Hello Poetry
Submit your work and get some sparkles! Create free account
"desperta" poems
Douro, Tua Socalco bem-fadado. Bagos que passeiam sobre as ondas, Amar estranha beleza, Exaltar a cepa da vida e sua natureza, Videiras com frescas sombras. Rosmaninho, alecrim e loureiro, Cheiro de meu eterno devaneio, Aromas que nos desperta, O Douro sempre em festa. Amar o vinho não é pecado, Cestos cheio de uvas e fado, Vinhedos de Deus, do homem por labor, Vinho sagrado, vinho do amor! Lagaradas que te apaixona, Peles de uva á tona, Fermentação do saber por todo o lado, Douro, Tua …teu passado. Victor Marques  2/10/2007
0
Jun 6, 2011
Jun 6, 2011 at 2:48 AM UTC
Douro , Tua Socalco bem fadado
Os odores retorcidos da pele Perdem-se na ambiguidade Das gônadas Do meu pensamento Respiro a mim mesmo E regozijo da auto-hipnose Cuidadosamente elaborada pela metade da última década Olho-me no espelho e desejo ser Deus Estóico A observar o escorrer da tarde Mas quando o suor frio me desperta Sinto o calor que transforma percorrer minhas entranhas Eu sou homem, sou mulher Sou nada e sou o mundo. Ser Deus não tem a mínima graça.
0
Oct 13, 2014
Oct 13, 2014 at 5:10 PM UTC
Syzygy
Dedicado a Miguel Torga e ao amigo Nuno Sono doentio que vos deitou, Amigos pela certa, Conversa que desperta, Da noite que vos levou. Reprimendas, gargalhadas e lamentos, Prazer e sentimento, Navegar nos mares que Deus vos deu, Oh terra onde o sol nasceu…! Entre brumas envaidecidas eu vos recordo, Rouxinóis que eu nunca vi, Na aurora sonolenta eu acordo, Diário fala por si. Sol escaldante que não bronzeia, Ai vida dos pobres poetas, Terra de S. Martinho de Anta e profetas, Vida pacata de uma alcateia. Victor Marques 17/1/96
0
Aug 3, 2011
Aug 3, 2011 at 3:04 AM UTC
Dedicado a Miguel Torga e ao Amigo Nuno.
O Zé-ninguém da minha escola Olhos tristes e sempre meigos, Faltam-te doces beijos. Hesitante e por vezes calmo, Sentes o belo salmo. Rouquidão dum velho pastor, Teu sorriso encantador. Resposta por vezes certa, Galo que te desperta. Insegurança desmedida, Rosto facetado pela vida. Incompreendido nesse mundo teu, Tens o carinho que Deus te deu. Tens o nome de António, de José, Percorres o País de lés-a-lés, As tuas vitórias são grandes conquistas, Que não são sociais ou políticas. Victor Marques
0
Oct 27, 2010
Oct 27, 2010 at 10:20 AM UTC
O zé ninguém da minha escola...
O Deus do Amor dá-te abrigo A manhã começa com todo o sentido, Durmo na noite do sonho vivido. A cama com segredo inibido, Deus do amor dá-te abrigo. Os olhos com liberdade, Aviões nos *** Paisagem sem ter idade, Deus com brancos véus. A manhã rejuvenescida, Orvalho tão terno, O céu e o inferno, Deus da vida. Sentir pluralidade, Acreditar na verdade, Manhã que desperta, Deus pela certa. Victor Marques
0
Jun 13, 2011
Jun 13, 2011 at 8:49 AM UTC
Deus do Amor dá-te abrigo
O amor de Pai Na minha mente nobre e cansada, Te vejo com carinho e abrigo, Os anjos passam sem prévio aviso, Caminhas pelas vinhas no paraíso. A tua preocupação doentia, O teu labor te bendizia. Janela sempre aberta, Teu amor me desperta. Horizonte duriense que padece, O teu amor vive e não se esquece. O xisto continua inerte e não esmorece, Teu amor é uma como uma prece. Victor Marques 11/11/2005
0
May 30, 2011
May 30, 2011 at 8:38 AM UTC
O amor de Pai
Hoje sinto que aquela bola de sabão existe! É uma bola de verdade, leve e livre, pelo vento, Sente-se os sons das palavras, que expeliste, Sentiu-se aqui o timbre, presente do alento! O longo curso, no horizonte dessa montanha, Que um dia essa bola quis seguir, sente-se aqui! Brilham olhares atentos à noite, agora estranha, O olhar de bolas voando vê-se agora até daqui! Desperta solto e livre o sol de medo dos ventos, Dispersa cores cinza, que o habitaram por tempos, Ouvem-se desejos de liberdade, nestes momentos, Quem sabe agora, o tom dos seus passatempos? Não vejo os Invernos, nem se sente o tom do inferno, Plana sobre a linda natureza um cheiro