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"cadernos" poems
Triste há de ser; curto e doce e terno. Que seja breve dizendo tudo. Que seja doce confeito de manhã eterna. Que seja belo qual água de cachoeira. Que a pureza o invada: morte indolor. Da febre se dissipe como quem à tempestade vence. **** Fonte: Cadernos de Sizenando, vol. II, 2016
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Feb 10, 2016
Feb 10, 2016 at 2:27 PM UTC
O último poema, à moda de Manuel Bandeira (2)
reparei agora onde vivo partes de mim, separadas, povoam cadernos desenhos do meu intelecto vivem entre linhas intemporais sonhos começados inacabados contam histórias abafadas pela imensidão dos tempos mas hoje por detrás das metáforas que o lápis traça na minha mão vivo e cresço
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Oct 22, 2014
Oct 22, 2014 at 5:40 PM UTC
CADERNOS