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"entende" poems
A saudade é tua Na eternidade perene da vida, No uivar do lobo vadio, No teu olhar esguio, Na sensibilidade meiga, Na pradaria vestida, Na esperança sentida, Na gente plebeia, Na tua teia. No amor que anseia, Na beleza, na sereia… Planície que se estende, Saudade não entende, Canto que é canto, Lamento mais lamento, Água de uma mina, Primavera genuína, Telhas vermelhas num céu por descobrir, Saudade tua do meu sentir. Victor Marques
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Apr 6, 2013
Apr 6, 2013 at 7:37 PM UTC
Saudade é tua
Eu só queria que o ano acabasse bem. Ninguém entende o meu ponto de vista, e eu queria mesmo é explodir. Quem sabe, se eu fosse menos agressiva. Mais todo mundo me julga, sem saber. Nem minha mãe me quer, então por que não morrer? Daqui a pouco começo a me auto-mutilar. Mas eu não pedi, pra ser a ovelha negra.
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Oct 5, 2012
Oct 5, 2012 at 4:41 PM UTC
Ovelha negra
Neste lugar azul, coberto de céu e rodeado de mar, onde surgiu a vida de tantos seres e de tantas outras coisas que a nossa mente tanta dificuldade têm em perceber. Neste lugar que Deus nos deu, cedo percebemos que aquilo que nos foi dano e que é nosso, se partilha, nos é dado vendido e cobiçado. Neste lugar, existem tantas coisas, mas tantas coisas, umas que se vêm, outras que se sentem, outras que se ouvem e outras tantas que se cheiram e saboreiam, que quanto mais vamos vivendo com elas, melhor as identificamos e melhor as deveríamos perceber. No entanto, existe o Homem, que se julga um Deus, que pouco ou nada sabe, nem sempre sente e se comove com o que este lugar maravilhoso que agora é fusco nos dá e nós tão bem desperdiçamos. Aquilo que o homem não entende, não é de fácil aceitação, e em vez de percepcionar o que os ensinamentos dos tempos nos deixaram, idiotamente questiona tudo, todos e qualquer coisa que sua mente pequena não enxerga. O caminho da perdição normalmente apresenta-se como o mais fácil, em qualquer coisa que o mundo tenha mas nem sempre é o destino certo que a história poderia deixar. As coisas não têm de ser obrigatoriamente belas, e este lugar não é conto de Cinderellas, é qualquer coisa que temos de ver, que temos de passar, sentir a vitória e a dificuldade, o ser filho e depois ser pai e quando mais vamos sabendo, ao invés de sermos mais fortes e capazes a fragilidade da idade chega e nos mostra a realidade em cada dia e a cada hora. Ai o sonho se torna real, perceptível e a esperança se agarra ao nosso olhar. Autor: António Benigno Código de autor: 2017081421450108
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Aug 14, 2017
Aug 14, 2017 at 5:02 PM UTC
Que lugar fusco de graça para com Deus
Neste lugar azul, coberto de céu e rodeado de mar, onde surgiu a vida de tantos seres e de tantas outras coisas que a nossa mente tanta dificuldade têm em perceber. Neste lugar que Deus nos deu, cedo percebemos que aquilo que nos foi dano e que é nosso, se partilha, nos é dado vendido e cobiçado. Neste lugar, existem tantas coisas, mas tantas coisas, umas que se vêm, outras que se sentem, outras que se ouvem e outras tantas que se cheiram e saboreiam, que quanto mais vamos vivendo com elas, melhor as identificamos e melhor as deveríamos perceber. No entanto, existe o Homem, que se julga um Deus, que pouco ou nada sabe, nem sempre sente e se comove com o que este lugar maravilhoso que agora é fusco nos dá e nós tão bem desperdiçamos. Aquilo que o homem não entende, não é de fácil aceitação, e em vez de percepcionar o que os ensinamentos dos tempos nos deixaram, idiotamente questiona tudo, todos e qualquer coisa que sua mente pequena não enxerga. O caminho da perdição normalmente apresenta-se como o mais fácil, em qualquer coisa que o mundo tenha mas nem sempre é o destino certo que a história poderia deixar. As coisas não têm de ser obrigatoriamente belas, e este lugar não é conto de Cinderellas, é qualquer coisa que temos de ver, que temos de passar, sentir a vitória e a dificuldade, o ser filho e depois ser pai e quando mais vamos sabendo, ao invés de sermos mais fortes e capazes a fragilidade da idade chega e nos mostra a realidade em cada dia e a cada hora. Ai o sonho se torna real, perceptível e a esperança se agarra ao nosso olhar. Autor: António Benigno Código de autor: 2017081421450108
