"cadernos" poems
Triste há de ser; curto e doce e terno.
Que seja breve dizendo tudo.
Que seja doce confeito de manhã eterna.
Que seja belo qual água de cachoeira.
Que a pureza o invada: morte indolor.
Da febre se dissipe como quem à tempestade vence.
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Fonte: Cadernos de Sizenando, vol. II, 2016
Feb 10, 2016
Feb 10, 2016 at 2:27 PM UTC
reparei agora
onde vivo
partes de mim,
separadas,
povoam cadernos
desenhos do meu intelecto
vivem entre linhas intemporais
sonhos
começados
inacabados
contam histórias
abafadas pela imensidão dos tempos
mas hoje
por detrás das metáforas que o lápis traça na minha mão
vivo e cresço
Oct 22, 2014
Oct 22, 2014 at 5:40 PM UTC