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"devaneio" poems
Douro, Tua Socalco bem-fadado. Bagos que passeiam sobre as ondas, Amar estranha beleza, Exaltar a cepa da vida e sua natureza, Videiras com frescas sombras. Rosmaninho, alecrim e loureiro, Cheiro de meu eterno devaneio, Aromas que nos desperta, O Douro sempre em festa. Amar o vinho não é pecado, Cestos cheio de uvas e fado, Vinhedos de Deus, do homem por labor, Vinho sagrado, vinho do amor! Lagaradas que te apaixona, Peles de uva á tona, Fermentação do saber por todo o lado, Douro, Tua …teu passado. Victor Marques  2/10/2007
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Jun 6, 2011
Jun 6, 2011 at 2:48 AM UTC
Douro , Tua Socalco bem fadado
O Nosso tempo deixa de ser tempo Hoje é um tempo novo de descoberta e actualização da nossa vida. Por vezes, ficam para trás as coisas mais bonitas e simples que nos fazem tão felizes e não custam nada a fazer. O amor é um sentimento gratuito e duradouro. O sorriso também é eficaz e permanece na mente de quem o dá e recebe. Agradecer a Deus e às pessoas que nos rodeiam fortifica o nosso espirito por vezes ocupado com tantas banalidades. Temos uma natureza que ressuscita todos os dias profícua em dar e nunca pede nada em troca, simplesmente respeito pela criação de tudo que a ela envolve e a nós também. O tempo se perde no próprio tempo que deixa de ser tempo para quem corre todos os dias atrás de um autocarro, metro, táxi ou outro qualquer devaneio próprio do nosso tempo. Vivemos num mundo surdo e cheio de poluições que afectam e matam seres humanos que nem se apercebem da causa da sua morte. Comemos alimentos cheios de pesticidas, herbicidas e por vezes contaminados. Falta ao homem do nosso tempo, tempo para si e seu deleite pessoal. O Homem perdeu a sua ligação com a natureza das mais diversificadas maneiras: deixou de viver num ambiente campestre, começando a viver em verdadeiras prisões citadinas onde a Indústria e um trabalho fácil atrai multidões. O nosso tempo é um tempo de teclados, de écrans gigantes, de mexer de dedos, de mensagens virtuais que não transmitem coisa nenhuma. Um tempo que deixa Deus num plano quase esquecido do nosso dia-a-dia. Este tempo que deixa de ser tempo é louco. Matam-se pais, filhos, irmãos… Este tempo é um tempo em as pessoas vivem e morrem penando e sentindo cada vez mais a falta de dinheiro, trabalho e uma vida cheia de felicidade. Victor Marques
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Nov 19, 2012
Nov 19, 2012 at 12:36 PM UTC
O nosso tempo deixa de ser tempo
O Nosso tempo deixa de ser tempo Hoje é um tempo novo de descoberta e actualização da nossa vida. Por vezes, ficam para trás as coisas mais bonitas e simples que nos fazem tão felizes e não custam nada a fazer. O amor é um sentimento gratuito e duradouro. O sorriso também é eficaz e permanece na mente de quem o dá e recebe. Agradecer a Deus e às pessoas que nos rodeiam fortifica o nosso espirito por vezes ocupado com tantas banalidades. Temos uma natureza que ressuscita todos os dias profícua em dar e nunca pede nada em troca, simplesmente respeito pela criação de tudo que a ela envolve e a nós também. O tempo se perde no próprio tempo que deixa de ser tempo para quem corre todos os dias atrás de um autocarro, metro, táxi ou outro qualquer devaneio próprio do nosso tempo. Vivemos num mundo surdo e cheio de poluições que afectam e matam seres humanos que nem se apercebem da causa da sua morte. Comemos alimentos cheios de pesticidas, herbicidas e por vezes contaminados. Falta ao homem do nosso tempo, tempo para si e seu deleite pessoal. O Homem perdeu a sua ligação com a natureza das mais diversificadas maneiras: deixou de viver num ambiente campestre, começando a viver em verdadeiras prisões citadinas onde a Indústria e um trabalho fácil atrai multidões. O nosso tempo é um tempo de teclados, de écrans gigantes, de mexer de dedos, de mensagens virtuais que não transmitem coisa nenhuma. Um tempo que deixa Deus num plano quase esquecido do nosso dia-a-dia. Este tempo que deixa de ser tempo é louco. Matam-se pais, filhos, irmãos… Este tempo é um tempo em as pessoas vivem e morrem penando e sentindo cada vez mais a falta de dinheiro, trabalho e uma vida cheia de felicidade. Victor Marques
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O olhar silencioso Junto ao mar eu parei, Olhar no olhar eu deixei, Ondas eu até sentia, Sussurro de quem te conhecia. Na boca doce perfeita, Um sentimento apertado, O Vento até se deita, No olhar apaixonado. O olhar até molhado, sentido, Sorriso bom e querido, Pestanejar sem ruído, Olhar comprometido Olhar de quem nada sabe, Devaneio e desejo, Olhar sem idade, Silencio e um beijo. Victor Marques
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Jan 17, 2012
Jan 17, 2012 at 1:01 PM UTC
O olhar silencioso
Chapéu branco, bem tratado, Bigode preto e bem pintado, Trazes na boca sempre as mesmas palavras, Falas de azeitonas e tuas enxadas. Tratas a flor como se fosse uma criança, Dás-lhe água com abundância, O teu olhar é meigo e nobre, Casa humilde, casa de pobre. Aqui é teu lugar preferido, Monológos sem sentido, Sentes teu belo fado, Paraíso nunca sonhado. Sentimento humilde e terno, Para ti o céu é inferno, Falas das coisas tuas e do teu meio, E deixas-te ao simples devaneio. Victor Marques
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Aug 30, 2010
Aug 30, 2010 at 6:59 AM UTC
O Meu Vizinho
