas que lá vivem consigam sentir-se como pertencendo a um país . Chega de arruinar a vida de quem trabalha e vangloriarem-se com a epidemia de gente que quer morrer, com a pandeleiragem e a prostituição humana que nos assola diariamente por nossas casas a dentro e nos chegam pela TV desde manhã cedo. Basta de maus costumes e má gente. António Benigno Codigo Activista 2018.06.04.01.06.2050
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Jun 4, 2018
Jun 4, 2018 at 4:52 PM UTC
Portugal Melhor
Muitas são as cabeças que se agilizam em governar Portugal. Sim cabeças de políticos, que bem, ou mal formados nos encaminham no fracasso. Aquilo que é de todos e contributo de todos deveria ser nosso. Falo do Sistema Nacional de Saúde em primeiro, para o qual todos contribuímos e onde muitos dos que lá trabalham, optam por de uma necessidade populacional fazer uma fonte de rendimento. A seguir e porque também a mim me toca, justiça. Como pode ser possível que a justiça, solene e a segunda coisa mais importante da Constituição, esteja hoje nas mãos da comunicação social que diariamente condena e absolve tanta gente, cometendo diariamente vários crimes de devassa e nada lhes acontece. Infraestruturas de Portugal, redes viárias construídas com o dinheiro de todos nós e muitas delas exploradas por particulares. TAP, EDP, PT, Correios de Portugal, águas e outras instituições privatizadas que hoje só esvaziam os nossos bolsos. Em tempos Portugal era mais que um retângulo ao largo da península ibérica, era o Brasil, Angola, Moçambique, Guiné, Timor, Macau e muito mais ainda foi derretido nas mãos de quem as teve. Cá dentro, apesar de pequenos hoje, Portugueses julgam-se os que vivem em cidades grandes e o interior cada vez mais é esquecidos e despovoado, onde os Portugueses que lá vivem apenas servem para pagar impostos, e no resto cada vez mais esquecidos, até o direito há saúde tem horário para se estar doente. Caros senhores do poder, se querem que o interior do país não seja habitado mas sim esquecido, entreguem aos espanhóis o que lhes foi tirado tal como fizeram quando entregaram Macau há China, talvez assim as pessoas que lá vivem consigam sentir-se como pertencendo a um país . Chega de arruinar a vida de quem trabalha e vangloriarem-se com a epidemia de gente que quer morrer, com a pandeleiragem e a prostituição humana que nos assola diariamente por nossas casas a dentro e nos chegam pela TV desde manhã cedo. Basta de maus costumes e má gente. António Benigno Codigo Activista 2018.06.04.01.06.2050
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Que j'aime voir, chère indolente, De ton corps si beau, Comme une étoffe vacillante, Miroiter la peau ! Sur ta chevelure profonde Aux âcres parfums, Mer odorante et vagabonde Aux flots bleus et bruns, Comme un navire qui s'éveille Au vent du matin, Mon âme rêveuse appareille Pour un ciel lointain. Tes yeux, où rien ne se révèle De doux ni d'amer, Sont deux bijoux froids où se mêle L'or avec le fer. A te voir marcher en cadence, Belle d'abandon, On dirait un serpent qui danse Au bout d'un bâton. Sous le fardeau de ta paresse Ta tête d'enfant Se balance avec la mollesse D'un jeune éléphant, Et ton corps se penche et s'allonge Comme un fin vaisseau Qui roule bord sur bord et plonge Ses vergues dans l'eau. Comme un flot grossi par la fonte Des glaciers grondants, Quand l'eau de ta bouche remonte Au bord de tes dents, Je crois boire un vin de Bohême, Amer et vainqueur, Un ciel liquide qui parsème D'étoiles mon coeur !
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Le serpent qui danse