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"adormecer" poems
Salpicar o teu rosto com farinha, enquanto preparassemos juntos o teu bolo favorito Dar-te os beijos que me apetecesse, com os olhos, sempre que estivesses distraido a apreciar o "flowering tea", que te desse a escolher Sentar-me no teu colo e ver-te desenhar Fazer de ti a manta que me aconchega, entrelaçar os meus dedos nos teus e ver um filme até adormecer Levar-te o pequeno almoço à cama e acordar-te com um beijo de bom dia. Ser... a única a conseguir te arrancar aquele sorriso nos piores momentos... a bateria desenfreada a bater dentro do teu peito... a tua melhor amiga... quem faz valer cada acordar teu. Que fosses a excepção que acreditei que eras, o porto seguro por quem vale a pena esperar para partilhar a vida. Por ti... por nós... mudei, ignorei medos e arrisquei... Não deste valor... desacreditei.
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Feb 27, 2017
Feb 27, 2017 at 5:03 PM UTC
Era isto ∞
A veces me mareo de tanto blanco, No se malentienda, gran color ese blanco Sólo me marea verlo y verlo en todos los edificios, Las paredes Y no me marea el color en sí, Me marea la intención Me marea usar el blanco para adormecer La sensación de acorralamiento en jaulas Que doblegan voluntades A través de necesidades El ser estático en su jaula porque no hay más a donde ir Y las jaulas blancas Para que sienta paz Y las paredes blancas Para que esté tranquilo Me marea el blanco Me marean las intenciones Las intenciones “blancas” Me marea recurrir a colores Para disfrazar crueles realidades Nadie quiere estar sentado todo el día Quizá me marea el truco Me marea Me marea el blanco y lo que implica Me marea el uso Y la pregunta, pero sí no el blanco entonces ¿quién? Entonces ¿cuál? No abundan opciones De jaulas negras, de jaulas rojas, no vendría nada mejor Tiene que ser el blanco Y eso me marea Probablemente me marea la realidad y yo Yo lo refiero todo al blanco Me marea tanto blanco
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Nov 1, 2018
Nov 1, 2018 at 4:03 PM UTC
Blanco
Sentado e descalço, sobe um banco de madeira preta, Pintei o quarto de verde vivo, igual ao vaso do quintal, Contrastando com a cor amarela da flor que parara de crescer! Queria ver aquela flor mais verde que o vaso que acabara de pintar. Apressado como de costume e porque admito é feitio meu, Pegava desajeitado e pouco reflectido com vontade de florir, O amarelo perdido daquela planta que me havia já esquecido, Não era tinta vazia, que ela queria, mas carinho de minhas mãos, Peguei nela caída, encostei-a a mim e disse-lhe que gostava dela, Suspirou-me ao ouvido e perguntou-me porque não a levava comigo, Encostei-a a mim trouce-a cuidadosamente ao colo para dentro de casa, Dei-lhe um copo de água e aconcheguei-lhe a terra do caule, O adubo que ela recebia de mim, em carinhos fizeram-na adormecer! Sentei-me no banco quase seco de tinta verde e pintei as calças, Adormecendo como que um pai olhando seu filho dormir! Sonhei pela noite fora e quando acordei, aquela flor amarela, Que eu havia trazido comigo, sorriu-me nos olhos estremunhados, Acordei feliz e cheio de alegria porque em seu olhar a flor vivia. Por vezes a vida descabida de pressa por coisas vazias, É tão bonita quando na calma do tempo um carinho te dá alento. E eu voltei a pintar todo dia e em cada dia que passava a flor crescia, O amarelo que lhe percorria o ser mudava de cor para a cor de esperança. A cada dia, eu dormia mais feliz, porque sentia seu cheiro chegar a mim. Essa flor um dia pegou-me nos olhos e pediu-me de novo carinho, E eu olhei-a, da maneira que sempre quis cheirá-la e encostei-a a mim, Enquanto dormia! Autor: António Benigno Dedico à minha vida que nem para nem anda!
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Aug 31, 2013
Aug 31, 2013 at 4:58 AM UTC
As cores
Sentado e descalço, sobe um banco de madeira preta, Pintei o quarto de verde vivo, igual ao vaso do quintal, Contrastando com a cor amarela da flor que parara de crescer! Queria ver aquela flor mais verde que o vaso que acabara de pintar. Apressado como de costume e porque admito é feitio meu, Pegava desajeitado e pouco reflectido com vontade de florir, O amarelo perdido daquela planta que me havia já esquecido, Não era tinta vazia, que ela queria, mas carinho de minhas mãos, Peguei nela caída, encostei-a a mim e disse-lhe que gostava dela, Suspirou-me ao ouvido e perguntou-me porque não a levava comigo, Encostei-a a mim trouce-a cuidadosamente ao colo para dentro de casa, Dei-lhe um copo de água e aconcheguei-lhe a terra do caule, O adubo que ela recebia de mim, em carinhos fizeram-na adormecer! Sentei-me no banco quase seco de tinta verde e pintei as calças, Adormecendo como que um pai olhando seu filho dormir! Sonhei pela noite fora e quando acordei, aquela flor amarela, Que eu havia trazido comigo, sorriu-me nos olhos estremunhados, Acordei feliz e cheio de alegria porque em seu olhar a flor vivia. Por vezes a vida descabida de pressa por coisas vazias, É tão bonita quando na calma do tempo um carinho te dá alento. E eu voltei a pintar todo dia e em cada dia que passava a flor crescia, O amarelo que lhe percorria o ser mudava de cor para a cor de esperança. A cada dia, eu dormia mais feliz, porque sentia seu cheiro chegar a mim. Essa flor um dia pegou-me nos olhos e pediu-me de novo carinho, E eu olhei-a, da maneira que sempre quis cheirá-la e encostei-a a mim, Enquanto dormia! Autor: António Benigno Dedico à minha vida que nem para nem anda!
