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"fila" poems
The beloved country Africana can boast of is Ghana. The manana of Africana black star is Ghana A nation rich in culture and natural pasture. Its nature reflects the creatures’ caricature We are black reflecting our true beauty. And we are packed with captivating ability. The typicality of our nationality brings unity. Who knows whether our safety lies in our variety? This unity amidst our diversity is our reportage. About twenty-four million are surviving in our age. Over sixty ethnic groups and fifty-two major languages. There are hundreds of dialects which are to our advantages. In W/A, Ghana records the highest percentage of Christianity… Yet the modernity of our sanity portrays minds of malignity. But the fraternity of our humanity builds our community. The variety of our morality and privity builds our society Who said Ghana cannot be capaciously superfluous? We have the very illustrious and exuberant resources. The elites and the voracity are harnessing the recourses. The destitute remains poor and the gentry linger the forces Our democratic government is an African paradigm. Our peaceful political regime is of no pantomime. Who of course would help us measure corruption? The whole nation would have tensed up to eruption. If not the gargantuan wayomelogy of the wayometer. Who knows whether the next tool would be attameter? Who wouldn’t love to be a proud Ghanaian to enjoy our hilarious fila and jargons tongue can employ
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Mar 22, 2012
Mar 22, 2012 at 7:52 PM UTC
GHANA IS CAPACIOUSLY SUPERFLUOUS
So, up to Liverpool, pretty cool, I've got family there, and I'm trying to find my bearings. When I was a kid I went with my Auntie to the Adelphi Hotel, I remember it well, so that's where I'll start, move my feet, it's a quick walk to Bold Street. Everyone flocks to the Albert Docks, regenerated, updated, and has created a vibrant corner of a once-thriving port city, which is pleasing, the only downside is it's ****** freezing! The nights out are decent too, this where Liverpool really pulls through. Matthews Street, can't be beat, or Concert Square, where, you head to Baa Bar for some shots and a few jars. Then onto Nation with the rest of Liverpool's student population, going down to Wolstenholme Square, great memories, shame it's no longer there. Capital of Culture, lots to explore, the council wants to restore the city centre, Liverpool One is second to none. New shops to buy our Fred Perry tops, new bars to entertain us, new places to wear our smart Adidas trainers. A modern shopping centre to walk through, have they really called it Everton Two? Girls off to the supermarket with their hair up in rollers and wearing their PJ's, funny looks on the face of people who are new to the place. Lads in black Lacoste trackies, in the 1980s they came back from the continent after European success, wearing Fila and Ellesse, it was called casual, the style went national. A city of myths legends, some more tongue in cheek but still unique. A sock robber from Kirkby, is it the original Cavern Club? Well, to a degree. What about Carragher's tattoo? He's blue born and bred, is Paul McCartney actually dead? I know it's a clichè, but I must say, it isn't a mere rumour, there is undoubtedly a Scouse sense of humour, wordplay and the inflexion on the things they say. A witty city that's for sure, come and visit, you'll have everything you need and more.
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May 6, 2020
May 6, 2020 at 12:45 PM UTC
Liverpool
So, up to Liverpool, pretty cool, I've got family there, and I'm trying to find my bearings. When I was a kid I went with my Auntie to the Adelphi Hotel, I remember it well, so that's where I'll start, move my feet, it's a quick walk to Bold Street. Everyone flocks to the Albert Docks, regenerated, updated, and has created a vibrant corner of a once-thriving port city, which is pleasing, the only downside is it's ****** freezing! The nights out are decent too, this where Liverpool really pulls through. Matthews Street, can't be beat, or Concert Square, where, you head to Baa Bar for some shots and a few jars. Then onto Nation with the rest of Liverpool's student population, going down to Wolstenholme Square, great memories, shame it's no longer there. Capital of Culture, lots to explore, the council wants to restore the city centre, Liverpool One is second to none. New shops to buy our Fred Perry tops, new bars to entertain us, new places to wear our smart Adidas trainers. A modern shopping centre to walk through, have they really called it Everton Two? Girls off to the supermarket with their hair up in rollers and wearing their PJ's, funny looks on the face of people who are new to the place. Lads in black Lacoste trackies, in the 1980s they came back from the continent after European success, wearing Fila and Ellesse, it was called casual, the style went national. A city of myths legends, some more tongue in cheek but still unique. A sock robber from Kirkby, is it the original Cavern Club? Well, to a degree. What about Carragher's tattoo? He's blue born and bred, is Paul McCartney actually dead? I know it's a clichè, but I must say, it isn't a mere rumour, there is undoubtedly a Scouse sense of humour, wordplay and the inflexion on the things they say. A witty city that's for sure, come and visit, you'll have everything you need and more.
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Soterrados locais de nascimento, Por entre as brumas do chorar ficaram Perdidos neste Tempo que não tem espaço Achados no centro do Lodo que encontraram. Espécie de dor ridicularizado ao Poente Loucura mórbida de um Amor quase doente Pisados por uma crença animal Enganados por uma vida que não é real. E aqueles que com uma corda fazem o seu caminho E na árvore penduram a sua alma devagarinho Morte lenta para quem a tem Muito Rápida para quem a vê. E não sabemos nos que também morremos aos poucos A cada dia perdemos um pedaço de carne do Ser Por cada noite gasta um turbilhão de vidas por nascer. E se somos a carne do pobre pensante Achemo-nos dignos de crer na inexistência do senhor Que pensa que nos tem mais que amor Que nos da e tira o fôlego só por crer. E na missa ajoelhados os pobres coitados Rezando cada um para a a sua amargura Filhos de um pai que não os segura Descendentes dos filhos da Terra, mortais. E aos *** elevam os braços por Ele E matam e esfolam os seus irmãos em seu nome E dizem que ele é Amor, e paz, e compaixão E por pecarem e errarem pedem perdão. E esta vida a que condenados somos Sem pedirmos o nascer nem o morrer Vamos todos em fila para a câmara ardente Não vendo nunca o nosso expoente. Procuramos o eterno sentir e o poder Não sabendo realmente o que é viver E a cada fôlego perdemos as forças E a esperança num futuro sossega-nos a morte. E para aqueles que iluminado esta o caminho A morte é mais rápida que o dia A luz mostra a direcção a tomar E o sentido da rua é ficar sem Ar. Definhar.
