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"entregar" poems
Amigo, llévate lo que tú quieras, penetra tu mirada en los rincones, y si así lo deseas yo te doy mi alma entera con sus blancas avenidas y sus canciones.Amigo -con la tarde haz que se vaya este inútil y viejo deseo de vencer, Bebe en mi cántaro si tienes sed. Amigo -con la tarde haz que se vaya este deseo mío de que todo rosal me pertenezca,                           Amigo, si tienes hambre come de mi pan.Todo, amigo, lo he hecho para ti. Todo esto que sin mirar verás en mi estancia desnuda: todo esto que se eleva por los muros derechos -como mi corazón- siempre buscando altura. Te sonríes -amigo... ¡Qué importa! Nadie sabe entregar en las manos lo que se esconde adentro, pero yo te doy mi alma, ánfora de mieles suaves, y todo te lo doy... Menos aquel recuerdo... ...Que en mi heredad vacía aquel amor perdido, es una rosa blanca, que se abre en silencio...
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Amigo
Eu pintei-me de preto e vesti-me de ***** E colori em forma de arco-íris, o meu coração! Descansei os sapatos e assim com ar integro, Analisei todos os meus males, aqui atrás do Marão! Olhei o sol que estava lindo, assim como a luz do dia, E eu ali senti-me um milhafre perdido no raiar do céu, Despi-me de preconceitos e agarrei a luz que me alumia, Comecei a correr até ficar cansado, até perder o chapéu! Comecei a despir o ***** que trazia vestido e foi nu, Que comecei a procurar ao redor uma nova capa, Com cores coloridas com sorrisos tirados do baú! Não servia sorrir de novo, sorrisos fingidos á socapa! Jurei que iria sair do escuro, que trazia vestido, Comprometi-me com a alma, e entregar-me ao destino, Porque afinal, eu não tinha perdido, então porquê, o alarido! Seria por me despir, reflectir e sentir culpado e latino? Hoje não é dia de pensar assim, não é dia de fingir, Não é dia de mentir, nem é dia de ficar para ali a latir. Porque quem me pudesse ouvir, estaria ali não para me ouvir, Mas sim para fingir, que eu era o corvo, e tinha de partir! Quanto tempo durou o fingimento que te cativou? Porquê que eu nunca percebi que teria de sair! Não sei, nem posso deitar-me a adivinhar. Sei, acabou. Não tenho mais comigo razões para me prostituir! Como poderia eu ter sido ingrato, se tivesse visto, Que afinal tudo que vivi, até ali, nunca foi real e meu. Nunca fui afinal muito mais, que um pequeno imprevisto. Ingrato, não estou. Hoje eu sei, que afinal, estou ao léu! Sem qualquer compromisso no coração, e pode ser teu. Autor: António Benigno Dedicado do Romeiro para a Rameira.
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Sep 11, 2013
Sep 11, 2013 at 9:17 AM UTC
Ingratidão
Eu pintei-me de preto e vesti-me de ***** E colori em forma de arco-íris, o meu coração! Descansei os sapatos e assim com ar integro, Analisei todos os meus males, aqui atrás do Marão! Olhei o sol que estava lindo, assim como a luz do dia, E eu ali senti-me um milhafre perdido no raiar do céu, Despi-me de preconceitos e agarrei a luz que me alumia, Comecei a correr até ficar cansado, até perder o chapéu! Comecei a despir o ***** que trazia vestido e foi nu, Que comecei a procurar ao redor uma nova capa, Com cores coloridas com sorrisos tirados do baú! Não servia sorrir de novo, sorrisos fingidos á socapa! Jurei que iria sair do escuro, que trazia vestido, Comprometi-me com a alma, e entregar-me ao destino, Porque afinal, eu não tinha perdido, então porquê, o alarido! Seria por me despir, reflectir e sentir culpado e latino? Hoje não é dia de pensar assim, não é dia de fingir, Não é dia de mentir, nem é dia de ficar para ali a latir. Porque quem me pudesse ouvir, estaria ali não para me ouvir, Mas sim para fingir, que eu era o corvo, e tinha de partir! Quanto tempo durou o fingimento que te cativou? Porquê que eu nunca percebi que teria de sair! Não sei, nem posso deitar-me a adivinhar. Sei, acabou. Não tenho mais comigo razões para me prostituir! Como poderia eu ter sido ingrato, se tivesse visto, Que afinal tudo que vivi, até ali, nunca foi real e meu. Nunca fui afinal muito mais, que um pequeno imprevisto. Ingrato, não estou. Hoje eu sei, que afinal, estou ao léu! Sem qualquer compromisso no coração, e pode ser teu. Autor: António Benigno Dedicado do Romeiro para a Rameira.
