Hello Poetry
Submit your work and get some sparkles! Create free account
"fechada" poems
Uma casca solta, prisioneira de uma falha perfeita, Perfeitos são o mitos, aos olhos de gente fechada, Explicações são fraquezas, de acções de fachada. Não sei mais quantas vezes eu repetirei, a ceita! O peixe escorregadio, que vadio desaguou do mar, Se esconde na toca do Coelho, que é toca desafeita, Num segredo moribundo, de computador de aldeães, Segundo um mito motar de um braço partido ao luar! Essa vaquinha que pastou, pintada de vermelho corado, Desfeita tantas vezes no pasto, moribundo da praia vazia, Era apenas um segredo, pintado nas veias do tal marado, Que mais ligada que a mentira à realidade, produzida, diria! Que se fodam os mitos, que se lixe o correto, porque certo? Estou eu, e eu, segundo os mitos que considero correctos, Não tiro nem ponho, continuo caminho fora, boquiaberto, Enquanto penso, na esperteza dos enxames concretos! Na sementeira alheia, vanguardeira cairá tão perto, Seu ***** espaço de terra, de um vazio moribundo, E eu cumprida a missão, estarei bem melhor decerto, Porque tudo como nada, tem um preço de vinda ao mundo! Escolhas guardadas comigo, desde o dia que nasci, Cabe ao meu cérebro processar o dia, é costume, Que de tão leve vive meu lume, que ela não teme, Limpeza de água, que cai e faz fumo, e aprendeu! Autor: António Benigno Código de autor: 2013.07.25.02.10
0
Aug 31, 2013
Aug 31, 2013 at 5:08 AM UTC
Esta é a utopia
Um grande amor nunca morre Um grande amor não pode morrer, Não pode fechar o livro sem ler…! O vento é por vezes altivo, Com este amor eu sempre vivo. O amor gosta do orvalho de madrugada, Com sua janela aberta, fechada? Os lugares boa lembrança sempre te mostrarão, O grande amor também vive de solidão. Não dorme sempre em teu leito, Pode até ser teu par perfeito? Estradas sinuosas por vezes num só caminho, Sorriso que se sente em menino… Um grande amor gosta de ver a lua, Ser verdade minha e sua, A tristeza nos mutila e invade, Amor que nunca acabe… Victor Marques
0
Nov 5, 2012
Nov 5, 2012 at 11:49 AM UTC
Um grande amor nunca morre
Raiva. **** Dança. Um bipe, susto, esquecimento, raiva, dois bipes, três, soneca. Cinco minutos. - - - - ------------ - - – - – - – - – - – - – - – - – - – – ----------- - – - – - - - - - - – --___ - __ - __ - _ Bipe. Resmungo. Piscar. Interruptor, luz, ardência, explosão. Porta, cozinha. Frigideira, ovos, omelete, engasgue, tosse, água. Maçã. Quarto, vestimentas, capacete. Mochila: 15kg. Rua, bicicleta. Firmeza, foco, parábola, impulso. Curvas, carro, fechada. Porra! Esquece. Vocalise. Caminho: metade → Calor, suor. Vestimentas, despir, mochila, guardar, impulso. Partir. Subida: força, constância, relaxamento, foco. Acidente. Morte? Não. ***** olhos, claridade. Gelo. Suspiro. Rua, asfalto. Inferno? Subterrâneo, ainda... Chegada, contra-mão. Bom-dia. Raiva.
0
Sep 24, 2014
Sep 24, 2014 at 11:16 AM UTC
O Ciclo do Oitenta
Um broto de rosa Jovens que se esbarram no calçadão Um pequeno caule e sua folha E os batimentos de dois, á um coraçao Uma pequena muda Dois meses sem separação O surgimento de uma delicada e fechada rosa Dois amantes em procissão Passam as petalas e se abre a flor Mais sorrisos e menos dor E o cheiro doce demais, rosa demais, perfeito demais Traiçai, desapego, sem paixao O amor, já acabou, como um fruto que estraga ou como endurece o pão A rosa, já seca, jogada no chão
0
Mar 17, 2015
Mar 17, 2015 at 10:19 PM UTC
buquê