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Jul 7, 2012
Jul 7, 2012 at 9:07 PM UTC
Definhar
Soterrados locais de nascimento, Por entre as brumas do chorar ficaram Perdidos neste Tempo que não tem espaço Achados no centro do Lodo que encontraram. Espécie de dor ridicularizado ao Poente Loucura mórbida de um Amor quase doente Pisados por uma crença animal Enganados por uma vida que não é real. E aqueles que com uma corda fazem o seu caminho E na árvore penduram a sua alma devagarinho Morte lenta para quem a tem Muito Rápida para quem a vê. E não sabemos nos que também morremos aos poucos A cada dia perdemos um pedaço de carne do Ser Por cada noite gasta um turbilhão de vidas por nascer. E se somos a carne do pobre pensante Achemo-nos dignos de crer na inexistência do senhor Que pensa que nos tem mais que amor Que nos da e tira o fôlego só por crer. E na missa ajoelhados os pobres coitados Rezando cada um para a a sua amargura Filhos de um pai que não os segura Descendentes dos filhos da Terra, mortais. E aos *** elevam os braços por Ele E matam e esfolam os seus irmãos em seu nome E dizem que ele é Amor, e paz, e compaixão E por pecarem e errarem pedem perdão. E esta vida a que condenados somos Sem pedirmos o nascer nem o morrer Vamos todos em fila para a câmara ardente Não vendo nunca o nosso expoente. Procuramos o eterno sentir e o poder Não sabendo realmente o que é viver E a cada fôlego perdemos as forças E a esperança num futuro sossega-nos a morte. E para aqueles que iluminado esta o caminho A morte é mais rápida que o dia A luz mostra a direcção a tomar E o sentido da rua é ficar sem Ar. Definhar.
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Bus de las 8:00, 8:04. Sol en la ventana, camino de adoquín, irregular, vías trizadas de cotidianidad; luz roja, luz verde, la amarilla no funciona, acelera, quema el neumático, 10, 20, 40, 50 y frena de golpe. Vista a la ciudad, azul, sin nubes y seca; te incorporas al bajar, la montaña se humedece, también la ciudad. Av. Amazonas, CCI, Av. La Prensa. Abordas das vueltas te sientas, "tome sin compromiso, $1" sino me devuelve, 10, 20, 40, 50 y frena nunca en la parada. "Soy de Ibarra mi hijo en el hospital Baca Ortiz", frena bajas, viejas pisadas. Haces fila, pagas, otra fila; firme aquí, no puede sonreír. "Espere 20 minutos", te sientas, turno WT64, WT65, WT66. "la niña no puede comer aquí" WT77, WT 78, WT79.  Juan Arboleda, Gustavo Betancourt, José Efrén, Adrián Poveda; revise si está todo bien, firme aquí, sello, sello, queda registrado. Escalera eléctrica, salida, aire no fresco, "le emplástico", "le limpio", caminas, te detienes, ojeas, sueñas. Esperas, Chillogallo - Estadio, Camal - Hipódromo, ¿y el Batán - Colmena? ni modo al Cía. Nacional. El bus va lento a penas atraviesa la brisa, el sol rebota en el parabrisas, Av. 10 de Agosto, acelera, acelera, frena, en la Av. Versalles el bus es un huracán, y frena, te bajas, tu decencia se queda y en la calle colonial vuelves a soñar, fotografía militar, vuelves a filtrar, 11:23, relojería, confitería parada de bus, fanático religioso, sonidos afro, plaza, museo, buenos días, árbol con hojas de otro árbol. "Pide un deseo y escribelo en un pedazo de papel". Amor valiente, amor invisible, beso beso, no puedo aterrizar, sala 5, hombre en llamas, síndrome de resignación, refugiados, reflexión, cerveza, amor, amor, $13.60. Carne salteada, ají, limonada, besos, botella extraviada, agua. Pequeño adiós, Marín, intento de robo,   25 ctvs, gente casas coloridas, montaña, subes, subes, das vueltas, valle azul y verde, baja, frena. Cash, salta se sacude, un torbellino de pelos, en la luz, en mi ropa, un torbellino de amor, pelota, pelota, rock n roll, cable, cable, pedal, camisa blanca, botas negras, peinado a lo morrisey, guitarra, vingala, Blues, Blues, saxo, taxi, maestro, bajo, guitarra, mente extraviada, extraviada, extraviada.