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En el mar tormentoso de Chile vive el rosado congrio, gigante anguila de nevada carne. Y en las ollas chilenas, en la costa, nació el caldillo grávido y suculento, provechoso. Lleven a la cocina el congrio desollado, su piel manchada cede como un guante y al descubierto queda entonces el racimo del mar, el congrio tierno reluce ya desnudo, preparado para nuestro apetito. Ahora recoges ajos, acaricia primero ese marfil precioso, huele su fragancia iracunda, entonces deja el ajo picado caer con la cebolla y el tomate hasta que la cebolla tenga color de oro. Mientras tanto se cuecen con el vapor los regios camarones marinos y cuando ya llegaron a su punto, cuando cuajó el sabor en una salsa formada por el jugo del océano y por el agua clara que desprendió la luz de la cebolla, entonces que entre el congrio y se sumerja en gloria, que en la olla se aceite, se contraiga y se impregne. Ya sólo es necesario dejar en el manjar caer la crema como una rosa espesa, y al fuego lentamente entregar el tesoro hasta que en el caldillo se calienten las esencias de Chile, y a la mesa lleguen recién casados los sabores del mar y de la tierra para que en ese plato tú conozcas el cielo.
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Oda al caldillo de congrio
Penso eu, que a plenitude de uma vida, Não é ir ao mercado e comprar felicidade, É sim, sem muito contar, adquirir uma dívida, Não cobrável, muito menos reembolsável! Os meus planos eram meramente vagos, Seguia um caminho longo, sem ambição, Pouco mais do que sobreviver meu coração, Não havia muito sentido para estes lados! Contudo, e porque eu agora acredito no destino, Estes anos todos me preparei como homem, Para que agora, sem contar, visse o céu divino, Que Deus me quis dar! Deixei de ser lobisomem! Decidi mesmo despir todas as vestimentas faciais, Sem dúvidas e calmamente feliz, me dou todo a ti, Porque nessa mulher fantástica, cheia de sonhos, eu vi, O amor de verdade, nosso, de segredos confidenciais! Decidi logo ao fim de poucas horas da minha presença, Frente aos teus olhos directos e sorriso espontâneo, Entregar a ti, em tuas mãos, o meu sonho, contemporâneo, Nunca senti necessidade de te pedir a ti qualquer licença! E a chave do meu mundo, dos meus sonhos, te dou agora na mão, Sinto o teu corpo vibrar e felicitar-se, na confiança desta aliança, Melhor que um anel, um qualquer contrato ou confissão, É hoje sentir que sou feliz e não tenho qualquer fiança! O preço dos meus sonhos, da minha felicidade, Eu te devo a ti mulher, de estimada liberdade, És ágil, subtil e eu sortudo com imensa vaidade, Te prometo agora amar, pela nossa eternidade. Autor: António Benigno Para ti, Liliana. És o melhor na minha vida…
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Aug 31, 2013
Aug 31, 2013 at 9:58 AM UTC
A minha pública carta de amor
O quarto escuro e apenas a luz vinda de fora só me deixavam ver o contorno do seu rosto, mas eu ainda conseguia decifrar seus traços, o gosto molhado da sua boca, a textura do seu cabelo. Experimentava seus lábios, tão feroz quanto o vento quando toca as flores, fazendo-as exalarem seus perfumes, assim como o seu gosto o fazia em mim. Desfrutava de todo o tato possível, e pelos seus braços, caminhava uma das mãos, enquanto eles se envolviam e se apaixonavam pelo meu corpo, abraçando-o forte, como um leão agarrando sua presa. Seus beijos me completavam e me envolviam, tal como a mais fina seda do mais belo vestido cai perfeitamente no mais maravilhoso corpo de mulher. Seu cheiro doce, de pele morena, sufocava toda a hesitação que ainda me restava e me fazia entregar-me por inteiro. Suas mãos teimavam em bagunçar meu cabelo que, envolto em seus dedos, se realizava por encontrar tanta obstinação vinda de um único conjunto de dedos. Por um momento, antes de dar-me um outro beijo, me olhou nos olhos, com olhar de pescador que foi fisgado pelo canto da sereia e, de repente, nada mais existia.
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May 17, 2013
May 17, 2013 at 7:20 PM UTC
Nada mais existia.
