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"brilha" poems
Olhares Olho o céu azulado, Vejo um véu desfraldado, Escuto a água que salpica, Que coisa bonita…! Sol que brilha, Que maravilha… Horizonte sempre eloquente, Olhar distante, olhar em frente. Raças e diferentes culturas com boa vontade, Olhares que zelam pela humanidade. Olhares ternos que nosso ser invade, Sentir o olhar com verdade. Na mesa duma esplanada, Um olhar nasce do nada, Olhares, meigos, alegres, enfadonhos, Olhares daquilo que somos. Victor Marques
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Apr 23, 2012
Apr 23, 2012 at 7:59 AM UTC
Olhares
Ah, pobre Dolores Mais uma vez está cansada de suas mágoas e constipada com suas dores Há quem diga que quando olha o céu, sonha com estrelas Acalme-se Dolores, hoje tenho um presente para entretê-la Acorde de seu sonho e largue esses afazeres Olhe para A Casa Abandonada dos Prazeres Almeja tanto assim? O seu ignoto fim? Por quê toma todos esses remédios? Se o que deseja é pular do mais alto prédio Para quê todas essas doenças inventadas? E essas mulheres, para quê invejá-las? Na casa encontrará a cura Não mais carregará sua imaginária feiura Lá será bela como sempre quis Mas pergunte-se o que é ser feliz Lá, em todas as paredes, encontrará espelhos E em todas camas encontrará lençóis vermelhos Onde finalmente poderá gozar E a beleza que não é sua, contemplar Goze, goze Dolores Mistura seu prazer com suas dores Goze, goze mais uma vez Goze toda sua estupidez Saiba que nem tudo que cintila é ouro E fora da casa continuará seu agouro Quando fora estiver, da vida perderá a crença E a cada vez que entrar e sair, nascerá uma nova doença Uma daquelas de sua hipocondria E a cada dia verá a verdadeira agonia Sentirá dor, e fome Não se lembrará de seu nome Não poderá comer, pois a doença te devastará E para a casa todos os dias irá correr, a sonhar Lembre-se de novo Que nem tudo que brilha é ouro Ganhará a casa e perderá o mundo E seu eu estará perdido num poço profundo Um dia dirá: Será? Toda aquela estética... era tão assim... patética? Nossas escolhas não tem volta Para o destino não há revolta Não devo mais chorar Só me resta, agora, gozar Goze, goze Dolores Mistura seu prazer com suas dores Goze, goze mais uma vez Goze toda sua estupidez
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Aug 22, 2014
Aug 22, 2014 at 4:34 PM UTC
Dolores
Ah, pobre Dolores Mais uma vez está cansada de suas mágoas e constipada com suas dores Há quem diga que quando olha o céu, sonha com estrelas Acalme-se Dolores, hoje tenho um presente para entretê-la Acorde de seu sonho e largue esses afazeres Olhe para A Casa Abandonada dos Prazeres Almeja tanto assim? O seu ignoto fim? Por quê toma todos esses remédios? Se o que deseja é pular do mais alto prédio Para quê todas essas doenças inventadas? E essas mulheres, para quê invejá-las? Na casa encontrará a cura Não mais carregará sua imaginária feiura Lá será bela como sempre quis Mas pergunte-se o que é ser feliz Lá, em todas as paredes, encontrará espelhos E em todas camas encontrará lençóis vermelhos Onde finalmente poderá gozar E a beleza que não é sua, contemplar Goze, goze Dolores Mistura seu prazer com suas dores Goze, goze mais uma vez Goze toda sua estupidez Saiba que nem tudo que cintila é ouro E fora da casa continuará seu agouro Quando fora estiver, da vida perderá a crença E a cada vez que entrar e sair, nascerá uma nova doença Uma daquelas de sua hipocondria E a cada dia verá a verdadeira agonia Sentirá dor, e fome Não se lembrará de seu nome Não poderá comer, pois a doença te devastará E para a casa todos os dias irá correr, a sonhar Lembre-se de novo Que nem tudo que brilha é ouro Ganhará a casa e perderá o mundo E seu eu estará perdido num poço profundo Um dia dirá: Será? Toda aquela estética... era tão assim... patética? Nossas escolhas não tem volta Para o destino não há revolta Não devo mais chorar Só me resta, agora, gozar Goze, goze Dolores Mistura seu prazer com suas dores Goze, goze mais uma vez Goze toda sua estupidez
