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"eles" poems
I remember our first date vividly you had your lustrous black dress on that displayed all your curves supermodel figure, shoe game was serious fashion killer had your hair in them short curls smelled like coconuts eyes were sparkling reflecting the moonlight with that red lipstick you were so gorgeous GOD'S canvas painted in that melanin you could have ruled the world evident you a Queen in my eyes a future bride, I was more nervous than you when we shared our first kiss floating butterflies got me feeling like a little kid, you stuck in my head like a lullaby Girl what's not love about you got me feeling like Dwele, you such a down the earth chick sophisticated not simple minded girl you stay educted, you into them old school tunes sung you that old Jays hit you're darlin darlin baby, you everything I hoped for in a woman can't be compared to no hoes you a strong Queen with goals, I love the way you get goofy when you start laugh but that's only when you comfortable, or when your eyebrows twitch when you get ****** I study your mannerisms, ain't nobody eles I love this deep you make me complete other girls just can't compete Girl U got me Girl U got me Girl U got me Girl U got me  (voice fades)
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Oct 12, 2018
Oct 12, 2018 at 8:55 PM UTC
Girl U Got Me
I wish i had a daddy . I wish i was the little princess of a daddy. I wish i had a daddy to take me shoping I wish i had a daddy to come in my bedroom why im laying in my bed in tell funny storys then cover me up in give me a good night kiss on the check. Their was this one man how i realy look up to as my daddy he treated me like i was his own in like a princess in would sit in listen to how i felt in everthing eles he was the only man how i have ever look up to as my daddy in now i wont ever get to see him ever again he loved me as his daughter he would alwhys say how he more then a daddy then what jay is cause he dose more for me then what that jay guy has ever did 4 me . in his name was rohn he was gonna be my step dad in 2 moths but my mom in him brooke up now i am never ever oloud to see im again now so i am sad but maybe one day i will get to him again sincarly love me hayley >3
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Mar 27, 2014
Mar 27, 2014 at 7:16 PM UTC
daddy listen to this peom i hop u like it
Douro que corres por querer Correr sem direcção por encostas esculpidas, Brilho nas noites de luar em que te sentes só, Amanhecer com névoas ainda adormecidas, Rio meu, de meus pais e avós.... Tua melancolia que parece humana, Nas tuas margens sargaço que emana, Rio que escondes segredos e enganos, Sejam eles grandes ou pequenos. Douro dourado de um sol fatigante, Rio feito de amor por sua gente. Esbate teu amor nas sombras do salgueiro, Sublime e excelente conselheiro. Rio Douro esverdeado e também azulinho, A tua límpida água parece ser puro vinho, Rio do Douro belo que à alma dá prazer, Sede de sempre tua água beber. Victor Marques
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Apr 24, 2014
Apr 24, 2014 at 1:54 PM UTC
Douro que Corre por Correr
Vindima que sempre vem Que regalo é ver estas lindas uvas que serão destinadas a ser pisadas por tantos pés generosos deste povo duriense que nas encostas trabuca com suor no rosto. Depois de tantas canseiras chega a hora da colheita para todos começarem em festa um processo que acabará nos melhores vinhos de Portugal e do mundo. Para haver vindima temos de ter videiras bafejadas pelo sol, acolhidas pelo xisto e amadas pelo homem duriense que não se cansa de as amar e bajular. Este meu Douro é sem sombra de dúvida local privilegiado para a produção deste néctar abençoado por Deus. A videira que Jesus tantas vezes enumerou me faz perceber o universo, a sua diversidade e porque não mesmo a vida depois da morte. Como simples podador o homem corta as vides na esperança de uma boa colheita. Que encanto ver durante seu ciclo o despertar constante de tantos sonhos adormecidos. A videira delicia, rejuvenesce, cresce embalada pelo vento em socalcos e patamares e os rios são seus fiéis companheiros e a seu lado tantas árvores dão as azeitonas da paz e serviram de aconchego no Horto das Oliveiras para Jesus Cristo amar os homens e segredar a Deus seu Pai. Temos orgulho em nossos muros de pedreiros que esculpiram seu próprio fado, eles mudaram os olhares de um Douro mal-amado… Victor Marques
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Oct 6, 2013
Oct 6, 2013 at 2:11 PM UTC
Vindima que sempre vem
I'm tired of ********* myself, I crave of someone eles to force my legs open to puncture my insides with their hands turned into fingers I want to *** until I loose count I want to shake of pleasure  until I start to twitch I want to have my mouth open with no words coming out from state of shock I want to feel so good my eyes fill with tears I want to hear my juices as they fall I crave of someone else
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Dec 28, 2017
Dec 28, 2017 at 12:39 AM UTC
I crave of someone else
Mil-réis entre réis pagos pelo algodão e pelo o material sinteticamente enfadonho – ambos traçados na sala abafada em que, agora, a escuridão de frequência vibrante busca-me, parado, observando o sangue que segue, que traça, desenha os seus próprios afluentes em uma elaborada figura de empalhamento. Tropeço por entre galhos, perco um ou outro membro e abro os olhos. Agora, veja! Eles estão lá! Meus membros estão lá! Mas atente-se! Aquele, meio torto, veja-o com perfeição. Digo, eram meus. Sim, pois agora a este outro pertence. Está lá, na poça de meu sangue, com a minha própria estrutura, o que parece ter sido um simpático palhaço. Confirmo aquela minha primeira impressão: empalhado palhaço. Agora há algo dentro daqueles membros. Definitivamente há! Até vejo alguma perenidade por entre as articulações, à mostra - resultado de um trabalho mal feito pelo meu próprio líquido vermelho intenso. Depois de muito apreciar minhas partes nunca tão bem aproveitadas, vejo algo mais além - vejo asas! Inicialmente, um âmago bastante ridículo e tedioso - mas observando mais atentamente, percebo profundamente que aquela minha obra orgânica possui, como verdadeira essência, o plano mais ao fundo, que não só se colocava de forma discreta, como aspirava se esconder do foco do olhar, retirando nitidez que a ele é supostamente é inerte. Percebi a explicação para minha atrapalhada e inconsciente criação. Humano algum será capaz de apreciá-la como eu aprecio. Amo-a agora como amo a morte! E morta está minha obra, afastada para sempre de mim. Assim como os meus olhos e libido. É um sangue amaldiçoado aquele que escorrera de mim, seria está a plausível explicação? Sequer traçara ele uma imagem de uma mecânica funcional.