Cuando no quiero no comprendo Cuando no entiendo no espero Cuando empiezo a entender empiezo a querer Solamente es temporal solamente es una hoja cayendo en el estado floral rozando tus labios y estoy celosa porque yo quiero ser parte de esos labios quiero tenerte cerca y hablarte quiero estar cerca y besarte quiero perdonar y entregar cualquier sentimiento de vuelta a su futuro dueño que convenga y que no me maltrate, por favor
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May 13, 2015
May 13, 2015 at 9:41 PM UTC
temporal
Nunca achei que seria tão fácil me vendar Mas olhando para trás Havia tantas coisas que não gostaria de ver E talvez graças a essa cegueira, lembrar não me faz sofrer Apenas buscar um abraço e tentar esquecer Ver o mundo desaparecer Talvez viver de promessas e sonhos foi o que nós fez perder E todo esses pedregulhos viraram aterros Para os próximos sonhos Que podem se tornar verdadeiros E não apenas uma moldura sem fotografia Que decora a mobília de um cômodo sem a pintura do apego E deixar o tempo passar seja o melhor que tenho a fazer Ele revigora e maquia cicatrizes que nem podemos ver Por isso talvez, mesmo sem historias para contar Acho que deveria me entregar Para que ele me leve ao lugar mais distante de ti Sempre achei que um pouco de nós faria bem O que dizer? nunca fui muito bom em escolher Mas talvez se nós reencontrarmos em alguns anos quais quer Podemos perceber que o jogo nunca terminou Apenas virou, e agora estamos em times diferentes Sempre se esbarrando e se machucando Mas nunca se cumprimentando Talvez devesse ter visto de longe Ou não ter me iludido tanto E saber que fomos Destinados a fingir Viver de falsas proximidades e carícias geladas E nunca de ternura nos abraços ou paixão nos beijos Destinados a fingir Uma paixão idiota Que mais parecia um cigarro Que logo se transforma em fumaça E no vento para o mundo se esvai
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Nov 5, 2015
Nov 5, 2015 at 7:48 PM UTC
Tempo de fingir
Se eu fosse pintor o amor queria pintar O pintaria com as cores de verde e azul Azul seria representaria liberdade que dá o mar, E no verde estaria o amor que ninguém calcule! Se fosse matemático o amor seriam somas, Seriam somas de sentimentos sempre bons, E se a arte fosse a musica imitaria seus sons, Entregar os sentimentos sem quaisquer retomas! Como seria bom encarar todas as profissões, Dedica-las ao amor e viver todas as emoções, Construindo em cada dia coisas das boas vibrações, Sentir cá dentro o carinho nos nossos corações! Mas o que é isto que é o amor? Qual a cor e qual o som que tem esse calor? O amor é a dissolução de qualquer dor, São cores e sons que se apresentem com glamour! E assim, que em todos os corações haja um ninho, Como o deva haver também dentro de qualquer lar, Porque o ninho é pequenino e há grande bem-estar Que o amor nos siga sempre por qualquer caminho! Autor: António Benigno Código de Autor: 2014.09.07.13.21.08.05@
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Sep 7, 2014
Sep 7, 2014 at 8:45 AM UTC
O Amor
¿Por qué me lo preguntas? ¿Acaso, no sentiste, como te entregue una nueva vida al besarte? No sé qué significo el beso para ti. Pero para mí ese beso insospechado; ese arrebato de tu hombría que me incita, esa valentía de robarme ese beso…..¡me regreso a la vida! Te bese, como beso Adán a Eva, cuando la encontró a su lado. Te bese con asombro, Te bese con gratitud, Te bese con toda la magia de mi universo, Te bese sin medidas, Te bese como si fuera a escondidas, Te bese con la misma ternura que beso Martes a Venus , Te bese como besa Dios las nubes antes de volverla lluvia. ¿Qué significo ese beso? Fue darte el permiso de escribir poesía en mis labios, Maravillarme de tu dulce y sutil verso, que fue destacando las prosas que creabas con mi boca sedienta, al guiarlas con la pluma de tu lengua, con cual eficaz corolario, sentir la calidez de la miel y leche que llevas en los labios. Fue permitirme perderme de amor en tus brazos, perdida en tu regazo que me ataban a calor de tu cuerpo, con tus manos derrumbando cada parte de mi ego, de mis miedos. El olor de tu saliva, de tu cuerpo palpitando, de tu piel húmeda con olor a lluvia de mayo, fue rimando sin interferencia, hasta que me otorgaste, la transcendencia que siempre he anhelado. Que significo ese beso? Fue darte ciegamente la semilla de mi siembra para la cosecha cual tanto he cuidado. Fue darte permiso a pulir las astillas de un pasado cual con recelo había guardado. Fue encresparme en tu esencia dejando detrás toda mis dolencias. Fue beber de tu influencia, que fue llenando mis espacios con divina esperanza; de volver amar con potencia, de volverme a entregar con reverencia, de amar sin prudencia, de atarme a la idea de besar así mientras exista vida en mí. Fue darme cuenta que todavía existía una mujer vibrante en mí, Fue darme cuenta, que tu hombría, era lo que necesitaba mi vida, ávida de un amor sincero, de un beso con apegos, con respeto, con ternura, con locura, con desatada e incoherente pasión, Eso es lo que significa el beso para mí. Gracias por ese beso y en el.... devolverme la vida. LeydisProse 7/7/2017 https://www.facebook.com/LeydisProse/
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Jul 7, 2017
Jul 7, 2017 at 5:01 PM UTC
¿QUE SIGNIFICA EL BESO?
