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Ashes 9m
Um anjo gelado sussura do abismo de teu coração
Maldições ecoam injustas feitas pelo ressentimento de um deus
Na vigília de sua alma, um labirinto
Eterno se abre, como as entranhas de um corvo
Sedento por sua liberdade jamais alcançada
Memórias são atormentadas no mais profundo silêncio que grita
Presos na esfera das ilusões, este era o mundo
Seus olhos podem estar abertos, mas você não pode escapar
Na vida, este anjo chora para sempre
Suas lágrimas são como a chuva mais profunda
Inundando e afogando seu coração
Mas veja, você ainda pode velejar por sua própria verdade
Ela é teu guia, teu único caminho
E seu coração, como fragmentos na eternidade
Mostrará a história do mais conto mais sombrio
Ashes 2h
An icy angel whispers from the abyss of his heart
Curses echo unjust made by the resentment of a god
In the vigil of your soul, a maze
Eternal opens up, as the bowels of a crow
Thirsty for his freedom never reached
Memories are plagued in the deepest silence that screams
Stuck in the sphere of illusions, this was the world
Your eyes may be open, but you can not escape
In life, an angel cries for ever
Your tears are like the deepest rain
Flooding and drowning your heart
But see, you can still sail for your own truth
She is your guide, your only path
And your heart, like fragments in eternity
Will show the story of the darkest tale
Lyrics by O. B.
Ashes 1d
O próprio Todo é algo indefinível!...
Eu tenho o chicote da verdade em minha mão!
E eu açoito de fora para dentro!
Eu queimo em mim mesmo! E eu começarei a chama que há de queimar o Todo!...

Ashes 3d
Divago sobre a futilidade
Do ontem no hoje inclemente
Perdida numa fugacidade
Julgada cara, simplesmente,

Pela docilidade
Dos vocábulos proferidos
Numa noite de imbecilidade…
Nas trovas de amores bandidos

Ou nas garras da traquinice
Vestida de bondade…
Depois nasce a tristeza medonha
Da ausência quase sufocante

Erguida na crença remota
De um sim… hesitante…
Nada existe de verdadeiro
Ou puro nas mentes das gentes

Apenas um desejo cortante
De suprir as vidas carentes
Num espetáculo cru de equívocos

E nunca os afoitos beligerantes,
Que amarfanham as verdades
E as atiram ao infinito eterno
Tornando as almas inocentes

Em joguetes dos audazes,
Crentes nos bandidos do inferno
Criados por eles, por que não?
O mal só existe perante a certeza
De um bondoso coração…
Ashes 4d
Em seu fundo, como mendigo de uma eterna noite
Bebendo lodo numa caveira escura
Entre os acordes de um divino açoite
Um eterno ocaso, nas trevas perdura
Ashes Feb 6
Sou um sarcófago ambulante
Sou as sombras que dançam, as visões
Dos anjos endemoniados em meus sonhos
No espelho vejo os séculos de minha morte
Há um cemitério em minha respiração
Eternidade fragmentada como os pedaços de meu coração
Viajando nas lembranças incuráveis do subconsciente
Guerras de eternas assombrações
Protagonista de infinitas odisseias e maldições
Sou um mundo desolado, labirinto devastado
As minhas almas são fantasmas perdidos
Despidos dos caprichos senis do universo
Escorrendo na ampulheta da desilusão
Para sempre quebrando imagens de um infindo pesadelo...
Ashes Jan 31
Das entranhas de um cosmo novo
Fiz do inferno minha última morada
Maltrapilho sedento como um corvo
Voando sobre sua crença desalmada

Alma perdida, triste sina, no terror me abarcais
A dizer para mim mesmo, nunca mais, nunca mais
Ó estrela infinita deste pesadelo
Teatro de sombras, escalpelo

Lâmina afiada de meu limbo à perdição
Destino de lágrimas, que jamais me aplacarão
O teatro já fechou sua cortina
E assim vai, errando pelos infernos, a minha sina

Erro da eternidade!
Alma enlodaçada na bestialidade
De ser e existir
De morrer e não suprir!
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