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"antigas" poems
As fontes antigas Nas fontes antigas eu gosto de beber, Vejo arte e saber. As pedras moldadas por mãos doridas, Ali estão parecem adormecidas. Fontes antigas de aldeias perdidas, Tantas histórias ali foram vividas, Cabelos soltos ao vento, Bebo água e me sento… Todos bebem pela mesma jarra, Machado e sua guitarra… Os animais ao lado tem sua pia de água transparente, Pois também bebem e ficam contentes. Os velhinhos contam das moças de outrora, De alguém que com água as benze e namora. As oliveiras e vinhas espreitam com leveza, Amor às fontes e sua beleza… Victor Marques
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Oct 7, 2013
Oct 7, 2013 at 2:53 PM UTC
As fontes antigas
As aldeias Outrora as plantas eram verdes e singulares, Aldeias dispersas expostas ao luar, Pelourinhos estranhamente nus, Candeias e pouca luz. Cavalos, burros com albardas e ferraduras, Charruas, enxadas e portas sem fechaduras. Cabras, ovelhas, cães e as alcateias, Galinhas e galos  passeiam nas aldeias. Tantas Igrejas do tempo do Marques de Pombal, Se expõem e embelezam Portugal. As fontes são antigas com água para beber, Ribeiro que corre por correr… O xisto e o granito ficam imortalizados, Exaltam o trabalho de nossos antepassados. Aldeias lindas que enchem livros nunca lidos, Aldeias dos amores e dos amigos… Victor
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Oct 7, 2013
Oct 7, 2013 at 3:07 AM UTC
As aldeias
Lavandeira Aldeias dispersas á tua volta, Lá longe o infinito horizonte, Com aconchego ela se encontra, Pomposo castelo no cimo do monte. Fontes frescas, cristalinas e antigas, Verões quentes que trazeis tantas fadigas, Ruas envaidecidas com suas flores, Santa Eufémia e tantos fervores. Majestosa sobre proteção de sobreiros e penedos, Colinas caídas em direção ao douro, Céu azul, trigo loiro, Rodeada de oliveiras e vinhedos. Victor Marques
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Apr 29, 2013
Apr 29, 2013 at 6:39 AM UTC
Lavandeira
oh! taças, na memória, vividas. oh! taças de vinho tão cheias. oh! castas lembranças erguidas em tabernas de gente tão cheias... oh! castas antigas... de porte. oh! castas lembranças vividas. oh! taças cheias de morte tão tristes me foram em vida. oh! turbulentas lembranças que me trazem essas taças em tristes desesperanças. mas oh! taças erguidas em vão erguidas à vida tão cheias tão cheias de solidão.
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Sep 10, 2015
Sep 10, 2015 at 5:28 AM UTC
À noite na taberna
Tu és um milhão de coisas; Desejos, pesadelos, alucinações que nem bálsamos aplacam Olho ao meu redor, e lá estás, Porém, em meu ser, não te sinto. A voz do povo, como um roubo de opiniões, revela a lógica E o absurdo, Pois o verbo é o que é, E também o que não pode ser. Antigas poesias, Clamando às estrelas e à lua, Mais um divertimento fugaz. Sentimentos que não encontram sentido em tua mente turvada, Como uma epiléptica a observar um estroboscópio sem fim. Tu fizeste flores brotarem em meus pulmões E em meu peito; Embora formosas sejam, Não consigo respirar. Arrancaria tais flores e te as entregaria, Um ramo de “eu te amo” que jamais foram ditos. Teu nome, como gelo, cala meu coração. Espero, aguardo, pela próxima mensagem, Risadas que me impelirem ao retorno, Ansiedade que confunde o pensamento, Sofrendo por males que não ocorreram… ou ainda ocorrerão? Na minha sepultura, portas se fecham, Meu corpo se desfaz, As flores se tornam parte de mim, Pouco chegam a mim as vozes que falam De uma fantasia. Resta, enfim, a solidão.
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Jan 14, 2025
Jan 14, 2025 at 4:59 PM UTC
Átomos Que Nunca Se Tocaram