¿Por qué me lo preguntas? ¿Acaso, no sentiste, como te entregue una nueva vida al besarte? No sé qué significo el beso para ti. Pero para mí ese beso insospechado; ese arrebato de tu hombría que me incita, esa valentía de robarme ese beso…..¡me regreso a la vida! Te bese, como beso Adán a Eva, cuando la encontró a su lado. Te bese con asombro, Te bese con gratitud, Te bese con toda la magia de mi universo, Te bese sin medidas, Te bese como si fuera a escondidas, Te bese con la misma ternura que beso Martes a Venus , Te bese como besa Dios las nubes antes de volverla lluvia. ¿Qué significo ese beso? Fue darte el permiso de escribir poesía en mis labios, Maravillarme de tu dulce y sutil verso, que fue destacando las prosas que creabas con mi boca sedienta, al guiarlas con la pluma de tu lengua, con cual eficaz corolario, sentir la calidez de la miel y leche que llevas en los labios. Fue permitirme perderme de amor en tus brazos, perdida en tu regazo que me ataban a calor de tu cuerpo, con tus manos derrumbando cada parte de mi ego, de mis miedos. El olor de tu saliva, de tu cuerpo palpitando, de tu piel húmeda con olor a lluvia de mayo, fue rimando sin interferencia, hasta que me otorgaste, la transcendencia que siempre he anhelado. Que significo ese beso? Fue darte ciegamente la semilla de mi siembra para la cosecha cual tanto he cuidado. Fue darte permiso a pulir las astillas de un pasado cual con recelo había guardado. Fue encresparme en tu esencia dejando detrás toda mis dolencias. Fue beber de tu influencia, que fue llenando mis espacios con divina esperanza; de volver amar con potencia, de volverme a entregar con reverencia, de amar sin prudencia, de atarme a la idea de besar así mientras exista vida en mí. Fue darme cuenta que todavía existía una mujer vibrante en mí, Fue darme cuenta, que tu hombría, era lo que necesitaba mi vida, ávida de un amor sincero, de un beso con apegos, con respeto, con ternura, con locura, con desatada e incoherente pasión, Eso es lo que significa el beso para mí. Gracias por ese beso y en el.... devolverme la vida. LeydisProse 7/7/2017 https://www.facebook.com/LeydisProse/
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vento primavera, ao longe uma música estranha sinto a vida escorrer sinto a sombra das almas passar com uma sede louca pelo néctar da vida agrilhoadas pela putrefacção da sua demência percorrem os caminhos efémeros rumo ao salão dos mortos a lua respira num último adeus à eternidade numa interminável noite sem estrelas no trono o herdeiro da morte dança no fogo do inferno sou prisioneiro dentro de mim no ventre de satanás pobre homem empalado banha-se no sangue dos amanhãs do mundo estou pronto para abandonar esta vida mundana e entregar-me à magnificência do seu SER e o diabo cospe na divindade
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Sep 9, 2015
Sep 9, 2015 at 5:44 AM UTC
Lua de Sangue
El amor lo vale todo, El amor lo espera todo, El amor lo exige todo, El amor lo entrega todo. Mas el amor no te puede robar tu paz interior, tus anhelos, la mujer salvaje que llevas dentro, el hombre voraz que fluye en tu interior. El amor no te deja con hambre-el amor sacia. El amor humedece, no puede vivir en aridez, por eso en el desierto no crecen rosas, sino cactus. El amor no es incógnita, es claro como el agua. El amor resucita aun muera en diez mil batallas! El amor crea en medio del desastre, Sabe transformarse como un camaleón si es necesario. Existen esos amores inmortales, mas es muy difícil tener un amor ÁGAPE… ese amor puro del cual habla la biblia. Posiblemente el amor que tiene una madre por su cría. Talvez es el amor que tuvo Cristo-para decidir entregar su vida. Tu y yo….bueno…vivimos en el EROS y HIMEROS! Y no me avergüenzo de tener un amor carnal y errático como el nuestro. Un amor que padece, que sufre, que espera-devorase en cada entrega. Desquiciarse hasta que se perturbe la Luna, pues tiene tiempo que nadie la posee. Esos volátiles besos mojados donde volvemos verde la tierra, llenos furia, excitación, rabia, locura desbordada, despilfarrada, nadando en las aguas violentas y apacibles de nuestra saliva ardiente, que nos reposa en vértices y cordilleras, para luego sumergirnos en los variantes colores de nuestro apasionado valle! Talvez no es AGAPE, mas nuestro amor no lo cambio, aunque el mismo Dios me lo pidiera!!!! LeydisProse 5/25/2017 https://m.facebook.com/LeydisProse/
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Jun 3, 2017
Jun 3, 2017 at 9:02 AM UTC
No es ÁGAPE (que me importa...yo te quiero)