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Menina cabeça dura Quase nunca se entende E nao se arrepende De ser tão crua Possui leveza como na lua E fica toda reluzente Quando posa para as lentes Que te deixam nua Menina da rua Que deixa meu coração quente Nao foge da gente Porque eu quero ser sua
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Jan 17, 2017
Jan 17, 2017 at 12:01 AM UTC
M&M
Certainty of semper fi, 'n' om-ly believe 'n' groan of assent struggle to rise… -- listen the strangest of stories are told as real as ever, the common idea, ever after time has lost its thread to our temper ai re ality in ifity was. Those were the days, ifity was. We were as you imagined, in your imagination, but really, we were all outlaws, on the run… what did your family think Wagon Train was about? We was runnin' from the letters of the laws, the man behind the star, the man on the horse, from old boogaswishery tales fairtold to meet the doubt, double mind, entende re, eh, follow or fall by the wayside and wait, one day you wake and find the path is paved thirty chariots wide, and you are not surprised, that state, surprise, being an undifined or undivined, okeh, wordminded state- stretched to this point -- flex-stress tested to thnthdgreeeee, to get most from extra eas y' pay attention points to the definity of devininity, as shobbolethic, - no pass, no se -- is it in the accent that makes the difference, or the proof? Unique as differing may be random as mathic edgery interpreters of times after all was said and done, one more. Like not missing a tittle or a jot, yet being wise as jumpstarts means were to stick shifts, shockingly, retro real… virtually be the character, see the luckies rolled in your sleeve… it was so easy to steal a car, almost as easy as on TV. But not if you always carried the coil wire in your pocket, so those were the ones you watched for, next time, coil wire in hand, it was easier than on TV, you knew the care was stolen before you stole it, that's like answered prayer, if y' askt me. Patience 'n' faith, wise as was imagined. at the time. The coil wire is the worm at the core. Grease monkey kings know this story, it is in our initiation to the mystery in the pistons.
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Dec 27, 2020
Dec 27, 2020 at 8:29 PM UTC
Old gang signs rememoring
Certainty of semper fi, 'n' om-ly believe 'n' groan of assent struggle to rise… -- listen the strangest of stories are told as real as ever, the common idea, ever after time has lost its thread to our temper ai re ality in ifity was. Those were the days, ifity was. We were as you imagined, in your imagination, but really, we were all outlaws, on the run… what did your family think Wagon Train was about? We was runnin' from the letters of the laws, the man behind the star, the man on the horse, from old boogaswishery tales fairtold to meet the doubt, double mind, entende re, eh, follow or fall by the wayside and wait, one day you wake and find the path is paved thirty chariots wide, and you are not surprised, that state, surprise, being an undifined or undivined, okeh, wordminded state- stretched to this point -- flex-stress tested to thnthdgreeeee, to get most from extra eas y' pay attention points to the definity of devininity, as shobbolethic, - no pass, no se -- is it in the accent that makes the difference, or the proof? Unique as differing may be random as mathic edgery interpreters of times after all was said and done, one more. Like not missing a tittle or a jot, yet being wise as jumpstarts means were to stick shifts, shockingly, retro real… virtually be the character, see the luckies rolled in your sleeve… it was so easy to steal a car, almost as easy as on TV. But not if you always carried the coil wire in your pocket, so those were the ones you watched for, next time, coil wire in hand, it was easier than on TV, you knew the care was stolen before you stole it, that's like answered prayer, if y' askt me. Patience 'n' faith, wise as was imagined. at the time. The coil wire is the worm at the core. Grease monkey kings know this story, it is in our initiation to the mystery in the pistons.
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por ti eu choro... por ti eu morro... por ti eu vivo... sinto as lágrimas sobre o meu rosto. sinto as lágrimas que me fazem morrer sozinho. sinto a escuridão dentro de mim. ninguém me entende... eu não me entendo... o tempo é vazio! eu choro mas ninguém vê o meu sofrimento. eu morro mas ninguém nota a minha falta. eu vivo para que tu vivas em mim.