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Nov 13, 2018
Nov 13, 2018 at 3:52 PM UTC
16 de Agosto
Bus de las 8:00, 8:04. Sol en la ventana, camino de adoquín, irregular, vías trizadas de cotidianidad; luz roja, luz verde, la amarilla no funciona, acelera, quema el neumático, 10, 20, 40, 50 y frena de golpe. Vista a la ciudad, azul, sin nubes y seca; te incorporas al bajar, la montaña se humedece, también la ciudad. Av. Amazonas, CCI, Av. La Prensa. Abordas das vueltas te sientas, "tome sin compromiso, $1" sino me devuelve, 10, 20, 40, 50 y frena nunca en la parada. "Soy de Ibarra mi hijo en el hospital Baca Ortiz", frena bajas, viejas pisadas. Haces fila, pagas, otra fila; firme aquí, no puede sonreír. "Espere 20 minutos", te sientas, turno WT64, WT65, WT66. "la niña no puede comer aquí" WT77, WT 78, WT79.  Juan Arboleda, Gustavo Betancourt, José Efrén, Adrián Poveda; revise si está todo bien, firme aquí, sello, sello, queda registrado. Escalera eléctrica, salida, aire no fresco, "le emplástico", "le limpio", caminas, te detienes, ojeas, sueñas. Esperas, Chillogallo - Estadio, Camal - Hipódromo, ¿y el Batán - Colmena? ni modo al Cía. Nacional. El bus va lento a penas atraviesa la brisa, el sol rebota en el parabrisas, Av. 10 de Agosto, acelera, acelera, frena, en la Av. Versalles el bus es un huracán, y frena, te bajas, tu decencia se queda y en la calle colonial vuelves a soñar, fotografía militar, vuelves a filtrar, 11:23, relojería, confitería parada de bus, fanático religioso, sonidos afro, plaza, museo, buenos días, árbol con hojas de otro árbol. "Pide un deseo y escribelo en un pedazo de papel". Amor valiente, amor invisible, beso beso, no puedo aterrizar, sala 5, hombre en llamas, síndrome de resignación, refugiados, reflexión, cerveza, amor, amor, $13.60. Carne salteada, ají, limonada, besos, botella extraviada, agua. Pequeño adiós, Marín, intento de robo,   25 ctvs, gente casas coloridas, montaña, subes, subes, das vueltas, valle azul y verde, baja, frena. Cash, salta se sacude, un torbellino de pelos, en la luz, en mi ropa, un torbellino de amor, pelota, pelota, rock n roll, cable, cable, pedal, camisa blanca, botas negras, peinado a lo morrisey, guitarra, vingala, Blues, Blues, saxo, taxi, maestro, bajo, guitarra, mente extraviada, extraviada, extraviada.
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Mud bug Stew, Black beans and rice Collard greens and fat back boiled up Nice Nothing like a Bowl of Fila Gumbo Boozoo Chavez play the Crawfish mombo Blind drunk Betting, and Letting Dollars go And he blew it all on horses and Ho's Boozoo got a taste of Cold Cash And Cadillacs Clifton Chenier in Lake Charles too Snook right past ole drunk Boozoo His accordian tunes Ripped right By Boozoo Chavez who did not Know How Clifton Chenier became The KING of ZYDECO
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Nov 13, 2014
Nov 13, 2014 at 12:44 AM UTC
CRAWFISH MOMBO
Cerraron sus ojos que aún tenía abiertos, taparon su cara con un blanco lienzo, y unos sollozando, otros en silencio, de la triste alcoba todos se salieron. La luz que en un vaso ardía en el suelo, al muro arrojaba la sombra del lecho; y entre aquella sombra veíase a intérvalos dibujarse rígida la forma del cuerpo. Despertaba el día, y, a su albor primero, con sus mil rüidos despertaba el pueblo. Ante aquel contraste de vida y misterio, de luz y tinieblas, yo pensé un momento: -¡Dios mío, qué solos se quedan los muertos! De la casa, en hombros, lleváronla al templo y en una capilla dejaron el féretro. Allí rodearon sus pálidos restos de amarillas velas y de paños negros. Al dar de las Ánimas el toque postrero, acabó una vieja sus últimos rezos, cruzó la ancha nave, las puertas gimieron, y el santo recinto quedóse desierto. De un reloj se oía compasado el péndulo, y de algunos cirios el chisporroteo. Tan medroso y triste, tan oscuro y yerto todo se encontraba que pensé un momento: -¡Dios mío, qué solos se quedan los muertos! De la alta campana la lengua de hierro le dio volteando su adiós lastimero. El luto en las ropas, amigos y deudos cruzaron en fila formando el cortejo. Del último asilo, oscuro y estrecho, abrió la piqueta el nicho a un extremo. Allí la acostaron, tapiáronle luego, y con un saludo despidióse el duelo. La piqueta al hombro el sepulturero, cantando entre dientes, se perdió a lo lejos. La noche se entraba, el sol se había puesto: perdido en las sombras yo pensé un momento: -¡Dios mío, qué solos se quedan los muertos! En las largas noches del helado invierno, cuando las maderas crujir hace el viento y azota los vidrios el fuerte aguacero, de la pobre niña a veces me acuerdo. Allí cae la lluvia con un son eterno; allí la combate el soplo del cierzo. Del húmedo muro tendida en el hueco, ¡acaso de frío se hielan sus huesos...! ¿Vuelve el polvo al polvo? ¿Vuela el alma al cielo? ¿Todo es sin espíritu, podredumbre y cieno? No sé; pero hay algo que explicar no puedo, algo que repugna aunque es fuerza hacerlo, el dejar tan tristes, tan solos los muertos.