aflito e difuso, Que sonho teve o vento, que te levou e trouxe, recluso! Voa-as pelos *** e nem sabes mais a forma do parafuso! Os círculos controversos do prender da abertura das portas, Sustentam como metal idêntico as formas do pensamento, Não importa ser bola de sabão e voar ao saber do vento, Foi disposição para soltar amarras e viver o que hoje adoras! O homem fez-se fora e a mulher vê-se agora, ambos cintilantes, Todos os medos e costumes, já doentios, na hora do descanso, Quando à noite no silêncio, os medos dos sons são abundantes, Fogem sorridentes porque mesmo carentes têm seu descanso! Autor: António Benigno Código de autor: 2013.09.18.02.23
0
Sep 18, 2013
Sep 18, 2013 at 8:36 AM UTC
Vê-se a bola de sabão
Deus da vida Deus me ensina, me ama feliz! Me louva pensamentos de bem, Me purifica e sempre enaltece o perdão, Deus da vida, da gratidão. Deus me desperta com o orvalho da manhã, Oração sempre sentida, Sentir o canto da rã, Deus da vida… Deus sem trevas com luz, A tua compaixão é imensa, O lírio da esperança, Deus da vida, de Jesus. Victor Marques
0
May 30, 2011
May 30, 2011 at 4:44 AM UTC
Deus da vida
Terra onde Nasci… Conversa amena que nos desperta, Sono doentio que me deitou, Amigos pela certa, Da terra que nos encontrou. Reprimendas e lamentos, Com todos os condimentos, Terra onde se nasceu, Pedaço sempre teu. Aurora em que eu acordo, Manhã que está ali, Sempre te recordo, Terra onde eu nasci. Vida de um camponês, Sol que até bronzeia, Aqui nasci uma vez, Não foi Roma nem Pompeia. Victor Marques
0
Jan 17, 2012
Jan 17, 2012 at 11:30 AM UTC
A Terra onde nasci
Deus mergulha na nossa vida Quando acordares diz bom dia, Desperta com sua alegria, Deus mergulha no mar do além, Mergulha no seu amor tu também. Quando os sinos tocam as badaladas, Olha as crianças de mãos dadas. Deus mergulha com eterno perdão, Mergulha tu com leveza e devoção. Passarinhos com penas coloridas, Perigos nas nossas caminhadas. Deus mergulha no nosso ser e pensamento, Deus mergulha com suavidade e encanto. Quando um dia a morte te vier buscar por bem, Mergulha para a vida nova, do além. Deus ressuscitado te leva vivo, Deus mergulha sem aviso. Victor Marques
0
May 30, 2014
May 30, 2014 at 6:31 AM UTC
Deus mergulha sem aviso
Tu e o meu espelho És mais bela que a rosa, Vejo tua imagem, Tua boca formosa, Digna miragem. O espelho desperta, Nele a tua fotografia, Acorda na hora certa, De noite e de dia. Espelho e sua fada, A imagem é sagrada, A ter calma me ensina, Logo de madrugada. Victor Marques
0
Feb 28, 2012
Feb 28, 2012 at 11:37 AM UTC
Tu e o meu espelho
É pranto gentil que reluz em tua face bela, Pois em semblante rosáceo tens doce encanto Queira a ter, deixar-te afável pranto, Orvalho-da-aurora aos teus olhos, donzela, Sei que sentes, que padeces à dor aquela Mas tua voz chorosa! Ó amável canto, Me é pesar afim, a ferir-me tanto! Apieda-te ao alvorar d'alegria singela, Não te desperta ao fogo que fere, Pois não mais crerás na luz dos dias, E verás *** na fria inópia da magia! Consente as lágrimas! Tu as queres, Se em venturas, confessar que não as queria, Sentirás, no reflexo de teu lume, o minguar da poesia,
0
Jul 28, 2017
Jul 28, 2017 at 3:59 AM UTC
Paisagens do Inverno - III
noite que adormece manhã que desperta café que entorpece minha mente entreaberta sonho que é combustível de memórias não vividas sono sempre receptível pra esquecer das idas e fridas responsabilidades que desbotam a alegria da minha vivência pássaros da manhã que desatam os nós da minha consciência gosto dos desgostos de se gostar e do brilho amendoado do teu olhar
0
May 31, 2014
May 31, 2014 at 3:12 PM UTC
5:11 am
lírios pretos giram em torno de mim esculpindo um código com a sua dança inebriante. um padrão por descobrir desperta da sua hibernação e salta da superfície da terra. imagens metamórficas deixam a sua cova na simplicidade de um rascunho. lírios pretos fazem despertar em mim o lado obscuro do meu ser. lírios pretos.