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A noite está chegando e os pássaros estão voando, eles vão dormir e nós iremos assistir ao pôr do sol de dentro do farol. O rouxinol vai cantar quando a lua chegar e então você irá ouvir uma canção de ninar para dormir e terá belos sonhos todos eles risonhos. A noite está chegando e os pássaros estão voando, eles vão adormecer e ao amanhecer todos irão acordar e então voar. E nós iremos acordar após toda a noite sonhar sorrindo para os pássaros, são momentos raros, ao raiar do dia cheios de euforia.
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Sep 13, 2016
Sep 13, 2016 at 8:18 AM UTC
O rouxinol vai cantar
Teria sempre água para todos beber, Correria por paixão sem saber, Seria rio, amor de bem querer, Água cristalinas que todos podem ver. Patinhos sem pressa molham suas penas, Pedrinhas grandes e pequenas. Areias desfeitas amedrontadas, Queria ser rio de ninfas e fadas. Teria mais cores laranja e verniz matizado , Seria rio sem inferno, nem pecado. As águas seriam sempre serenas, E seus afluentes açucenas. Queria ser rio muito abrangente, Sem causar inundações  de repente. Queria ser flor e também semente, Rio doce que ama sua gente. Queria ter moinhos para trigo moer, Rouxinóis ouvir ao amanhecer. Adormecer na noite suavemente, E acordar com sua corrente
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Aug 4, 2023
Aug 4, 2023 at 8:37 AM UTC
Queria ser como um rio
Encontrar sempre  teu terno sorriso, É  tudo o que eu preciso. Parece que Deus criador te fez vida e só amor. Canto em Hino de louvor! Possa eu viver sempre contigo , No Céu,  na terra , no paraíso... Deus com teu corpo e alma me abençoou , Da roseira a mais bela rosa brotou. Me aconchego no teu carinho desmedido, E com teu calor viva adormecido, Amando tudo com teu porto de abrigo. Mãe és tu minha Mãe suave com frio, calor, com a doce brisa... Saudade das saudades a mais querida.! Posso eu viver sempre no teu regaço, Sendo doce beijo, apertado abraço. Quantos filhos,  filhas não têm amor de ninguém, Vivem a vida com desdém! Ousai amar sempre alguém,.. Deixai bater o vento que vêm por bem, Pois bate devagarinho no rosto de minha Mãe. Parece que dentro do teu ventre eu vou sempre viver, Deitado nos teus braços quero adormecer. De manhã acordar com a madrugada, E morrer contigo de mão dada. Mãe,  amor
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Apr 13, 2024
Apr 13, 2024 at 10:57 PM UTC
Minha Mãe Maria
um céu rosado ao fim da tarde chuva e frio, mas tu aqueces-me o coração chove para adormecer relaxo o corpo, mas a mente não perguntas-me: vamos? eu percorro caminhos demasiado estreitos para ir acompanhado e tu dizes: e se for atrás de ti? és a minha voz da razão em fila caminhamos de mãos dadas afinal esta estrada solitária faz-se bem com companhia -então? para onde vamos? espreita-me por cima do ombro. pelo canto do olho vejo-lhe o entusiasmo nas bochechas olho para cima para pensar vejo um bando de pássaros a voar por cima da estrada para um horizonte distante e respondo: vamos por ali
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Mar 13, 2018
Mar 13, 2018 at 3:19 PM UTC
vamos por ali
Por do sol ao entardecer , Dando luz para anoitecer, Passarinhos a chilrear, Horizonte beijando o luar... Sorrateiro tu pareces também adormecer, Bendizendo o céu aberto sem querer. Sol mais brilhante com ênfase em suas cores, Arco íris de Deus, do mundo, dos amores. Avermelhado com laranja misturado, Coberto com um manto sagrado, Nuvens brancas num céu azulado, Com o vento também a seu lado. Por do sol que cobres a superfície terrestre, Te escondes na direção oeste. Sonho bom que tu já tiveste, Apareces de manhã no horizonte Vindo de leste. Com ilusão de ótica eu te quero contemplar, Ficando com o brilho sobre as ondas do mar . Pareces que foges do mundo somente, Por do sol do universo resplandecente. Victor Marques
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Jun 15, 2023
Jun 15, 2023 at 4:09 PM UTC
Por do sol que encantas
Parece que tudo tinha de amadurecer, Das árvores se desprender... As frutas maduras caem  ao Chão, Os ciclos são de fulgor, aceleram a respiração , Outono espiritual e  de transição... Deixa tudo fluir, o Universo reflecte, reforça tua vontade... Felicidade de alma, de paz, de espiritualidade . Deixa o Outono transformar a tristeza e se decompor em alegria, Como as folhas secas ficam verdes sem vaidade nem ousadia. O Outono de vida, para tudo  renovar, Deixe os Rouxinóis tornar a cantar, Os répteis adormecer, e hibernar... Outono de Céu e  mar, Tempo de gratidão a Deus e seus Arcanjos Aos Santos, Santas e anjos. Deixa o Outono te amar, te adormecer, Para acordar um novo ser... O Outono não é banal é sagrado, É  vida e morte tudo mistério bem guardado. Sementes e folhas apodrecem esquecidas, Para adornar nossas vidas.
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Nov 16, 2023
Nov 16, 2023 at 10:49 AM UTC
Outono de vida, de colheita