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May 3, 2014
May 3, 2014 at 2:46 PM UTC
Em mil covas profanadas encontrará o rosto profundo palhaço
Mil-réis entre réis pagos pelo algodão e pelo o material sinteticamente enfadonho – ambos traçados na sala abafada em que, agora, a escuridão de frequência vibrante busca-me, parado, observando o sangue que segue, que traça, desenha os seus próprios afluentes em uma elaborada figura de empalhamento. Tropeço por entre galhos, perco um ou outro membro e abro os olhos. Agora, veja! Eles estão lá! Meus membros estão lá! Mas atente-se! Aquele, meio torto, veja-o com perfeição. Digo, eram meus. Sim, pois agora a este outro pertence. Está lá, na poça de meu sangue, com a minha própria estrutura, o que parece ter sido um simpático palhaço. Confirmo aquela minha primeira impressão: empalhado palhaço. Agora há algo dentro daqueles membros. Definitivamente há! Até vejo alguma perenidade por entre as articulações, à mostra - resultado de um trabalho mal feito pelo meu próprio líquido vermelho intenso. Depois de muito apreciar minhas partes nunca tão bem aproveitadas, vejo algo mais além - vejo asas! Inicialmente, um âmago bastante ridículo e tedioso - mas observando mais atentamente, percebo profundamente que aquela minha obra orgânica possui, como verdadeira essência, o plano mais ao fundo, que não só se colocava de forma discreta, como aspirava se esconder do foco do olhar, retirando nitidez que a ele é supostamente é inerte. Percebi a explicação para minha atrapalhada e inconsciente criação. Humano algum será capaz de apreciá-la como eu aprecio. Amo-a agora como amo a morte! E morta está minha obra, afastada para sempre de mim. Assim como os meus olhos e libido. É um sangue amaldiçoado aquele que escorrera de mim, seria está a plausível explicação? Sequer traçara ele uma imagem de uma mecânica funcional.
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Why when you know, the same thing will happen to you... do we subject ourselves to leason's already learned, roads you have already walked? Why do we live it over and over again until you no longer learn from it ?Whens its burned into your flesh as a map that you just retrace beacuse you don't know how to do anything eles. How do you learn the truth? Stop the cycle? He's lieing, i know he is, i knew he would, and still i fought for him. I hurt someone i loved and cared about, my friend... For what? to take on his shity fantasy, to know when he lies,and to turn the other way? to carry the weight of his faults and have them passed on to be my own? Tuesday i go to remove you completely from my body and wash away the stain you have left inside my womb. I walk away from you, the walking dead, you will not be the end of my heart!I am the mother ******* pheinox and you are just the ashes, that i leave behind at my feet. Your sickness stops with me.
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Aug 26, 2011
Aug 26, 2011 at 7:52 AM UTC
washing you from my womb
E abriu um buraco na alma, deram alguns tiros na alma e agora ela ta toda furada. Até pouco tempo atrás esses buracos eram um problema, mas o homem percebeu que os furos eram pequenos e não atrapalhavam em nada, eles até melhoravam a alma, pois ela acabou se tornando uma peneira, que filtra tudo o que passa por ela e só permanece com o necessário. A alma fura e remenda, até o dia que ela se solta e vai viver em outras vidas. "Alma mole, vida dura, tanto insiste em sua fuga."