El amor lo vale todo, El amor lo espera todo, El amor lo exige todo, El amor lo entrega todo. Mas el amor no te puede robar tu paz interior, tus anhelos, la mujer salvaje que llevas dentro, el hombre voraz que fluye en tu interior. El amor no te deja con hambre-el amor sacia. El amor humedece, no puede vivir en aridez, por eso en el desierto no crecen rosas, sino cactus. El amor no es incógnita, es claro como el agua. El amor resucita aun muera en diez mil batallas! El amor crea en medio del desastre, Sabe transformarse como un camaleón si es necesario. Existen esos amores inmortales, mas es muy difícil tener un amor ÁGAPE… ese amor puro del cual habla la biblia. Posiblemente el amor que tiene una madre por su cría. Talvez es el amor que tuvo Cristo-para decidir entregar su vida. Tu y yo….bueno…vivimos en el EROS y HIMEROS! Y no me avergüenzo de tener un amor carnal y errático como el nuestro. Un amor que padece, que sufre, que espera-devorase en cada entrega. Desquiciarse hasta que se perturbe la Luna, pues tiene tiempo que nadie la posee. Esos volátiles besos mojados donde volvemos verde la tierra, llenos furia, excitación, rabia, locura desbordada, despilfarrada, nadando en las aguas violentas y apacibles de nuestra saliva ardiente, que nos reposa en vértices y cordilleras, para luego sumergirnos en los variantes colores de nuestro apasionado valle! Talvez no es AGAPE, mas nuestro amor no lo cambio, aunque el mismo Dios me lo pidiera!!!! LeydisProse 5/25/2017 https://m.facebook.com/LeydisProse/
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sin prisión/ ni reglamento aprendido/ vaga mi alma/echa más chispas que/ tía adelaida cuando hacía sus negocios con dios/ le daba unciones y subidos silencios a cambio de la salvación de tío luis/ tía adelaida tenía polleras muy afligidas con la soledad de sábanas de ella/ se podía hacer un montón de lunas pero la tía/vivía preocupada por lo que iba a venir temía que al entregar su alma a la huesuda ya no iba a ver al tío/oloroso/ como humo que sale del incienso o así lo recordaba ella en sus polleras jóvenes/y sábanas donde los dos en amor y delicada sustancia/ ayuntaron el cuerpo haciendo otro país/ bello/con animales que les pacían el vientre la yerba de dulzura que les crecía en el vientre después del amor y antes del amor su presente estaba lleno de gracia con una cara miraba las dichas del pasado con la otra esperaba dichoso el porvenir tía adelaida me recuerda al coronel Santos López que peleó con Sandino fue derrotado/sobrevivió/ pasó treinta años limpiando su fusil con los trapitos de la memoria y lo volvió a sacar cuando vino Carlos/Fonseca/Amador/ el que no usó su nombre en vano cuando vinieron Tomás Borge, Silvio Mayorga, el Kuge, Germán Pomares, los del Frente/ y se vio al compañero Santos López en medio del combate silbando delgadamente como dos que se encuentran por fin porque cada cual lleva en su vaso el agua que ha de beber pero en el vaso del compañero Santos López cabía un mar y después otro mar y un amor y otro amor después y un alma y otra alma y una eternidad y otra/otras/y él supo como la eternidad de la espera se convierte en la espera de la victoria que ni siquiera la victoria es eterna que lo único eterno era tía Adelaida ella llevaba sus negocios con dios/como un carbón encendido se levantaba a las cinco/avivaba las brasas ponía a hervir su corazón y así/ empezaba el día/cada día
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La belleza de todo lo creado
sin prisión/ ni reglamento aprendido/ vaga mi alma/echa más chispas que/ tía adelaida cuando hacía sus negocios con dios/ le daba unciones y subidos silencios a cambio de la salvación de tío luis/ tía adelaida tenía polleras muy afligidas con la soledad de sábanas de ella/ se podía hacer un montón de lunas pero la tía/vivía preocupada por lo que iba a venir temía que al entregar su alma a la huesuda ya no iba a ver al tío/oloroso/ como humo que sale del incienso o así lo recordaba ella en sus polleras jóvenes/y sábanas donde los dos en amor y delicada sustancia/ ayuntaron el cuerpo haciendo otro país/ bello/con animales que les pacían el vientre la yerba de dulzura que les crecía en el vientre después del amor y antes del amor su presente estaba lleno de gracia con una cara miraba las dichas del pasado con la otra esperaba dichoso el porvenir tía adelaida me recuerda al coronel Santos López que peleó con Sandino fue derrotado/sobrevivió/ pasó treinta años limpiando su fusil con los trapitos de la memoria y lo volvió a sacar cuando vino Carlos/Fonseca/Amador/ el que no usó su nombre en vano cuando vinieron Tomás Borge, Silvio Mayorga, el Kuge, Germán Pomares, los del Frente/ y se vio al compañero Santos López en medio del combate silbando delgadamente como dos que se encuentran por fin porque cada cual lleva en su vaso el agua que ha de beber pero en el vaso del compañero Santos López cabía un mar y después otro mar y un amor y otro amor después y un alma y otra alma y una eternidad y otra/otras/y él supo como la eternidad de la espera se convierte en la espera de la victoria que ni siquiera la victoria es eterna que lo único eterno era tía Adelaida ella llevaba sus negocios con dios/como un carbón encendido se levantaba a las cinco/avivaba las brasas ponía a hervir su corazón y así/ empezaba el día/cada día
