Hello Poetry
Submit your work and get some sparkles! Create free account
"deita" poems
Alto Douro e Trás-os-Montes Alto Douro e Trás – os-montes, Terra minha bem portuguesa, Vinhedos e frescas fontes, Traduzem sua pureza. Friorenta no Inverno, Terra intolerante. Na Primavera morna, No verão escaldante. Horizonte tão belo e tão teu, Ninguém to rouba, Deus to DEU. Pôr-do-sol que se deita com vales sonolentos, Douro, Tua teus encantos. Vindimadores que colhem cachos maduros, Azeitonas que dais azeites puros. Pescadores dos rios Douro e Tua, Uma saudade que é nossa e sua. Victor Marques
0
Oct 27, 2010
Oct 27, 2010 at 10:11 AM UTC
Trás-OS-montes e Alto Douro
O olhar silencioso Junto ao mar eu parei, Olhar no olhar eu deixei, Ondas eu até sentia, Sussurro de quem te conhecia. Na boca doce perfeita, Um sentimento apertado, O Vento até se deita, No olhar apaixonado. O olhar até molhado, sentido, Sorriso bom e querido, Pestanejar sem ruído, Olhar comprometido Olhar de quem nada sabe, Devaneio e desejo, Olhar sem idade, Silencio e um beijo. Victor Marques
0
Jan 17, 2012
Jan 17, 2012 at 1:01 PM UTC
O olhar silencioso
Ao Meu Padrinho José Silva Que os anjos de Deus de protejam, O paraíso todos desejam, O teu espírito honesto e trabalhador, Levam-te ao encontro do Deus Senhor. Nesta terra longínqua onde o sol se deita, Com uma miragem de carinho ela se enfeita, Por entre arvoredos cheios de folhagem, Eu Guardo tua terna imagem. O bom Deus todos ama e consola, Canção com o som da harpa ou da viola, Neste mundo com Deus temos certeza, Na morte conforto e grandeza. Victor Marques
0
Jan 17, 2012
Jan 17, 2012 at 12:52 PM UTC
Ao Meu Padrinho José Silva
Lembro meu Pai António Alexandre Marques Na vida de todos nós, Temos pais e avós. Os dias passam sem despedida, Amo meu pai toda a vida. As videiras são teu paraíso, Uvas do lagar se pisam sem aviso. Vida por vezes sorridente, Se ganha e perde num instante. Foste podador da boa colheita, Vinho que com Deus se deita. As folhas das videiras avermelhadas, verdes e amarelas, São teus anjos, tuas sentinelas. Deus também amou o vinho, Pois Cristo Sofreu sozinho. As tuas memórias são sonhos lindos bem meus, Amor eterno de filhos teus. Victor Marques
0
Oct 31, 2012
Oct 31, 2012 at 11:44 AM UTC
Lembro meu Pai António Alexandre Marques
O sorriso se deita comigo, Tu és meu abrigo. Sem fome, frio ou calor, Deixa falar o amor. As nuvens pairam no ar, Te beijar com o meu olhar. As imagens cheias de ternura, Amor com leveza e loucura As ondas do mar distante, Amar mesmo estando ausente. Olha a lua que parece toda cheia, Uiva o lobo para sua alcateia. Victor Marques
0
Mar 24, 2015
Mar 24, 2015 at 8:26 AM UTC
Te amar hoje e sempre
As videiras são uma força viva, Desgarrada e despedida. Bagos eternos sempre da mesma uva, Folhas com pedaços de chuva... As videiras são uma religião menor, Peregrinos se embebedam em seu redor, Ai... bagos brancos de sentida pureza, Cepas tortas com estranha beleza. As videiras estão comprometidas, Vides entrelaçadas, deitadas. Bago meu, teu bafo de calor, Videira fiel ao seu progenitor. As uvas de uma ou várias colheitas, Sentimento adoçado que com Deus se deita, Bagos tintos espremidos com pudor, Videira da vida, do teu amor! Victor Marques
0
Dec 10, 2009
Dec 10, 2009 at 10:19 PM UTC
As videiras
Uma Flor Uma flor nasceu desprotegida, Como nós ela tem vida. Flores de alegria e tristeza, Enfeites da mãe natureza, Nasceu por acaso, Sem jardim bem cuidado, Uma flor de outra era, Dá paz a quem a venera. Uma flor sozinha, A abelha nela poisou, Deita uma lágrima, coitadinha. O pássaro a abalou, Quebrou com o sopro do vento, Ficou só com seu sofrimento. Victor Marques
0
Apr 29, 2013
Apr 29, 2013 at 6:32 AM UTC
Uma Flor