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Aug 26, 2015
Aug 26, 2015 at 2:16 PM UTC
Por ti
Nunca foi tao confortável estar viva Nem mesmo no pior dos meus dias Quero estar longe de voce E quando o faço é somente para te proteger de mim Meus dias bons sao valiosos portanto seus Nao quero mais desperdiçá-los procurando ou com sorte encontrando Outra pessoa que me entenda como entende-me Nem meu amigo mais antigo saberia dizer Exatamente o que eu preciso O amor é egocentrico Amo-te porque entende-me Mas meu amor também é altruísta Amo-te porque conheço-te Entendo-te Leio-te Escuto teus medos e guardo os segredos Até nao caber mais em mim Ao te conhecer nasci Nao de novo, mas pela primeira vez E eu nao quero mais morrer
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Aug 3, 2017
Aug 3, 2017 at 12:00 AM UTC
Newborn
II. Le jour s'enfuit des cieux ; sous leur transparent voile De moments en moments se hasarde une étoile ; La nuit, pas à pas, monte au trône obscur des soirs ; Un coin du ciel est brun, l'autre lutte avec l'ombre, Et déjà, succédant au couchant rouge et sombre, Le crépuscule gris meurt sur les coteaux noirs. Et là-bas, allumant ses vitres étoilées, Avec sa cathédrale aux flèches dentelées, Les tours de son palais, les tours de sa prison, Avec ses hauts clochers, sa bastille obscurcie, Posée au bord du ciel comme une longue scie, La ville aux mille toits découpe l'horizon. Oh ! qui m'emportera sur quelque tour sublime D'où la cité sous moi s'ouvre comme un abîme ! Que j'entende, écoutant la ville où nous rampons, Mourir sa vaste voix, qui semble un cri de veuve, Et qui, le jour, gémit plus haut que le grand fleuve, Le grand fleuve irrité luttant contre les ponts ! Que je voie, à mes yeux en fuyant apparues, Les étoiles des chars se croiser dans les rues, Et serpenter le peuple en l'étroit carrefour, Et tarir la fumée au bout des cheminées, Et, glissant sur le front des maisons blasonnées, Cent clartés naître, luire et passer tour à tour ! Que la vieille cité, devant moi, sur sa couche S'étende, qu'un soupir s'échappe de sa bouche, Comme si de fatigue on l'entendait gémir ! Que, veillant seul, debout sur son front que je foule, Avec mille bruits sourds d'océan et de foule, Je regarde à mes pieds la géante dormir ! Juillet 1828.
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Soleils couchants (II)
II. Le jour s'enfuit des cieux ; sous leur transparent voile De moments en moments se hasarde une étoile ; La nuit, pas à pas, monte au trône obscur des soirs ; Un coin du ciel est brun, l'autre lutte avec l'ombre, Et déjà, succédant au couchant rouge et sombre, Le crépuscule gris meurt sur les coteaux noirs. Et là-bas, allumant ses vitres étoilées, Avec sa cathédrale aux flèches dentelées, Les tours de son palais, les tours de sa prison, Avec ses hauts clochers, sa bastille obscurcie, Posée au bord du ciel comme une longue scie, La ville aux mille toits découpe l'horizon. Oh ! qui m'emportera sur quelque tour sublime D'où la cité sous moi s'ouvre comme un abîme ! Que j'entende, écoutant la ville où nous rampons, Mourir sa vaste voix, qui semble un cri de veuve, Et qui, le jour, gémit plus haut que le grand fleuve, Le grand fleuve irrité luttant contre les ponts ! Que je voie, à mes yeux en fuyant apparues, Les étoiles des chars se croiser dans les rues, Et serpenter le peuple en l'étroit carrefour, Et tarir la fumée au bout des cheminées, Et, glissant sur le front des maisons blasonnées, Cent clartés naître, luire et passer tour à tour ! Que la vieille cité, devant moi, sur sa couche S'étende, qu'un soupir s'échappe de sa bouche, Comme si de fatigue on l'entendait gémir ! Que, veillant seul, debout sur son front que je foule, Avec mille bruits sourds d'océan et de foule, Je regarde à mes pieds la géante dormir ! Juillet 1828.