De quem é a imagem que vejo no espelho? Não é a mesma que me observo sem vê-la Não possui a fonte existencial que lança os arredores para o interior A única diferença entre mim e o que me permeia É o corpo que carrego a todo instante, e dele os diálogos mentais que me definem como uma existência, pois as vozes que me surgem só eu posso ouvi-las e interpretá-las Mas, talvez, a consciência seja simplesmente um canalizador e não uma fonte, pois as informações vêm de todos os lugares e ao mesmo tempo de um lugar só (ego). De quem é a imagem que vejo quando olho para outra pessoa? Não é a mesma imagem que essa outra existência se vê Essa imagem que vejo faz parte de mim, sou eu, ou talvez o outro que vive em mim, que independe de uma consciência própria que não a minha. Mas como eu me vejo? Me vejo como acredito que os outros me vêem? Eu sou o fruto das experiências passadas Eu sou inconstante. Totalmente renascido e irreconhecível a cada experiência Mas isso é meu ego, o vidro mais frágil O medo da solidão, O medo da rejeição, O ódio que é o medo de amar O medo de amar que é o ódio por si mesmo O **** é a carta coringa do desespero O prazer de calar a dor Mas o **** também dói, pois é a entrega de seu íntimo para outrem (você se diferencia) nós somos incapazes de amar o que é diferente, o **** fere o ego, pois o auge do prazer se dá com algo que nossa consciência insiste em odiar, odiamos os outros, odiamos a nós mesmos Mas é tudo ilusão Ódio e medo, novamente, caminhando lado a lado Mas é tudo ilusão "O que está em cima está em baixo, não há diferença" O que me define como singular? Minhas roupas, meu cabelo, meu rosto, minha casa meu carro, minha família, minha história Fora isso quem sou? Onde encontra-se a singularidade da voz que só minha mente escuta? (Minhas ideias surgem de outras ideias que não são minhas Eu sou o vazio) Encontra-se no vazio, onde todos são iguais Onde uma coisa não se diferencia da outra Onde só nos resta amar, sem dor A realidade é simplesmente aquilo em que acredito Nada mais, nada menos Pois o que os olhos não vêem o coração não sente Melhor dizendo: O que a mente não sente os olhos não vêem! Depois de todo o devaneio Me lembro... Uma mulher, cujo a forma de sorrir, a forma de morder os lábios, o jeito com que ela me olha com o canto do olho é totalmente singular, única Mas não depende do ego, e nem de experiência é algo inato, belo, não consigo odiar mesmo sendo diferente Amor? sim Mas algo diferente também a vejo e amo como irmã, como mãe, como amante, como amiga Amo sua existência como um todo e não sei explicar Ela escolheu não ficar comigo, mas sempre vem a mim Eu ainda continuo a ama-la, sem dor, nem sofrimento Outra vez saio de uma discussão comigo mesmo sem respostas!
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Aug 25, 2014
Aug 25, 2014 at 12:35 PM UTC
Existência
De quem é a imagem que vejo no espelho? Não é a mesma que me observo sem vê-la Não possui a fonte existencial que lança os arredores para o interior A única diferença entre mim e o que me permeia É o corpo que carrego a todo instante, e dele os diálogos mentais que me definem como uma existência, pois as vozes que me surgem só eu posso ouvi-las e interpretá-las Mas, talvez, a consciência seja simplesmente um canalizador e não uma fonte, pois as informações vêm de todos os lugares e ao mesmo tempo de um lugar só (ego). De quem é a imagem que vejo quando olho para outra pessoa? Não é a mesma imagem que essa outra existência se vê Essa imagem que vejo faz parte de mim, sou eu, ou talvez o outro que vive em mim, que independe de uma consciência própria que não a minha. Mas como eu me vejo? Me vejo como acredito que os outros me vêem? Eu sou o fruto das experiências passadas Eu sou inconstante. Totalmente renascido e irreconhecível a cada experiência Mas isso é meu ego, o vidro mais frágil O medo da solidão, O medo da rejeição, O ódio que é o medo de amar O medo de amar que é o ódio por si mesmo O **** é a carta coringa do desespero O prazer de calar a dor Mas o **** também dói, pois é a entrega de seu íntimo para outrem (você se diferencia) nós somos incapazes de amar o que é diferente, o **** fere o ego, pois o auge do prazer se dá com algo que nossa consciência insiste em odiar, odiamos os outros, odiamos a nós mesmos Mas é tudo ilusão Ódio e medo, novamente, caminhando lado a lado Mas é tudo ilusão "O que está em cima está em baixo, não há diferença" O que me define como singular? Minhas roupas, meu cabelo, meu rosto, minha casa meu carro, minha família, minha história Fora isso quem sou? Onde encontra-se a singularidade da voz que só minha mente escuta? (Minhas ideias surgem de outras ideias que não são minhas Eu sou o vazio) Encontra-se no vazio, onde todos são iguais Onde uma coisa não se diferencia da outra Onde só nos resta amar, sem dor A realidade é simplesmente aquilo em que acredito Nada mais, nada menos Pois o que os olhos não vêem o coração não sente Melhor dizendo: O que a mente não sente os olhos não vêem! Depois de todo o devaneio Me lembro... Uma mulher, cujo a forma de sorrir, a forma de morder os lábios, o jeito com que ela me olha com o canto do olho é totalmente singular, única Mas não depende do ego, e nem de experiência é algo inato, belo, não consigo odiar mesmo sendo diferente Amor? sim Mas algo diferente também a vejo e amo como irmã, como mãe, como amante, como amiga Amo sua existência como um todo e não sei explicar Ela escolheu não ficar comigo, mas sempre vem a mim Eu ainda continuo a ama-la, sem dor, nem sofrimento Outra vez saio de uma discussão comigo mesmo sem respostas!