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Rima lxxiii
Cerraron sus ojos que aún tenía abiertos, taparon su cara con un blanco lienzo, y unos sollozando, otros en silencio, de la triste alcoba todos se salieron. La luz que en un vaso ardía en el suelo, al muro arrojaba la sombra del lecho; y entre aquella sombra veíase a intérvalos dibujarse rígida la forma del cuerpo. Despertaba el día, y, a su albor primero, con sus mil rüidos despertaba el pueblo. Ante aquel contraste de vida y misterio, de luz y tinieblas, yo pensé un momento: -¡Dios mío, qué solos se quedan los muertos! De la casa, en hombros, lleváronla al templo y en una capilla dejaron el féretro. Allí rodearon sus pálidos restos de amarillas velas y de paños negros. Al dar de las Ánimas el toque postrero, acabó una vieja sus últimos rezos, cruzó la ancha nave, las puertas gimieron, y el santo recinto quedóse desierto. De un reloj se oía compasado el péndulo, y de algunos cirios el chisporroteo. Tan medroso y triste, tan oscuro y yerto todo se encontraba que pensé un momento: -¡Dios mío, qué solos se quedan los muertos! De la alta campana la lengua de hierro le dio volteando su adiós lastimero. El luto en las ropas, amigos y deudos cruzaron en fila formando el cortejo. Del último asilo, oscuro y estrecho, abrió la piqueta el nicho a un extremo. Allí la acostaron, tapiáronle luego, y con un saludo despidióse el duelo. La piqueta al hombro el sepulturero, cantando entre dientes, se perdió a lo lejos. La noche se entraba, el sol se había puesto: perdido en las sombras yo pensé un momento: -¡Dios mío, qué solos se quedan los muertos! En las largas noches del helado invierno, cuando las maderas crujir hace el viento y azota los vidrios el fuerte aguacero, de la pobre niña a veces me acuerdo. Allí cae la lluvia con un son eterno; allí la combate el soplo del cierzo. Del húmedo muro tendida en el hueco, ¡acaso de frío se hielan sus huesos...! ¿Vuelve el polvo al polvo? ¿Vuela el alma al cielo? ¿Todo es sin espíritu, podredumbre y cieno? No sé; pero hay algo que explicar no puedo, algo que repugna aunque es fuerza hacerlo, el dejar tan tristes, tan solos los muertos.
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Tus dientes son el pulcro y nimio litoral por donde acompasadas navegan las sonrisas, graduándose en los tumbos de un parco festival. Sonríes gradualmente, como sonríe el agua del mar, en la rizada fila de la marea, y totalmente, como la tentativa de un Fiat Lux para la noche del mortal que te vea. Tus dientes son así la más cara presea. Cuídalos con esmero, porque en ese cuidado hay una trascendencia igual a la de un Papa que retoca su encíclica y pule su cayado. Cuida tus dientes, cónclave de granizos, cortejo de espumas, sempiterna bonanza de una mina, senado de cumplidas minucias astronómicas, y maná con que sacia su hambre y su retina la docena de Tribus que en tu voz se fascina. Tus dientes lograrían, en una rebelión, servir de proyectiles zodiacales al déspota y hacer de los discordes gritos, un orfeón; del motín y la ira, inofensivos juegos, y de los sublevados, una turba de ciegos. Bajo las sigilosas arcadas de tu encía, como en un acueducto infinitesimal, pudiera dignamente el más digno mortal apacentar sus crespas ansias... hasta que truene la trompeta del Ángel en el Juicio Final. Porque la tierra traga todo pulcro amuleto y tus dientes de ídolo han de quedarse mondos en la mueca erizada del hostil esqueleto, yo los recojo aquí, por su dibujo neto y su numen patricio, para el pasmo y la gloria de la humanidad giratoria.
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Tus dientes
Tenho medo o tempo todo Medo de salas de aula Escritórios De atravessar a rua Bancos De esperar o ônibus Da rua escura, do beco De ser passageira num carro que vai bater Ou ver quem amo morrer Tenho medo porque amo tudo descontroladamente Amo até o ódio que cria em mim rebeldia Que me faz desafiar os dias Tenho medo do tempo De te esperar na fila do cinema e você finalmente decidir que não é a mim que quer para ti Apavoro só com o pensamento de voltar para casa com outra frustração Eu não aguentaria, tenho medo de não aguentar Tenho medo do abandono Dos olhares Até de altares Que me lembram o medo de infância de que talvez houvesse um demônio em mim Um medo neurótico, paralisante Que nem por um instante Me deixa refletir quem sou
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Apr 14, 2017
Apr 14, 2017 at 9:13 PM UTC
Sobre Medo
Por las calles, ¿quién aquél? ¡El tonto de Rafael!   Tonto llovido del cielo, del limbo, sin un ochavo. Mal pollito colipavo, sin plumas, digo, sin pelo. ¡Pío-pic!, pica, y al vuelo todos le pican a él.   ¿Quién aquél? ¡El tonto de Rafael!   Tan campante, sin carrera, no imperial, sí tomatero, grillo tomatero, pero sin tomate en la grillera. Canario de la fresquera, no de alcoba o mirabel.   ¿Quién aquél? ¡El tonto de Rafael!   Tontaina tonto del higo, rodando por las esquinas bolas, bolindres, pamplinas y pimientos que no digo. Mas nunca falta un amigo que le mendigue un clavel.   ¿Quién aquél? ¡El tonto de Rafael!   Patos con gafas, en fila, lo raptarán tontamente en la berlina inconsciente de San Jinojito el lila. ¿Qué runrún, qué retahíla sube el cretino eco fiel?   ¡Oh, oh, pero si es aquél el tonto de Rafael!
