"casca" poems
Bandeiras levantadas pelos prisioneiros rendidos,
Salteador que não conhece o perigo,
Alheado do mundo vivo,
Corais do mar já esquecidos.
Conchinhas falam ao teu melhor amigo,
Solidário com o amor afável,
Pesaroso dum penar louvável,
Conhecedor do pouco conhecido.
Sentimentalista de sentimentos firmes,
Orador que ora com fraca voz,
Navios feitos de casca de noz,
Lago com bonitos cisnes.
Pintor de laços sentidos,
Flores que o campo nos deu,
Algas do mar que Deus acolheu,
Eu, tu e o mar envaidecidos.
Cordiais Cumprimentos.
Victor Marques
Oct 19, 2010
Oct 19, 2010 at 10:50 AM UTC
A general and statesman,
reformer and conquerer,
summoned to the senate,
and hastily issued a petition
of which to bring back a senators
banished brother.
The Dictator Waves him off,
and Cimber grasps his shoulder,
“Ista quidem vis est!”*1
Cascas dagger is drawn,
swiftly toward the neck it darts,
yet caesar nimbly catches such
attack,
“Casca you villain! What is this you do!?”
Casca fearing, cries “Adelphe, Boethei!”*2
Then like the wolves descending on
a lonely foe, they lunge and leap,
Brutus too…
Caesar at the sight of him,
averts his eyes and makes for the door,
unable to escape he falls upon the floor,
“Kai su, Teknon?”*3
The man who was harried,
crawled to the steps, and
saying nothing,
Caesar dies…
The Lower steps submerged in the
Emperors crimson blood,
the body cold, limp,
lifeless,
had at by the vultures,
armed with knives, and
stabbed times twenty-three.
The conspirators proud,
marched through the streets,
and announced to fear-struck
citizens,
“People of Rome! We are once again free!”
Yet, no one came out…
for now.
until, Three hours passed,
and only then,
was the fallen mans lifeless,
corpse drenched in blood,
collected and cremated.
Jan 18, 2012
Jan 18, 2012 at 10:35 PM UTC
Uma casca solta, prisioneira de uma falha perfeita,
Perfeitos são o mitos, aos olhos de gente fechada,
Explicações são fraquezas, de acções de fachada.
Não sei mais quantas vezes eu repetirei, a ceita!
O peixe escorregadio, que vadio desaguou do mar,
Se esconde na toca do Coelho, que é toca desafeita,
Num segredo moribundo, de computador de aldeães,
Segundo um mito motar de um braço partido ao luar!
Essa vaquinha que pastou, pintada de vermelho corado,
Desfeita tantas vezes no pasto, moribundo da praia vazia,
Era apenas um segredo, pintado nas veias do tal marado,
Que mais ligada que a mentira à realidade, produzida, diria!
Que se fodam os mitos, que se lixe o correto, porque certo?
Estou eu, e eu, segundo os mitos que considero correctos,
Não tiro nem ponho, continuo caminho fora, boquiaberto,
Enquanto penso, na esperteza dos enxames concretos!
Na sementeira alheia, vanguardeira cairá tão perto,
Seu ***** espaço de terra, de um vazio moribundo,
E eu cumprida a missão, estarei bem melhor decerto,
Porque tudo como nada, tem um preço de vinda ao mundo!
Escolhas guardadas comigo, desde o dia que nasci,
Cabe ao meu cérebro processar o dia, é costume,
Que de tão leve vive meu lume, que ela não teme,
Limpeza de água, que cai e faz fumo, e aprendeu!
Autor: António Benigno
Código de autor: 2013.07.25.02.10
Aug 31, 2013
Aug 31, 2013 at 5:08 AM UTC
Choras os dias passados
Tolo projeto de homem novo?
Descanse seguro de que aquele que o olha
Não vê o que se move em teus miolos.
Vista tua casca grossa, raivosa
Todos os dias
Religiosamente
E saia, por favor
Saia.
Com um fogo fátuo nos olhos, mire a si mesmo nos reflexos
Mire os olhos dos outros
Seduza-os
Mas deixe-os
Afinal quando fechas os teus
Tudo o que vês são dias passados
Poeira que lhe incita muito mais que espirros
Calma, vista tua casca grossa
Relaxa, canta.
E volta pra casa
Olha as estrelas
A noite é só tua
Respira
Corre
Chora
Chora toda a tua crueldade
E vista, amanhã, tua casca grossa.
Raivosa.
Sep 27, 2014
Sep 27, 2014 at 4:58 AM UTC
The Ides of March had come
but its Sun was not yet cold
when Spurinna reminded me
what his augury had foretold
Some good men tried to warn me
About the risks I take-
But Caesar has no need of guards
I look Death in the face.
Calpurnia asked me not to go
Based on her silly dream
But the Parthian war won’t be derailed
By some Republican’s scheme
The supplicants surround me with petitions,
Bur I, impatient, moved to turn away.
Casca grabbed the draping of my toga
and bared me, awkwardly, to start the fray.
The first dagger found my flesh
and left a superficial wound.
I wrested the dagger from his hands
and swept the blade to clear some room.
They are too many that surround me.
Too many of their thrusts strike home
Brutus my son, “Et Tu, Brute”
I cover my face to die alone.
Bleeding, powerless, dying,
No one must see me as I lay.
My dignity must be preserved
for I am uncommon clay.
Dec 15, 2011
Dec 15, 2011 at 8:26 PM UTC
Uma vez um garoto me disse
"Viva uma história que valha a pena contar"
Eu me apaixonei por esse garoto
E ele desapareceu, levando meu coração
Deixando minha mente lidar com os sentimentos
Por favor garoto
Devolva meu coração
Volte para mim
Devolva meu coração
Uma vez meu amor me disse
Para não esquecer de ser incrível
Para não esquecer de fazer cada dia melhor
Para não planejar o futuro
Mas viver o presente
Por favor garoto
Devolva meu coração
Volte para mim, por favor
Devolva meu coração, eu imploro
Uma vez eu conheci um garoto
Ele era radiante
Ele me amou com toda a sua energia
E eu me apaixonei, mas ele foi embora
E levou tudo de mim
E ele levou meu coração
E só deixou a casca para trás
Por favor garoto
Devolva meu coração
Eu estou de joelhos, implorando
Volte para mim
E devolva meu coração
Pelo nosso velho amor, por favor
Uma vez eu vi um garoto
Nós rimos juntos
Nós nos amamos intensamente
E então ele se foi
Me deixou para trás
E levou meu coração
E nunca mais devolveu
Uma vez eu reencontrei meu garoto
E ele me devolveu meu coração
E me deu também o seu
E desapareceu para sempre
Sep 13, 2016
Sep 13, 2016 at 8:12 AM UTC
El casca-nueces-vacías,
Colón de cien vanidades,
vive de supercherías
que vende como verdades.
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