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"fogo" poems
Os campos floridos Campos esverdeados, giestas amareladas! Cumes de montes perdidos, pedras maltratadas. Árvores que exalam perfume, Fogo que arde sem lume. Campos que avisto solitário, Searas de trigo ao toque do vento, Paisagens celestes de momento, Ervas deste santuário. Um céu azul desolado, Paisagens do passado, Coisas sem sentido, Um roxo comprometido Campos que se vão embora, Primavera os namora. Verão quente, Outono doentio, Inverno intolerante e frio. Victor Marques
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Oct 26, 2010
Oct 26, 2010 at 10:01 AM UTC
Os campos floridos
Comboio do Destino Não sei que fogo me aquece, Não sei que chama me alumia, Sinto que algo me fortalece, Esperança de algo que perdia. Num comboio bastante maltratado, Sinto um sentimento forte, Viajo um presente já passado, Destino ou minha sorte. O comboio começa a andar, Nem vai depressa, nem devagar, Colinas verdejantes, belas paisagens, Para trás ternas imagens. Palavas com cisnes eu te vi, A sonhar eu adormeci. No comboio do destino estou sem demora, Vou acordar com a brancura da aurora. Victor Marques
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Apr 23, 2012
Apr 23, 2012 at 9:33 AM UTC
Comboio do Destino
Deus meu me incitas, Louvor de quem felicitas. As plantas, o mar, a terra, o homem sempre só. Sentimentos de amor. piedade e dó. Deus terno me envolves, Problemas tu resolves. As constelações, o ressuscitar de novo, Apagas o lume sem ver o fogo. Deus nosso lunar, Verbo conjugado ...amar! As dunas com ou sem areia, Sentir o amor pela sereia. Deus homem, Deus menino! A vida é como um hino... Deus meu Deus da vida e dos amores, Mares, terra e lindas flores. Victor Marques
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Dec 12, 2009
Dec 12, 2009 at 6:46 AM UTC
Meu Deus....
"Preciso de ti! Não partas e não deixe-me partir; Me enterre aqui ao teu lado, senta comigo e vê as horas a passar; O céu se encontra entre o azul e o mar, ambos claros, a fadar; Preciso hoje mesmo a cor dos teus lábios encontrar, pois meus lábios incolores, precisam do toque dos seus para se pintar e num beijo cor de rosa arrepiarem-se. Preciso hoje mesmo a luz dos teus olhos, pois meus olhos apagados e congelados precisam brilhar, e num só encontro de nossos olhos, num feixe enorme entrelaçarem-se. Preciso hoje mesmo das tuas mãos para aconchegar-me, meu corpo, alma e coração sem vida precisar do seu calor para reanimarem-se, e num fogo a mil bons tons entregarem-se. Ah amor, seu toque almejo e entre mil desejos só quero amar-te; Nenhuma riqueza paga a felicidade do meu coração ao apaixonar-se. Deus posso viver na pobreza, sem nenhuma grandeza se puder amar-te! E a vida lentamente, ao seu lado ardente, irei trilhar-me. Pois cada parte minha e cada parte sua, nunca estarão completas, se não juntarem-se."
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Oct 5, 2012
Oct 5, 2012 at 10:40 PM UTC
Pela Luz dos Olhos Teus (Quase uma homenagem sincera)
For a moment, let's reset our society VIctoria Secret Models are chubbier, shorter than 5ft. and don't have those golden locks with shimmering eyes nor the perfect skin nor smiles Yellow and crooked teeth are to be admired upon chapped lips and no make up is the ideal beauty McDonald's sells the most exquisite burgers while Fogo De Chao is frowned upon Harvard and those Ivy Leagues are safety schools and the community colleges have an impossible admission of 70% UNBELIEVABLE, RIGHT?? that gardeners and janitors were respected as the kings of the world and government and the congress are to be denied, devalued, and made fun of. now open your eyes and hear the cars and turn on the tv and smell everything which one would you rather prefer???