0
Mar 18, 2015
Mar 18, 2015 at 6:20 PM UTC
Lírios Pretos
No me aconstumbro, ah desperta sin ti Quizas el olvido llegó alos lazos del amor, No me aconstumbro a vivir sin amor , En estas noches tan fria, como el invierno, .. No me acostumbro a vivir entre la odscuridad sin los lamentós al ser penetrenada en esta imensa... odscurida, donde te colmó de besos y gemidos ,levantando el alba entre mis ganas te pintó mi alma como tatuajes en tu ser, No me aconstumbro a dejar de saborear, tu eròstimo entre mis labios , suncumbe los sentidos , al desperta con mis besos las partes erógenas y los rincónes de tu cuerpo.. quien esparce mi lengua su deleite , humedad entre mis labios, que acaricia saciandote, en cada exclamò de placer, ... no me aconstumbro... Ah vivir sin amor, en esta noches, que despierta mi ansieda de ser mujer... entre mis labios jugosos y humedos suncunbem que hoy entrego en tus labios, que juegas con mis ganas no me acostumbro entre mis gemidos gritando en el silencio de mi cuerpo, quien difruta de tu erótismo , grande y gruesp penetrandome , con el vaiven de tu cuerpo. Metiendo, y sacando mis ganas de mi cuerpo ,que sube en ti donde mi húmeda difruta su baile de erotico, jugando con tus dedos en mi cavida sale un gemido de placer, que grito al cielo , implorando no terminar , no me aconstumbro a vivir sin ti
0
Nov 11, 2018
Nov 11, 2018 at 11:26 PM UTC
Desire
Fecho os olhos levemente E deixo o sono me embalar. Ah…Que venha rapidamente! Pois nesta realidade triste, E infelizmente, Só em sonhos te consigo tocar. Corro para ti- Desesperadamente- E desta vez não desvias o olhar. Ah! Finalmente… Treme agora o corpo de quem sente O medo de estar tão perto!- tão, tão perto de te amar. Falham-me as pernas que nem mexo, Inunda-se um brilho no olhar, Enquanto te admiro, Questiono-me, Se realmente estou a sonhar. Alma ansiosa e impaciente… Nem espera pela resposta, Não perde tempo para te beijar.    Ah…! Triste mente consciente…! Não tarda vais fazer-me acordar. Imploro-te, Dá-me só mais dois segundos Para esta memória eternizar. Olhas para mim e sorris, Como se soubesses… O que estou eu a pensar… Pois a magia que nos invade Não cabe em explicações Profundas Ou em qualquer outro lugar. O tempo não existe em sonhos, Não te deixa saber que estás a viajar. Mas o relógio, na hora certa, Deu as doze badaladas Que me iriam transformar. (…) Ah…! E até hoje… Não sei se me deixaram desperta… Só sei que esta alma inquieta, Tão insolente e incorreta, Naquele sonho quis ficar E até hoje… Sei que nos braços da pessoa amada, Numa dança feliz e apaixonada, Ficou uma alma aprisionada, Que não conseguiu mais acordar.
0
Mar 3, 2022
Mar 3, 2022 at 2:50 PM UTC
Sonho de Cinderela