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É vento ou chuva, ou pequeno contratempo, Vêm o sol e brilha o céu, de me ouvir falar, As chamas se apagaram, num contratempo, A vontade de ver brilhar há, e não vai acabar! Os dias cinzentos não fizeram algum sentido, As pessoas pelos tempos afirmam vontades, Eu pinto o quadro de sangues e lealdades, Aqueceu-se o dia e para nós, céu bandido! Leva-nos as queridas saudades, sente o carinho, Destes seres de alma vadia e despreocupados, Nossas mentes não são seres assim, calçados, Têm asas que voam, esse é o nosso caminho! As angustias e tristezas, são certezas de alegria, Percebe-se e sente-se que momento, é fantasia, Aguas que passam, desentopem nossa artéria, A matéria-prima, decide por ficar doce e sadia! Sai-lhe das cores, nodoas incolores, não existiram, Sente-se na camisa estampada do soor do teu amaço, Mancha uniforme, redonda, penetrante que a queiram, Corações em sopros sufocantes, que deram este laço! Transpirações, pelo encontro de meus sonhos antigos, Vi-te de longe e apreciei tão de perto, a cor desse rosto! Autor: António Benigno Código de autor: 2013.04.24.02.09
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Aug 31, 2013
Aug 31, 2013 at 5:08 AM UTC
O retracto perfeito
I No intervalo do incessante Para lá do perceptível emaranhado numa zona incerta quando a noite é mais de trevas E um quarto bem estreito é exageradamente infindo ora ali o oniromante De outrora letargo de outro nome alcunhado que agora desperto aprende a dormir recônditos respiros rebuliços arredores vasos sanguíneos coléricas vozes vislumbra o enfermo sem remédio sem cura Um quadro preto um naufrágio II Jaz adormecido em cama de pedras com colcha de espinhos Lá dentro avenidas movimentadas sussurram verdades cheias de  agudos ângulos, retos, obtusos com vértices nas curvas semicirculares Um rompante inaudível turbilhões de incertezas de vozes cegas emergindo da fresta tenebrosa que brilha o **** cobiçado de seios de coxas de longos cabelos loiros de pele negra de pele vermelha de pele amarela peles tão alvas quanto a neve Uma avalanche de inseguranças Correntes de ferro enferrujadas que rasgam a carne com tétano e o sangue escorre num rio plácido repleto de peixes e tartarugas de ondinas e sereias onde banham as musas que cantam o canto de Morfeu como eólia lira que entorpece e inspira o oniromante que ali adormeceu III No sonho de um sonho há um sonho esquecido guardado a sete fechos no fundo inflexível de imagens arquetípicas de desejos obscuros de visões aterradoras de um jovem bem febril devagar vai adentrando nessa estranha entrelinha qual razão do desconexo desconstrói o findo dia tenazes vozes em seus ouvidos reproduzidas como brados brotam atroadas de estrondosas trovejadas Neste tempo sem um tempo há tempos transcorrido inesperados fragmentos reprimidos e esquecidos Por frações de um instante trafegando entre a memória dos dias das noites do futuro do passado e das histórias Clareiam-se como cruz como carga no caminho Cultuando a culpa a luz jaz oculta na cova deslembrada Estreitos fios a lumiar o teto escuro tomam forma entrelaçada da aurora Rompe o limiar do céu noturno E abre os olhos pra não perder a hora �
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Dec 26, 2016
Dec 26, 2016 at 5:59 AM UTC
Alucinações Hipnagógicas