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Mar 31, 2015
Mar 31, 2015 at 1:29 AM UTC
"Água mole, pedra dura, tanto bate até que fura"
Fecha-se assim hoje mesmo, uma etapa longa e dura, E agora sim, estou absolutamente são e convicto nos dizeres, Compreendo toda esta longa etapa, até esta arquitectura Não parei nem desisti, estou aqui para comigo viveres! Preocupei-me cedo em ser puro, não com o não ser duro, Meus gestos e minhas acções, são neutras e consequentes, Penetrar no intimo das questões, levou-me ao cremadouro, Não julgo gentes, nem compro amizades, das conscientes! De que agora tenho ou não tenho saudades e recordações, São dos carinhos destas gentes que são o que eu sentia, Nas longas viagens me perdia de saudade e desvanecia, Mas sempre as forças, na tortura, me levaram as ilusões! Como tantos e outros jovens, jogando nesta vida de loucura, Tantas vezes por eles e outras quantas por mim, eu aprendi, Vi, suei e chorei, por tudo que passei e eu nunca me prendi, Segurei sempre firme, o touro nos seus cornos, na aventura! Propus-me porém a arriscar valores de gentes menos crentes, Quando o mestre e sábio pai, me dizia olhando eu minha mãe, Sempre esperaram para ver o que eu via, e preocupações além, E ao encontro de tudo que diziam, eu fazia as asneiras constantes! Eis que um dia, chorei de dor e o calor do lar, que nunca me abandonou, Me trouxe de novo nas origens e aqui encontrei os valores, que bisquei, Aposto-os agora a cada dia, quando a ti, também te encontrei, o amor começou, Tudo que diziam meus pais e eu afirmava como inexistente, agora, mel, petisquei! Autor: António Benigno Código de autor: 2013.08.30.02.18
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Aug 30, 2013
Aug 30, 2013 at 5:56 AM UTC
Transparente, puro e cristalino
Fecha-se assim hoje mesmo, uma etapa longa e dura, E agora sim, estou absolutamente são e convicto nos dizeres, Compreendo toda esta longa etapa, até esta arquitectura Não parei nem desisti, estou aqui para comigo viveres! Preocupei-me cedo em ser puro, não com o não ser duro, Meus gestos e minhas acções, são neutras e consequentes, Penetrar no intimo das questões, levou-me ao cremadouro, Não julgo gentes, nem compro amizades, das conscientes! De que agora tenho ou não tenho saudades e recordações, São dos carinhos destas gentes que são o que eu sentia, Nas longas viagens me perdia de saudade e desvanecia, Mas sempre as forças, na tortura, me levaram as ilusões! Como tantos e outros jovens, jogando nesta vida de loucura, Tantas vezes por eles e outras quantas por mim, eu aprendi, Vi, suei e chorei, por tudo que passei e eu nunca me prendi, Segurei sempre firme, o touro nos seus cornos, na aventura! Propus-me porém a arriscar valores de gentes menos crentes, Quando o mestre e sábio pai, me dizia olhando eu minha mãe, Sempre esperaram para ver o que eu via, e preocupações além, E ao encontro de tudo que diziam, eu fazia as asneiras constantes! Eis que um dia, chorei de dor e o calor do lar, que nunca me abandonou, Me trouxe de novo nas origens e aqui encontrei os valores, que bisquei, Aposto-os agora a cada dia, quando a ti, também te encontrei, o amor começou, Tudo que diziam meus pais e eu afirmava como inexistente, agora, mel, petisquei! Autor: António Benigno Código de autor: 2013.08.30.02.18
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Falta-me progressiva consistência que me tire desta constante inércia do recordar. Permeiam-me contrarreações ilógicas do universo; do meu universo. Irrisório inaceitável tempo que desfaleça minha imutável memória atormentada por falsas angustiadas imagens. Maldito brilho que por vezes ofusca meu coeso e desejável leal raciocínio. Fatos agora estáveis foram, por vezes, acontecimentos importunos, que propuseram ao meu bem estar uma obscuridade incontínua, porém intransigível. Embora uma situação não muito clara e nítida a mim mesmo, pude perceber confessadamente o que de caótica maneira me ponderava – e que talvez ainda o faça - meu oneroso conivente dionisíaco. Ainda não compreendo porém, se estou franqueado disto que mal posso interpretar; que nem mesmo sei se ainda existe legitimamente. É tudo inevitavelmente sobre eles, os olhos que me acorrentam por anos em um relance de ódio freudiano; a mais esplêndida e simplesmente bela face de todo e qualquer universo: hei de conquistá-la em meus sonhos platônicos ou tristemente afogá-la em minha morte vividamente devotada em tê-la.
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May 22, 2013
May 22, 2013 at 8:09 PM UTC
A respeito daquela que se tornou minha efêmera abstêmia
I look into your eyes soulfully my mind at times falters to insecurity I just knew that if someone eles could see what I see They'd try like hell to steal heaven from me
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Oct 27, 2012
Oct 27, 2012 at 1:45 PM UTC
For Keeps?
O quarto escuro e apenas a luz vinda de fora só me deixavam ver o contorno do seu rosto, mas eu ainda conseguia decifrar seus traços, o gosto molhado da sua boca, a textura do seu cabelo. Experimentava seus lábios, tão feroz quanto o vento quando toca as flores, fazendo-as exalarem seus perfumes, assim como o seu gosto o fazia em mim. Desfrutava de todo o tato possível, e pelos seus braços, caminhava uma das mãos, enquanto eles se envolviam e se apaixonavam pelo meu corpo, abraçando-o forte, como um leão agarrando sua presa. Seus beijos me completavam e me envolviam, tal como a mais fina seda do mais belo vestido cai perfeitamente no mais maravilhoso corpo de mulher. Seu cheiro doce, de pele morena, sufocava toda a hesitação que ainda me restava e me fazia entregar-me por inteiro. Suas mãos teimavam em bagunçar meu cabelo que, envolto em seus dedos, se realizava por encontrar tanta obstinação vinda de um único conjunto de dedos. Por um momento, antes de dar-me um outro beijo, me olhou nos olhos, com olhar de pescador que foi fisgado pelo canto da sereia e, de repente, nada mais existia.