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Sacude las épicas eras un loco viento festival.                           Ah yeguayeguaa!... Como un botón en primavera se abre un relincho de cristal. Revienta la espiga gallarda bajo las patas vigorosas.                           Ah yeguayeguaa!... ¡Por aumentar la zalagarda trillarían las mariposas! Maduros trigos amarillos, campos expertos en donar.                           Ah yeguayeguaa!... Hombres de corazón sencillo. ¿Qué más podemos esperar? Éste es el fruto de tu ciencia, varón de la mano callosa.                           Ah yeguayeguaa!... ¡Sólo por falta de paciencia las copihueras no dan rosas! Sol que cayó a racimos sobre el llano, ámbar del sol, quiero adorarte en todo: en el oro del trigo y de las manos que lo hicieran gavillas y recodos. Ámbar del sol, quiero divinizarte en la flor, en el grano y en el vino. Amor sólo me alcanza para amarte: ¡para divinizarte, hazme divino! Que la tierra florezca en mis acciones como en el jugo de oro de las viñas, que perfume el dolor de mis canciones como un fruto olvidado en la campiña. Que trascienda mi carne a sembradura ávida de brotar por todas partes, que mis arterias lleven agua pura, ¡agua que canta cuando se reparte! Yo quiero estar desnudo en las gavillas, pisado por los cascos enemigos, yo quiero abrirme y entregar semillas de pan, ¡yo quiero ser de tierra y trigo! Yo di licores rojos y dolientes cuando trilló el Amor mis avenidas: ahora daré licores de vertiente y aromaré los valles con mi herida. Campo, dame tus aguas y tus rocas, entiérrame en tus surcos, o recoge mi vida en las canciones de tu boca como un grano de trigo de tus trojes... Dulcifica mis labios con tus mieles, ¡campo de recónditos panales! Perfúmame a manzanas y laureles, desgráname en los últimos trigales... Lléname el corazón de cascabeles, ¡campo de los lebreles pastorales! Rechinan por las carreteras los carros de vientres fecundos.                           Ah yeguayeguaa!... ¡La llamarada de las eras es la cabellera del mundo! Va un grito de bronce removiendo las bestias que trillan sin tregua en un remolino tremendo...                           Ah yeguayeguaa!...
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Sinfonía de la trilla
Sacude las épicas eras un loco viento festival.                           Ah yeguayeguaa!... Como un botón en primavera se abre un relincho de cristal. Revienta la espiga gallarda bajo las patas vigorosas.                           Ah yeguayeguaa!... ¡Por aumentar la zalagarda trillarían las mariposas! Maduros trigos amarillos, campos expertos en donar.                           Ah yeguayeguaa!... Hombres de corazón sencillo. ¿Qué más podemos esperar? Éste es el fruto de tu ciencia, varón de la mano callosa.                           Ah yeguayeguaa!... ¡Sólo por falta de paciencia las copihueras no dan rosas! Sol que cayó a racimos sobre el llano, ámbar del sol, quiero adorarte en todo: en el oro del trigo y de las manos que lo hicieran gavillas y recodos. Ámbar del sol, quiero divinizarte en la flor, en el grano y en el vino. Amor sólo me alcanza para amarte: ¡para divinizarte, hazme divino! Que la tierra florezca en mis acciones como en el jugo de oro de las viñas, que perfume el dolor de mis canciones como un fruto olvidado en la campiña. Que trascienda mi carne a sembradura ávida de brotar por todas partes, que mis arterias lleven agua pura, ¡agua que canta cuando se reparte! Yo quiero estar desnudo en las gavillas, pisado por los cascos enemigos, yo quiero abrirme y entregar semillas de pan, ¡yo quiero ser de tierra y trigo! Yo di licores rojos y dolientes cuando trilló el Amor mis avenidas: ahora daré licores de vertiente y aromaré los valles con mi herida. Campo, dame tus aguas y tus rocas, entiérrame en tus surcos, o recoge mi vida en las canciones de tu boca como un grano de trigo de tus trojes... Dulcifica mis labios con tus mieles, ¡campo de recónditos panales! Perfúmame a manzanas y laureles, desgráname en los últimos trigales... Lléname el corazón de cascabeles, ¡campo de los lebreles pastorales! Rechinan por las carreteras los carros de vientres fecundos.                           Ah yeguayeguaa!... ¡La llamarada de las eras es la cabellera del mundo! Va un grito de bronce removiendo las bestias que trillan sin tregua en un remolino tremendo...                           Ah yeguayeguaa!...
