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Sep 2018
Fere-me a existência
Do cárcere da ideia, à quintessência
Como um defunto, por entre caminhos inefáveis
Escarro a visão, da malígna eternidade
Algures de criaturas abomináveis
Sob a cruz da enfermidade...

Sangue, trevas, e fantasmas
Corações insepultos como miasmas
Escombros de paixões e ilusões, – eis os canhões!
Guerra num umbral de maldições...

Riem bruxas em escárnio malsão
Do drama de criaturas repugnantes
À esbórnia de velhas bacantes
Que da vida toda verdade ruirá em podridão

Destino, epifania, devaneios medonhos
Sob a melodia de acordes sinistros
Alma irreparável... A destroçar todos os sonhos!
Written by
Othon  M
(M)   
161
   Marco Raimondi
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