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May 17, 2013
May 17, 2013 at 7:20 PM UTC
Nada mais existia.
How do you love yourself When all you want is someone eles. It kills me to see everyday What I've always wanted But could never pay to have. I was born the way I am Whether I like it or not And it makes me cry at night to visualize what I want But now know is impossible to have. It hit me like a train Breathless Frozen in time The seconds seemed like minutes flowing by Tears streamed down my face and I couldn't make words I couldn't speak Being told I'll never have what I've always looked forward to Always wanted to have Sincerely shattered me. I was told I needed to look at myself in the mirror And tell myself I love myself And will make what I have work That would be a lying, But I guess I'll have to learn, Because if I dont soon Im not sure how much longer I'll last.
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Jan 12, 2015
Jan 12, 2015 at 8:58 PM UTC
Lying To The Mirror
Este insólito e inaudito conjunto de explosões atemporais, inobservável a longas distâncias, é, factualmente, o tecelão da portentosa dimensão da mente. Abundantes vozes desnorteadas, obscuras e perturbadoras, nela se fazem existir. São vozes que são sentidas, vozes sombrias que escrevem. Vozes pelas quais fui, eu próprio, desenhado. E criado para navegar, parti para o mar em busca das partes que me faltavam em terra firme. Fragmentado, nas mais diversas ilhas - paradisíacas e apocalípticas -, nas profundezas e no horizonte azul, busco, ainda hoje, estilhaços e peças escassas perdidas; Cotidianamente, ao acercar da noite, os sons de batalha tendenciosamente indicam direções para não seguir, e ainda que mantenha sem medo o controle das velas, os ventos insistem em dizer aonde ir... Pois que seja! "Navegarei com todos eles!" 'Placebo ou morte?' O que minha tripulação anseia não importa, ela tampouco existe. Nesta irremediável transposição constante de caminhos, sem o reconhecimento de qualquer lógica postulável, oscilante, transgrido e navego ainda por mares intergaláticos. E nesta imensidão extraordinariamente escura do cosmos, carregando a experiência daqueles oceanos pesados e profundos, me encontro a observar, sempre ao longe, uma fagulha, ínfimo ponto que se faz visível. Em sua direção, continuo a jornada do pouco infindável dessa dimensão que permanentemente remanesce como o desconhecido. O mais próximo e o maior ângulo possível para apreciar esse pontual, eterno e único nascer da super nova, eu encontrarei.
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May 12, 2013
May 12, 2013 at 9:52 PM UTC
Nascer-me-ei em supernova
Este insólito e inaudito conjunto de explosões atemporais, inobservável a longas distâncias, é, factualmente, o tecelão da portentosa dimensão da mente. Abundantes vozes desnorteadas, obscuras e perturbadoras, nela se fazem existir. São vozes que são sentidas, vozes sombrias que escrevem. Vozes pelas quais fui, eu próprio, desenhado. E criado para navegar, parti para o mar em busca das partes que me faltavam em terra firme. Fragmentado, nas mais diversas ilhas - paradisíacas e apocalípticas -, nas profundezas e no horizonte azul, busco, ainda hoje, estilhaços e peças escassas perdidas; Cotidianamente, ao acercar da noite, os sons de batalha tendenciosamente indicam direções para não seguir, e ainda que mantenha sem medo o controle das velas, os ventos insistem em dizer aonde ir... Pois que seja! "Navegarei com todos eles!" 'Placebo ou morte?' O que minha tripulação anseia não importa, ela tampouco existe. Nesta irremediável transposição constante de caminhos, sem o reconhecimento de qualquer lógica postulável, oscilante, transgrido e navego ainda por mares intergaláticos. E nesta imensidão extraordinariamente escura do cosmos, carregando a experiência daqueles oceanos pesados e profundos, me encontro a observar, sempre ao longe, uma fagulha, ínfimo ponto que se faz visível. Em sua direção, continuo a jornada do pouco infindável dessa dimensão que permanentemente remanesce como o desconhecido. O mais próximo e o maior ângulo possível para apreciar esse pontual, eterno e único nascer da super nova, eu encontrarei.
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No meu corpo eu silencio as dores do passado, escondo as cicatrizes da minha história e guardo os sentimentos de minha jornada. Ser como sou, vestir-se como me visto, falar como falo, andar como ando, viver como eu vivo. São apenas vestígios que deixaram-me ao longo do tempo. Abusos. Agressões. Violências. Ser submetida a ser submissa. Ser jogada de cantos em cantos. Ser tratada como lixo. Ser menosprezada. Ser dada como burra e ignorante. Querer ser o que sempre fui. Querer ser algo que não me deixaram ser. Ser como "eles"?! Não podia. Hoje... Hoje sou quem eu quiser. Não sofro e nem me fazem sofrer. O peso que levo em meus ombros são meus, mas não dói. Tenho orgulho. E hoje sou LIVRE, sou FORTE, sou GRANDE, sou MULHER.