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Yo estaba completamente negada, obstinada, empeñada, a nunca más entregar mi alma a otro ser humano!!!!! Ya estaba harta, asqueada, cansada, dolida del amor, de las mentiras, de las intrigas, del **** a medias. Entras tú, como solo tú pudiste entrar; repentinamente, superlativamente, sublimemente, casualmente, gloriosamente, y como nada, borras todas mis dudas y mis ansiedades. Yo renuente amar de nuevo y queriendo protegerme, y no pude, pues tus palabras; me desencajaban los miedos, me armaban el autoestima, me entusiasmaban y me llenaron de valentía, y cuando vine a ver….. mis alas, que como una Mariquita, las tenía intricadamente guardadas y dobladas, se fueron extendiendo hacia un vuelo de arrobamiento, de rebasada pasión de intenso amor, comprensión, y atención. Como el macho Mariquita te encolaste por detrás y no soltaste, no hasta desvanecer mis ansiedades. Hasta hacerme enloquecer cuando comiste de mi vorazmente, hasta saciarnos. Hasta dejarnos impregnados de la magia del universo en un beso. Hasta llevarme a ese lugar donde quede muerta frente a tu pasión. Tu devoción en la entrega, me hizo firmarte una estrella. Y como mariquita, eclosione todo el veneno de la duda en la entrega. LeydisProse 6/1/2017 https://m.facebook.com/LeydisProse/
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Jun 1, 2017
Jun 1, 2017 at 5:14 PM UTC
MARIQUITA
A esa hora, en esa oscuridad, en ese silencio cuando el malecón priva de turistas ahí quiero hacer el amor. A esa hora, en esas piedras que han sido testigo de tanta guerra, quiero que tú y yo en ella, descubramos la paz. A esa hora, que nos cante el mar su canción favorita, que sus olas compitan con nuestro ritmo. y vea ella como dos almas se entregan entre gemidos. Que nuestros cuerpos sirvan para que se enamore el agua de la muralla que trilla. A esa hora, en medio del rompeolas, quiero romper este deseo, entregarme a ti sin peros, pasar toda la noche en tus brazos, besarte hasta que se seque mi boca, amarte y calentar el frio de esas murallas. Que se encele el cielo ***** que se caliente el océano, que encuentre la bruma su claridad en la manera en que tú y yo, nos sabemos entregar. A esa hora en el silencio de la noche cuando el malecón priva de turistas, quiero hacer el amor, hasta que sea de día. LeydisProse 2/2/2018 https://m.facebook.com/LeydisProse/
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Feb 7, 2018
Feb 7, 2018 at 1:15 PM UTC
El Malecón
Soy trigueña y traviesa, jueguetona y coqueta, como el trigal soy un mundo, que te envuelve en sus granos, que te devuelve el ánimo, que sopla a tu oído sonetos y poesías, que te alivian la vida y te llenan de alegría. Soy trigueña y fruta divina, saben mis besos a melocotón, sé derretirme en la mirada de mi amado como se disuelve en la boca el algodón azucarado. Soy trigueña y agraciada, en el amor nunca he sido frugal siempre me he entregado de más, porque a la tumba no quiero llegar con el cuerpo carente de experiencia y el amor que mi amado debí entregar. Soy trigueña y risueña, mi pelo es reposo de las mariposas, y ha sido un inmenso placer moler todo lo que me causa pena. Si soy trigueña y cómo el trigo en mi juventud mi juicio fue verde, y al madurar se reflejan en mi sonrisa, los ambarinos rayos del sol. Si soy trigueña y cómo el trigo ya se está revelando en mi cuello la madurez, mas todo los que he aprendido, todo lo que he recolectado en el trigal de mis años, que se ha cultivado en mi tallo (que es mi mente y mi cuerpo), y han migrado las espigas (lecciones), haciendo el viaje hacia la razón, y hoy por hoy son todas esas espigas, cosechas de mi labor. Como trigo maduro aprendí, que no permito, ¡Que mis raíces la corten oblicuamente con la uña! Todavía soy trigueña!! LeydisProse 1/11/2018 https://m.facebook.com/LeydisProse/
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Jan 15, 2018
Jan 15, 2018 at 2:06 PM UTC
Trigueña y como el trigo
