"cadente" poems
Dormo …dormo profondamente
le palpebre chiuse e pesanti come la neve cadente
la mente offuscata dal impetuoso pensiero
vagando nel obblio senza trovare il sentiero
la ragion ormai vola via col sussurrar del vento
oltrepassando l’oscurità della luna d’argento …
da lontano ti vedo rivolto al indietro
entrando dentro casa senza aspettare il mio rientro .
Dormo…
dormo …incessantemente…
dormo senza poter sognare, stupidamente
nei miei pensieri il tuo sorriso brilla
ed io vedendoti rimango come l’argilla
pietrificata …
e se ci penso meglio, direi ghiacciata;
Dormo…
dormo…inconscentemente
senza mai potermi svegliare veramente
perché ahimè! In questo mondo vissuto palesemente
non trovo la fiamma della ragion che bruci ardentemente !
perciò…continuo a dormire
dormire, per poter svanire
svanire, dalla insulsa menzogna attuale
più esilarante persino della realtà virtuale…
Jul 24, 2014
Jul 24, 2014 at 6:28 AM UTC
palavra à noite cantada
co'a manhã se desfaz
em palavra granulada:
matinal achocolatado.
Já não sente a poesia
tal qual ressoara clara
na madrugada alta
- Et pourtant, fala!
Será a escrita fogo fátuo?
marca gravada em gado,
ou cardo na sua pata?
(O poeta-boi rumina
mas não é vaca sagrada).
Estrela cadente, cabala:
meros fogos de artifício
ruidosos melros da fala:
na calma manhã se calam.
Sep 27, 2015
Sep 27, 2015 at 5:08 AM UTC
Sentir Deus
Sentir nosso Deus celestial e bendito,
Orvalho e bela ponte…
Quando me levanto contemplo o horizonte,
Anónimos em quem eu acredito.
Sentir o nosso Deus sempre,
Salgueiro no riacho tão bonito,
As vozes de teu reino infinito,
Outono de folha cadente.
Sentir Deus na água cristalina,
Caminhar por entre areia tão fina.
Ninfas pueris bem-amadas,
Nuvens no céu esbranquiçadas.
Sentir Deus que dá amor e pão,
O relógio do tempo que nunca para,
O toque de uma guitarra,
Silêncio de bela constelação.
Victor Marques
Nov 15, 2012
Nov 15, 2012 at 1:43 PM UTC
Passamos uma vida, pensando o mesmo,
Presos no tempo, num laço extremo.
Algo que não consiste,
naquilo que a mente insiste.
Algo que desejariam que fosse verdade,
mas a realidade é fria e egoísta.
Nossos próprios pensamentos individualistas,
mas creio eu, alguém que não é nada,
que poucos concordariam com a verdade mista.
Preferem algo mais minimalista,
que faz tudo parecer tão razoável,
de que o mundo é incerto e improvável.
Que nem mesmo poderia ser notável,
a não ser que percebesse que estivesse errado,
mas poucos aceitam o que é amargo e delicado,
mas não é para tal verdade ou mentira
que meu verso será revelado.
Estou querendo dizer
que fico olhando o céu, esperando algo acontecer,
porque me falaram que eu deveria ver uma estrela cadente,
e desde então todos os anos vêm sido dedicados inteiramente.
Minha vida se esgotando a cada dia,
e pensando na estrela cadente que talvez até mim viria,
Porém, se meu tempo tiver sido gasto errado,
minha vida pra sempre teria parado.
Eu viveria por algo que deveria,
e não pelo o que eu queria.
Por isso eu desisti de toda a noite olhar,
mas é engraçado que no final a queda dela eu vi iluminar.
Talvez, apenas talvez, quando aquilo é destinado,
acontecerá independente se seguir pelo caminho errado,
Então viva como quer, porque se for pra ser, vai ser.(ou talvez não,quem disse que eu sei algo?)
Feb 15, 2025
Feb 15, 2025 at 6:59 PM UTC
De pintor ignorado, tal vez santafereño
Discípulo de Vásquez, borrosa, amarillenta,
Se ve la tela antigua, de artístico diseño.
En el marco, una cifra: 1680.
Es retrato de dama. Negros ojos, risueño
El labio, nariz fina. Veinte años aparenta.
Abstraída parece como en lejano ensueño,
En un lejano ensueño que luz de luna argenta.
¿De un Oidor fue la hija? ¿Fue de un Oidor amada?
Las noches coloniales, todo el pasado, un mundo
De leyendas desfila, como en visión soñada;
Y una canción se escucha, cadente y dolorida,
Mientras se riega, pálida, desde el azul profundo,
La luz de las estrellas en Santa Fe dormida.
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