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Apr 2, 2017
Apr 2, 2017 at 12:10 PM UTC
Mulher
Havia uma garota E um garoto eles eram melhores amigos Ele gostava de música boa Ela era nova e não sabia muito sobre muita coisa Ele vivia intensamente Ela mal sabia como beija Ele sofria muito, pois sabia demais Ela era feliz, pois era jovem Ele vivia em um mundo fechado Ela queria saber como era esse mundo Ele era muito fechado Ela era curiosa Ele resolveu se abrir com ela Ela ficou fascinada pela dor dele Ele deu a ela a confiança Ela se apaixonou por tudo sobre ele Mas ele só se abriu com ela E por mais que isso fosse algo grande Se abrir não era um código para paixão Era apenas o que era Ela guardou toda a dor dele dentro dela Fez daquela dor parte dela Descobriu as coisas Escutou música boa Dali então ela era quem mais sofria Pois tinha a dor dele, dela e do mundo inteiro E não havia ninguém para se abrir
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Jun 29, 2013
Jun 29, 2013 at 11:56 PM UTC
Ele e Ela
Hoje apetece-me penetrar no fundo da vossa escuridão, E desde já, uma palavra ao leitor passageiro de viagem, Estas palavras, são minhas e de quem as consegue ler, Não são para ninguém, a menos que as consiga querer! A todas as almas negras da minha vida, peço calma, Não podereis ter sabor de vitória, nem de mim glória, Sendo pobre que nem riacho sem peixes, ou rico de gral, Como pobre, sou feliz porque respiro o cheiro do amor, Do amor que me consola e que como eu se sente rico! Se fossem de riqueza os meus bolsos, eram as coisas mais simples, Que teriam lugar em minha vida, pois só assim me deitaria feliz! Por isso nem que o corpo me tirem, nunca nem assim me venderei, Nunca a vós darei almas negras, o desdém de perder a minha honra! Por mais pobre que sejam minhas vestimentas, há coisas que manterei, Minha integridade e valores de amor verdadeiro, por amigos e meu amor! Eles conhecem-me a mim e eu conheço-os a eles, e de vós a ideia não mudarei! Por isso, dediquem-se a ter uma vida de utilidade, deitem-se à noite ignorantes! Acordem de manha, pensando em vossas vidas, porque eu estou vivendo, Apesar de pensarem que quero gritar e me despedir, é mentira agora e será. Será assim, sempre, porque o destino de minhas mãos, depende de eu querer, Daquilo que me dedico, eu sei fazer, e por isso faço para as merecer! O céu agora é escuro, distinto do meu coração verde de esperança, Não desejo a meus inimigos, pior do que aquilo que quero para mim, Porém, eu sei que o homem, não faz justiça tão atempo, como a de Deus! E agora vou dormir, continuar sonhando com os sonhos que de dia já vivi, Sei que vou acordar na lembrança de alguém, de quem eu amo e me ama também! Autor: António Benigno Código de autor: 2013.07.15.02.05
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Aug 31, 2013
Aug 31, 2013 at 5:11 AM UTC
Que é feito desse vosso vazio
Hoje apetece-me penetrar no fundo da vossa escuridão, E desde já, uma palavra ao leitor passageiro de viagem, Estas palavras, são minhas e de quem as consegue ler, Não são para ninguém, a menos que as consiga querer! A todas as almas negras da minha vida, peço calma, Não podereis ter sabor de vitória, nem de mim glória, Sendo pobre que nem riacho sem peixes, ou rico de gral, Como pobre, sou feliz porque respiro o cheiro do amor, Do amor que me consola e que como eu se sente rico! Se fossem de riqueza os meus bolsos, eram as coisas mais simples, Que teriam lugar em minha vida, pois só assim me deitaria feliz! Por isso nem que o corpo me tirem, nunca nem assim me venderei, Nunca a vós darei almas negras, o desdém de perder a minha honra! Por mais pobre que sejam minhas vestimentas, há coisas que manterei, Minha integridade e valores de amor verdadeiro, por amigos e meu amor! Eles conhecem-me a mim e eu conheço-os a eles, e de vós a ideia não mudarei! Por isso, dediquem-se a ter uma vida de utilidade, deitem-se à noite ignorantes! Acordem de manha, pensando em vossas vidas, porque eu estou vivendo, Apesar de pensarem que quero gritar e me despedir, é mentira agora e será. Será assim, sempre, porque o destino de minhas mãos, depende de eu querer, Daquilo que me dedico, eu sei fazer, e por isso faço para as merecer! O céu agora é escuro, distinto do meu coração verde de esperança, Não desejo a meus inimigos, pior do que aquilo que quero para mim, Porém, eu sei que o homem, não faz justiça tão atempo, como a de Deus! E agora vou dormir, continuar sonhando com os sonhos que de dia já vivi, Sei que vou acordar na lembrança de alguém, de quem eu amo e me ama também! Autor: António Benigno Código de autor: 2013.07.15.02.05
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Quando Baco, generoso ofereceu em sua taça O todo generoso vinho de enorme raça O limbo nunca entendeu, que bebendo por sua graça Pensasse que o aroma, do néctar que bebia era de graça Não o era Era de uma planura de horizontes sem fim onde habitavam formigueiros em labor que em clamor  transpiravam por mim para que eu por aquela terra tivesse amor E tinha Possuía uma luminosidade de trevas da montanha Que deuses do Olimpo imaginavam, sem o crer Mas tu VICTOR, na tua pertinácia, abriste o inferno E deste-lhes de beber E eles beberam, bebem e beberão E no Olimpo, Baco, Eolo e Júpiter Estão presentes com sua taça na mão. Octávio Nelson Psd. Para o meu amigo VItor