vem pro calor das minhas mãos ser a nota principal das minhas canções no violão. vem fazer abrigo dentro do meu umbigo juntar seus pés com os meus debaixo do meu cobertor antigo. me dá de novo teu beijo com sabor de framboesa deita comigo naquele meu lençol azul turquesa deixa eu me esconder na mata dos seus cabelos te abraçar quando tu tiver aqueles pesadelos
0
Jun 17, 2013
Jun 17, 2013 at 2:49 PM UTC
Cantinho
Nem sei o que hoje te vou dizer, Ouço a natureza  ao anoitecer... Meu Deus, meu Deus, Meu Deus Sigo ensinamentos teus.... Que melodia medonha na noite perdida, Até parece pintada sem cor nem medida, Meu Deus, meu Deus ai filhos do mundo, Escrevo para ti num oceano sem fundo. Continuo a tentar perceber zumbidos da noite com amor e prazer, Meu Deus infinito e amado por tudo que é ser e não ser... Eu escuto com a ousadia universal de algo descobrir, Fico com teu amor e as borboletas da noite para te sentir. A noite se deita num céu estrelado de quarto minguante, Tu meu Deus és passado, futuro e presente. Mesmo na noite tudo é feito com brilho e muita luz... Eu me encanto no teu amor e na ressurreição divina de teu filho Jesus. Victor Marques
0
Sep 14, 2018
Sep 14, 2018 at 6:43 PM UTC
Deus da natureza ao anoitecer...
Nasce e torna sempre a nascer…. Os dia passam e as folhas se desprendem dos ramos, Os passarinhos chilreiam sejam grandes ou pequenos, Os ninhos são suas casas bem adornadas, Nasce e vive de mãos dadas… Nasce e torna te sempre criança, Vive no eterno amor e com esperança, A mãe natureza sempre tudo respeita, O horizonte nasce onde ela se deita… Sempre a nascer com alegria desmesurada, Olha para a vida bem ou mal amada, Nasce para a nova madrugada que tu crias, Sente com sentido as tristezas e alegrias…. Os ventos que parecem não nascer, nem existir, Eles batem em que os quer ouvir… Nasce tu como eu para amar sem contrapartida, Nasce para o mundo, para a vida…. Victor Marques
0
Nov 27, 2017
Nov 27, 2017 at 8:59 AM UTC
Torna sempre a nascer
A ETERNIDADE ESTÁ SEMPRE À NOSSA ESPERA. As estrelas escrevem sempre que o sol se deita, Eu sinto a natureza que me rodeia e me deixa mais feliz... Que sinfonia com ruídos e tantos sons que na minha memória ficam... Aqui estou eu aplaudindo aquilo que muitos se esqueçam de bendizer. Velinhas acesas que Santo António veneram e a mim dão vida... Que tormento medonho se encaixa no amor que tenho por Deus amor, eterno, fraterno. Rei e sempre Senhor. Aqui estou eu sentado e deliciado com a bela orquestra que toca a mais linda balada quando morrer. Na inspiração que me rodeia e de quem sabe compreender o amor que se tem pelo pelo anoitecer e amanhecer me consagro a Deus que me nos ama sem nos dizer.... Mas a vida é assim amiga e também agridoce como plantas silvestres que continuarão a nascer. A Deus antes de dormir no travesseiro me confesso como um menino que quer água sem sede para beber.. Victor Marques P. S DEDICADO A TODOS OS MEUS AMIGOS QUE FALECERAM COM ESTA TERRÍVEL DOENÇA COVID-19. Abraço amigo.
0
Feb 1, 2021
Feb 1, 2021 at 8:48 AM UTC
A ETERNIDADE
Chegar sem calor humano, Colheita do engano e desengano. Mas chegas sem mágoa e desejos, Outono de doces palavras e beijos. Tudo despes e ao mesmo tempo vestes, Sem saber ao certo porque vieste. Mas és Outono,  com magia e muito sono, Com nevoeiros e ventos que te cham pai, e ao mesmo tempo dono... Sobrevivem plantas, tudo parece se perder, Para ser vida,  semente e ao mesmo tempo ser. As árvores parecem adivinhar sem querer, Que suas folhas vão  deixar de viver. Outono de amarelar, de bem querer, Pareces nascer e ao mesmo tempo morrer. Mas  responde Outono  que me consomes, Sem ter respostas para as coisas vivas e mortas. Ai por do sol  que se deita cedo e sem cara lavada, Outono e Inverno de mão dada.
0
Sep 23, 2024
Sep 23, 2024 at 7:20 AM UTC
Outono que quer chegar