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Éden

Ainda sou ontem um espasmo em flores abundantes

Sou voz em noite no silêncio limite

Sou ser em curvas para o infinito de vermelhas luxúrias

Sou visão balbuciante & gritos

Fugas

Devaneios

Ainda sou sempre no espaço presente

Sou micro-vácuo buscando a partida precipitada do fim

Sou andarilho descalço nos jardins do horizonte

Sou emanação do abscôndito mítico mistério

Sou longe

Limite

Extremo

Ainda sou hoje febre poética do fogo

Sou raiz aquém do líquen ardoso

Sou litígio pecado & asas sem ar

Sou brilho abstrato & ser viagem às sombras platônicas

Símbolo

Signo

Mito

Ainda sou ontem um vôo futuro

Sou vício perdido em tormentos astrais

Sou real transcendência entregue à musa

Sou consciência da angústia do (eterno) re-torno

Re-nascimento

Trans-lúcido

“...& em tudo há profecia se sou eterno”

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Written by
fran-li-de-freitas-marques
Brazilian
Published
Feb 26, 2014
Lines·Words
27·130
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