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Dec 10, 2009
Dec 10, 2009 at 10:50 PM UTC
AMIGO TAVARES
Como é escasso o sorriso sem brilho e frio Há alguma coisa ebulindo uma bomba Mas não, eles não sairão de lá nunca explodirão pois não existem sorrisos bocas se movem em formatos semelhantes sem dentes e podres toxinas exalam-se, o veneno é o licor divino o paraíso é logo abaixo da ponte não se dorme no paraíso se ao menos conseguissem dormir... mas os putrefatos corpos que andam parasitando consumindo restos e ruínas patifes e loucos bailam a vida vida que não é vida O perfume está no ar as flores são tão belas as abelhas não tem ferrões e se tivessem não ferroariam a jovem virgem caminha exuberante fotografias da bela matriz onde a arquitetura supera a fé mas ao lado, no canto escuro onde ninguém vê canta o homem escuro que a todos observa observa e observa....
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Feb 1, 2014
Feb 1, 2014 at 1:18 PM UTC
poema 7
A noite chega, soturna, calada. Os remédios parecem não fazer efeito. Sozinho novamente com meus pensamentos, embalado pelo som do ventilador e das batidas do meu coração. Nao sei porque ele insiste em bater, parece um esforço inútil. As horas passam lentamente, como nos movimentos de uma duna. A areia do tempo descendo vagarosamente pela ampulheta. Se ao menos pudesse ver. Me sinto cego, queria eu estar cego? Minha decepção só não é maior que a decepção que causei. Não há lugar aqui senão neste papel para a dor, uma fraqueza que todos tentam esconder - por questão de sobrevivência provavelmente. Os amigos poucos que me restam seguem suas vidas enquanto tento ser feliz, ao menos por eles. Saudade aqui toma outras formas, como uma tortura ao melhor estilo Stanley Kubrick em “Laranja Mecânica”, em que as imagens passam repetidamente por minha cabeça sem que eu possa fazer absolutamente nada. Família, amigos, amores, à distância de uma chamada, uma chamada. Para quem ligar, como? O cárcere em sua pior faceta, o isolamento social. Conto nos dedos de uma mão as pessoas com quem consigo manter uma conversa. Mesmo assim nao consigo conversar, a cabeça e o coracao nao estao aqui, eles fugiram, estão lá fora, espero que a minha espera. Outro cigarro, mais um café. Quantos mais, quantas mais palavras? A caneta e o papel são meus melhores amigos, às vezes até me entendem. Monólogos em horas, diálogos em outras. Me pergunto qual seria o limite entre a sanidade e a demência aqui. Se é que existe um, estou eu ficando são ou louco? Nao era quando cheguei, provavelmente foi o que me trouxe aqui, agora só me resta um caminho a seguir e tenho que achá-lo sozinho. Não tenho arrependimentos, aqui não há lugar para eles, há agora um só caminho a seguir, em frente! Adiante!
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Aug 14, 2018
Aug 14, 2018 at 1:08 PM UTC
Avante
A noite chega, soturna, calada. Os remédios parecem não fazer efeito. Sozinho novamente com meus pensamentos, embalado pelo som do ventilador e das batidas do meu coração. Nao sei porque ele insiste em bater, parece um esforço inútil. As horas passam lentamente, como nos movimentos de uma duna. A areia do tempo descendo vagarosamente pela ampulheta. Se ao menos pudesse ver. Me sinto cego, queria eu estar cego? Minha decepção só não é maior que a decepção que causei. Não há lugar aqui senão neste papel para a dor, uma fraqueza que todos tentam esconder - por questão de sobrevivência provavelmente. Os amigos poucos que me restam seguem suas vidas enquanto tento ser feliz, ao menos por eles. Saudade aqui toma outras formas, como uma tortura ao melhor estilo Stanley Kubrick em “Laranja Mecânica”, em que as imagens passam repetidamente por minha cabeça sem que eu possa fazer absolutamente nada. Família, amigos, amores, à distância de uma chamada, uma chamada. Para quem ligar, como? O cárcere em sua pior faceta, o isolamento social. Conto nos dedos de uma mão as pessoas com quem consigo manter uma conversa. Mesmo assim nao consigo conversar, a cabeça e o coracao nao estao aqui, eles fugiram, estão lá fora, espero que a minha espera. Outro cigarro, mais um café. Quantos mais, quantas mais palavras? A caneta e o papel são meus melhores amigos, às vezes até me entendem. Monólogos em horas, diálogos em outras. Me pergunto qual seria o limite entre a sanidade e a demência aqui. Se é que existe um, estou eu ficando são ou louco? Nao era quando cheguei, provavelmente foi o que me trouxe aqui, agora só me resta um caminho a seguir e tenho que achá-lo sozinho. Não tenho arrependimentos, aqui não há lugar para eles, há agora um só caminho a seguir, em frente! Adiante!