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A chuva Chove intensamente para alegria das gentes, Para os campos e suas sementes. No nosso peito existe secura, Chove e vem do céu água pura. Chuva miudinha que quase não molhais, Dais de beber aos pardais. Chuva calorenta de um dia de verão, Chuva que canta linda canção. A chuva não bate no preso em sua cela, Nem pode ser vista de sua janela, Escutar a chuva que bate em sintonia, Eu me devaneio com suave melodia. A chuva dá imenso prazer, De noite ou ao amanhecer. Sentir a chuva com amor e sentimento, Estendedoiro fustigado pelo vento. Victor Marques
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Jul 2, 2012
Jul 2, 2012 at 5:14 PM UTC
Achuva
Nos densos odores de um incenso de mirra, embriagado pelo entediante vazio da bagunça de meu quarto, devaneio-me pelos arredores dum mundo marginal concebido da tristeza que em fogo me cala Num sopro de arrependimento as brasas se queimam e a fumaça toxica que respiro, exala-se pelos poros Deleitando-me em singelo prazer espero as cinzas se formarem Observo atentamente a destruição da matéria, pois somente assim vejo meu destino, e talvez, não de bom grado, num sopro, aceite as últimas cinzas da vida caírem no Sujo e bagunçado chão de meu quarto( mundo).
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Jun 23, 2013
Jun 23, 2013 at 11:34 PM UTC
Cinzas ao chão_ poema-2
como num sobressalto, com os pés bem assentes no asfalto, lembro-me do teu cheiro, no meio deste nevoeiro sinto-me dentro do alheio, dentro do teu devaneio murmúrio o que cá está solto, tudo muito envolto sem capacidade de entendimento, c om a vista embrulhada no cinzento partilho dores, partilho ardores, partilho amores surpreendo-te unicamente e não ficas indiferente e assim mostra num som, num único tom de como intenso é amar, de como difícil é apaixonar não por uma pessoa nova, sem precisar de alguma prova mas sim por a especial e, aquela que de nada tem igual, traços únicos e puros como o som de acústico olho-te nos olhos brilhantes e amo-te sem variantes
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May 28, 2014
May 28, 2014 at 6:18 PM UTC
Ácido fúlvico de paixão consistente
Brisa leve e doce em meu rosto parte de um universo nunca tocado reflexos de um sol recôndito apenas visto e apreciado. Perfeição é viajar naquele universo. Alucinação. Um devaneio me faz recordar dos caminhos felizes que eu jamais percorri. Ilusão autora. Ilusão aniquiladora. Sim, o universo se foi. Está morto.
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Nov 7, 2014
Nov 7, 2014 at 7:55 AM UTC
Incógnita
Em gracioso sonho, a neblina calada e fria Recobre o sol, cujo brilho ilumina a solidão Por vezes, a desatar na paisagem luzidia, O que brevemente, tudo se verá como ilusão, Dúvida, que flore devaneios e à realidade esguia, Ludibria mil consciências em tua tátil escuridão Para ao remate, subtrair os desejos à sorte fugidia, E teu manto encher-te dos homens a servidão Destino, dúvida, hediondo engano; Que natureza sorri e cisma perdida, Ao teu feitio de lástima precedida? Qual força além do fraco humano, Cuja força estaca à eternidade concedida, Fará minha mente, neste sonho, esculpida?
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Feb 2, 2018
Feb 2, 2018 at 1:02 AM UTC
Paisagens de Verão - Devaneio
Ainda hoje Segui o atalho rumo ao além Caminho em devaneio Ruídos Impasse Situação de apuros uma mão - solução Ajuda do Mestre Conquista. -----------
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Jul 21, 2014
Jul 21, 2014 at 3:28 PM UTC
solução