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Image de la mort, effroi du tendre amour, Sommeil, emporte au **** ce songe épouvantable ! La mort est dans l'adieu d'un ami véritable : Ah ! ne m'avertis pas que l'on se quitte un jour ! Dans ton vol escorté de fantômes livides, Va rendre, s'il se peut, la mémoire aux ingrats ; Passe comme un miroir devant ces cœurs arides, Et sous leurs traits hideux va leur tendre les bras ! Que l'avare, étendu dans son étroite couche, Rêve une fausse clef près d'atteindre son or ; Qu'il crie, et que sa voix meurt au fond de sa bouche, Et qu'un bras invisible entr'ouvre son trésor ! Qu'il entende compter ses richesses cachées ; Que la lampe expirante y jette sa lueur ; Paralyse ses mains sur lui-même attachées, Et qu'il tremble, inondé d'une froide sueur ! Va tromper des tyrans les pâles sentinelles, Fais circuler la crainte autour de leurs rideaux ; Dissipe les grandeurs qu'ils croyaient éternelles, Et de pavots sanglants épaissis leurs bandeaux ! Force de ce palais l'enceinte inaccessible ; Ose annoncer la mort au cœur d'un mauvais roi ; Ordonne à ce cœur insensible D'être au moins sensible à l'effroi ! Montre-lui la vengeance implacable, dans l'ombre, Sous les traits d'un esclave armé de tous ses fers ; Montre-lui le poignard au feu mourant et sombre Des yeux qu'il fit pleurer : c'est le feu des enfers. Que le beffroi s'ébranle, et tinte à son oreille La fureur populaire et son nom abhorré ; Que sa porte d'airain en tombant le réveille Et qu'il ne puisse fuir par la peur égaré ! Mais laisse à l'amour pur des songes sans alarmes ; Laisse au temps à dissoudre un nœud si doux, si fort ! Malheureux, quand l'amour daigne enchanter nos larmes, On ne veut plus croire à la mort !
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Au sommeil
Image de la mort, effroi du tendre amour, Sommeil, emporte au **** ce songe épouvantable ! La mort est dans l'adieu d'un ami véritable : Ah ! ne m'avertis pas que l'on se quitte un jour ! Dans ton vol escorté de fantômes livides, Va rendre, s'il se peut, la mémoire aux ingrats ; Passe comme un miroir devant ces cœurs arides, Et sous leurs traits hideux va leur tendre les bras ! Que l'avare, étendu dans son étroite couche, Rêve une fausse clef près d'atteindre son or ; Qu'il crie, et que sa voix meurt au fond de sa bouche, Et qu'un bras invisible entr'ouvre son trésor ! Qu'il entende compter ses richesses cachées ; Que la lampe expirante y jette sa lueur ; Paralyse ses mains sur lui-même attachées, Et qu'il tremble, inondé d'une froide sueur ! Va tromper des tyrans les pâles sentinelles, Fais circuler la crainte autour de leurs rideaux ; Dissipe les grandeurs qu'ils croyaient éternelles, Et de pavots sanglants épaissis leurs bandeaux ! Force de ce palais l'enceinte inaccessible ; Ose annoncer la mort au cœur d'un mauvais roi ; Ordonne à ce cœur insensible D'être au moins sensible à l'effroi ! Montre-lui la vengeance implacable, dans l'ombre, Sous les traits d'un esclave armé de tous ses fers ; Montre-lui le poignard au feu mourant et sombre Des yeux qu'il fit pleurer : c'est le feu des enfers. Que le beffroi s'ébranle, et tinte à son oreille La fureur populaire et son nom abhorré ; Que sa porte d'airain en tombant le réveille Et qu'il ne puisse fuir par la peur égaré ! Mais laisse à l'amour pur des songes sans alarmes ; Laisse au temps à dissoudre un nœud si doux, si fort ! Malheureux, quand l'amour daigne enchanter nos larmes, On ne veut plus croire à la mort !