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Marinheiro, marinheiro Você  perdeu sua âncora Você perdeu seu atlas Marinheiro, marinheiro Você matou seus companheiros E não há lugar em terra para você Marinheiro, marinheiro Te disseram para nunca mais voltar Te mandaram parar de respirar Marinheiro, marinheiro E toda dor que você sentiu? Você perdeu seu coração? Marinheiro, marinheiro Eles te odeiam Você é a própria morte, dizem eles Marinheiro, marinheiro O alfaiate e o jovem da meia-noite estão em paz? Seus fantasmas ainda o perseguem? Marinheiro, marinheiro Você perdeu o receio daquele barco? O velho barco quebrado  que é você Marinheiro, marinheiro Você sentiu o cheiro de casa? Seus companheiros estão em terra Marinheiro, marinheiro Como você navega pelo desfiladeiro? Como você luta com o desespero? Marinheiro, marinheiro Eu achei sua âncora e seu atlas Mas eles pertencem a outro senhor Marinheiro, marinheiro Você desistiu do seu destino? Você abandonou sua tripulação Marinheiro, marinheiro Onde será seu enterro? Porque você está morto afinal Marinheiro, marinheiro Se eu disser que te odeio Pois você abandonou sua tripulação? Marinheiro, marinheiro Você me responderia Se eu dissesse que te odeio? Marinheiro, marinheiro Se você está morto afinal Porque eu sou um fantasma? Marinheiro, marinheiro Onde seu coração está? Porque eu não quero mais sofrer Marinheiro, marinheiro Quem é você afinal? Porque eu sou um espectro de quem você foi Marinheiro, marinheiro Se eu matar meus companheiros E abandonar a tripulação Marinheiro, marinheiro Eu vou ser livre do desespero? A escuridão vai me abandonar? Marinheiro, marinheiro Por que eu sou tão triste Se sou um fantasma solitário? Marinheiro, marinheiro Eles dizem que você é o pior Aquele que nunca deveria ter existido Marinheiro, marinheiro O que isso diz sobre mim? Se você, afinal, não tivesse nascido Como eu poderia estar aqui? Marinheiro, marinheiro Se você recuperar sua âncora e seu atlas Se você recuperar sua tripulação Você me aceita? Marinheiro, marinheiro Se você estiver vivo afinal Você me empresta seu nome? Porque eu estou cansado de sofrer Marinheiro, marinheiro Se eu for seu herdeiro Você me deixa navegar naquele velho barco? Marinheiro, marinheiro Você me deixa ser a própria morte? Porque eu não quero mais sofrer. Marinheiro, marinheiro Você permite que eu seja apenas um fantasma Vagando sem rumo pela escuridão? Marinheiro, marinheiro Você permite que eu me mate Para não fazer mais ninguém sofrer? Marinheiro, marinheiro Por que tudo mudou? Era mais fácil quando todos éramos sonhadores Marinheiro, marinheiro Eu quero ser novamente um marinheiro Para que eu sinta o cheiro de casa Marinheiro, marinheiro Se eu não sou mais marinheiro Eu posso abandonar o barco? Marinheiro, marinheiro Eu quero abraçar o mar Marinheiro, marinheiro Eu quero sangrar com o mar. Marinheiro, marinheiro Eu quero entender por inteiro Por que eu deixei de ser marinheiro Marinheiro marinheiro Eu vou virar seu companheiro Vamos estar mortos afinal.