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May 29, 2013
May 29, 2013 at 3:43 PM UTC
Reset
Choras os dias passados Tolo projeto de homem novo? Descanse seguro de que aquele que o olha Não vê o que se move em teus miolos. Vista tua casca grossa, raivosa Todos os dias Religiosamente E saia, por favor Saia. Com um fogo fátuo nos olhos, mire a si mesmo nos reflexos Mire os olhos dos outros Seduza-os Mas deixe-os Afinal quando fechas os teus Tudo o que vês são dias passados Poeira que lhe incita muito mais que espirros Calma, vista tua casca grossa Relaxa, canta. E volta pra casa Olha as estrelas A noite é só tua Respira Corre Chora Chora toda a tua crueldade E vista, amanhã, tua casca grossa. Raivosa.
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Sep 27, 2014
Sep 27, 2014 at 4:58 AM UTC
Caixa verde poeirenta
Se da água limpa dos rios o poeta alcança - incólume as fontes d'água viva... Oh, claro lume: dela bebe. Sedento à sanga clara colhe a água c'o as mãos. Na vertente rara, sequioso estro não se abaixa, à flor d'água, feito cão, lambendo a lótus n'água. É de Gideão soldado entre os trezentos. O que não lambe a água O que usa as mãos. Bebe e proclama: - Eis a água! Água da chuva sempre exata. Água da fonte sempre basta. Água que a todo fogo apaga, Limpa água que a sede mata.
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Apr 21, 2016
Apr 21, 2016 at 10:44 AM UTC
ÁGUA LIMPA (ii)
palavra à noite cantada co'a manhã se desfaz em palavra granulada: matinal achocolatado. Já não sente a poesia tal qual ressoara clara na madrugada alta - Et pourtant, fala! Será a escrita fogo fátuo? marca gravada em gado, ou cardo na sua pata? (O poeta-boi rumina mas não é vaca sagrada). Estrela cadente, cabala: meros fogos de artifício ruidosos melros da fala: na calma manhã se calam.
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Sep 27, 2015
Sep 27, 2015 at 5:08 AM UTC
POESIA FALADA
Cadê o meu pedaço de bolo? Não me faça de tolo Meu coração queima como fogo Eu não desistirei sem diálogo Não me vire às costas e nem rosto Eu sei que fui puro desgosto Que fui canalha, safado e traste Que transformei sua vida num desgaste Não mereço nenhuma consideração Nem um pouco de sua admiração Sei que a minha presença nesta festa Não vai conseguir nenhuma fresta Nesse coração que tanto machuquei Eu que por muito tempo lágrimas chorei Arrependido por tê-la abandonado Dai esse pedaço de bolo Que para mim será apenas um consolo De tê-la imensamente magoado Será o pagamento de um amor não devotado Meu grande pedido de perdão Meu ingresso para a solidão!
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Jan 13, 2015
Jan 13, 2015 at 12:31 PM UTC
Pedaço de bolo
S.Mamede O fogo acesso não te queimava, Aprendeste que Deus a todos amava. Viveste com romanos e plebeus, Nasceste pelo amor de Deus. Amaste a Deus de um modo sereno, Estive com o imperador Aureliano. Nosso Santo S. Mamede, Perdão a Deus por nós Ele pede. Deus falou-te ao coração, E te veneramos desde então. Viveste com os pobres e teus queridos animais, Nem tiveste o carinho de teus verdadeiros pais. Santo de qualquer aldeia, S.Mamede de Cesareia, Santo bendito e excelso, Rosmaninho e feto.
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Nov 15, 2012
Nov 15, 2012 at 1:53 PM UTC
S.Mamede
Nos densos odores de um incenso de mirra, embriagado pelo entediante vazio da bagunça de meu quarto, devaneio-me pelos arredores dum mundo marginal concebido da tristeza que em fogo me cala Num sopro de arrependimento as brasas se queimam e a fumaça toxica que respiro, exala-se pelos poros Deleitando-me em singelo prazer espero as cinzas se formarem Observo atentamente a destruição da matéria, pois somente assim vejo meu destino, e talvez, não de bom grado, num sopro, aceite as últimas cinzas da vida caírem no Sujo e bagunçado chão de meu quarto( mundo).
