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#verbo
O Verbo e o Xisto: O Ritual da Montanha No Douro imortal, onde o tempo se ajoelha, Consagro o verbo e destino. O horizonte é um cálice de brasa vermelha No rasto de sombras: do ancião ao menino. Meu pai vulto de sol, liturgia de memória E os que antes, no xisto, desvendaram caminho, Escreveram no osso da terra a nossa história Com mãos de orvalho, de silêncio e de vinho. Escuto o eco primordial da encosta erguida, Onde o socalco é degrau para o trono do céu, E a vinha, em transe, transfigura a vida Sob mantos de lua que a noite nos deu. A verdade é um oráculo: não foge, não vende , Reside no nervo que a rocha castiga. Quem nasce do xisto, a alquimia compreende: A honra do vinho é uma luta santa e antiga. Firmeza no verbo contra a corrente vã. Verdade no xisto que o tempo não profana. Pelo Douro oculto, pela alma que emana, Ergue-se a herança divina e soberana. Victor Marques Douro
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Apr 14
Apr 14, 2026 at 2:14 AM UTC
O Verbo e o Xisto
Canção Do Verbo Encarnado *** Minha geração foi assim, começou pelo quando e acabou pelo fim. O amor escorreu pelos cantos e quando cantamos a canção do amor armado, Thiago de Melo estava em Berlim mergulhado no verde dos olhos da alemãzinha da ACNUR , nossa orquestra saiu de cena e nossa guerra de guerrilhas acabou no maior calor... O suor que expelia seu odor era o suor frio dos tiranos nos porões mórbidos da ditadura executando nossos irmãos. O ar jazia cheio de sangue e nós estávamos congelados nas câmaras de gás dos IMLs. Vínhamos de todos os lados, desde os vales profundos do Ribeira, das chapadas mais íngremes do Araguaia ou dos guetos subumanos da urbe. Éramos nós o odor de fumaça que agredia as narinas alheias com a catinga de carne queimada. Éramos nós o encanto das canções de protesto cantadas na avenida com euforia para engendrar os projetos do futuro, como somos nós os ignorados da história, os estranhos os comícios, a cadeira vazia das reuniões oficiais, pois somos nós que chegamos e partimos sem ninguém saber quem somos e que vamos lá adiante, distantes da balburdia alienante e quando vós menos esperais somos nós que nos imolamos às vossas portas contra a apatia com que nos matais. Como todos vós podeis ver, a minha geração é assim: começa pelo quando e acaba pelo fim, mas não fica à toa na vida pro seu amor lhe chamar e ver a banda passar tocando coisas de amor... ***
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Apr 24, 2015
Apr 24, 2015 at 12:30 AM UTC
Canção Do Verbo Encarnado * Antonio Cabral Filho - Rj/Brasil
Se que las palabras no bastan Hay que completar con acciones Porque decir te amo no es suficiente El amor es un verbo ¿Habrá algún momento en el que deje de pensar en ti? Querer verte cada vez mas Con que me hables seria feliz No se en que terminará esto Pero quiero saberlo Estar solo contigo Aunque sea por un momento Que me cuentes lo que haces Que desahogues lo que quieras Ser el motivo de tu alegría Y que solo para ti yo escriba "buenos días" La admiración esta desbordada Desde mi perspectiva A veces me asusto Pero he sido meloso toda esta vida Esta situación es incomoda Porque dispongo de todo Tu no das nada Y crean sueños rotos Llegas de repente Por acto del destino Pregunto si es una oportunidad O una experiencia que irá al vacío Pero como decía antes No todo son palabras Hacen falta más acciones Mas sorpresas inesperadas Quizás es lo que falta Para armar esta pieza O un motivo más Para que tu digas "no me interesa" Pero no creo que tu esperes una Porque ellas te esperan a ti Tu vida a mi parecer es un tesoro Y yo lo quiero conseguir Estoy aprendiendo como...
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Apr 16, 2015
Apr 16, 2015 at 9:13 PM UTC
El amor es un verbo.