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"desbotadas" poems
E lá vai ela de novo. Consegues ver assim tão longe? Aquela forma pequena e dourada. Dourada em sua coroa de raios solares. Ela flui, Como água em rio, Como o vento nas campinas por onde passa. De suas mãos escorrem as cores, As quentes, as frias as calmas, as desbotadas. Todas vivas, Respirando e vibrando. Formando o invisível, Aquilo que parece nascer pela primeira vez diante dos olhos, Mas que na verdade Está renascendo, Pois sua forma já existia, É só agora que as cores o preenchiam.
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Mar 19, 2017
Mar 19, 2017 at 10:58 PM UTC
Sem Manhã - 22/04/2015