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Mon seul amour ! embrasse-moi. Si la mort me veut avant toi, Je bénis Dieu ; tu m'as aimée ! Ce doux ***** eut peu d'instants : Tu vois ; les fleurs n'ont qu'un printemps, Et la rose meurt embaumée. Mais quand, sous tes pieds renfermée, Tu viendras me parler tout bas, Crains-tu que je n'entende pas ? Je t'entendrai, mon seul amour ! Triste dans mon dernier séjour, Si le courage t'abandonne ; Et la nuit, sans te commander, J'irai doucement te gronder, Puis te dire : « Dieu nous pardonne ! » Et, d'une voix que le ciel donne, Je te peindrai les cieux tout bas : Crains-tu de ne m'entendre pas ? J'irai seule, en quittant tes yeux, T'attendre à la porte des Cieux, Et prier pour ta délivrance. Oh ! dussé-je y rester longtemps, Je veux y couler mes instants A t'adoucir quelque souffrance ; Puis un jour, avec l'Espérance, Je viendrai délier tes pas ; Crains-tu que je ne vienne pas ? Je viendrai, car tu dois mourir, Sans être las de me chérir ; Et comme deux ramiers fidèles, Séparés par de sombres jours, Pour monter où l'on vit toujours, Nous entrelacerons nos ailes ! Là, nos heures sont éternelles : Quand Dieu nous l'a promis tout bas, Crois-tu que je n'écoutais pas ?
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Le dernier rendez-vous
La chambre, as-tu gardé leurs spectres ridicules, Ô pleine de jour sale et de bruits d'araignées, La chambre, as-tu gardé leurs formes désignées Par ces crasses au mur et par quelles virgules ! Ah fi ! Pourtant, chambre en garni qui te recules En ce sec jeu d'optique aux mines renfrognées Du souvenir de trop de choses destinées, Comme ils ont donc regret aux nuits, aux nuits d'Hercules ? Qu'on l'entende comme on voudra, ce n'est pas ça. Vous ne comprenez rien aux choses, bonnes gens Je vous dis que ce n'est pas ce que l'on pensa. Seule, ô chambre qui fuis en cônes affligeants Seule, tu sais ! mais sans doute combien de nuits De noce auront dévirginé leurs nuits depuis !
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Le poète et la muse
tu me tem teu corpo envolto no meu transcendendo o que a gente entende por tempo e espaço e logo eu to pirado surtado anestesiado de ti me pira a cabeça quando teus lábios me percorrem e minha mente foge de onde quer que eu esteja por ti o sol refletindo diretamente nos nossos corpos pretos suados é energia, meu nego assim como a lua nos banha no final de qualquer tarde sem segredo a sintonia que nos envolve escapa de qualquer significado que já foi atrelado a essa palavra e eu te digo não existe explicação pro que eu tenho contigo e vice-versa o que a gente tem não envolve pressa eu já falei tempo e espaço não nos cabem mais que mordomia de rei! acordar do teu lado e sentir o fervor dos teus sentidos encostados em tudo que eu chamo de corpo quente eu vejo tuas chamas e logo sinto quando tu me chama pro abraço ou pro amasso tudo queima, de qualquer forma é indiferente a intensidade no ato define tudo que a gente sente e eu não nego só me entrego me encaixo nas tuas mãos e ali me aqueço nego, ah, meu nego esse sorriso bobo que tu vê não consegue mais se manter em segredo porque tu me tem e sem qualquer bloqueio ou explicação eu arrisco dizer que te tenho também ​
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Jun 18, 2018
Jun 18, 2018 at 8:10 PM UTC
ê negão
As vezes percebo que eu não sei nada do que tá acontecendo na minha vida, sempre que parece estar tudo bem, quando vou a fundo, vira caos... fico me perguntando se um dia isso se normaliza. Creio eu que não, que a cada tempo que passa as coisas vão se tornando mais difíceis e assim a vida segue. Mas qual o momento que podemos nos permitir ser fracos, digo fracos porque a sociedade assim a entende, mas quero dizer na verdade, nos permitir sentir, qual o momento? Estou aqui me julgando por um ato que fiz e não gostaria que os outros fizessem comigo, mas todo mundo erra né, e aprende com seus erros. **** happens all the time and of course we can predict some things, but some times the ego grows up in our head and takes the lead, that’s bad, but it happens and we have to accept that. So you have to embrace this guilty and turns into power to don’t do this again, and one more time, learn from your mistakes. That’s all folks
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Nov 23, 2018
Nov 23, 2018 at 6:51 PM UTC
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