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El tonto de rafael
E l'acqua cade su la morta estate, e l'acqua scroscia su le morte foglie; e tutto è chiuso, e intorno le ventate gettano l'acqua alle inverdite soglie; e intorno i tuoni brontolano in aria; se non qualcuno che rotola giù. Apersi un poco la finestra: udii rugliare in piena due torrenti e un fiume; e mi parve d'udir due scoppiettìi e di vedere un nereggiar di piume. O rondinella spersa e solitaria, per questo tempo come sei qui tu? Oh! non è questo un temporale estivo col giorno buio e con la rosea sera, sera che par la sera dell'arrivo, tenera e fresca come a primavera, quando, trovati i vecchi nidi al tetto, li salutava allegra la tribù. Se n'è partita la tribù, da tanto! Tanto, che forse pensano al ritorno, tanto, che forse già provano il canto che canteranno all'alba di quel giorno: sognano l'alba di San Benedetto nel lontano Baghirmi e nel Bornù. E chiudo i vetri. Il freddo mi percuote, l'acqua mi sferza, mi respinge il vento. Non più gli scoppiettìi, ma le remote voci dei fiumi, ma sgrondare io sento sempre più l'acqua, rotolare il tuono, il vento alzare ogni minuto più. E fuori vedo due ombre, due voli, due volastrucci nella sera mesta, rimasti qui nel grigio autunno soli, ch'aliano soli in mezzo alla tempesta: rimasti addietro il giorno del frastuono, delle grida d'amore e gioventù. Son padre e madre. C'è sotto le gronde un nido, in fila con quei nidi muti, il lor nido che geme e che nasconde sei rondinini non ancor pennuti. Al primo nido già toccò sventura. Fecero questo accanto a quel che fu. Oh! tardi! Il nido ch'è due nidi al cuore, ha fame in mezzo a tante cose morte; e l'anno è morto, ed anche il giorno muore, e il tuono muglia, e il vento urla più forte, e l'acqua fruscia, ed è già notte oscura, e quello ch'era non sarà mai più.
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In ritardo
E l'acqua cade su la morta estate, e l'acqua scroscia su le morte foglie; e tutto è chiuso, e intorno le ventate gettano l'acqua alle inverdite soglie; e intorno i tuoni brontolano in aria; se non qualcuno che rotola giù. Apersi un poco la finestra: udii rugliare in piena due torrenti e un fiume; e mi parve d'udir due scoppiettìi e di vedere un nereggiar di piume. O rondinella spersa e solitaria, per questo tempo come sei qui tu? Oh! non è questo un temporale estivo col giorno buio e con la rosea sera, sera che par la sera dell'arrivo, tenera e fresca come a primavera, quando, trovati i vecchi nidi al tetto, li salutava allegra la tribù. Se n'è partita la tribù, da tanto! Tanto, che forse pensano al ritorno, tanto, che forse già provano il canto che canteranno all'alba di quel giorno: sognano l'alba di San Benedetto nel lontano Baghirmi e nel Bornù. E chiudo i vetri. Il freddo mi percuote, l'acqua mi sferza, mi respinge il vento. Non più gli scoppiettìi, ma le remote voci dei fiumi, ma sgrondare io sento sempre più l'acqua, rotolare il tuono, il vento alzare ogni minuto più. E fuori vedo due ombre, due voli, due volastrucci nella sera mesta, rimasti qui nel grigio autunno soli, ch'aliano soli in mezzo alla tempesta: rimasti addietro il giorno del frastuono, delle grida d'amore e gioventù. Son padre e madre. C'è sotto le gronde un nido, in fila con quei nidi muti, il lor nido che geme e che nasconde sei rondinini non ancor pennuti. Al primo nido già toccò sventura. Fecero questo accanto a quel che fu. Oh! tardi! Il nido ch'è due nidi al cuore, ha fame in mezzo a tante cose morte; e l'anno è morto, ed anche il giorno muore, e il tuono muglia, e il vento urla più forte, e l'acqua fruscia, ed è già notte oscura, e quello ch'era non sarà mai più.
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. bulwark...    **** works better than blitzkrieg...      BULL-VARK... etymology?    oh... you imply trans-species?   a bull's barking... don't like it? change the ******* planet. yes, oddly enough i too know that bulls don't bark... god know how the words was conjured! magic! the only possible conclusion, magic! stiffening, isn't it? get's all the crazies predating all the: best before staples with use by            dating;   go crazy... **** it...                            now is the part where i: laugh. WARK is also VARK, as SHOO is SZOO... and CHAT is CZAT...          no, i', not too sure... vark can also imply the consuming effort of a...         hushed bark... a growl... a grunting growl... a snarl...   a hybrid of the whole lot of them...              it's not like you get to identify a dog by a... woof! stupid or something? the variety of barking? origins story: wolves...   wolves do not bark... you think of a wolf barking?    i never think of a wolf as ever being able to bark... wolves don't bark, mongrel pets bark... wolves don't bark... sure as **** what remains of a wolf, in the format of a canine bully worthy of pit bulls... tosa... dogo argentino - such cuties...         **** monster tashes of fur, pweetie pweetie cuties... sure as **** they, bite... but? how can you not love a fila brasileiro?     i just want to wrestle with a mutt of said example... you know... like bite into them... with a ferocity of a mincing machine?         it's like my mouth is itching with regards to what my hands are up to! i never think about falling asleep in a harem... i want a dog to wrestle with... **** excessive ***** just becomes boring; give me a dog to wrestle!
