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Do fundo de um poço escuro de água fria Vejo outro mundo, nele não há divisas Nele não há distâncias, mas tão pouco vida Levanto a face ao medo ecumênico Tão democrático da morte Neste tempo efêmero igualar o frio O pavor da sorte dos que os vivos temem Do fundo da alma, questionei as pontes Vejo tantos caminhos, entre tantas fontes Nenhuma delas, mesmo vida que não leve a morte, deste poço vivo e ocre Neste ar respiro silenciosamente onde pestilências murmuram a sorte Vejo meu passado e espíritos torpes onde meus anseios buscam o toque Toque inexistente, pela efêmera morte
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Apr 12, 2020
Apr 12, 2020 at 10:37 AM UTC
Poço
Do fundo de um poço escuro de água fria Vejo outro mundo, nele não há divisas Nele não há distâncias, mas tão pouco vida Levanto a face ao medo ecumênico Tão democrático da morte Neste tempo efêmero igualar o frio O pavor da sorte dos que os vivos temem Do fundo da alma, questionei as pontes Vejo tantos caminhos, entre tantas fontes Nenhuma delas, mesmo vida que não leve a morte, deste poço vivo e ocre Neste ar respiro silenciosamente onde pestilências murmuram a sorte Vejo meu passado e espíritos torpes onde meus anseios buscam o toque Toque inexistente, pela efêmera morte
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Apr 12, 2020
Apr 12, 2020 at 10:37 AM UTC
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