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Jun 23, 2013
Jun 23, 2013 at 11:34 PM UTC
Cinzas ao chão_ poema-2
O oceano almeja pelo brilho do luar, o qual a estrela mais linda e brilhante a presenteia, as plantas necessitam da incandescente luz do sol, e os humanos se aquecem, com o fogo que os incendeia. A bela menina do vestido preto, corre por entre as ruas atrás de seu príncipe perfeito, e o gentil homem de coração aberto, derrama lágrimas por seu amor verdadeiro não estar perto. Não quero que o mundo tenha pena de mim, pois sei que eles não me entendem, e quando tudo for feito para ter um fim, daremos um jeito de mudar tudo. E da mesma maneira que todos almejam algo, eu preciso de você, do seu beijo, do seu abraço, de encanto e principalmente de seu coração. Vinícius Rozante
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Aug 12, 2013
Aug 12, 2013 at 8:31 PM UTC
Você
Ainda sou ontem um espasmo em flores abundantes Sou voz em noite no silêncio limite Sou ser em curvas para o infinito de vermelhas luxúrias Sou visão balbuciante & gritos Fugas Devaneios Ainda sou sempre no espaço presente Sou micro-vácuo buscando a partida precipitada do fim Sou andarilho descalço nos jardins do horizonte Sou emanação do abscôndito mítico mistério Sou longe Limite Extremo Ainda sou hoje febre poética do fogo Sou raiz aquém do líquen ardoso Sou litígio pecado & asas sem ar Sou brilho abstrato & ser viagem às sombras platônicas Símbolo Signo Mito Ainda sou ontem um vôo futuro Sou vício perdido em tormentos astrais Sou real transcendência entregue à musa Sou consciência da angústia do (eterno) re-torno Re-nascimento Trans-lúcido “...& em tudo há profecia se sou eterno”
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Feb 26, 2014
Feb 26, 2014 at 10:01 PM UTC
Éden
Já são tantos desencontros que não me encontro mais, estou perdido sem você para me guiar Quanto tempo a gente não se vê Talvez falta de sorte Ou talvez falte esforço de ambas as partes E assim sendo, eu vou te buscar Não sou triste nem feliz Apenas vivo em um estado de Homeostase constante Talvez aja algo maior, mas sou frio Demais para perceber E cansado de não conseguir o que almejo Sempre falando que vou me Esforçar, mas nunca é bastante Me sinto um perdedor são tempos difíceis Não é preciso dizer que sonhei com você E assim sendo, eu vou te buscar. Eu sou agua, você fogo, Eu sou garoa, você furacão Eu sou calmaria, você vulcão.
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Nov 20, 2015
Nov 20, 2015 at 11:36 PM UTC
Eu vou te buscar
Meu Deus Deus meu me incitas, Com cara feia ou bonita. As plantas, o céu e o homem só, Neve em cima de um trenó. Deus do nada e de ninguém, Do amor e do além. O uivar do lobo, Ardente e com fogo. Deus sempre lunar, Da terra e do mar, Dunas e areias, Peixes e sereias. Deus real e também menino, Feito celestial e divino, Deus da vida e das flores, Deus de todos os amores. Victor Marques
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Oct 31, 2012
Oct 31, 2012 at 11:44 AM UTC
Meus Deus
Meu Deus Deus meu me incitas, Com cara feia ou bonita. As plantas, o céu e o homem só, Neve em cima de um trenó. Deus do nada e de ninguém, Do amor e do além. O uivar do lobo, Ardente e com fogo. Deus sempre lunar, Da terra e do mar, Dunas e areias, Peixes e sereias. Deus real e também menino, Feito celestial e divino, Deus da vida e das flores, Deus de todos os amores. Victor Marques
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Oct 31, 2012
Oct 31, 2012 at 11:09 AM UTC
Meu Deus
o vento fazia o pó levantar. de olhar maduro, óculos de protecção, casaco preto e chapéu, ao peito um medalhão. ele era um rapaz nobre. nunca se tinha visto ninguém como ele. que segredos antigos estavam à espreita? e ali estava ele, flutuando na magia da brisa. ao peito a mais perfeita arma de julgamento. cano curto. o segredo fora revelado, e o carrasco chegava para mim. com uma intenção maravilhosa de assassino malicioso, Spyglass olhou-me nos olhos e senti o vento no meu cabelo. flashes de fogo na calada da noite. a maravilhosa máquina de sua majestade. gritei: "semeador de chumbo". o sangue, escuro, corria, mortal.