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Oct 4, 2018
Oct 4, 2018 at 7:13 PM UTC
you want to scare people? say one word
. bulwark...    **** works better than blitzkrieg...      BULL-VARK... etymology?    oh... you imply trans-species?   a bull's barking... don't like it? change the ******* planet. yes, oddly enough i too know that bulls don't bark... god know how the words was conjured! magic! the only possible conclusion, magic! stiffening, isn't it? get's all the crazies predating all the: best before staples with use by            dating;   go crazy... **** it...                            now is the part where i: laugh. WARK is also VARK, as SHOO is SZOO... and CHAT is CZAT...          no, i', not too sure... vark can also imply the consuming effort of a...         hushed bark... a growl... a grunting growl... a snarl...   a hybrid of the whole lot of them...              it's not like you get to identify a dog by a... woof! stupid or something? the variety of barking? origins story: wolves...   wolves do not bark... you think of a wolf barking?    i never think of a wolf as ever being able to bark... wolves don't bark, mongrel pets bark... wolves don't bark... sure as **** what remains of a wolf, in the format of a canine bully worthy of pit bulls... tosa... dogo argentino - such cuties...         **** monster tashes of fur, pweetie pweetie cuties... sure as **** they, bite... but? how can you not love a fila brasileiro?     i just want to wrestle with a mutt of said example... you know... like bite into them... with a ferocity of a mincing machine?         it's like my mouth is itching with regards to what my hands are up to! i never think about falling asleep in a harem... i want a dog to wrestle with... **** excessive ***** just becomes boring; give me a dog to wrestle!
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Sobre el camino se ve la venta.         Risueño el valle, claveles rojos, olor de menta, de madreselvas y frondosa calle. En el corral amplio, vacas y perros         altos magueyes, el sol dorado de altos cerros, carros tirados por lentos bueyes. Frente a la casa, los barrizales         bajo madroños; sobre la vega, rubios maizales, y junto al plátano, verdes retoños. Marcando prados en las campiñas         se ven las zanjas; junto al vallado se alzan las piñas, y al gusto encintan ya las naranjas. Cuelgan los troncos fuertes y erectos         las níveas barbas, sobre las hojas vuelan insectos, bajo las hojas duermen las larvas. Entre los fondos, ***** al antiguo         trapiche humea, y por la cuesta, sendero exiguo que zigzagueando llevan a la aldea. Verán tus ojos en la verdura         y a donde vayas, los mararayes en la espesura, sobre las piedras, las pitahayas. Con sus pinceles la tarde pinta         vívido cromo; de plata el río semeja cinta, y el pozo, lejos manchas de plomo. Amarillento sobre la falda         se abre un barranco, y de los campos en la esmeralda Se alza, de techos, el humo blanco. Una flor roja, vivas oscila,         tiembla su estambre, y bajo cedros, en doble fila, sobre el camino, cerca de alambre. La azada al hombro, tardo el labriego         vuelve del campo. y en ella fulge, roca de fuego, del sol poniente vívido lampo. Gris una nube, pasando finge         velera barca; otra, un castillo, y otra, una esfinge, y un dragón otra, que el cuello enarca. El horizonte cortan los techos         las cumbres calvas, y en el remanso, por entre helechos, los pastos tienden sus plumas albas. Abre sus flores los alhelíes         cerca del río, y el café luce, como rubíes, sus rojos granos bajo el plantío. En las paredes de la posada         se ven letreros; son un recuerdo para la amada, o vanidades de pasajeros. Por los bardales se ven las rosas         sobre el camino; Pasan volando las mariposas, y a un canto, lejos responde un trino. ¡para el reposo, feliz quien halle         tu puerta franca! ¡qué paz más honda la de tu valle! ¡qué paz, la tuya, casita blanca!
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La venta
Sobre el camino se ve la venta.         Risueño el valle, claveles rojos, olor de menta, de madreselvas y frondosa calle. En el corral amplio, vacas y perros         altos magueyes, el sol dorado de altos cerros, carros tirados por lentos bueyes. Frente a la casa, los barrizales         bajo madroños; sobre la vega, rubios maizales, y junto al plátano, verdes retoños. Marcando prados en las campiñas         se ven las zanjas; junto al vallado se alzan las piñas, y al gusto encintan ya las naranjas. Cuelgan los troncos fuertes y erectos         las níveas barbas, sobre las hojas vuelan insectos, bajo las hojas duermen las larvas. Entre los fondos, ***** al antiguo         trapiche humea, y por la cuesta, sendero exiguo que zigzagueando llevan a la aldea. Verán tus ojos en la verdura         y a donde vayas, los mararayes en la espesura, sobre las piedras, las pitahayas. Con sus pinceles la tarde pinta         vívido cromo; de plata el río semeja cinta, y el pozo, lejos manchas de plomo. Amarillento sobre la falda         se abre un barranco, y de los campos en la esmeralda Se alza, de techos, el humo blanco. Una flor roja, vivas oscila,         tiembla su estambre, y bajo cedros, en doble fila, sobre el camino, cerca de alambre. La azada al hombro, tardo el labriego         vuelve del campo. y en ella fulge, roca de fuego, del sol poniente vívido lampo. Gris una nube, pasando finge         velera barca; otra, un castillo, y otra, una esfinge, y un dragón otra, que el cuello enarca. El horizonte cortan los techos         las cumbres calvas, y en el remanso, por entre helechos, los pastos tienden sus plumas albas. Abre sus flores los alhelíes         cerca del río, y el café luce, como rubíes, sus rojos granos bajo el plantío. En las paredes de la posada         se ven letreros; son un recuerdo para la amada, o vanidades de pasajeros. Por los bardales se ven las rosas         sobre el camino; Pasan volando las mariposas, y a un canto, lejos responde un trino. ¡para el reposo, feliz quien halle         tu puerta franca! ¡qué paz más honda la de tu valle! ¡qué paz, la tuya, casita blanca!