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Dec 3, 2016
Dec 3, 2016 at 6:39 PM UTC
Marinheiro, marinheiro
Marinheiro, marinheiro Você  perdeu sua âncora Você perdeu seu atlas Marinheiro, marinheiro Você matou seus companheiros E não há lugar em terra para você Marinheiro, marinheiro Te disseram para nunca mais voltar Te mandaram parar de respirar Marinheiro, marinheiro E toda dor que você sentiu? Você perdeu seu coração? Marinheiro, marinheiro Eles te odeiam Você é a própria morte, dizem eles Marinheiro, marinheiro O alfaiate e o jovem da meia-noite estão em paz? Seus fantasmas ainda o perseguem? Marinheiro, marinheiro Você perdeu o receio daquele barco? O velho barco quebrado  que é você Marinheiro, marinheiro Você sentiu o cheiro de casa? Seus companheiros estão em terra Marinheiro, marinheiro Como você navega pelo desfiladeiro? Como você luta com o desespero? Marinheiro, marinheiro Eu achei sua âncora e seu atlas Mas eles pertencem a outro senhor Marinheiro, marinheiro Você desistiu do seu destino? Você abandonou sua tripulação Marinheiro, marinheiro Onde será seu enterro? Porque você está morto afinal Marinheiro, marinheiro Se eu disser que te odeio Pois você abandonou sua tripulação? Marinheiro, marinheiro Você me responderia Se eu dissesse que te odeio? Marinheiro, marinheiro Se você está morto afinal Porque eu sou um fantasma? Marinheiro, marinheiro Onde seu coração está? Porque eu não quero mais sofrer Marinheiro, marinheiro Quem é você afinal? Porque eu sou um espectro de quem você foi Marinheiro, marinheiro Se eu matar meus companheiros E abandonar a tripulação Marinheiro, marinheiro Eu vou ser livre do desespero? A escuridão vai me abandonar? Marinheiro, marinheiro Por que eu sou tão triste Se sou um fantasma solitário? Marinheiro, marinheiro Eles dizem que você é o pior Aquele que nunca deveria ter existido Marinheiro, marinheiro O que isso diz sobre mim? Se você, afinal, não tivesse nascido Como eu poderia estar aqui? Marinheiro, marinheiro Se você recuperar sua âncora e seu atlas Se você recuperar sua tripulação Você me aceita? Marinheiro, marinheiro Se você estiver vivo afinal Você me empresta seu nome? Porque eu estou cansado de sofrer Marinheiro, marinheiro Se eu for seu herdeiro Você me deixa navegar naquele velho barco? Marinheiro, marinheiro Você me deixa ser a própria morte? Porque eu não quero mais sofrer. Marinheiro, marinheiro Você permite que eu seja apenas um fantasma Vagando sem rumo pela escuridão? Marinheiro, marinheiro Você permite que eu me mate Para não fazer mais ninguém sofrer? Marinheiro, marinheiro Por que tudo mudou? Era mais fácil quando todos éramos sonhadores Marinheiro, marinheiro Eu quero ser novamente um marinheiro Para que eu sinta o cheiro de casa Marinheiro, marinheiro Se eu não sou mais marinheiro Eu posso abandonar o barco? Marinheiro, marinheiro Eu quero abraçar o mar Marinheiro, marinheiro Eu quero sangrar com o mar. Marinheiro, marinheiro Eu quero entender por inteiro Por que eu deixei de ser marinheiro Marinheiro marinheiro Eu vou virar seu companheiro Vamos estar mortos afinal.
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Lost in a spiritual tragedy I watch the epidemic spread and suddenly I am surrounded by what they meant by "Wonderland" As I kept silent and observed The terror grew My pace quickened as I passed glossy eyes and desperate breaths People clawing crying out a disease a plague someone eles let down To the doctor its a signature a job a check Experimentation I see them all playing god messing with human nature Its a script indeed The downfall of a generation
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Oct 4, 2012
Oct 4, 2012 at 1:50 PM UTC
Prescriptions
Tire minha sobriedade com seus abraços Deixe-me alucinado com o sabor de seus lábios Permita-me respirar um pouco mais do ar que circunda o seu quarto E perdoe-me pelos equívocos que cometo Espero que entenda, que eles são causados Pelas inseguranças e medos Que são obras mal acabadas geradas pelo teu afeto Mas o que dizer? ou o que falar? Para mim sempre só me restou me desesperar E o medo de tu, não consigo superar Ahh maldita cabeça Para ser um animal Quatro patas é o que falta Pois como as bestas Parece que ele não consegue raciocinar Mas ao menos tenho que agradecer Ela me fez aproveitar todo os segundos Dos abraços e beijos Que aconteceram ou acontecerão E acima de tudo dos que não existirão E no final, tudo isso era para ser sobre algo bom? Talvez eu deva aprender que admitir que errei não seja o fim do jogo E que devia aproveitar muito mais nosso turno Porque se for para dar errado que de Mas nunca vou me distanciar de ti de novo Por isso dessa vez só quero saber de você Mas peço que me diga Me diga, me explica Por que está aqui ou se realmente é feliz E quero que saiba que toda minha dor e insegurança começa aí Gerando angustia e sofrimento que faz-me sentir tão egoísta que perco toda a motivação e coragem de ficar perto de ti
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Nov 7, 2015
Nov 7, 2015 at 12:58 AM UTC
Untitled
Os demônios estão todos aqui Na sua cabeça A sua mente está quebrando Se estilhaçando, pedaço por pedaço Você não consegue amarrá-la Você não consegue juntar os pedaços Você não consegue consertar a si mesmo Os demônios estão todos aqui E eles não vão deixar você livre Abrace-os, acolha-os Porque eles são seus novos amigos
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Jun 30, 2017
Jun 30, 2017 at 4:59 PM UTC
Os demônios estão todos aqui
O oceano almeja pelo brilho do luar, o qual a estrela mais linda e brilhante a presenteia, as plantas necessitam da incandescente luz do sol, e os humanos se aquecem, com o fogo que os incendeia. A bela menina do vestido preto, corre por entre as ruas atrás de seu príncipe perfeito, e o gentil homem de coração aberto, derrama lágrimas por seu amor verdadeiro não estar perto. Não quero que o mundo tenha pena de mim, pois sei que eles não me entendem, e quando tudo for feito para ter um fim, daremos um jeito de mudar tudo. E da mesma maneira que todos almejam algo, eu preciso de você, do seu beijo, do seu abraço, de encanto e principalmente de seu coração. Vinícius Rozante
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Aug 12, 2013
Aug 12, 2013 at 8:31 PM UTC
Você