I No intervalo do incessante Para lá do perceptível emaranhado numa zona incerta quando a noite é mais de trevas E um quarto bem estreito é exageradamente infindo ora ali o oniromante De outrora letargo de outro nome alcunhado que agora desperto aprende a dormir recônditos respiros rebuliços arredores vasos sanguíneos coléricas vozes vislumbra o enfermo sem remédio sem cura Um quadro preto um naufrágio II Jaz adormecido em cama de pedras com colcha de espinhos Lá dentro avenidas movimentadas sussurram verdades cheias de  agudos ângulos, retos, obtusos com vértices nas curvas semicirculares Um rompante inaudível turbilhões de incertezas de vozes cegas emergindo da fresta tenebrosa que brilha o **** cobiçado de seios de coxas de longos cabelos loiros de pele negra de pele vermelha de pele amarela peles tão alvas quanto a neve Uma avalanche de inseguranças Correntes de ferro enferrujadas que rasgam a carne com tétano e o sangue escorre num rio plácido repleto de peixes e tartarugas de ondinas e sereias onde banham as musas que cantam o canto de Morfeu como eólia lira que entorpece e inspira o oniromante que ali adormeceu III No sonho de um sonho há um sonho esquecido guardado a sete fechos no fundo inflexível de imagens arquetípicas de desejos obscuros de visões aterradoras de um jovem bem febril devagar vai adentrando nessa estranha entrelinha qual razão do desconexo desconstrói o findo dia tenazes vozes em seus ouvidos reproduzidas como brados brotam atroadas de estrondosas trovejadas Neste tempo sem um tempo há tempos transcorrido inesperados fragmentos reprimidos e esquecidos Por frações de um instante trafegando entre a memória dos dias das noites do futuro do passado e das histórias Clareiam-se como cruz como carga no caminho Cultuando a culpa a luz jaz oculta na cova deslembrada Estreitos fios a lumiar o teto escuro tomam forma entrelaçada da aurora Rompe o limiar do céu noturno E abre os olhos pra não perder a hora �
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horizonte um raio de luar um túmulo escuro um anjo vela na noite e lágrimas caem eufónicas no lodo desta existência mundana e uma lanterna brilha sobre a laje de pedra escura
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Sep 8, 2015
Sep 8, 2015 at 6:12 AM UTC
O outro lado de lá
O Sol que eu vejo hoje, Brilha tanto! E pouco importa o que aconteça, Eu tenho a mim, e isso basta, Ter você vai muito além, E eu não tenho forças pra lutar. Se você vier atrás, Há uma vitória a ganhar, Mas se não, nada perdi. O brilho no meu olhar se intensifica, E o que me faz viver é a saudade do mar.
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Dec 6, 2013
Dec 6, 2013 at 7:15 AM UTC
Untitled
Jamais esqueci a tua face Neste Mundo, que foi Mundo outrora Apesar de tudo Procuro-te Apesar de tudo Desejo-te Porque te procuro e desejo? Porque te odeio e amo? Dois corações que se unem. Um sentimento que nasceu no passado Um sentimento seduzido por ti Um sentimento de amor Numa lágrima de esperança Ainda agora Uma lanterna brilha no vale.
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Mar 17, 2014
Mar 17, 2014 at 5:44 PM UTC
jamais
amanhece o sol brilha o corvo ri tudo parece perfeito sob o céu um jogo emerge ódio . medo . violência o corvo esvoaça a morte brilha nos olhos das crianças um fogo invisível dilacera o todo o verbo emerge a terra morre
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Sep 9, 2015
Sep 9, 2015 at 6:04 AM UTC
Medo, verbo e morte
ajoelha-te! que vais morrer fecha a porta à tua alma onde estás agora tu, ó sem valor a tua alma tem um preço? onde está agora o sentido da tua vida? nos teus olhos brilha a tua vida moribunda estás longe esperança salvação fé perdeste a tua alma almas vendidas vidas perdidas
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Aug 15, 2015
Aug 15, 2015 at 2:34 PM UTC
Moribundo
a felicidade brilha nos teus olhos e prendes-me com o sorriso frio dos teus lábios. esse corpo que em gestos me diz: possui-me. essa pele que ao tocar-me diz: desejo-te. e essa alma que na sua tranquilidade me diz: amo-te.
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Mar 1, 2015
Mar 1, 2015 at 3:47 PM UTC
Luxúria em fase pouco avançada
Gira O Sol Dos teus olhos Brilha Teu riso Euforia Aflita Os nós em teus dedos te traem Tu és meu dourado Feixe de luz Não deixe a cortina fechar
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Jul 18, 2015
Jul 18, 2015 at 9:27 PM UTC
girassol