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Esta noche sin luces y esta lluvia constante son para las historias de aquellos peregrinos que dejaban el lodo de sus buenos caminos, cegados por la recia tempestad del instante, y con paso más firme seguían adelante, a lucir de los nuevos joyeles matutinos. Esta noche sin luces aguardo ante mi puerta los tres toques de aldaba que tocará un viajero, y, no obstante, podría negarle mi dinero, el calor de la alcoba o la paz de mi huerta; pero vendrá a mi casa y al corazón alerta porque siempre me busca cuando yo no lo quiero. E iluminado por el espejo que brilla -todo un campo de luz en las horas morenas- al vaivén de las manos blancas como azucenas me contará sus historia agradable y sencilla, y a sus labios, ocultos por la barba amarilla, ha de fluir el canto mortal de las sirenas. Ya no podré vencerle, ya no tendré la mano fuerte para arrojarle de mi casa tranquila, si apenas el relámpago ***** de su pupila le da el pequeño orgullo de llamarme su hermano, mientras retiene un poco del cielo de verano la lluvia pescadora con sus redes en fila. Pero tú, que de nobles éxtasis te revistes, no abras nunca la puerta para dar hospedaje. Ten el oído sordo cuando ceda un ramaje bajo la taciturna pisada de los tristes, o busca el más secreto bálsamo si resistes a no probar el ímpetu fantástico del viaje.
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Nocturno
Volvieron a encontrarse después de muchos años; El, como si evocara tiempos dichosos, y ella Tal cual hilo de plata perdido en los castaños Cabellos, triste y pálida, mas como siempre bella. Como dos alas fueron de una ilusión amada, Pero después la vida los separó inclemente... Se levantan dos olas en una misma rada, Y van, con sus rumores, a playa diferente. Fue en verano, en el parque, frente al mar. La alameda De pinos, como entonces. En vagas lejanías Velas blancas; la tarde con suavidad de seda... Y en un banco sentáronse... el banco de otros días. (Sonaba un organillo bajo la doble fila De árboles rumorosos en vesperal concierto, Y entre el oro y las rosas de la rada tranquila Volaban las gaviotas en la quietud del puerto). «Me encontrarás cambiada», dijo triste. «Conmigo Dura ha sido la vida... muy dura. De nosotros Fue distinta la suerte, que es a veces castigo, Felicidad de unos, y lágrimas dé otros». Y continuó: «La mía... cual tantas... Ilusiones Con su coro de ensueños... tú sabes... sabes cuándo. Promesas, esperanzas, primeras emociones, Después... un alma sola que se quedó esperando». Y él dijo: «Si nacimos para sufrir, si en calma Solamente hay instantes en que el dolor se olvida, ¿Porqué en esos instantes no concentrar el alma Para que alumbren ellos las sombras de la vida?» «¿Recordar?» ella dijo. «¿Qué conseguir podremos De lo que ya no existe, de una ilusión borrada? Si los ojos cerramos, un paraíso vemos, Mas los ojos abrimos, y todo es sombra... y nada». (De nuevo el organillo se oyó. Vals de otros días Conocido por ambos).                                         Bajó los ojos ella, Y dijo melancólica: «Tus manos en las mías.... ¿Te acuerdas?   Una tarde... viéndonos una estrella». «¡Ya lo ves!   ¡El recuerdo!... Tú misma te desdices; Al pasado ¿tu alma no sientes atraída? Evocas lo lejano, dulces tiempos felices, ¡Y niegas que el recuerdo siempre será la vida!» (Sonaba el vals, sonaba, y en la tarde radiosa Iban, bajo los pinos, parejas enlazadas; Y ella y él, recordando su juventud dichosa, Como en risueños días, cruzaron las miradas). Y al separarse, él dijo: «Hay siempre nueva vida, Y el tronco guarda savia por más hojas que pierda». «Tal vez»… ella repuso, «más feliz quien olvida»... Y él dijo pensativo: «Dichoso el que recuerda».
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La romanza del vals
Volvieron a encontrarse después de muchos años; El, como si evocara tiempos dichosos, y ella Tal cual hilo de plata perdido en los castaños Cabellos, triste y pálida, mas como siempre bella. Como dos alas fueron de una ilusión amada, Pero después la vida los separó inclemente... Se levantan dos olas en una misma rada, Y van, con sus rumores, a playa diferente. Fue en verano, en el parque, frente al mar. La alameda De pinos, como entonces. En vagas lejanías Velas blancas; la tarde con suavidad de seda... Y en un banco sentáronse... el banco de otros días. (Sonaba un organillo bajo la doble fila De árboles rumorosos en vesperal concierto, Y entre el oro y las rosas de la rada tranquila Volaban las gaviotas en la quietud del puerto). «Me encontrarás cambiada», dijo triste. «Conmigo Dura ha sido la vida... muy dura. De nosotros Fue distinta la suerte, que es a veces castigo, Felicidad de unos, y lágrimas dé otros». Y continuó: «La mía... cual tantas... Ilusiones Con su coro de ensueños... tú sabes... sabes cuándo. Promesas, esperanzas, primeras emociones, Después... un alma sola que se quedó esperando». Y él dijo: «Si nacimos para sufrir, si en calma Solamente hay instantes en que el dolor se olvida, ¿Porqué en esos instantes no concentrar el alma Para que alumbren ellos las sombras de la vida?» «¿Recordar?» ella dijo. «¿Qué conseguir podremos De lo que ya no existe, de una ilusión borrada? Si los ojos cerramos, un paraíso vemos, Mas los ojos abrimos, y todo es sombra... y nada». (De nuevo el organillo se oyó. Vals de otros días Conocido por ambos).                                         Bajó los ojos ella, Y dijo melancólica: «Tus manos en las mías.... ¿Te acuerdas?   Una tarde... viéndonos una estrella». «¡Ya lo ves!   ¡El recuerdo!... Tú misma te desdices; Al pasado ¿tu alma no sientes atraída? Evocas lo lejano, dulces tiempos felices, ¡Y niegas que el recuerdo siempre será la vida!» (Sonaba el vals, sonaba, y en la tarde radiosa Iban, bajo los pinos, parejas enlazadas; Y ella y él, recordando su juventud dichosa, Como en risueños días, cruzaron las miradas). Y al separarse, él dijo: «Hay siempre nueva vida, Y el tronco guarda savia por más hojas que pierda». «Tal vez»… ella repuso, «más feliz quien olvida»... Y él dijo pensativo: «Dichoso el que recuerda».