Deixo de herança todos os pensamentos Perdidos ao luar, Escritos na página invisível da vida, Impossíveis de partilhar. Deixo de herança todas as garrafas, Que esvaziei e pousei à beira-mar, Com uma carta escondida lá dentro, Incógnita ainda por entregar. Deixo de herança todo o fumo, Que compulsivamente inalei Para tentar matar a doença Da qual nunca me curei. Deixo as pegadas na areia, Que rapidamente se apagaram. Marcas da efémera passagem dos seres Que por mim passaram. Deixo de herança o sol de inverno, Tão apreciado por toda a gente. Desejo que aqueça as almas frias, Que não deixe ninguém indiferente. Deixo de herança o incenso Que nunca acendi. Espalhado pela brisa, Como qualquer cheiro que senti. Deixo de herança toda a música E cada marca que deixou. Atenciosa companheira, Que tantas vezes me salvou. Deixo de herança o rio, No seu mesmo exato lugar. Lembrança eterna que existe um sítio seguro Para onde o desespero nos pode levar. Deixo de herança a pedra afiada, Que me esculpiram no lugar do coração. Memória da crueldade no olhar De quem a infância me roubou. Deixo ligadas as luzes da aldeia, Que me abrigaram no solitário berço. Agarro o impulso que me levou à procura De tudo o que ainda desconheço.    Deixo de herança em papel amarrotado, Algum sangue que derramei. Lágrimas, cicatrizes e o fardo, De ser tão brutalmente consciente De tudo aquilo que sei. Deixo de herança o meu amor, Sorrisos, abraços e essências, Partilhadas no pôr-do-sol. E que nesta viagem de turbulências, Repares na simplicidade do sentimento Que achaste saber de cor. Deixo de herança uma moeda, Ao pedinte que conheci E que nunca a chegou a gastar. Esqueceu-se que para a salvação da vida Não há dinheiro, nem há fornecedor Onde ele a possa ir comprar. Deixo de herança o pássaro branco, Que ainda não se atreveu a pousar. Canta mais alto a cada Primavera, Só para me relembrar, Que as raízes são uma ilusão Criadas por quem não as consegue descolar. Deixo de herança duas mãos quentes, No peito frágil de uma criança, Que nasceu órfão de mãe E cresceu sem esperança. “Nas noites escuras que te abraçam. Nos dias cinzentos a que te entregas Que sintas neste aperto a mensagem De toda a força que carregas.” Deixo de herança este poema, Escrito num sonho que se entranha E do qual nunca acordei. Vem… Traz o mapa que queimei. E encontra-me para lá da montanha Onde também eu me encontrei.
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Mar 3, 2022
Mar 3, 2022 at 4:09 PM UTC
Deixo-me de herança
Deixo de herança todos os pensamentos Perdidos ao luar, Escritos na página invisível da vida, Impossíveis de partilhar. Deixo de herança todas as garrafas, Que esvaziei e pousei à beira-mar, Com uma carta escondida lá dentro, Incógnita ainda por entregar. Deixo de herança todo o fumo, Que compulsivamente inalei Para tentar matar a doença Da qual nunca me curei. Deixo as pegadas na areia, Que rapidamente se apagaram. Marcas da efémera passagem dos seres Que por mim passaram. Deixo de herança o sol de inverno, Tão apreciado por toda a gente. Desejo que aqueça as almas frias, Que não deixe ninguém indiferente. Deixo de herança o incenso Que nunca acendi. Espalhado pela brisa, Como qualquer cheiro que senti. Deixo de herança toda a música E cada marca que deixou. Atenciosa companheira, Que tantas vezes me salvou. Deixo de herança o rio, No seu mesmo exato lugar. Lembrança eterna que existe um sítio seguro Para onde o desespero nos pode levar. Deixo de herança a pedra afiada, Que me esculpiram no lugar do coração. Memória da crueldade no olhar De quem a infância me roubou. Deixo ligadas as luzes da aldeia, Que me abrigaram no solitário berço. Agarro o impulso que me levou à procura De tudo o que ainda desconheço.    Deixo de herança em papel amarrotado, Algum sangue que derramei. Lágrimas, cicatrizes e o fardo, De ser tão brutalmente consciente De tudo aquilo que sei. Deixo de herança o meu amor, Sorrisos, abraços e essências, Partilhadas no pôr-do-sol. E que nesta viagem de turbulências, Repares na simplicidade do sentimento Que achaste saber de cor. Deixo de herança uma moeda, Ao pedinte que conheci E que nunca a chegou a gastar. Esqueceu-se que para a salvação da vida Não há dinheiro, nem há fornecedor Onde ele a possa ir comprar. Deixo de herança o pássaro branco, Que ainda não se atreveu a pousar. Canta mais alto a cada Primavera, Só para me relembrar, Que as raízes são uma ilusão Criadas por quem não as consegue descolar. Deixo de herança duas mãos quentes, No peito frágil de uma criança, Que nasceu órfão de mãe E cresceu sem esperança. “Nas noites escuras que te abraçam. Nos dias cinzentos a que te entregas Que sintas neste aperto a mensagem De toda a força que carregas.” Deixo de herança este poema, Escrito num sonho que se entranha E do qual nunca acordei. Vem… Traz o mapa que queimei. E encontra-me para lá da montanha Onde também eu me encontrei.
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