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Apr 9, 2015
Apr 9, 2015 at 5:05 PM UTC
Semeador de chumbo
vento primavera, ao longe uma música estranha sinto a vida escorrer sinto a sombra das almas passar com uma sede louca pelo néctar da vida agrilhoadas pela putrefacção da sua demência percorrem os caminhos efémeros rumo ao salão dos mortos a lua respira num último adeus à eternidade numa interminável noite sem estrelas no trono o herdeiro da morte dança no fogo do inferno sou prisioneiro dentro de mim no ventre de satanás pobre homem empalado banha-se no sangue dos amanhãs do mundo estou pronto para abandonar esta vida mundana e entregar-me à magnificência do seu SER e o diabo cospe na divindade
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Sep 9, 2015
Sep 9, 2015 at 5:44 AM UTC
Lua de Sangue
Sente-se o caminhar sobre ladrilhos dourados despe-te, ama entra, a chuva é intensa vive, ama, amar-te-ei no jardim, cravos murchos pétalas caídas. Leva-me, deixa-me navegar posso-te amar, tenho-te desejo-te, depois tudo passa. Queria ser como tu adorar-te-ei até ao fim enfrentarei minha sombra, serei alguém, viverei para te proclamar, aconchego-me, fogo crepitante, doçura de mulher, corpo imundo mundo imundo, sobre pedras de silêncio, vamos ao sabor de uma melodia, o que sou sombra inconstante, açambarcador de poder, ricos falsos, acabar-se-à no fogo do desespero não hesites caminha e vencerás sobre tudo e todos vai em frente segue o teu caminho e serás alguém, como o eu que eu queria.
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May 16, 2014
May 16, 2014 at 11:20 AM UTC
caminho
Olhos escuros, Noites insones, Tantos amores, E eu fiquei só. Eu escolhi tantos, Pra não ver minha amargura voltar, E agora eu só quero o teu olhar, Que mesmo ao me ver, Não quer sonhar. Vai entender o que eu quis de mim, O que eu quis de você, Vou demorar a ter. E eu não sei saber disfarçar, O amor em meus olhos, E o fogo a queimar
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Dec 6, 2013
Dec 6, 2013 at 4:15 PM UTC
A queimar
É pranto gentil que reluz em tua face bela, Pois em semblante rosáceo tens doce encanto Queira a ter, deixar-te afável pranto, Orvalho-da-aurora aos teus olhos, donzela, Sei que sentes, que padeces à dor aquela Mas tua voz chorosa! Ó amável canto, Me é pesar afim, a ferir-me tanto! Apieda-te ao alvorar d'alegria singela, Não te desperta ao fogo que fere, Pois não mais crerás na luz dos dias, E verás *** na fria inópia da magia! Consente as lágrimas! Tu as queres, Se em venturas, confessar que não as queria, Sentirás, no reflexo de teu lume, o minguar da poesia,
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Jul 28, 2017
Jul 28, 2017 at 3:59 AM UTC
Paisagens do Inverno - III
Os teus olhos tristes são anjos que choram. Paredes rasgadas e eu sem estrada para percorrer. São setas em fogo. E eu ardo nelas. Arde em mim o olhar que quero rasgado num sorriso.
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Sep 1, 2014
Sep 1, 2014 at 8:27 AM UTC
Setas em fogo
Cinzas permanecem. Por isso somos abençoados nas cinzas após todo o fogo se extinguir. O fogo não dura. As cinzas sim. Mesmo se são levadas pelo vento, lavadas pela água ou enterradas na terra. Até mesmo se são postas no fogo novamente. Elas sempre permanecem, não importa o quê.
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Sep 13, 2016
Sep 13, 2016 at 8:49 AM UTC
cinzas permanecem/por isso nós somos abençoados
caio lentamente diminuído . decaído . consumido pensamentos demoníacos lágrimas escorrem do meu rosto e caem a meus pés equilíbrio visão extravagante floresta de pedra criaturas da noite movem-se pacificamente invisíveis desejo fogo incontrolável que me absorve na sua graça perplexo danço nas chamas bruxuleantes conspiro ao som do silêncio da noite e procuro o conforto no gelo frio do teu ser o meu dilema: qual o meu caminho?
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May 15, 2015
May 15, 2015 at 6:32 AM UTC
Censura