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I was born on the tongue of the prophets. i was here before the profit. I never thought the money would ever stop it. spirit verses spit. Baraka versus nonsense. holocaust versus holocaust at what cost whose blood lost in God the dollar trust from Fanon to Fila Adidas to Allah we die with prayer beads in our palms store em in box so the leather never worn.
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Nov 5, 2015
Nov 5, 2015 at 4:53 PM UTC
Untitled
Después de tres combates iba en derrota. El día Brillaba en «Macaregua», como una llamarada, Y contra pedrejones, en la árida hondonada, El Chicamocha en blancas espumas se rompía, Guanentá con los guanes el peñascal subía, Haciendo rodar piedras, la ira en la mirada; Galiano y sus soldados siguieron la jornada Por entre los barrancos de la agria serranía. Ante los arcabuces su fila deshecha, Subió el Cacique a un risco bañado en resplandores, Y cuando ya en su aljaba faltó la última flecha. Su airón de rojas plumas despedazó bravío, El arco de macana lanzó a los invasores, Y de un salto, sobre ellos, precipitose al río.
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El cacique guanentá
Look at the guy who's wearing Fila Laughing with his fella Put his eyes on me, **** I think I need ya But the truth would say, nah...
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Dec 19, 2019
Dec 19, 2019 at 10:18 PM UTC
Fila
Del castigo acercábase el instante. Entre la niebla gris de la Sabana, La tribu, a Teusaquillo, en caravana Llegaba, la amargura en el semblante. Tisquesusa surgió, todo radiante De oro, como fúlgida mañana: En la diestra, su cetro de macana, Y en los ojos, mirada fulgurante. Vendado entró el ladrón. Baja la frente; Los Usaques, en fila, al delincuente Lanzaban al pasar viles apodos. ¡Iba a cumplirse ya la ley tremenda! Y al quitarle de súbito la venda Dijo el ladrón: «¡Un indio como todos!»
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La ley de bochica
um céu rosado ao fim da tarde chuva e frio, mas tu aqueces-me o coração chove para adormecer relaxo o corpo, mas a mente não perguntas-me: vamos? eu percorro caminhos demasiado estreitos para ir acompanhado e tu dizes: e se for atrás de ti? és a minha voz da razão em fila caminhamos de mãos dadas afinal esta estrada solitária faz-se bem com companhia -então? para onde vamos? espreita-me por cima do ombro. pelo canto do olho vejo-lhe o entusiasmo nas bochechas olho para cima para pensar vejo um bando de pássaros a voar por cima da estrada para um horizonte distante e respondo: vamos por ali
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Mar 13, 2018
Mar 13, 2018 at 3:19 PM UTC
vamos por ali
En el Arco que va desde el Convento, Sobre la calle, a «La Tercera», oscila Una trémula luz. Toque de esquila Vibra en el Claustro, acompasado y lento. Es media noche. Ni un humano acento Se oye en la paz de Santa Fe tranquila, Y la Comunidad, en doble fila, Se despereza entre el gemir del viento. A la luz vaga de la luna, como Una pulida lámina de plomo, Junto al «Humilladero», brilla un charco. Ráfaga fría cual lebrel aúlla, Y los monjes, alzada la cogulla, Van pasando en silencio por el Arco.
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La calle de «el arco»
¡Haz grabar en tu arco de austera arquitectura, Triunfador! una fila de bárbaros vencidos, Una flota cautiva, jefes al yugo uncidos, Espolones y proas, y trozos de armadura. Y bien de Anco desciendas o de familia oscura, Queden tu nombre ilustre y hechos esclarecidos En los bajorrelieves hondamente esculpidos, Para que así, tu fama, pase a la edad futura. El Tiempo ya ha blandido su arma fatal. ¿O esperas Que eternamente vivan hazañas pasajeras? La yedra vil, trofeos cubre en que el hombre fía. Y en pedazos de mármol, en donde tu radiante Gloria la yedra oculta, tal vez su hoz cortante Un segador de Samnio verá mellada un día.
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A un triunfador
Hay un lugar que yo me sé en este mundo, nada menos, adonde nunca llegaremos.       Donde, aun si nuestro pie llegase a dar por un instante será, en verdad, como no estarse.       Es ese sitio que se ve a cada rato en esta vida, andando, andando de uno en fila.       Más acá de mí mismo y de mi par de yemas, lo he entrevisto siempre lejos de los destinos.       Ya podéis iros a pie o a puro sentimiento en pelo, que a él no arriban ni los sellos.       El horizonte color té se muere por colonizarle para su gran Cualquiera parte.       Mas el lugar que yo me sé, en este mundo, nada menos, hombreado va con los reversos.       -Cerrad aquella puerta que está entreabierta en las entrañas de ese espejo. -¿Está?- No; su hermana.       -No se puede cerrar. No se puede llegar nunca a aquel sitio do van en rama los pestillos.       Tal es el lugar que yo me sé.
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Trilce